21.10.2026

Ei, Gente! :)

Finalmente embarquei na história “Quatro titias e um casamento“, continuação do livro “Disque T para titias“, da Jesse Q. Sutanto. Apesar de muitas ressalvas, foi legal matar a saudade das tias mais divertidas desse mundo literário!

Então, vamos lá? Boa leitura. ♥

Livro: Quatro titias e um casamento | Autora: Jesse Q. Sutanto | Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 298 (livro físico) | Nota: 3 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
♥

Sinopse: Tudo parece estar indo bem desde que aquilo aconteceu – o dia em que Meddy matou acidentalmente o cara com quem teve um encontro às cegas e sua mãe e suas tias a ajudaram a se livrar do corpo. A empresa de sua família está indo bem e o seu relacionamento com Nathan, melhor ainda!

Intrometidas como sempre, a mãe e as tias de Meddy decidem procurar os fornecedores perfeitos para o casamento que se aproxima. E, claro, a escolha delas é de uma empresa familiar sino-indonésia, assim como a delas.

Nossa protagonista fica hesitante no início, mas logo muda de opinião ao conhecer a fotógrafa da empresa. Ambas tem muito em comum! Contudo, as semelhanças não vão além e logo ela percebe que a sua nova amiga não é quem diz ser. Após pegá-la falando no telefone sobre “apagar alguém” no seu casamento com Nathan, Meddy descobre que os fornecedores na verdade fazem parte da máfia.

Disposta a não deixar nada de ruim acontecer no seu grande dia, ela conta com a ajuda das tias e da mãe para se livrar dessa família de mafiosos! ♥

Opinião da Pequena: Quando eu comprei esse livro, escutei falar que a história não era tão legal quanto à primeira. Ai decidi deixar para depois! Até que finalmente peguei e li de coração aberto. Sem dúvida, o primeiro é bem mais divertido e prendeu muito mais a minha atenção. Mas o segundo, apesar das ressalvas, soube manter a essência das titias e da Meddy.

Agora vamos por partes… Eu achei a premissa bem interessante, em contrapartida senti que, no meio de tudo, teve muito suspense para pouca entrega, sabem? Eu chorei de rir em muitos capítulos (uma das tias falando da Rainha é maravilhoso) e amei matar a saudade das personagens centrais. Porém, quando consegui as respostas, fiquei pensando: sério que era só isso?

Analisando depois, até que faz sentido. Mas não precisava ter enrolado tanto, na minha humilde opinião! A ideia é boa, só que não superou as expectativas como fã do 1º livro. Eu já estava com mil teorias na minha cabeça e, no final, não era nada daquilo e nem passou perto.

Crédito da imagem: Amazon
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Contudo, é uma leitura leve. Que faz a gente rir, se conectar com os personagens. As tias são as melhores. O jeitinho delas de se intrometer é irritantemente fofo. W a Ma é muito a minha sogra (que eu amo)! A Meddy é sem comentários e bem gente como a gente em relação à família peculiar. Que, às vezes, dá uma pequena vergonha alheia, mas a gente agradece diariamente por ter esses integrantes imperfeitos perfeitos. E isso me fez continuar lendo, mesmo quando a vontade era abandonar.

Outro ponto é que deu para imaginar direitinho a maioria dos capítulos. Falando nisso, adorei a ambientação, as referências. Aliás, em muitas partes lembrei do filme “Podres de rico”, principalmente em relação aos pais do Nathan.

No final, a gente percebe que algumas famílias são idênticas e só mudam de endereço. E que mesmo que a gente ame cada integrante, nem sempre aquele amor pode apagar o lado ruim do outro. É triste, mas não dá para passar pano para tudo! Para mim, essa foi uma das lições que mais marcou nessa leitura.

Outra coisa, o post de hoje era para ser uma indicação para quem deseja ler um mistério leve para entrar no clima do Halloween. Não sei bem se encaixa, mas recomendo ler – caso tenha lido o 1º (tem muita conexão com ele) – e tirar a sua própria conclusão. A única dica é para ir de coração aberto!

