11.08.2026

Ei, Gente! :)

Uma das coisas que, finalmente, adotei na minha rotina foi beber água. Não chego a acertar a quantidade diariamente, mas se eu olhar para trás…. Só de conseguir ingerir mais do que antigamente (que era quase nula), me deixa muito feliz e orgulhosa!

Não sei vocês, mas eu preciso de incentivos e a garrafa escolhida faz a diferença no meu dia a dia! Claro que o importante é beber a água. De nada adianta, comprar um milhão de garrafinhas e não cumprir o objetivo desse item. ;-)

Aqui em casa, eu tenho algumas. Mas uso mesmo a atual e uma antiguinha para o funcional. Só que tenho que confessar que ainda tenho quatro que são “sonho de consumo“! Para não sonhar sozinha, trouxe a minha wishlist de garrafas. Vamos lá? Boa leitura!  

Crédito das Imagens: Galapagos e Go Case
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

A que ocupa o número 1 da minha lista de desejos é a da Jhenny Keller em collab com a Galapagos. Acho a coisa mais linda essa arte e eu tenho a sensação de que vai durar uma eternidade. Mas ainda está um pouco fora do meu orçamento. Um dia, eu compro. Espero que até lá, não acabe o estoque. :)

Em segundo lugar, as garrafas térmicas da Go Case, onde a gente pode personalizar, também me conquistam muito. Essa floral é uma das coisas mais perfeitas, mas outras estampas são lindas. E o preço é um pouco mais em conta!

Crédito das Imagens: Stanley e Renner
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Em 3º lugar, está a garrafa da Stanley. Eu até acho que elas são super estimadas, talvez? Mas não dá para negar que são lindas e eu tenho a sensação de que também duram bastante. Essa eu nunca tinha visto ainda e achei bem fofa. Ah! Aquelas com canudo, dizem que faz mal, mas não sei se é mito.

Por fim, só que não menos importante, essa de doguinho da Renner. Eu até pensei em comprar, mas só de ver na loja dá para ver que a qualidade não é das melhores. Todas tinham arranhões, aí deixei para lá. Só que volta e meia, eu penso em comprar. É a estampa mais fofa, na minha humilde opinião!

***

É isso, pessoal. Acho que dá para comprar uma que seja mais em conta e com uma durabilidade boa! Não necessariamente a mais cara, vai ser a melhor. Tem de ver a que facilita a sua vida e que te faça cumprir o objetivo de beber água.

Em casa, eu tenho usado essa do Starbucks (comprei na do Barra Shopping – RJ). Ela não dá para levar na rua porque vaza, mas mantém a água geladinha e tem funcionado na minha rotina. Fora que achei muito lindo esse tom de rosa. ;-)

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

E uma dica bônus: sempre que acordarem, tomem água. Um copo pequeno! Dizem que faz bem. :) Agora quero saber se gostam desse incentivo ou vão no básico mesmo? No mais, podem opinar à vontade!

Um beijo e até amanhã,
Carol.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

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carol
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10.08.2026

Ei, Gente! :)

E a 2ª dica literária do mês é “Meu corpo perfeitamente imperfeito“, da Debbie Tung. Eu amo essa autora e como ela transmite suas lições através de histórias em quadrinho!

Vamos lá? Boa leitura!

Livro: Meu corpo perfeitamente imperfeito | Autora: Debbie Tung | Editora: Mood
Número de Páginas: 199 (físico) | Nota: 5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Nesta HQ, Debbie compartilha uma jornada real, das inseguranças da adolescência e da relação difícil com a comida até a conquista do amor-próprio e a paz com seu corpo único e imperfeito. Com ilustrações delicadas e cheias de sensibilidade, este livro é um abraço para quem já se sentiu inadequado. Debbie espera que suas histórias sejam um refúgio seguro, não importa em que ponto da sua jornada de aceitação você esteja.

Opinião da Pequena: Depois do post com os recebidos da editora Mood, fui correndo pegar essa HQ para ler. Sério, a Debbie faz um trabalho incrível. Acho que é um livro que todo mundo deveria ler. Seja quem está passando por uma relação difícil com o corpo ou que conheça alguém nessa situação!

A forma como ela aborda a sua jornada é bem delicada, mas sem deixar de dar o recado principal: nosso corpo é nosso e só por isso ele deve ser tratado com carinho, mesmo com as imperfeições!

Quando eu era mais nova, não tinha muito problema com essa questão. Mas a partir do momento que engordei e comecei a ouvir comentários não tão legais, senti na pele o que muitas pessoas que eu conhecia sofriam.

Crédito da imagem: Amazon

Atualmente, eu me sinto muito melhor do que antigamente. E eu sei que nunca vou voltar ao que eu era e, sinceramente, nem quero. Dá saudade de vestir um 34, só que um 38 também cai bem! Claro que tenho momentos que a gordurinha me incomoda, porém, eu tenho pensado mais na parte da saúde do que na estética.

E acho que se não fossem os comentários, a espera da validação dos outros, eu nem me importaria tanto com o lado estético. E é nesse ponto que a Debbie acertou muito no livro. Por mais que o outro não tenha a intenção, às vezes uma fala pode ser um pontapé para que você se sinta com o corpo mais uó do mundo!

