Ei, Gente! :)
Com um pouco de delay, vou contar como foi a sessão de autógrafos da Julia Quinn, no Rio de Janeiro (se eu não me engano, essa foi a 3ª vez dela na cidade). Esse momento aconteceu dia 20 de abril desse ano e foi bem especial.
Vamos lá? Boa leitura! ♥
Primeiro, fui com uma das minhas melhores amigas (Carol também hahaha) e que ama a nossa diva do romance de época. Ela também levou uma outra amiga e foi divertido do início ao fim!
Para começar, saímos de casa umas 8h e pouca da manhã para conseguir pegar uma senha (apesar de ser dia de semana, sabíamos que a concorrência seria gigante). Pegamos uma fila da fila, a fila oficial e depois, finalmente, conseguimos a tão esperada pulseira. :)
Ai esperamos muitoooo, porque a sessão só iria começar às 19h. Depois falam que vida de leitor é fácil hahaha. Aí nesse meio tempo, trabalhamos do shopping mesmo, almoçamos, depois dei uma volta pelas lojas e umas 17h e pouquinha fomos para uma outra fila para esperar a nossa vez de ter o livro autografado.
Aliás, dessa vez levei “Como agarrar uma herdeira” para ela assinar. Essa é a minha história favorita! Ai conversa vai, conversa vem, encontrei o pessoal da Arqueiro (Nat, Frini e todo mundo do MKT muito obrigada ♥) e conseguimos participar de um bate-papo para a imprensa/ influenciadores. E uma observação… Não sou parceira oficial da editora, mas fico muito feliz com a relação que construímos e me sinto uma eterna parceira ;-)!
Agora vamos ao que interessa: um pouquinho do que rolou nesse encontro um pouco antes da sessão oficial. Antes, quero dizer que ainda não assisti a série “Os Bridgertons“. Li o 1º livro, só que quando fui assistir a 1ª temporada (Netflix), soube que teria um spoiler bem gigante dos outros livros e aí deixei para depois. Já peguei o spoiler sem querer, porém, ainda não assisti. Uma hora vai e quando for, corro aqui no blog para contar. \o/
Apesar dessa falha super gigante “/, acompanho algumas notícias sobre a história na telinha e escuto algumas queixas sobre a adaptação. Concordo que muitas vezes não é nada fiel, porém, o que a Julia Quinn contou fez total sentido, ao menos, nesse caso.
A escritora explicou que quando vão adaptar algo, as pessoas “importantes” perguntam “você topa abrir mão do controle criativo?” e ela topou. Fora que a diva não ia falar como a Shonda Rhimes (roteirista) tem que fazer série de TV, né? Errada não está, né? ;-)
Eu sei. Talvez não pareça a resposta certa para os fãs que gostam que sigam tudo à risca, mas nessa hora não teve como discordar dela. Inclusive, apesar de termos “Outlander” (que tem romance e muita “época”, mas não é uma obra literária de romance de fato), até então, nenhum livro de romance de época mesmo tinha tido adaptação para TV. Então, era uma oportunidade única para o gênero e confiou!
Sobre as mudanças feitas, Julia ainda comentou que não acredita que adaptação precisa ser feita palavra por palavra do que está no livro e não acho que deva ser. Ela disse que todas as mudanças que tiveram foi pra trazer mais diversidade, inclusão e outras coisas que não funcionam no livro, mas que dão certa para a TV (e vice-versa). O importante é que eles mantiveram a essência do original! ♥
Outra coisa legal que ela contou é que, por enquanto, o streaming contratou 6 temporadas. Então, quem tem medo de ficar órfão da série, pode ficar tranquilo. Por fim, em julho desse ano, saberemos sobre um novo projeto da autora. É romance de época, mas muito diferente. Segundo a própria, vamos ficar bem surpresos! \o/
Ai rolou mais bate-papo e a Julia Quinn autografou e tirou foto com quem estava por lá! Nessa hora, ganhei o meu autógrafo na minha história favorita e ainda registrei o momento “ao lado” de uma outra amiga que mora fora e é super fã. Tentei explicar a intenção da foto e ela recebeu a ideia de braços abertos!
Enfim, foi incrível esse dia e foi um suspiro leve depois de uns dias bem difíceis que tive! Obrigada a todos os envolvidos. E se eu puder dar uma dica: prestigiem escritores! A maioria é super acessível e dá um orgulho danado de admirar. No mais, podem opinar à vontade. ♥
Beijos, Carol.
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Ei, Gente! :)
Hoje vai rolar mais uma indicação de esmalte. \o/ Ainda sobre o ícone “O Diabo Veste Prada” (que ainda não assisti kkkkring), escolhi pintar um dia desses de “Doce Rebeldia“, da coleção lançada pela Colorama.