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Ah! Eu tinha visto que viraria adaptação da Netflix, mas não achei mais nenhuma notícia sobre. No mais, adorei a capa (vestido perfeito), a temática casamento e acho que poderia ter um título melhor (mas casou bem com o primeiro).

Enfim, é isso. Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! E podem opinar à vontade.

Um beijo, Carol. ♥

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carol
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16.10.2026

Ei, Gente! :)

No feriado do Dia das Crianças, viajamos com a família para um hotel fazenda no Rio de Janeiro. A ideia era fazer um post de indicação de turismo e tals, mas…

Os planos mudaram depois de um detalhe bem doido! Contei um pouco nessa crônica da vez. Enfim, vamos lá? Boa viagem (acrescente uma risada assustadora hahaha)! ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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“Imagina você descobrir algumas horas depois de deixar as malas no quarto (bem mais ou menos, por sinal) que o local que vai ficar no final de semana foi um antigo sanatório para pacientes com tuberculose? Pensando bem, agora fazia todo sentido a estrada que nos levava até lá ter o nome de “sanatório da serra“.

Juro, a Carol de antigamente teria ido embora no segundo seguinte de coletar essa informação. A do final de semana? Resolveu encarar com uma certa leveza esse detalhe. Mas no fundo só fiquei porque vida que segue (e o pagamento já tinha sido feito hahaha)!

Eu não tinha ideia do que era um sanatório e a primeira coisa que relacionei foi com manicômio, hospício e algo do tipo. Porém, depois de algumas buscas no Google entendemos que era para cuidar de pessoas que estavam com doenças que precisavam de isolamento.

Não que tenha mudado muito a tensão que ficou no ar. Afinal, independente do objetivo, eu imagino o quanto de sofrimento o local ainda carrega. Querendo ou não, por mais que eles queiram trazer um novo significado para o lugar, a minha imaginação fértil foi longe e aquela fonte me remeteu a várias cenas tristes de enfermeiros tentando cuidar de quem necessitava (e talvez uma camisa de força, sei lá – brincadeirinha hehehe)…

Para piorar, no final de semana uma das festas era de Halloween (eu adoro) e quando a gente foi conhecer tinha uma capela e um cemitério. Na minha cabeça, fazia parte da decoração. O cemitério acredito (e espero do fundo do meu coraçãozinho) que sim, mas a capela? MEU DEUS DO CÉU. Depois de perguntar para o Gemini se alguém já tinha morrido lá, cheguei à conclusão de que a mini igreja (digamos assim) deveria ser para rezar para os hóspedes de antigamente.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Eu fiquei tão impressionada que isso foi até tema da minha terapia. Assim, eu até levei de boa e acho que essa é uma daquelas histórias que vou contar com um “quê” de orgulho (do tipo: olha o que eu passei, gente), mas se a gente pensar mais a fundo, bem sinistro, né? Acho que sempre quando eu for visitar algum hotel novo agora, vou pesquisar tim tim por tim tim antes de fechar a reserva.

Só que a gente não tem muito controle dessas coisas, né?

Quando eu morava numa vila, lembro que falavam que era um antigo cemitério para índios. Mas até hoje não sei se era lenda ou pura verdade ou meio termo! Pensem só… Um apartamento que alugamos ou compramos para morar: qual é o passado dele? Não dá para saber ao certo. Acho que se a gente levar tudo em conta, não faz nada mais nessa vida.

São histórias meio macabras. Que até uma pessoa mega corajosa fica com os olhos arregalados. Uma semana depois de viajar, ainda fico pensando como eu consegui dormir lá por três dias seguidos. Olha, já viajei muito nessa vida, mas nem nos meus pesadelos mais tensos imaginaria ficar hospedada em um antigo sanatório. A Carol da vila não acreditaria!

Pensando bem: será que já fiquei???? Ai meu santinho das medrosas! Enfim, foi uma viagem que cumpriu o objetivo de passar o tempo com a família, amigos e “relaxar”. O hotel é bem legal, várias programações, mesmo com essa característica que acabou se destacando. Foram alguns dias que renderam boas memórias e algumas pra lá de peculiares. ;-)”

***

É isso, pessoal. A dica do dia é pesquisem informações do hotel antes de se hospedar hahaha. Brincadeirinha, afinal, mesmo com esses detalhes peculiares, podem render histórias engraçadas.

