Ei, Gente! :) A minha concentração literária está voltando aos poucos e no finde consegui até ler um conto novo: Cale-se para sempre, da Renata Lustosa (autora nacional), uma parceira querida do PJ. Então, trouxe a resenha para vocês. Vamos lá? Boa leitura!

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros
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Sinopse: Olívia Florence é dona de uma pequena empresa de organização de eventos chamada “Dois pombinhos”. Parece que as coisas vão melhorar com o novo casal cliente, porém, tudo muda quando o noivo dá em cima dela na maior.
Agora o que fazer? Contar para a Bianca, a noiva, e perder seus potenciais clientes ou deixar isso para lá e não falar nadinha? Sua honestidade pode prejudicar a sua empresa, que já está meio mal das pernas ou pelo contrário?
Entre essas questões, Olivia aprende boas lições. Inclusive, faz as pazes com o senhor cupido! ♥
Opinião da Pequena: Sempre quando eu leio algo da Rê, eu lembro o motivo de eu amar tanto chick-lit. Esse conto é mais uma prova de que esse gênero traz valores que inspiram a gente no nosso dia a dia e não tem nada de “raso”.
A premissa chama a atenção. Imagina: o único cliente, que pode manter a sua empresa, dá em cima de você na maior cara de pau? É impossível não se colocar no lugar da Olívia e ter vontade de dar um murro nele (sou contra violência, mas esse vilão merece hahaha).
Adorei como a história foi conduzida e o único defeito é que acaba muito rápido! Quando a gente se toca, chega o epílogo, mas fica feliz que tudo se encaixa direitinho.
De quebra, a gente aprende lições, como a importância de ter aulas de krav magá. Que a propósito, essa parte rende boas risadas. Outra: a honestidade e a empatia valem ouro. E que o Cupido sabe das coisas e um bom partido aparece e ele tem de ter várias coisinhas, que vão além de bens materiais. Clichê, mas sempre bom lembrar.

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Tomás é meu novo crush literário, mesmo com algumas ressalvas. A Olívia? Amei esse nome! Ah! E eu quero contratar a “Dois Pombinhos” quando eu me casar hahaha. ;-) Aliás, noiva Bianca, você me surpreendeu. Quer ser minha amiga? Eu,você e a Olie podemos criar um grupo no Whats hahaha.
Enfim, recomendo muito para quem anda travado nas leituras. Quer algo divertido, leve e para devorar em questões de horinhas? Cale-se para sempre é perfeito para isso.
E não sei vocês: mas contos eu acho que sempre devem virar livros, porque quero mais detalhes e tal hahaha. Tipo uma personagem, que acho que acrescentaria muito, ficou meio apagada. Mas entendo que esse tipo de leitura é desse jeito, mais direto ao ponto, digamos assim.
Quanto à capa… Tem tudo a ver com a história, inclusive, com uma cena incrível. Pelo menos, eu acho! E o título também! E adorei a diagramação e as ilustrações em algumas páginas, que fazem a diferença. ^^

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É isso, pessoal. Quem quiser embarcar, está disponível nesse link da Amazon. No mais, podem opinar à vontade! ;-)
Beijos e boa semana,
Carol.
Post Antigo: Conto – Maldito Beijo!
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Ei, Gente! :) Há séculos não rola uma entrevista aqui, né? Para matar a saudade, entrevistei a autora Gabi (que conheci na blogosfera), que lançou recentemente um livro em homenagem ao nosso bem mais precioso: a família. ♥
O pai dela foi diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) e para ajudar outras pessoas também, a protagonista do post resolveu colocar tudo no papel e transformou tudo em uma história real: Ele tem ELA, elas têm ele.
Vamos lá? Boa leitura! Conta aí, Gabi.

