03.06.2026

Ei, Gente! :)

E a 1ª resenha literária do mês é sobre “Os esquecidos de domingo“, da autora Valérie Perrin. Foi um livro bem denso e difícil de embarcar, mas sei que já agradou muitos leitores por aí.

Então, sem enrolação, vamos ao post? Boa leitura! ♥

Livro: Os esquecidos de domingo | Autora: Valérie Perrin | Editora: Intrínseca | Número de Páginas: 284 (livro físico) | Nota: 1 livro
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: No livro da vida de Justine, desde a infância, todos os capítulos parecem iguais. Aos 21 anos, ela mora em um vilarejo da Borgonha com os avós e o primo, Jules, desde que os pais de ambos morreram em um acidente de carro.

Em meio ao marasmo, ela consegue enxergar coisas boas do seu cotidiano, como a sua relação com Jules, que é como um irmão para ela. As noites de sábado que passa curtindo na boate de sua cidade e o seu emprego como auxiliar de enfermagem na Casa de Repouso (chamada de Hortênsias). Inclusive, lá ela passa grande parte do seu tempo escutando relatos dos idosos, principalmente da Hélène Hel, uma residente de quase 100 anos e que adora partilhar com ela as suas memórias.

Aos poucos, Justine ajuda a Hélène a remontar a sua trajetória e registra tudo o que escuta em um caderno. Conforme o passado vai tomando forma e uma série de trotes causa uma revolução na casa de repouso, ela acaba questionando a morte de seus pais, desvendando segredos que vão mudar tudo!

Opinião da Pequena: A capa desse livro é linda e eu queria dizer que o conteúdo segue a mesma linha, mas infelizmente me enganei ao achar que seria uma leitura repleta de leveza, mesmo abordando temas delicados.

Para mim, não foi uma experiência tão legal quanto eu imaginava e cada vez que o “plot” se confirmava, o meu estômago embrulhava. Meio exagerada? Talvez, mas me deu muito nervoso mesmo! “/

Claro que já li histórias tão bizarras quanto, só que essa realmente me pegou de surpresa. Acho até que a culpa pode ser minha, porque criei expectativas baseadas em vozes da minha cabeça. Se eu tivesse prestado um pouquinho mais de atenção em alguns trechos destacados, acredito que não teria ido com tanta sede ao pote.

Crédito da Imagem: Amazon

Mas calma que nem tudo é ruim hahaha. ;-)

A escrita da autora é muito boa e se não fosse por esse detalhe, eu teria abandonado e nem ligaria para a minha curiosidade e o fato de eu querer respostas.

Anotei alguns trechos, como um que a Justine fala sobre “ser velho”, que foi até assunto na minha terapia! E a história de vida da Hélène com o Lucien é bonita, mesmo com algumas esquisitices. A parte dos trotes foi muito interessante e acho que se ela tivesse explorado mais esse lado, eu teria amado. Destaque para o caderno, a mala azul e as singelas aparições da gaivota.

E voltando para o lado não tão bom: outro ponto é que eu acho que os outros residentes tinham que relatar a vida deles também. Tive a sensação de que só o lado sombrio da família da Justine importava. Tem relevância, óbvio, mas poderia variar um pouco.

Ah! E eu mega torci pela protagonista com um carinha misterioso. Falando nisso, o desfecho me deu a impressão de que a autora escreveu meio que às pressas. Ah! E eu fiquei muito confusa sobre o que causava cegueira na linhagem da família de um dos personagens!

Enfim, eu sei que tem muita gente que amou “Os esquecidos de domingo” e juro que eu queria ter tido uma experiência completamente diferente. Acho que fiquei tão chocada com o rumo que tomou, que talvez eu tenha perdido algo nas entrelinhas, sei lá.

Por último, mas não menos importante, saiba que se você tem vontade de ler, leia sim! Cada leitor vai ter uma visão e tirar a sua própria conclusão é fundamental. :)

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Sim, eu quero ler outros livros da Valérie. A propósito, pelo que eu vi esse foi o 1º que ela escreveu. Então, muita coisa pode ter mudado. Só não vai ser por agora, porque eu preciso embarcar em livros bem mais leves!

Já leu? Conta o que achou (e fica muito à vontade para discordar, ok?). Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

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carol
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01.06.2026

Ei, Gente! :)

Se tem um rolê que eu amo, esse rolê é visitar livrarias! Não sei para vocês, mas passeios assim sempre recarregam a minha energia. Têm aquelas que já viraram tradicionais para mim e outras que são gratas surpresas.