Bora lá? ♥

Crédito das imagens: Unha – Pequena Jornalista | Vidrinho Esmalte – Site Oficial Colorama
♥
Como dá para ver na imagem, o “Doce Rebeldia” é um vermelho aberto bem lindo! Duas demãos e acho que esteticamente é o que tem mais a ver com o filme/livro.
Outro ponto: achei que foi mais difícil de limpar os cantinhos e tirar essa cor. Ah! Quanto à durabilidade foi a mesma do “Item de luxo” e também é uma cor que já vimos muito por aí. Porém, para quem é fã da história e tiver vontade, vale a pena usar! ;-)
Apesar de ter adorado a tonalidade em questão, o meu queridinho tem sido o anterior que postei para vocês! Ando meio viciada nele, só que provavelmente vou usar esse mais vezes também. Fazer jus ao investimento (fiquei meio em choque o quanto esmalte anda caro, saudade quando a gente pagava menos de R$ 2,00 por cada vidrinho) hahaha.
Enfim, é isso. Selo “superindico” garantido! Agora me contem: já usaram? E prometo que em breve vou assistir ao filme e venho correndo contar aqui no PJ. No mais, podem opinar à vontade! :)

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
♥
Beijos, Carol.
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Ei, Gente! :)
E a dica literária da vez é: Nem todo outono é igual, da Misty Wilson. Li com o pessoal do Clubinho do PJ e finalmente um título que faz jus ao famoso “para fãs de Gilmore Girls“.
Então, vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
♥
Sinopse: Ellis tinha grandes expectativas para o último ano do ensino médio, mas se mudar da agitada Nova York para a pacata Bramble Falls, uma cidadezinha em Connecticut, nos EUA, definitivamente não fazia parte dos planos. No entanto, após a inesperada separação de seus pais, essa é exatamente a decisão tomada por sua mãe.
Focada nos estudos e determinada a entrar em uma renomada faculdade de jornalismo para seguir os passos do pai, Ellis tenta manter o foco. Porém, o lugar é cheio de distrações, como Cooper, um carinha que ela viveu um verão inesquecível anos atrás.
Com a aproximação do tradicional festival de outono, evento que mobiliza toda a cidade, nossa protagonista reluta em se envolver, mas é impossível não se deixar tocar pela atmosfera acolhedora que toma conta de Bramble Falls nessa época do ano.
À medida que os dias passam, fingir que não está gostando da nova fase torna-se cada vez mais difícil… Principalmente, quando vai até Manhattan e descobre algumas coisas que não estavam nos seus planos. Agora, ela terá de encarar o que realmente deseja para o seu futuro e o que isso significa para o seu presente! ♥
Opinião da Pequena: Volta e meia a gente se depara com algum livro “perfeito para fãs de Gilmore Girls“. Mas para mim, “Nem todo outono é igual” é a definição perfeita desse “marketing”. Ao ler esse livro, tive a sensação de que estava vendo um episódio de GG. ♥
Então, só por esse detalhe já me conquistou! Tem semelhanças com a minha série favorita da vida, contudo, não é uma cópia barata. Era bem nas entrelinhas que eu conseguia identificar a inspiração da autora! Aliás, amei a escrita dela.
Continuando: é uma premissa que é bem clichê. Porém, como não amar? E totalmente com uma pegada teen. Muitas vezes, a gente tem de respirar para lembrar “eles estão tendo essa atitude porque são adolescentes” hahaha. Ah! Cheguei a anotar alguns trechos, mas confesso que imaginei que iria anotar muito mais!
E um ponto bem importante: quero dizer que sou #team Jake, mas depois de uma cena de um baile da vida, o Cooper me conquistou! Adorei os capítulos curtinhos, que tornam a leitura mais leve! Como uma das meninas falou, não é um livro revolucionário, só que é uma história que dá um quentinho no coração e que faz a gente querer favoritar!
A autora soube prender o leitor com a construção de cada cena. Alguns furos, pontas soltas, mas soube que teremos um livro com a prima da Ellis. A propósito, a Sloane é uma personagem maravilhosa e mega divertida! E até agora to querendo saber a ligação entre “se livrar de um corpo” e “refrigerante”? Fica o questionamento hahaha (só lendo para saber do que eu estou falando hahaha). Enfim, uma das minhas favoritas. Espero que lance em breve essa nova história aqui no Brasil (lá na gringa vai sair em outubro desse ano).
Também amei a tia da Ellis e a mãe dela é incrível. Falando nisso, a cena dela olhando a sua mãe pintando um quadro é marcante, delicada e diz muito sobre essa relação “mãe e filha”. Agora o seu pai, preparem o ranço porque esse promete e MUITO! Fiquei com muita muita raiva dele! Quanto a Ellis, ela até que é bem madura para a sua idade, mas vemos uma evolução no decorrer das páginas. Me fez pensar: por que tem gente que adora que seus filhos sigam os seus passos? Sendo que não é a vontade dele! Enfim…
No mais, adorei as coisas do festival de outono. Ler nessa época do ano foi um baita diferencial. As charadas são as melhores, o Gato Cafeinado é o melhor nome de cafeteria com gatinhos e acho que é basicamente isso! Jake ser um “swiftie” é sem comentários! Fiquem de olho nessa cena e nessa referência!!!
