30.06.2026

Ei, Gente! :)

Muito tempo que eu não falo sobre decoração por aqui, né? Para matar a saudade, decidi escrever sobre um item que cabe nos mais diversos ambientes, principalmente, do nosso lar doce lar: almofadas!

Aliás, pedi um help para duas empresárias que entendem do tema, as irmãs Jéssica e Juliana Zafalon, que inclusive são fundadoras da marca Pineh. Vamos lá? Boa leitura!

Crédito da Imagem: Pinterest

Muito mais do que um item de decoração, para mim as almofadas dão a sensação de conforto. Encostar para ler um bom livro, ser um apoio – literalmente. Dão um toque na casa, mas também são sinônimo de aconchego!

Segundo Jéssica e Juliana, elas são bem-vindas em qualquer ambiente. “Pode pensar em qualquer espaço da sua casa que você queira transformar em um cantinho que abraça e pode ter certeza de que quase sempre a decoração envolve uma almofada para criar essa atmosfera“.

Além disso, elas falaram que essas peças fazem sentido tanto em uma sala de jantar com canto alemão (aquele que une uma mesa para fazer refeições com um mini sofá) quanto em uma sala de estar. Nesse caso, se tornam tão importantes quanto o próprio sofá. Sem esquecer, que faz toda a diferença na cama de um quarto.

Crédito da Imagem: Pinterest

De acordo com as irmãs, para usar o item de forma autêntica é importante escolher as opções que tenha tecidos com personalidades. “A personalidade começa a ser criada no ambiente adicionando textura à essas almofadas, cores, passamanarias (acabamentos), saindo de algo que seria genérico e passaria despercebido para algo que chama a atenção do olhar“, explicam.

E atenção! É muito fundamental se atentar a escolher o tamanho correto, com bons tecidos e acabamentos. ;-)

Outro ponto relevante: as listras são estampas super atemporais e, coincidentemente, estão em alta no momento também. “Elas vêm e voltam com novas leituras, mas sempre estão presentes de alguma maneira na decoração“, contam Jéssica e Juliana.

Crédito da Imagem: Divulgação Pineh

Agora uma coisa que sempre bate a dúvida aqui em casa: como fazer para que a sua duração seja maior? Segundo as meninas, o ideal é saber qual, de fato, vai ser o uso dela! “A almofada não é um item decorativo que nunca será usado, pelo contrário, ela faz parte do dia a dia da casa, então é importante que ela caiba na rotina de quem mora ali“, lembram.

Se é uma casa com pet, o ideal é escolher as que possuem tecidos mais resistentes. Se você optou pelas mais delicadas, como uma almofada feita de crochê em lã natural, talvez não seja uma boa ideia selecionar essa como a protagonista da soneca da tarde de domingo. ;-) Nesse caso, a dica é escolher uma, por exemplo, de linho misto, que é aconchegante e, ao mesmo tempo, resistente. Aliás, pode lavar, que essa não puxa fios com tanta facilidade.

Resumindo, tudo vai depender muito do dia a dia da casa. E não esqueça de seguir instruções de uso e lavagem sempre“, finalizam.

Crédito da Imagem: Divulgação Pineh

É isso, pessoal. Espero que essas dicas ajudem de alguma forma a tornar a rotina mais confortável e bonita da casa de vocês! No mais, podem opinar à vontade. Obrigada por terem topado responder, meninas!

Ah! Eu não conhecia a marca delas, mas fica a dica: @pineh.atelier (já to de olho hehehe). ;-) Por aqui, também compro na Leroy Merlin, Lovely Papelaria, Casa Riachuelo, entre outras. E vale informar que esse post não é publi, ok? Recebi a sugestão da assessoria e uni o útil ao agradável, já que eu não falava sobre decor há séculos.

Beijos, Carol.

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26.06.2026

Ei, Gente! :)

O Clubinho do PJ entrou no clima da Copa do Mundo e embarcou no livro “Uma receita para o amor“, da autora (brasileira) B. Oneirova.

Vamos à resenha? Boa leitura!

Livro: Uma receita para o amor | Autora: B. Oneirova | Publicação Independente | Número de Páginas: 138 (e-book) | Nota: 3,5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Bianca Almeida sabe que comida é memória, carinho e conexão. Como chef pessoal no Rio de Janeiro, ela é conhecida por criar pratos que alimentam o corpo e a alma. Mas quando Pablo Costa, astro do futebol vivendo em Londres, pede ajuda para matar a saudade do Brasil, ela aceita o desafio de cozinhar para ele por três semanas. Pablo tem fama, sucesso e um futuro brilhante, mas sente falta do sabor de casa. Ao contratar Bianca, não esperava que a comida fosse só o começo. Entre receitas, risadas e noites de conversa, nasce uma conexão intensa — e inesperada.