Aliás, no último mês, andando pelo Centro do Rio de Janeiro, conheci a “Leonardo da Vinci“. Eu já tinha escutado falar por alto dela, mas nunca tinha entrado. Jurava até que tinha fechado, mas conversando com o pessoal de lá, eu soube que quase fechou… Felizmente conseguiram reverter a situação e está no mesmo lugar de (quase) sempre! \o/

Crédito das Imagens: Pequena Jornalista

Abrir a porta azul é um convite para uma seleção de histórias para todos os gostos (ou a maioria deles). Clássicos e novidades do mundo literário marcam presença e comédias românticas, por exemplo, não ficam de fora.

O ambiente é bem, digamos, tradicional. Cara de livraria de bairro e com mensagens espalhadas (adorei essa do território). Junto a uma cafeteria, o local fica ainda mais aconchegante. Para ler, fuxicar os próximos “lidos”, escrever e por aí vai!

Crédito das Imagens: Pequena Jornalista

Uma das coisas que mais gostei é que eles vendem livros “surpresas”, apenas com algumas dicas do que o leitor pode encontrar! Com certeza quero voltar e garantir um para me aventurar. Aí compartilho com vocês! ♥

E agora algumas curiosidades interessantes sobre essa livraria:

  • Tudo começou em 1952 (no edifício Delamare) e, desde 1956, fica no mesmo espaço do Centro – no subsolo do histórico edifício Marquês do Herval;
  • E sabe quem era um cliente assíduo? O escritor Carlos Drummond de Andrade;
  • Foi fundada pelos livreiros Andrei Duchiade e Vanna Piraccini. Em 1996, passou a ser administrado pela filha Milena Duchiade. Desde março de 2016, está sob gestão do livreiro Daniel Louzada;
  • Dona Vanna fazia questão de conhecer pessoalmente a clientela e a proposta do nome que ela deu era o “renascimento do homem e do saber“.
Crédito das Imagens: Pequena Jornalista

É isso, gente. Gostaram? E fica a dica: em junho, visite alguma livraria, seja da sua cidade ou de outro lugar. Apoiar uma de bairro faz a diferença, pode acreditar! Essa, por enquanto, é a mais nova que eu conheci. Quero conhecer outras (aceito sugestões).

Ah! Quem quiser saber mais sobre a protagonista do post de hoje, a minha sugestão é conferir o site oficial da Livraria Leonardo da Vinci (inclusive para saber de eventos que acontecem por lá). E se você for do Rio ou tiver por aqui, vale uma visita. Fica aberta de segunda à sexta, das 10h até às 18h! ;-)

Agora me contem a última livraria que vocês visitaram. No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol. ♥

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carol
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29.05.2026

Ei, Gente! :)

Com um pouco de delay, vou contar como foi a sessão de autógrafos da Julia Quinn, no Rio de Janeiro (se eu não me engano, essa foi a 3ª vez dela na cidade). Esse momento aconteceu dia 20 de abril desse ano e foi bem especial.

Vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Primeiro, fui com uma das minhas melhores amigas (Carol também hahaha) e que ama a nossa diva do romance de época. Ela também levou uma outra amiga e foi divertido do início ao fim!

Para começar, saímos de casa umas 8h e pouca da manhã para conseguir pegar uma senha (apesar de ser dia de semana, sabíamos que a concorrência seria gigante). Pegamos uma fila da fila, a fila oficial e depois, finalmente, conseguimos a tão esperada pulseira. :)

Ai esperamos muitoooo, porque a sessão só iria começar às 19h. Depois falam que vida de leitor é fácil hahaha. Aí nesse meio tempo, trabalhamos do shopping mesmo, almoçamos, depois dei uma volta pelas lojas e umas 17h e pouquinha fomos para uma outra fila para esperar a nossa vez de ter o livro autografado.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Aliás, dessa vez levei “Como agarrar uma herdeira” para ela assinar. Essa é a minha história favorita! Ai conversa vai, conversa vem, encontrei o pessoal da Arqueiro (Nat, Frini e todo mundo do MKT muito obrigada ♥) e conseguimos participar de um bate-papo para a imprensa/ influenciadores. E uma observação… Não sou parceira oficial da editora, mas fico muito feliz com a relação que construímos e me sinto uma eterna parceira ;-)!