Até o momento, é o meu favorito do Clubinho desse ano! ♥ A capa é linda e o conteúdo deixa a vida do leitor mais leve! Um livro que aborda temas essenciais na vida de um adolescente, mas que vão ser nostálgicos para quem for mais velho! Fala sobre família, adaptação, escolhas.
Por fim, fiquei com vontade de experimentar os cookies e assistir “Da magia à sedução” (que descobri que tem na Amazon Prime). É isso, pessoal. Recomendo! No mais, podem opinar à vontade!
Beijos, Carol.
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Ei, Gente! :)
Quem está com saudade de conferir uma resenha literária por aqui, hein? A dica dessa vez é “A livraria dos sonhos“, da Gracie Page. Um dos livros mais fofinhos que já li com essa temática “livraria” e o 1º em parceria com a Mood.
Então, vamos lá? Boa leitura! ♥

Número de Páginas: 287 (livro físico) | Nota: 4,5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
♥
Sinopse: Boas notas, um relacionamento estável, uma carreira cuidadosamente planejada. Até o dia em que tudo desmorona ao mesmo tempo. Sem saber como seguir em frente, ela aceita passar o verão em Fox Bay, uma pequena cidade litorânea onde o mar dita o ritmo e os planos parecem menos urgentes.
Entre turnos na livraria “Sonhos Mais Loucos”, conversas inesperadas e encontros que mexem com suas certezas, Anna descobre que o amor nem sempre aparece quando estamos prontos. Às vezes, ele surge quando estamos perdidos.
Em um verão feito de escolhas difíceis, silêncios compartilhados e sentimentos que insistem em crescer, ela precisa decidir se continua vivendo seguindo seus planos ou se vai escrever uma nova história para si mesma.
Opinião da Pequena: E o 1º favoritado do ano veio aí! Acho que é um dos livros mais fofos com essa temática “livraria” que já embarquei e com uma das melhores capas também.
É uma leitura bem teen, mas que tem o poder de ensinar a leitores de diversas idades. Com insights para anotar no caderninho, é uma história que arranca suspiros. Aliás, o livro tem uma premissa bem fofa e que vai muito além do romance “central”. Mexe com temas sobre família, profissão, realizações e dar espaço para novos sonhos.
A forma como a autora desenvolve o rumo de tudo prende do início ao fim. Falando nisso, eu adorei a escrita leve dela! Quanto aos personagens: Anna é uma protagonista que sabe o que quer e que se vê perdida quando as coisas não saem do jeito que tinha planejado. Mas até que uma proposta da sua mãe, muda tudo! E o que eu acho legal é que ela fica com receio sim, só que topa arriscar esse caminho diferente. Adorei a evolução dela no decorrer das páginas. Bem inspirador o seu jeito!
Jacob é um dos mocinhos mais apaixonantes e tem muito a ensinar também, como o seu passado não deve definir a sua vida inteira. O Velho Bill é o melhor “prefeito não oficial” que Fox Bay poderia ter e Raye também é maravilhosa e acho que merece uma história só para ela e com um romance bem fofinho com alguém que leva o nome de personagem da Patrulha Canina hehehe. ;-)
Adorei a Josie, mas confesso que esperava que ela fosse aparecer mais (assim como seu gato), nem que fosse através de telefonemas esporádicos para a sobrinha. Eu entendo a intenção da autora, só que sei lá, acho que teria sido legal seguir por esse caminho – na minha humilde opinião! :)
O desfecho é bem fofo e dá vontade de saber mais e mais! E como nem tudo são flores, acho que algumas pontas ficaram soltas e umas informações foram bem inesperadas. Não entendi muito bem o que Max quis dizer no finalzinho e pode parecer bobo… Só que senti falta de um “agradecimento” final da autora hehehe.
Entretanto, mesmo com as ressalvas, eu amei o livro. Aliás, as ideias da Anna para o grande lançamento tinham uma vibe meio “Emily em Paris” e adorei isso! E como não amar as legendas do Instagram do empreendimento principal da cidade? Ah! Gostei das mudanças da livraria “sonhos mais loucos” e de como todo mundo se ajuda em Fox Bay (o grupo do condomínio – onde eu moro – deveria ter uma aula com o pessoal. Ao menos, muitos hahaha!). E a conversa da personagem principal com a autora Kathleen Lee é inspiradora!
Enfim, recomendo “A livraria dos sonhos” para quem busca uma leitura leve, que fala sobre livros e ensina nas entrelinhas! No mais, podem opinar à vontade. Obrigada Gracie por essa obra e Editora Mood por ter publicado! ♥
Beijos, Carol.
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