Opinião da Pequena: Sabe aquela história que você lê em menos de 24 horas e nem sente que já chegou ao capítulo final? Uma receita para o amor é exatamente assim!

Date do Clubinho
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

É um livro curtinho e automaticamente a leitura acaba sendo mais rápida. Mas fluiu tão bem por aqui, que se fosse maior, acho que eu ia devorar também hahaha. Bem sessão da tarde e que aquece o coração, mesmo com algumas ressalvas. Falando nelas…

Acho que a história pecou em algumas partes. Por exemplo, o fato da personagem falar que o carioca dá “3 beijinhos”, sendo que na verdade são 2 “/. Outro ponto: não tem enrolação e eu adoro isso, mas dessa vez eu senti falta de ter detalhes. Tudo acontece muito rápido e não tem aquela virada espetacular. Até quando poderia ter!

Mesmo nem tudo sendo flores, a escrita da autora é bem envolvente e abracei o kindle quando terminei. Amei embarcar na história da Bianca e do Pablo. Fiquei com vontade de comer a feijoada dela e assistir a uma partida de futebol com ele!

Crédito da imagem: Amazon

Adorei o fato de ter 2 epílogos e a gente saber o que acontece “depois”. Anotei alguns trechos! Aliás, destaque para o pai da chef e sua lição sobre uma receita e o empresário dele com as falas sobre fracasso!

É uma leitura bem água com açúcar, no melhor sentido. E super necessária, principalmente, para quem quer se distrair depois de um dia turbulento ou passar um domingo lendo algo leve e fofinho! Ah! E perfeito também para quem quer entrar no clima da Copa do Mundo.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Indico! Lembrando que “Uma receita para o amor” está disponível no Kindle Unlimited. No mais, podem opinar à vontade.

Beijo, Carol.

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23.06.2026

Ei, Gente! :)

Se tem um presente que é sempre bem-vindo na minha vidinha, esse presente é livro. Minha estante pode estar lotada, mas amo ser presenteada dessa forma literária!

Esse ano, ganhei três histórias e to quase furando a fila de alguns. Daí, o post de hoje é o Book Haul de Niver, versão 40 anos (mas perfeito para o meu lado adolescente também ).

Vamos lá? Boa leitura!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

1. Vá te encantar (Jessica Clare – Neon)
Sinopse:
Ao responder a um anúncio de emprego publicado em um jornal, Reggie imaginava que trabalharia como assistente na empresa do seu jogo de cartas favorito, Sortilégio: O Magismo. Em vez disso, ela se depara com uma casa antiga e enorme, repleta de potes de vidro contendo insetos e folhas. Sua empregadora, uma senhora excêntrica e bem-humorada, está convicta de ser uma bruxa (com magia de verdade). Embora Reggie desconfie da vaga, os benefícios — quarto confortável, bom salário e tarefas simples, como assar cupcakes — a convencem a aceitar o cargo… além da compaixão com a ilusão da patroa. O maior desafio não é a poeira, os livros estranhos espalhados ou as velas derretidas, mas o sobrinho mal-humorado da bruxa, Ben Magnus, que parece endossar a fantasia de sua tia ao se autoproclamar um feiticeiro sombrio e que julga Reggie inadequada para a função (e não faz questão de esconder isso dela). Mas quando uma maldição mortal atinge a casa e trabalhar com Ben se faz necessário, ela começa a pensar que talvez magia exista.
Observação da Pequena:
Desde que eu vi esse na livraria e postei nos stories, fiquei com ele na cabeça. E o melhor é saber que a sua amiga de adolescência acompanha seus posts do Insta (isso é um incentivo tão giga ). E mais do que a capa, eu achei o nome tão divertido!

2. Qualquer clichê, menos você (Victoria Lavine – Arqueiro)
Sinopse:
A aclamada autora de romances Margot Bradley tem um segredo: não acredita em finais felizes. Em seu computador, ela tem um arquivo com todos os finais alternativos que já escreveu. Em vez de casamentos ao pôr do sol e bebês fofinhos, traições e divórcios. Quando esse documento é hackeado e vazado, ela se vê cancelada pelos leitores e dispensada pela editora. Para continuar sustentando a irmã, que sofre de uma doença crônica, Margot decide trocar as histórias de amor por romances policiais. Então parte para uma estadia de seis semanas no Alasca, onde pretende mergulhar no gênero e escrever um livro novo. Na chegada, é recepcionada por um alce e, ao fugir dele, pula nos braços do charmoso proprietário da pousada, a personificação de todos os clichês românticos que existem. O Dr. Forrest Wakefield largou sua pesquisa sobre o câncer para trabalhar na pousada da família e cuidar do problema de saúde do pai. Seu coração já está quase congelado quando Margot aparece. Só que sua vida não tem espaço para mais uma pessoa que ele possa perder, ainda mais alguém com data marcada para partir. Agora os dois terão que superar os próprios medos e rever suas crenças antes que Margot vá embora. Tudo para não se tornarem mais um final infeliz no arquivo secreto dela.
Observação da Pequena: Amigas que acertam em cheio! Eu tô louca para ler esse e acho que tem a cara do Clubinho do PJ. Quem sabe não é o escolhido para a leitura de julho? ;-)