Agora vamos ao que interessa: um pouquinho do que rolou nesse encontro um pouco antes da sessão oficial. Antes, quero dizer que ainda não assisti a série “Os Bridgertons“. Li o 1º livro, só que quando fui assistir a 1ª temporada (Netflix), soube que teria um spoiler bem gigante dos outros livros e aí deixei para depois. Já peguei o spoiler sem querer, porém, ainda não assisti. Uma hora vai e quando for, corro aqui no blog para contar. \o/

Apesar dessa falha super gigante “/, acompanho algumas notícias sobre a história na telinha e escuto algumas queixas sobre a adaptação. Concordo que muitas vezes não é nada fiel, porém, o que a Julia Quinn contou fez total sentido, ao menos, nesse caso.

A escritora explicou que quando vão adaptar algo, as pessoas “importantes” perguntam “você topa abrir mão do controle criativo?” e ela topou. Fora que a diva não ia falar como a Shonda Rhimes (roteirista) tem que fazer série de TV, né? Errada não está, né? ;-)

Eu sei. Talvez não pareça a resposta certa para os fãs que gostam que sigam tudo à risca, mas nessa hora não teve como discordar dela. Inclusive, apesar de termos “Outlander” (que tem romance e muita “época”, mas não é uma obra literária de romance de fato), até então, nenhum livro de romance de época mesmo tinha tido adaptação para TV. Então, era uma oportunidade única para o gênero e confiou!

Sobre as mudanças feitas, Julia ainda comentou que não acredita que adaptação precisa ser feita palavra por palavra do que está no livro e não acho que deva ser. Ela disse que todas as mudanças que tiveram foi pra trazer mais diversidade, inclusão e outras coisas que não funcionam no livro, mas que dão certa para a TV (e vice-versa). O importante é que eles mantiveram a essência do original! ♥

Outra coisa legal que ela contou é que, por enquanto, o streaming contratou 6 temporadas. Então, quem tem medo de ficar órfão da série, pode ficar tranquilo. Por fim, em julho desse ano, saberemos sobre um novo projeto da autora. É romance de época, mas muito diferente. Segundo a própria, vamos ficar bem surpresos! \o/

Julia Quinn, Mari e Euzinha
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Ai rolou mais bate-papo e a Julia Quinn autografou e tirou foto com quem estava por lá! Nessa hora, ganhei o meu autógrafo na minha história favorita e ainda registrei o momento “ao lado” de uma outra amiga que mora fora e é super fã. Tentei explicar a intenção da foto e ela recebeu a ideia de braços abertos!

Enfim, foi incrível esse dia e foi um suspiro leve depois de uns dias bem difíceis que tive! Obrigada a todos os envolvidos. E se eu puder dar uma dica: prestigiem escritores! A maioria é super acessível e dá um orgulho danado de admirar. No mais, podem opinar à vontade. ♥

Eu e a Diva do Romance de Época
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Beijos, Carol.

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carol
28.05.2026

Ei, Gente! :)

Hoje vai rolar mais uma indicação de esmalte. \o/ Ainda sobre o ícone “O Diabo Veste Prada” (que ainda não assisti kkkkring), escolhi pintar um dia desses de “Doce Rebeldia“, da coleção lançada pela Colorama.

Bora lá? ♥

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
Crédito das imagens: Unha – Pequena Jornalista | Vidrinho Esmalte – Site Oficial Colorama

Como dá para ver na imagem, o “Doce Rebeldia” é um vermelho aberto bem lindo! Duas demãos e acho que esteticamente é o que tem mais a ver com o filme/livro.

Outro ponto: achei que foi mais difícil de limpar os cantinhos e tirar essa cor. Ah! Quanto à durabilidade foi a mesma do “Item de luxo” e também é uma cor que já vimos muito por aí. Porém, para quem é fã da história e tiver vontade, vale a pena usar! ;-)

Apesar de ter adorado a tonalidade em questão, o meu queridinho tem sido o anterior que postei para vocês! Ando meio viciada nele, só que provavelmente vou usar esse mais vezes também. Fazer jus ao investimento (fiquei meio em choque o quanto esmalte anda caro, saudade quando a gente pagava menos de R$ 2,00 por cada vidrinho) hahaha.

Enfim, é isso. Selo “superindico” garantido! Agora me contem: já usaram? E prometo que em breve vou assistir ao filme e venho correndo contar aqui no PJ. No mais, podem opinar à vontade! :)

Uma imagem maior (sem filtro, sem nada) para visualizar melhor!
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Beijos, Carol.

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carol