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1. De toda história com o seu pai até o momento, qual é a lição mais valiosa que aprendeu?
R: Aproveitar os momentos mais simples da vida. Depois que descobrimos a doença passamos a dar muito mais valor aos dias que estamos juntos, às tardes de sábado que assistimos um filme ou tomamos solzinho na varanda e quando vemos o Miguel (meu sobrinho e neto do meus pais) brincar e dançar no tapete da sala! E ainda estou aprendendo a não ser ansiosa com o futuro pois isso nos limita a aproveitar o presente!
2. Aliás, conta um pouco sobre a iniciativa de escrever o livro e a trajetória da escrita?
R: Certo dia me veio essa vontade de contar sobre o processo da descoberta da doença do meu pai, pois a ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica – é uma doença muito difícil de ser diagnosticada e isso poderia ajudar outras famílias e pacientes. Mas a história da união e do amor da minha família acabou sendo retratada de uma maneira tão intensa que eu arranco lágrimas e muita emoção dos leitores (acho que é um bom sinal! Rs..).
Iniciei o processo da escrita após o curso de “Escrita Afetuosa” com a Ana Holanda, o curso me deu a coragem e a energia necessárias para seguir esse caminho mais sentimental. Em 6 meses finalizei o livro e fui atrás da publicação independente.
3. E o que a sua família achou da ideia de escrever o livro? Conta um pouco a reação deles e tal. :)
R: Antes de começar a escrever eu contei sobre a ideia do livro primeiro para o meu marido e depois para uma amiga que ama escrever e ambos acharam uma homenagem linda e me incentivaram muito. Amadureci a ideia e contei para todos os que seriam protagonistas da história (meu pai, minha mãe, minha irmã e meu cunhado) e, claro, choramos muito!!! Durante o processo da escrita eles me ajudavam a lembrar de alguns detalhes e foi uma delícia porque revivemos muitas histórias que estavam guardadas em nossas memórias e é sempre bom revisitar algumas, né? =) E agora elas estão disponíveis para que todos possam viver um pouquinho delas com a gente!

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4. A parte mais doce e amarga desse mundo da escrita?
R: Sou nova nesse mundo e vi que é muito difícil ser autora independente por aqui! Mas eu escrevi esse livro para homenagear os meus pais e agradecer por tudo o que eles são pra mim, além de, é claro, poder ajudar outras famílias que convivem com a ELA. Já recebi mensagens de familiares de pacientes que estão passando pela mesma angústia que passei e sei como é importante ter algumas dessas informações quando descobrimos uma doença rara e degenerativa na nossa família, então acredito que fiz certo e isso é o que importa!!!
5. Pergunta clássica do PJ: se pudesse salvar três livros da sua biblioteca, quais salvaria?
R: É difícil porque eu amo ler! Então separei os 3 que eu sinto que estão ligados ao meu livro: Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach) – O primeiro livro que meu pai nos deu, junto com O Pequeno Príncipe, então foi o primeiro que li e tive na vida (e que eu lembro! rsrs). A Morte é um Dia que vale a pena viver (Ana Claudia Quintana Arantes) – Fala sobre cuidados paliativos e a importância de viver todos o momentos da vida. Como se encontrar na escrita (Ana Holanda) – Fiz a leitura do livro após o curso e foi ótimo para o processo de escrita fluir
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Sabe aquela entrevista que dá um quentinho no coração? Então, foi essa! Já coloquei na minha listinha para embarcar nessa história e deu ainda mais vontade de escrever. Aliás, obrigada por ter topado, Gabi. Parabéns pela linda iniciativa e que esse livro mude a vida de muita gente! ♥
Ah! Ficou interessado em devorar essa leitura? Corre aqui para saber mais informações para comprar. Quer conversar com a autora de “Ele tem ELA, elas têm ele” (amei muito esse título)? Ela é mega acessível no Insta: @gabrielaer.
No mais, podem opinar à vontade. :)
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Entrevista – Autora Clarice Pessato
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Ei, Gente! :) Como vocês sabem, eu não dispenso um chick-lit e a Kaka, do Rainhas da Pechincha, também não. Então, decidimos criar em conjunto uma TAG para mostrar todo o nosso amor por esse gênero literário e afins. O nome é: Uma comédia romântica, por favor. Vamos lá? ♥

1. Melhor par romântico:
Carol: Charlie e Dan (O Diabo ataca em Wimbledon).
Kaka: Becky e Luke (Livros da Becky Bloom).
2. Personagem mais embuste:
Carol: Ryan (Te devo uma).
Kaka: Dillon O’Hara (Uma noite com Audrey Hepburn).
3. Melhor local fictício:
Carol: A redação da revista The Plunge é o primeiro local que surgiu na minha cabeça (A vingança veste Prada).
Kaka: A casa de Lina, na Itália (Amor & Gelato).
4. Chick Lit que precisa de lencinho:
Carol: Menina de 20.
Kaka: Teto para Dois.
5. Melhor personagem amigo da protagonista:
Carol: Eu ia colocar Susie, mas vou colocar um que eu gostei recentemente, que foi a Piper (O Diabo ataca em Wimbledon).
Kaka: Susie, amiga da Becky Bloom.

