Ei, Gente! :)
No finalzinho de maio, conferi de perto o famoso Festival de Literatura Romântica, organizado pela Harlequin. Nessa edição, tivemos a presença da autora internacional Lorraine Heath, que escreve romances de época!
Quer saber mais sobre o evento? Preparei um post para vocês! Boa leitura. ♥
A Flir aconteceu no Rio de Janeiro, no Espaço Costa Hall, que fica no centro da cidade. Fomos de carro e como chegamos cedo, conseguimos estacionar (gratuitamente) lá dentro. Não conhecia o Clube de Aeronáutica e achei a escolha bem certeira!
Tinha uma fila meio grandinha para entrar, mas o bom é que a gente acaba conhecendo e reencontrando pessoas que amam tanto livros quanto a gente (fui com a minha amiga Carol). De cara, já nos deparávamos com uma carruagem bem a cara dos livros de romance de época (spoiler: deu medo de subir, o negócio balança que meu Deus hahaha)! ;-)
Na entrada, o pessoal da organização dava uma ecobag com alguns mimos e as pulseirinhas para entrar! Tivemos um bate-papo com autoras nacionais: Lucy Vargas e Karina Heid. A mediação dessa conversa ficou por conta da Frini Georgakopoulos! Os temas centrais: livros e romances de época.
Ah! Conhecemos um pouquinho sobre os próximos lançamentos da Harlequin com a Paola Aleksandra (escritora e influencer) e Julia Barreto (editora) . E o que mais chamou a minha atenção foi “Em primeira mão“, da Mhairi McFarlane. A propósito, esse “enemies to lovers” foi lançado ontem, dia 05 de junho, e é da mesma autora de “Ontem à noite”. E, sim, em breve teremos mais um livro da Paola!
Para quem quiser anotar, fiz um listinha dos próximos lançamentos que eles anunciaram lá no evento. Anotem aí:
- As grandes desventuras amorosas de Yumeko (1 e 2 – Mamakari – 17 de junho)
- Em primeira mão (Mhairi McFarlane – já lançou))
- Promessas sob o sol (Emily Giffin – já lançou)
- Rivais à altura (Sophie Kim – setembro 2026)
- We who will die (Stacia Stark – sem nome em português ainda – outubro 2026)
- Série Sin (Suzanne Enoch – outubro 2026)
- Livro novo da Paola Aleksandra (não revelaram o nome ainda – 2º semestre de 2026)
Depois tivemos uma pausa para o almoço. Tinha restaurante no local (o Mel) e você também tinha a opção de pedir Ifood. Decidimos pelo restaurante mesmo e foi uma ótima escolha! Olhem essa vista simplesmente perfeita! ♥
Depois tiramos fotos em alguns espaços instagramáveis que a editora preparou! Tinha bem um clima de época mesmo e o mais legal que teve gente que foi vestida com algo que remetesse. Até pensei entrar no clima, mas fica para a próxima! :)
Antes da convidada de honra chegar, descobrimos os vencedores “Diamantes da Quin” e trouxe uma listinha de quem levou os prêmios referentes a 2025.
- Capa mais linda da estante: A inexplicável livraria da cerejeira (Takuya Asakura)
- O casal da temporada 2025: Frannie e Sterling (Desejos Calados – Lorraine Heath)
- Trope do ano: Enemies to lovers (A rosa acorrentada – Julie Soto)
- Safadeza que chocou a sociedade: Meu desejo sombrio (L.J. Shen, Parker S. Huntington)
- O diamante do ano: Lorraine Heath ♥
E falando em Lorraine, o diamante de 2025, vou trazer um post separado sobre a conversa com ela e como foi conhecer uma das autoras mais fofas. Aliás, não conhecia e já quero ler algum livro dela! Que pessoa mais incrível, gente! O “quero guardar em um potinho” foi atualizado com sucesso. Então, semana que vem, vou postar, ok? Fiquem de olho!