Ah! Não coloquei o nome do hotel porque a ideia não é expor, nem nada. Só postar mais uma crônica dessa pequena escritora que vos tecla! ;-)

No mais, podem opinar à vontade!

Um beijo, Carol.

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carol
14.10.2026

Ei, Gente! :)

Muito antes de ter uma vida amorosa mais leve, eu já passei por diversos perrengues nessa área… E sabe o que me ajudava nessas horas? Ler! E os livros da Isabela Freitas funcionavam como uma terapia extra para eu enxergar com outros olhos a minha situação na época.

E o que isso tem a ver com o post do dia? Quem vai responder algumas perguntas do PJ vai ser ela: a autora nacional da série “Não se apega, não”. Recentemente, a Isa lançou “Não se apaixonada, não“, que é o 5º e o último volume da “saga”.

Isso mesmo, doze anos depois os leitores vão conhecer o encerramento da história de sua protagonista, que a propósito leva o mesmo nome da escritora. Eu li os dois primeiros e preciso ler os outros três. Enquanto a resenha não sai, vem conferir esse bate-papo com a Isabela! Fiquei muito feliz com o resultado e acho que vocês também vão gostar.

Vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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1. Nessa continuação e despedida da série, o que os leitores podem esperar? :)
R:
Os leitores podem esperar o final que eles sempre pediram para a Isabela! Nos livros anteriores eu fui deixando várias pontas soltas, pistas, e dei algumas migalhas de romance. Em “Não se apaixona, não” eu finalmente pude trazer voz ao personagem Pedro nos capítulos narrados por ele, esclareci várias coisas que tinha deixado “no ar”, e “desci a mão” no romance que eu sempre quis escrever de Pedro e Isabela. Em relação à protagonista, que agora tem 26 anos, eu não quis trazer uma adulta que sabe o que faz. Eu quis trazer uma personagem humana, e que ainda não se sente adulta. Porque é assim que eu me sentia aos 26. Ela mudou muito, sim, cresceu, mas existem feridas que ela traz desde sua infância, machucados que nunca tiveram a chance de cicatrizar, e finalmente nesse livro, ela consegue. Vimos nos livros anteriores uma Isa que aprendeu a ir embora, aprendeu a se escolher, aprendeu a não aceitar qualquer coisa… mas agora ela precisa aprender a se deixar ser amada. A baixar a guarda. A entender que nem todo amor precisa doer para ser intenso. A entender que ela merece sim, ser amada. E que a dor e a decepção nem sempre estarão à espreita.

Crédito da Imagem: Divulgação Assessoria
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2. Depois de 5 livros, qual é o maior aprendizado da Isa personagem e Isa autora?
R:
Acho que o maior aprendizado das duas foi que se escolher, aprender a ter amor próprio, e se desapegar de tudo que te machuca… não necessariamente significa ficar sozinha. Você pode se escolher, se amar, desapegar de quem não te faz bem, e ainda assim encontrar um amor e ser feliz. Durante muito tempo, tanto nos livros quanto na minha própria vida, existiu muito essa ideia de aprender a ir embora, de não se diminuir por ninguém, de saber colocar um ponto final. E eu continuo acreditando muito nisso. Só que amadurecer também me ensinou que existe coragem em ficar quando existe algo bom. A Isa personagem precisou aprender a se deixar amar. E a Isa autora precisou entender que amor-próprio não é construir um muro tão alto que ninguém mais consiga entrar. Talvez esse seja o maior amadurecimento desses cinco livros: se amar primeiro, para um dia, ser amada em voz alta por alguém.

3. Tem alguma dica de ouro para escritores?
R:
A minha maior dica é: escreva o livro que você gostaria de ler! Foi assim que surgiu a série “Não se apega, não“. Acho que muita gente se perde escrevendo livros pensando em vender, em fazer sucesso, no que está no hype, no que as pessoas vão achar… Eu não. Eu sempre escrevi livros que a Isabela leitora gostaria de ler. E acho que deu certo, né?