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6. Protagonista que mais se identifica:
Carol: Mel (Confissões de uma Terapeuta).
Kaka: Becky Bloom (Vocês sabem os nomes dos livros, né? hahaha).
7. Um chick lit com a primeira letra do seu nome (ou blog):
Carol: Corra, Abby, Corra!
Kaka: Não conheço nenhum!
8. Personagem que queria trazer para a vida real:
Carol: A Becky (Os delírios) e a Mel (Malas, Memórias e Marshmallows) .
Kaka: Sadie, a tia avó da Lara (Menina de Vinte).
9. Uma autora que estoura o limite do seu cartão:
Carol: Sophie Kinsella.
Kaka: Sophie Kinsella.
10. Comédia romântica que todo mundo ama e você não (ou vice-versa):
Carol: Não gostei de “As joias de Manhattan”.
Kaka: Não gostei de “Um presente da Tiffany” e “O Navio das Noivas”. ♥

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É isso, pessoal. Gostaram? A gente espera que sim. :) Aliás, quem quiser responder, fica à vontade, ok? Vamos amar ler as respostas de vocês. Ah! A maioria tem resenha aqui no blog ou lá no Rainhas. Só buscar na caixinha de pesquisa. E quem tiver indicação de chick-lit de autoras nacionais, seremos eternamente gratas. ^^
Beijos, Carol e Kaka.
Post Antigo: TAG Dramática
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Ei, Gente! :) Para o post do dia separei uma dica de filme. Recentemente, assisti: Feel the beat, na Netflix. Uma comédia bem água com açúcar e para lá de divertida. Vamos lá? Boa sessão! ♥

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Para começar, aquele clássico resuminho sobre o que se trata a história. April é uma dançarina, que deixou a sua cidade natal para correr atrás do grande sonho chamado “Broadway”. Mas depois de uma obra do destino, as coisas não andam muito bem e ela volta para casa!
Por lá, a protagonista acaba sendo convidada a treinar um grupo de jovens dançarinos um pouco desajeitados para uma competição, que terá um importante jurado e que April quer chamar atenção. Será que vai dar certo? ♥

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Pelo que eu vi, ele está há séculos na Netflix, mas só consegui assistir no feriado. É aquele clichê com música e dança, onde a gente não dá nada para o grupo participante e tals… Porém, vem a reviravolta e nos surpreende de forma positiva.
Mas tem um diferencial: a April não é a típica protagonista desse tipo de filme. Acredito que isso vá chamara a atenção de quem quer ver algo que fuja um pouco do óbvio! Ela é bem dura na queda e vai nos conquistando aos poucos! Nick é de arrancar suspiros e o pai dela é tão incrível. Apoia e conhece a filha que tem! Barb é inspiradora e uma comédia e o amigo da April bem maravilhoso, mas talvez um pouco forçado. Ainda não tenho uma opinião 100% formada.

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Mas o elenco que conquistou mesmo o meu coração foi o dos alunos e os pais deles! Cada um dá o seu melhor mesmo e isso inspira muito! Aliás, aprendi que, às vezes, o importante não é o 1º lugar. O segundo e o terceiro também tem o seu valor. E cada vitória tem de ser comemorada, sem moderação. E o que falar do Dick? Completamente apaixonada por esse ator mirim. O melhor!! ♥
Enfim, é uma história para assistir com a família ou na sua própria companhia. A gente ri, torce e sente cada batida. Do início ao fim, prende. Mesmo com algumas cenas que dispersam um pouco. Ah! Tem inclusão e a dança final é emocionante. Amei a trilha sonora, os figurinos e o desfecho, que já esperava, mas o caminho até lá aqueceu o coração da pequena telespectadora que vos bloga. Dá vontade de sair para dançar no meio de Nova York (destaque para essa cena com uma personagem que também é destaque no filme, mesmo não aparecendo tanto) hahaha.

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Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo muito!
Beijos, Carol.
Post Antigo: Para assistir – Eurovision!
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