28.02.2024

Ei, Gente! :)

Mais uma resenha para vocês. Dessa vez, a primeira leitura do ano do Clubinho do PJ: Um experimento de amor em Nova York, da Elena Armas.

Publicado pela Editora Arqueiro (parceira do blog), é um livro que pode dividir opiniões. Então, vamos lá? Boa resenha!

Livro: Um experimento de amor em Nova York | Autora: Elena Armas | Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 397 (livro físico) | Nota: 2 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Depois de largar o emprego como engenheira para focar na carreira de escritora, Rosie Graham se vê presa em um bloqueio criativo e não consegue escrever uma única palavra do livro que precisa entregar à editora. E ainda por cima seu teto desaba em sua cabeça. Literalmente!

Desesperada, Rosie decide se abrigar na casa de Lina, sua melhor amiga que está fora da cidade. O que ela não sabe é que Lina já havia prometido emprestar o apartamento para o primo, Lucas, o crush secreto da protagonista, que vem stalkeando há meses pela internet.

A princípio, o lugar parece pequeno para os dois, mas Lucas sugere que eles o dividam até que ela possa voltar para casa. E, assim que fica sabendo sobre o bloqueio criativo, ele resolve levá-la em uma série de encontros de mentira para trazer de volta a sua inspiração romântica e ajudá-la a entregar o livro no prazo.

Como acredita não ter nada a perder, ela aceita a sugestão. Mas quando ele começa a agir como os personagens de romance dela, seis semanas (tempo que ele vai ficar em NY) parecem um longo tempo para manter a atração por ele sob controle.

Opinião da Pequena: Esse é o meu segundo contato com a escrita da Elena. Acho que funciona para muita gente, viu? Mas confesso que, para mim, o excesso de detalhes, acaba deixando a leitura arrastada por aqui.

Em contrapartida, essa premissa e o casal protagonista me conquistaram mais do que Uma farsa de amor na Espanha (apesar da nota ter sido menor, explico mais para frente). A Rosie é mega engraçada e o Lucas é digno de crush mesmo, gente!

Porém, há ressalvas. Queria ter visto mais leveza da Rosie que nem no começo do livro. A propósito, se toda a história tivesse tido a mesma vibe do início, com certeza eu iria favoritar! Claro que sem dramas, não teria muito gancho para criar os capítulos, digamos assim. Mas acho que foi um pouco além, sabem?

Gosto da premissa, da química do casal, do Taco (melhor personagem), dos encontros (principalmente do disco de vinil), das referências! Entretanto, algumas cenas parece que só foram jogadas. Não sei se com a intenção de ter outros livros nesse mesmo “ambiente”, mas onde a gente queria detalhe, não tinha!

E uma coisa que me deixou pistola, foi o fato do (não) uso da camisinha e o seu contexto. Por mais que seja um leitura, aparentemente, 18+, a gente sabe que a autora é sensação do Tik Tok e ela acaba influenciando leitores mais novos. E, claro, sabemos que muita coisa a gente aceita em cenários fictícios e não aceita na vida real. Mas talvez o público dela mais novinho, não saiba diferenciar. E esse fato foi o que mais me pegou mesmo e por isso perdeu muitos pontos comigo. :(

Falando nisso, por um momento, eu achei que não teria cenas picantes, mas quando veio, veio com tudo. Então, sim, tem sapequice! No mais, queria muito ter só elogiado o livro, porque realmente gostei dos personagens, da premissa dela ser escritora e do Lucas ser apaixonado por seu doguinho, ter NY no meio, mas acontece. E isso não significa que a leitura tenha sido 100% ruim. Aliás, anotei alguns trechos valiosos e o pai da Rosie é um fofo!

Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Então, a minha dica é: leia se tiver vontade e tire sua conclusão, viu? Afinal, muitas meninas do Clubinho amaram a leitura. Vai que você tenha a mesma experiência, né? No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

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carol
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21.02.2024

Ei, Gente! :)

Queria dizer que não sei fingir costume e fui notada pela Editora Intrínseca yay \o/. Recentemente, eles me enviaram o livro “Mil vezes amor“, da Lynn Painter, a mesma autora de “Melhor do que nos filmes”. A ideia era ler com as meninas do Clubinho do PJ, mas a ansiedade falou mais alto haha.

Então, com vocês a resenha sobre esse romance com uma pegada teen que tem referências de Gilmore Girls. Vamos lá? Boa resenha.