Crédito das Imagens: Divulgação Assessoria
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4. Quais são os planos após “Não se apaixona, não”? Pode dar algum spoiler?
R:
Claro! Eu já estou escrevendo meu próximo lançamento. O que posso dizer é que é um romance universitário, ambientado nos Estados Unidos, com esporte, rivalidade e um dos meus clichês favoritos: ex-namorados que se reencontram após alguns anos de um término sofrido. Eles tiveram uma história no passado, ficaram anos separados e acabam se encontrando novamente na universidade. Ele é jogador e capitão do time de basquete e… digamos que o reencontro não é exatamente amigável rs. Tem enemies to lovers, segunda chance, muita provocação, boas amizades, e tudo que um bom livro de romance deveria ter. Estou me divertindo MUITO escrevendo esse livro. A previsão é que ele chegue em 2027.

Crédito da Imagem: Tamires Boni
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5. Pergunta clássica do PJ: três livros que salvaria da sua biblioteca sem nem pensar três vezes?
R: O alquimista
(Paulo Coelho), Harry Potter (JK ROWLING) e Alchemised (SenLinYu).

6. Tem alguma mania peculiar na hora de escrever e como leitora também?
R:
Acho que minha única mania na hora de escrever é que eu gosto de criar uma playlist pra cada livro que escrevo, e ficar escutando essas músicas repetidamente num fone de ouvido no volume máximo enquanto escrevo. Parece que a história ganha mais vida, sabe? Ah, me lembrei de outra. Eu também carrego comigo o tempo todo um caderninho onde vou anotando absolutamente todas as ideias do meu próximo livro. Personagens, suas personalidades e aparências, seus nomes, o enredo principal do livro (e como vai se desenvolver), diálogos que penso do nada e quero que estejam no livro, situações que quero que os personagens vivam, tudo. Vou despejando tudo isso no meu caderninho. Então na hora de escrever ele precisa estar meu lado, porque é dali que vou pescando as ideias. Como leitora, não tenho absolutamente mania nenhuma, eu leio em qualquer lugar, e de qualquer jeito. Na esteira da academia, secando cabelo, no banho (sim, o Kindle é a prova d’água), andando na rua. Pra mim, qualquer lugar é lugar pra ler!

***

Sério! Eu adorei essa entrevista e quero deixar o meu agradecimento para a Isa e o pessoal da Intrínseca. Muito obrigada! Que essa e todas as próximas histórias sejam um sucesso e que façam a diferença na vida de cada leitor, assim como fez (e faz) na minha.

Ah! E aqui vai a ordem dos livros (que não são independentes e o melhor é ler certinho mesmo ^^):

1º – Não se apega, não
2º – Não se iluda, não
3º – Não se enrola, não
4º – Não se humilha, não
5º – Não se apaixona, não

Crédito da Imagem: Amazon
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Por fim, quem quiser conhecer mais sobre a protagonista do post do dia, vale conferir o Insta dela. Quer ler os livros anteriores e o atual? Não esqueça de garantir “Não se apega, não” através do meu link de associado (isso ajuda muito o PJ, sem pagar nada a mais ♥).

Agora me contem: já conheciam essa série? Qual livro favorito? Aqui no blog tem a resenha do 2º (Não se iluda, não). No mais, podem opinar à vontade!

Um beijo, Carol.

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              carol
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              13.10.2026

              Ei, Gente! :)

              Eu nem sabia, mas hoje é o Dia Mundial do Escritor. Então, trouxe uma lista de escritores que conheci em 2026. Claro, ainda tem alguns meses pela frente, porém, já dá para fazer esse tipo de post hehehe.

              Vamos lá? Boa leitura! ♥

              Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
              ♥

              1. Christina e Lauren – Livro Um sonho de férias
              Observação da Pequena: Eu não sabia que “Christina Lauren” eram duas autoras hahaha. Mas são e descobri por conta desse livro. Nunca tinha embarcado em nada delas. Apesar das ressalvas, adorei a escrita e com certeza quero assistir a adaptação que vai sair!