Por fim, eles fizeram sorteios, tínhamos direito a rodar a roleta e eu ganhei um cupom de desconto (para usar até o fim de junho)! E, claro, segue o que veio na ecobag desse ano. :)

mas troquei por esse com a minha amiga! :)
É isso, pessoal. Um resuminho do que rolou! Foi bem legal a experiência e esses eventos literários sempre me lembram o motivo de eu amar tanto esse mundinho.
Agora me contem: já conheciam a Flir? Foram na edição desse ano? No mais, podem opinar à vontade. :) E obrigada amiga Carol pela companhia de sempre! ♥
Beijos, Carol.
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Ei, Gente! :)
E a 1ª resenha literária do mês é sobre “Os esquecidos de domingo“, da autora Valérie Perrin. Foi um livro bem denso e difícil de embarcar, mas sei que já agradou muitos leitores por aí.
Então, sem enrolação, vamos ao post? Boa leitura! ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
♥
Sinopse: No livro da vida de Justine, desde a infância, todos os capítulos parecem iguais. Aos 21 anos, ela mora em um vilarejo da Borgonha com os avós e o primo, Jules, desde que os pais de ambos morreram em um acidente de carro.
Em meio ao marasmo, ela consegue enxergar coisas boas do seu cotidiano, como a sua relação com Jules, que é como um irmão para ela. As noites de sábado que passa curtindo na boate de sua cidade e o seu emprego como auxiliar de enfermagem na Casa de Repouso (chamada de Hortênsias). Inclusive, lá ela passa grande parte do seu tempo escutando relatos dos idosos, principalmente da Hélène Hel, uma residente de quase 100 anos e que adora partilhar com ela as suas memórias.
Aos poucos, Justine ajuda a Hélène a remontar a sua trajetória e registra tudo o que escuta em um caderno. Conforme o passado vai tomando forma e uma série de trotes causa uma revolução na casa de repouso, ela acaba questionando a morte de seus pais, desvendando segredos que vão mudar tudo!
Opinião da Pequena: A capa desse livro é linda e eu queria dizer que o conteúdo segue a mesma linha, mas infelizmente me enganei ao achar que seria uma leitura repleta de leveza, mesmo abordando temas delicados.
Para mim, não foi uma experiência tão legal quanto eu imaginava e cada vez que o “plot” se confirmava, o meu estômago embrulhava. Meio exagerada? Talvez, mas me deu muito nervoso mesmo! “/
Claro que já li histórias tão bizarras quanto, só que essa realmente me pegou de surpresa. Acho até que a culpa pode ser minha, porque criei expectativas baseadas em vozes da minha cabeça. Se eu tivesse prestado um pouquinho mais de atenção em alguns trechos destacados, acredito que não teria ido com tanta sede ao pote.
Mas calma que nem tudo é ruim hahaha. ;-)
A escrita da autora é muito boa e se não fosse por esse detalhe, eu teria abandonado e nem ligaria para a minha curiosidade e o fato de eu querer respostas.
Anotei alguns trechos, como um que a Justine fala sobre “ser velho”, que foi até assunto na minha terapia! E a história de vida da Hélène com o Lucien é bonita, mesmo com algumas esquisitices. A parte dos trotes foi muito interessante e acho que se ela tivesse explorado mais esse lado, eu teria amado. Destaque para o caderno, a mala azul e as singelas aparições da gaivota.
E voltando para o lado não tão bom: outro ponto é que eu acho que os outros residentes tinham que relatar a vida deles também. Tive a sensação de que só o lado sombrio da família da Justine importava. Tem relevância, óbvio, mas poderia variar um pouco.
Ah! E eu mega torci pela protagonista com um carinha misterioso. Falando nisso, o desfecho me deu a impressão de que a autora escreveu meio que às pressas. Ah! E eu fiquei muito confusa sobre o que causava cegueira na linhagem da família de um dos personagens!