3. Amor em Manhattan (Sarah Morgan – Harlequin)
Sinopse:
Calma, competente e organizada, Paige Walker adora um desafio. Depois de passar a infância em hospitais, ela quer mais do que tudo provar seu valor ― e que lugar poderia ser melhor para começar sua grande aventura do que Nova York? Só que abrir a própria empresa não é nada comparado a esconder sua paixonite por Jake Romano, o melhor amigo do seu irmão e o solteiro mais cobiçado de Manhattan. E quando Jake faz uma excelente proposta para a empresa de Paige, a química entre eles acaba se tornando incontrolável. Será que é possível convencer o homem que não confia em ninguém a apostar em um felizes para sempre?
Observação da Pequena: Sabe aquele livro que você acaba nunca comprando, mas que sempre te chama a atenção? Acho que esse presente é um sinal para eu ler logo hehehe. Já li um livro da autora e adorei a sua escrita! Assim que eu terminar, faço resenha aqui no blog.

Crédito das Imagens dos Livros:
Amazon

***

É isso, pessoal. Muito obrigada, meninas! Eu amei os presentes! Agora me contem: começariam por qual? No mais, podem opinar à vontade. E quem quiser comprar alguma desses, é só clicar no nome de cada um. Vai direto para o meu link de associado da Amazon (me ajuda muito comprar por lá)!

Um beijo, Carol.

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carol
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22.06.2026

Ei, Gente! :)

Nos últimos dias, maratonei a 5ª temporada de Doces Magnólias e acho que é uma das minhas favoritas. Para quem ainda não assistiu as outras, melhor conferir esse post depois para não correr risco de pegar spoiler, ok?

Quem ficou, pega a pipoca e boa leitura!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Nesses novos episódios, Maddie, Helen e Dana Sue continuam a sua jornada de amizade. É uma temporada que fala sobre recomeços na vida de cada uma! Tem romance, aprendizados, vida profissional e, claro, os encontros constantes das três e uma pitada de New York.

E o que eu achei? Depois da 4ª temporada, apesar de achar que tinha pano para manga, não ia sentir falta caso não tivesse uma continuação. O que eu não imaginava é que a continuação iria me surpreender positivamente! Acho que depois da anterior, essa é a minha favorita. É a parte que traz mais leveza!

O que eu mais amei foi a ligação da série com a história da “Alice no País das Maravilhas“. Nada exagerado, mas que fez uma diferença boa em algumas cenas! As três estão mais conectadas do que nunca. Todas com suas questões, mas sempre ajudando uma a outra.

Adorei a Maddie e seu mundo literário. É inspirador a forma como ela lida com tudo, mesmo nos piores momentos, inclusive profissionalmente falando. A relação dela com o Cal é fora da curva! Dana Sue me estressou um pouquinho, mas até que dá para compreender muita coisa. Afinal, o marido dela é estressante! Tem certas coisas que não mudam e provavelmente não vão mudar. Aliás, acho que a Annie é a mais madura desse núcleo. Falando nisso, ela está na sua melhor fase e curti ela aproveitando o verão, mas sem perder a sua essência.

Crédito da Imagem: Observatório do Cinema

Quanto a Helen e ao Erick, eles mereceram o destaque nessa quinta temporada. Até que enfim tudo se encaixou, mesmo com uma questão familiar que podia colocar tudo a perder. Ah! Eu amei o discurso do pai dele e mais uma vez, não foi nada forçado. Tudo muito natural e emocionante!

Enquanto aos personagens secundários, cada um teve o seu momento, só queria que a pastora tivesse aparecido mais. Senti falta das conversas enriquecedoras dela com as protagonistas.

Aliás, pontinho extra para a maneira como a maioria lida com a comunidade de Serenity. Dá vontade de morar em um lugar assim! E também amo como está se formando a nova geração de Magnólias.

No mais, não sei se vamos ter continuação… Caso não tenha, eu gostei do desfecho dessa. Claro, super tem história para contar, algumas brechas, mas se não tiver, eu fico feliz do mesmo jeito! Mais do que nunca foi tão acolhedor assistir cada episódio dessa nova fase de Doces Magnólias.

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! Está disponível na Netflix. ;-)

Beijos, Carol.

Post Recomendado: Motivos para assistir Doces Magnólias
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