              2. Colleen Hoover – Livro Mulher em queda
              Observação da Pequena: Eu nem acho que comecei com o livro certo, mas já deu para entender muito o motivo dessa escritora ser tão falada. Ela escreve MUITO BEM! Mesmo a história não sendo a melhor, a escrita dela me prendeu bastante.

              3. Sarah Morgan – Livro Vocação Verão
              Observação da Pequena: Uma das coisas que mais amo no Clubinho e ler autores que eu jamais embarcaria se não fosse pelo pessoal. Já quero ler outras histórias da Sarah Morgan, que arrasa muito!

              4. Gracie Page – Livro A livraria dos sonhos
              Observação da Pequena: Acho que foi uma das autoras que mais curti embarcar recentemente. O tipo de escrita que me pega e eu já to ansiosa para que ela escreva mais.

              5. Misty Wilson – Livro Nem todo outono é igual
              Observação da Pequena: Escritora que, claramente, é fã de Gilmore Girls já tem todo o meu amor. E quando a história realmente lembra a série, aí melhora mais ainda! Achei que ela deu alguns furos, mas no geral quero com certeza embarcar em outros livros dela.

              6. Valérie Perrin – Livro Os esquecidos de domingo
              Observação da Pequena: Gente, eu escuto mil maravilhas dessa escritora francesa. E acredito que ela seja muito boa e apesar de ter gostado da escrita, acho que comecei com o livro errado. Até tenho vontade de ler outros dela, porém, vou deixar mais para frente! Tô meio traumatizada hehehe.

              7. B. Oneirova – Livro Uma receita para o amor
              Observação da Pequena: Tenho algumas ressalvas sobre esse livro, mas eu super embarcaria em outras histórias da autora, que tem uma escrita bem leve. A propósito ela é brasileira!

              8. Jennifer Weiner – Livro A fuga
              Observação da Pequena: Eu sempre esbarrei com os livros dela nas livrarias, mas nunca pegava para ler. E juro! Por que não li nada antes? Eu adorei a escrita e a forma como ela deu atenção para cada personagem, mega me conquistou. Já quero ler outros!

              9. Victoria Lavine – Livro Qualquer clichê, menos você
              Observação da Pequena: Ela tem um estilo muito parecido com o da Sophie Kinsella. Tem alguns detalhes mais picantes na sua história, mas não deixa de ser aquele livro leve que é sempre bem-vindo na vida de uma leitura que ama um chick lit.

              10. Marina Hadlich – Livro Até essa comédia se tornar romântica
              Observação da Pequena: Yay! A Marina é uma escritora nacional e que eu torço para ela escrever mais e mais chick lit. Sério, eu amei a sua forma de escrever e falar, literalmente, com o leitor. É uma escrita diferenciada e já está na minha listinha o seu conto extra dessa história.

              11. R. L. Killmore (Necole Ryse) – Livro Mistério em Cinnamon Falls
              Observação da Pequena: Mais uma autora que, claramente, é fã de Gilmore Girls. Ai já sabem, né? Tem todo o meu amor e amei o pseudônimo que ela usou! Assim, eu acho que vou gostar mais da continuação, mas já deu para perceber que ela escreve muito bem!

              Crédito da Imagem: Lou Click – Pequena Jornalista
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              ***

              A última foto é para registrar que a Pequena Blogueira que vos tecla também é escritora. Em breve, será lançado o 1º livro de crônicas, que tem um texto que eu escrevi (depois conto mais). Ainda não é só meu, mas eu estou bem feliz com essa vitória.

              Enfim, FELIZ DIA PARA TODOS ESCRITORES que transformam palavras em livros que mexem (de alguma forma)com os leitores. Aliás, todas as histórias que apareceram no post tem resenha aqui no blog (linkei cada uma).

              No mais, podem opinar à vontade. ♥

              Um beijo, Carol.

              Post Recomendado: Escritores que quero conhecer
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              carol
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