Enfim, eu sei que tem muita gente que amou “Os esquecidos de domingo” e juro que eu queria ter tido uma experiência completamente diferente. Acho que fiquei tão chocada com o rumo que tomou, que talvez eu tenha perdido algo nas entrelinhas, sei lá.
Por último, mas não menos importante, saiba que se você tem vontade de ler, leia sim! Cada leitor vai ter uma visão e tirar a sua própria conclusão é fundamental. :)
Sim, eu quero ler outros livros da Valérie. A propósito, pelo que eu vi esse foi o 1º que ela escreveu. Então, muita coisa pode ter mudado. Só não vai ser por agora, porque eu preciso embarcar em livros bem mais leves!
Já leu? Conta o que achou (e fica muito à vontade para discordar, ok?). Ainda não? Fica a dica!
Beijos, Carol. ♥
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Ei, Gente! :)
Se tem um rolê que eu amo, esse rolê é visitar livrarias! Não sei para vocês, mas passeios assim sempre recarregam a minha energia. Têm aquelas que já viraram tradicionais para mim e outras que são gratas surpresas.
Aliás, no último mês, andando pelo Centro do Rio de Janeiro, conheci a “Leonardo da Vinci“. Eu já tinha escutado falar por alto dela, mas nunca tinha entrado. Jurava até que tinha fechado, mas conversando com o pessoal de lá, eu soube que quase fechou… Felizmente conseguiram reverter a situação e está no mesmo lugar de (quase) sempre! \o/
Abrir a porta azul é um convite para uma seleção de histórias para todos os gostos (ou a maioria deles). Clássicos e novidades do mundo literário marcam presença e comédias românticas, por exemplo, não ficam de fora.
O ambiente é bem, digamos, tradicional. Cara de livraria de bairro e com mensagens espalhadas (adorei essa do território). Junto a uma cafeteria, o local fica ainda mais aconchegante. Para ler, fuxicar os próximos “lidos”, escrever e por aí vai!
Uma das coisas que mais gostei é que eles vendem livros “surpresas”, apenas com algumas dicas do que o leitor pode encontrar! Com certeza quero voltar e garantir um para me aventurar. Aí compartilho com vocês! ♥
E agora algumas curiosidades interessantes sobre essa livraria:
- Tudo começou em 1952 (no edifício Delamare) e, desde 1956, fica no mesmo espaço do Centro – no subsolo do histórico edifício Marquês do Herval;
- E sabe quem era um cliente assíduo? O escritor Carlos Drummond de Andrade;
- Foi fundada pelos livreiros Andrei Duchiade e Vanna Piraccini. Em 1996, passou a ser administrado pela filha Milena Duchiade. Desde março de 2016, está sob gestão do livreiro Daniel Louzada;
- Dona Vanna fazia questão de conhecer pessoalmente a clientela e a proposta do nome que ela deu era o “renascimento do homem e do saber“.
É isso, gente. Gostaram? E fica a dica: em junho, visite alguma livraria, seja da sua cidade ou de outro lugar. Apoiar uma de bairro faz a diferença, pode acreditar! Essa, por enquanto, é a mais nova que eu conheci. Quero conhecer outras (aceito sugestões).
Ah! Quem quiser saber mais sobre a protagonista do post de hoje, a minha sugestão é conferir o site oficial da Livraria Leonardo da Vinci (inclusive para saber de eventos que acontecem por lá). E se você for do Rio ou tiver por aqui, vale uma visita. Fica aberta de segunda à sexta, das 10h até às 18h! ;-)
Agora me contem a última livraria que vocês visitaram. No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol. ♥
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Com um pouco de delay, vou contar como foi a sessão de autógrafos da Julia Quinn, no Rio de Janeiro (se eu não me engano, essa foi a 3ª vez dela na cidade). Esse momento aconteceu dia 20 de abril desse ano e foi bem especial.
Vamos lá? Boa leitura! ♥
Primeiro, fui com uma das minhas melhores amigas (Carol também hahaha) e que ama a nossa diva do romance de época. Ela também levou uma outra amiga e foi divertido do início ao fim!