Livro: Mil vezes amor | Autora: Lynn Painter | Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 281 (livro físico) | Nota: 5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Emilie Hornby acredita no amor verdadeiro, mas é do tipo que se recusa a ficar sentada esperando o universo mandar sinais. Afinal, por que esperar ser atingida pela flecha do Cupido se ela mesma pode trilhar seu caminho até o “felizes para sempre“?

Por isso, a jovem decidiu planejar o Dia dos Namorados perfeito. Comprou um presente incrível e vai dizer “eu te amo” pela primeira vez para Joshua Sutton, seu namorado maravilhoso, o único garoto que preenche a maioria de seus requisitos. Só que o dia se revela um completo desastre…

Depois de bater na caminhonete de Nicholas Stark (um colega de turma irritante e lindo), perder a bolsa de estudos do tão sonhado curso de verão, receber a notícia de mudança do seu pai e flagrar o Josh beijando outra, ela só quer dormir e esquecer tudo. Porém, no dia seguinte ela descobre que é novamente o fatídico dia dos namorados. Uma data que se repete várias vezes por algum motivo.

Para sair desse looping, nossa protagonista cria planos mirabolantes para tentar reverter esse ciclo desastroso e em cada tentativa, Nick ressurge em seu caminho de diferentes maneiras e acaba se tornando uma pessoa importante e mostrando que a vida pode ser bem mais divertida sem um roteiro.

Opinião da Pequena: Eu sempre fico com receio quando a história tem essa premissa de repetir o mesmo dia diversas vezes. Mas a autora soube conduzir essa “repetição” de um jeito diferente e que não dá vontade de largar a leitura enquanto as coisas não se resolvem, sabem?

De cara, me identifiquei com a Emmie e fiquei com ranço do Joshua. E quanto ao Nick: me apaixonei perdidamente hahaha! A leitura flui e as referências são incríveis. Aliás, por mais que a pegada seja teen, a gente se vê muito nos personagens principais. Aliás, a referência de Gilmore Girls ajudou muito por aqui e tenho quase certeza de que a Lynn é Team Jess, de GG hahaha!

Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Adorei a forma como a autora construiu cada capítulo e a Emmie, apesar dos perrengues, achei bem madura e amadurece ainda mais no decorrer das páginas. E o Dia sem consequências é a melhor invenção dela! Acho que quando a gente não se importa muito com a opinião alheia e com o que pode acontecer depois, tudo flui melhor! Essa história que o diga.

No mais, é uma leitura divertida, apaixonante e que ensina muito o leitor. Pelo menos foi assim comigo, gente! A capa é linda e o desfecho surpreendente. Fiquei triste muitas vezes com as atitudes dos pais dela, mas me surpreendi com o final. A propósito, amei o Chris.

Tenho um plena desconfiança do que acontece com o Nick e fiquei bem feliz em saber que tem um conteúdo extra disponível na Amazon. Ansiosa para ler e contar para vocês se os meus palpites estão certos. Só não fala quais são – por enquanto – para não dar spoiler hahaha. ;-)

Destaque para alguns trechos ideias para anotar no caderninho e levar para a vida, como “(…) sempre vivi para agradar os outros, mas quem mais poderia fazer o que eu realmente queria se não eu mesma?“, “(…) o que era bom no papel nem sempre era bom na vida.” e “Talvez ele não fosse tão mau assim“. Esse último é um dos meus favoritos e diz muito sobre essa ideia de que alguém só pode ser vilão ou bonzinho, como Josh e o padrasto da Emmie.

Crédito da Imagem: Intrínseca

Enfim, foi um livro que me deixou feliz e leve. Mesmo eu tendo quase 38 anos de idade, funcionou como uma terapia essa leitura. Muito obrigada por isso Lynn e olha estou correndo para ler as suas outras histórias.

É isso, gente! Quem já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo muito! No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Pequena Escritora – Esse tal de amor
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19.02.2024

Ei, Gente! :)

Esse fim de semana assistimos “Jogos de Amor“, disponível na Netflix e indicação de uma amiga. E sério, ela acertou em cheio ao indicar essa comédia romântica, que é bem leve e divertida.

Vamos lá? Pega a pipoca e o refri, que a sessão PJ já vai começar.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, um resuminho do que se trata o filme: nessa história, acompanhamos a vida de Mack, uma jornalista esportiva que adora inventar jogos com o seu grupo de amigos, incluindo Adam.