Para começar, saímos de casa umas 8h e pouca da manhã para conseguir pegar uma senha (apesar de ser dia de semana, sabíamos que a concorrência seria gigante). Pegamos uma fila da fila, a fila oficial e depois, finalmente, conseguimos a tão esperada pulseira. :)
Ai esperamos muitoooo, porque a sessão só iria começar às 19h. Depois falam que vida de leitor é fácil hahaha. Aí nesse meio tempo, trabalhamos do shopping mesmo, almoçamos, depois dei uma volta pelas lojas e umas 17h e pouquinha fomos para uma outra fila para esperar a nossa vez de ter o livro autografado.
Aliás, dessa vez levei “Como agarrar uma herdeira” para ela assinar. Essa é a minha história favorita! Ai conversa vai, conversa vem, encontrei o pessoal da Arqueiro (Nat, Frini e todo mundo do MKT muito obrigada ♥) e conseguimos participar de um bate-papo para a imprensa/ influenciadores. E uma observação… Não sou parceira oficial da editora, mas fico muito feliz com a relação que construímos e me sinto uma eterna parceira ;-)!
Agora vamos ao que interessa: um pouquinho do que rolou nesse encontro um pouco antes da sessão oficial. Antes, quero dizer que ainda não assisti a série “Os Bridgertons“. Li o 1º livro, só que quando fui assistir a 1ª temporada (Netflix), soube que teria um spoiler bem gigante dos outros livros e aí deixei para depois. Já peguei o spoiler sem querer, porém, ainda não assisti. Uma hora vai e quando for, corro aqui no blog para contar. \o/
Apesar dessa falha super gigante “/, acompanho algumas notícias sobre a história na telinha e escuto algumas queixas sobre a adaptação. Concordo que muitas vezes não é nada fiel, porém, o que a Julia Quinn contou fez total sentido, ao menos, nesse caso.
A escritora explicou que quando vão adaptar algo, as pessoas “importantes” perguntam “você topa abrir mão do controle criativo?” e ela topou. Fora que a diva não ia falar como a Shonda Rhimes (roteirista) tem que fazer série de TV, né? Errada não está, né? ;-)
Eu sei. Talvez não pareça a resposta certa para os fãs que gostam que sigam tudo à risca, mas nessa hora não teve como discordar dela. Inclusive, apesar de termos “Outlander” (que tem romance e muita “época”, mas não é uma obra literária de romance de fato), até então, nenhum livro de romance de época mesmo tinha tido adaptação para TV. Então, era uma oportunidade única para o gênero e confiou!
Sobre as mudanças feitas, Julia ainda comentou que não acredita que adaptação precisa ser feita palavra por palavra do que está no livro e não acho que deva ser. Ela disse que todas as mudanças que tiveram foi pra trazer mais diversidade, inclusão e outras coisas que não funcionam no livro, mas que dão certa para a TV (e vice-versa). O importante é que eles mantiveram a essência do original! ♥
Outra coisa legal que ela contou é que, por enquanto, o streaming contratou 6 temporadas. Então, quem tem medo de ficar órfão da série, pode ficar tranquilo. Por fim, em julho desse ano, saberemos sobre um novo projeto da autora. É romance de época, mas muito diferente. Segundo a própria, vamos ficar bem surpresos! \o/
Ai rolou mais bate-papo e a Julia Quinn autografou e tirou foto com quem estava por lá! Nessa hora, ganhei o meu autógrafo na minha história favorita e ainda registrei o momento “ao lado” de uma outra amiga que mora fora e é super fã. Tentei explicar a intenção da foto e ela recebeu a ideia de braços abertos!
Enfim, foi incrível esse dia e foi um suspiro leve depois de uns dias bem difíceis que tive! Obrigada a todos os envolvidos. E se eu puder dar uma dica: prestigiem escritores! A maioria é super acessível e dá um orgulho danado de admirar. No mais, podem opinar à vontade. ♥
Beijos, Carol.
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