Essas brincadeiras são chamadas de “jogadas de conquista“, porém, ela acaba se apaixonando por um dos alvos… Então, é nessa hora que ela entende que é importante ir além de marcar pontos e, sim, jogar para valer quando o tema é amor.

O que eu achei? No geral, bem fofo e divertido, gente! Algumas ressalvas, claro, mas falando por alto, eu curti. A premissa é interessante e encontramos personagens carismáticos que toda comédia romântica pede.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

A Mack, por exemplo, é aquela protagonista que a gente tem vontade de ser amiga. É girl power, mas nada forçado. Adorei o grupo de amigos e me lembrou muito o grupo de “Um lugar chamado Notting Hill”. Quanto ao Adam é mega ultra fofo e fiquei feliz com o desfecho! E também adorei que eles são jornalistas, tirando o irmão do Brannagan. Detalhes que causam identificação, sabem? :)

Cada cena chama a atenção… Porém, confesso que enquanto alguns filmes não vão direto ao ponto e enrolam muito, esse eu já achei que foi rápido demais. Às vezes, tinha a sensação de que tinha perdido alguma coisa. E por esse motivo, não dei nota máxima. Tudo aconteceu muito rápido!

Porém, é uma história que merece ser vista, viu? Ah! E claro, que traz lições, como não ter de “se reescrever” para caber na vida de ninguém, por exemplo. Aliás, não há problema trazer críticas construtivas, mas a maneira como você diz, faz a diferença. ;-)

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Enfim, é um filme levinho que rende boas risadas e faz a gente lembrar (mais uma vez) o quanto comédias românticas deixam a vida mais leve e aquecem o coração. Não é o meu favorito da vida, mas recomendo. Destaque para os atores coadjuvantes também e os looks da Mack. Eu adorei, sério!

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. No mais, pode opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Para assistir – O jogo de amor-ódio
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16.02.2024

Ei, Gente! :)

Sumida por aqui, mas agora voltei e com uma dica para quem mora no Rio de Janeiro ou vai visitar a cidade. Essa semana conheci uma confeitaria que abriu recentemente no Barra Shopping: Bigô, conhecida por ter o melhor quindim carioca.

Vamos lá? Bom apetite!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Quindim é um dos meus doces favoritos da vida e aí quando a minha irmã me enviou falando sobre essa confeitaria e seu marketing, coloquei na listinha de lugares que gostaria de conhecer.

Aliás, já adianto: confesso que não sei se é a melhor do Rio, mas que é diferenciada essa sobremesa, é impossível negar. Mas vamos por partes! ;-)

Com um cardápio de salgados e doces, o primeiro pedido foi um croissant com manteiga (R$ 21,00) que tava bem leve e delicioso! Foi o meu almoço e fiquei satisfeita. Achei o preço justo e com certeza repetiria em uma próxima. Ah! Eu pedi com manteiga, mas tem a opção com geleia ou requeijão.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Depois, foi a vez de experimentar o carro-chefe da casa: o quindim. Como disse, não sei ao certo se é o melhor do Rio de Janeiro, em contrapartida, ele tem o seu plus, digamos assim, sabem? Começando pelo fato de que é muito bem servido e super dá para dividir com alguém. Aliás, dependendo da fome, recomendo compartilhar. Já estava bem satisfeita e quase levo o restante para casa, mas queria fazer o trabalho completo para vocês hahaha.

Um detalhe que me chamou a atenção: minha mãe até curte essa quitute… Porém, geralmente, ela reclama do cheiro, gosto de ovo que tem em alguns lugares que servem. Então, se você é igual a ela, fique tranquilo: zero cheiro (e gosto) e é muito bem feita a sobremesa em questão. Talvez o preço não agrade a todos (R$ 29,00), entretanto, se comparar com outros restaurantes e afins, acho ok o valor.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

E aqui vai uma característica que me conquistou 100%: a decor da confeitaria Bigô, que a propósito está sob o comando da chef confeiteira Fabiola Gouveia. Sério, que ambiente mais fofo e agradável. Fora que a equipe é super atenciosa! Esses detalhes, para mim, fazem a diferença.

Crédito das Imagens: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. Fica a dica para quem tiver pelo Barra Shopping, no Rio de Janeiro (Barra da Tijuca). Ah! Os preços podem sofrer alterações, ok? Até o dia 15 de fevereiro de 2024, foi esse valor que paguei. No mais, podem opinar à vontade. ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: Loire Bistrô
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