Infelizmente, na época em que a autora passou por tudo isso, não tínhamos tantas informações e não falávamos tão abertamente sobre. Ainda bem que aos poucos, ela viu que a forma de pensar não estava legal. Mas no livro ela deixa claro o quão importante é buscar ajuda de um profissional.

É uma leitura rápida e que toca o leitor, ao menos, foi assim por aqui. :’) Na parte em que ela fala que “não se importava de ficar doente, o que desejava era perder alguns quilinhos“, nossa foi bem forte. A gente nunca pode deixar a estética falar mais alto que a saúde mental e física.

Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Aliás, eu não sou contra a pessoa querer se cuidar esteticamente também. Tem de ver o que te faz feliz, mas sempre com acompanhamento de um profissional capacitado. Entender que cada um tem o biotipo e respeitar o seu. Querer mudar, não é o problema, na minha percepção. É o exagero, quando a segurança é deixada de lado pelo simples fato de querer algo inalcançável e que a sociedade disse que é possível (spoiler: não é).

Enfim, “Meu corpo perfeitamente imperfeito” é aquele livro necessário e que acho que é capaz de ajudar muita gente. A capa e o título por si só já dizem tudo, mas o conteúdo nos mostra que o nosso corpo é perfeito, mesmo com as imperfeições (se é que devemos chamar de imperfeições).

Se você ainda não leu, leia. Leu? Conta o que achou! No mais, pode opinar à vontade. Ah! E tem resenhas aqui no blog dos outros livros da Debbie.

Um beijo e até amanhã,
Carol.

Crédito da imagem: Pequena Jornalista

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carol
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09.08.2026

Ei, Gente! :)

Há mais de 20 anos, o Dia dos Pais ganhou um novo significado por aqui. Quando a gente perde alguém importante, é difícil ficar bem nessas datas comemorativas. E durante um bom tempo, eu seguia essa linha. A tristeza era a principal convidada, principalmente, nesses dias.

Não que eu não fique mais triste, nem nada do tipo. A saudade está sempre por perto. Mas volta e meia, eu faço coisas que eu sei que ele gostava e me recuso a pensar que eu não tenho mais pai. Eu tenho e sempre vou ter! Mesmo que ele tenha virado uma estrelinha.

Uma vez, conversando com a minha dentista, que o pai tinha falecido recentemente, contei algumas coisas que eu fazia e me sentia melhor em relação a essa perda tão marcante. Então, já fiz até um post parecido, mas sempre bom ressaltar esse tema. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

1. Assisto remakes de filmes que eu sei que ele amava! De Jumanji a Jurassic Park, passando por Rei Leão e Indiana Jones. Tirando o Rei Leão, o resto eu nem sou fã. Mas essa é uma forma dele estar presente na minha rotina, sabem? Me faz um bem danado! :’)

2. Tocou alguma música do Phil Collins, Celine Dion ou Kenny G? Na outra estação pode estar tocando uma outra que eu goste mais, porém, prefiro escutar a de algum desses artistas. Sei lá, às vezes, eu acho que é um sinal dele para falar “ei, to aqui sempre”. Quando toca “My Girl” então, nem se fala! ♥

3. Sempre falo dele para o meu marido e tenho certeza de que os dois teriam uma ótima relação! Falo coisas que remetem a ele, histórias divertidas e como ele era um ótimo médico e trabalhava muito para dar do bom e do melhor para mim, minhas irmãs e minha mãe. Lembrar dessas coisas dá um quentinho no coração. :’)

4. Cada vez que a gente topa ir para os EUA (mais precisamente Orlando) eu lembro dele e de como ele amava a Disney e Universal. Tenho certeza de que adoraria conhecer as novas atrações e os novos parques. Por isso, nunca me canso de ir para lá! A saudade aperta, mas sempre rende bons momentos e tenho certeza de que lá de cima ele fica feliz! ♥

5. Quando falam que eu não tenho mais pai, por mais que eu entenda o que querem dizer, eu sempre penso que tenho sim e nunca vou deixar de ter. Ele não está mais presente fisicamente, só que eu realmente acredito que está por perto. A frase “Carrego seu coração comigo. Eu o carrego no meu coração. Nunca estou sem ele. Onde quer que eu vá, você vai…” faz muito sentido para mim! :’)

Em um dos lugares que ele mais amava visitar!
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. Sou muito grata por ter tantas lembranças boas do meu pai. E sou muito grata por ter a minha “pãe“, que nunca deixou faltar nada pra gente, principalmente, depois que ele se foi. Obrigada por tanto, mãe! Te amo muito!

Espero que essas dicas façam sentido por aí e que vocês curtam o dia ao lado de quem representa essa figura paterna. Independente de quem seja! Perto ou longe. E para todos os pais que cumprem esse papel lindamente: feliz dia!

Um beijo e até amanhã,
Carol.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

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08.08.2026

Ei, Gente! :)

E a 1ª resenha desse Beda está no ar. Dessa vez, a indicação é “Qualquer clichê, menos você“, da autora Victoria Lavine. Leitura de julho do Clubinho do PJ que me conquistou muito!

Vamos lá? Bom post! ♥

Livro: Qualquer clichê, menos você | Autora: Victoria Lavine | Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 311 (físico) | Nota: 4 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: A aclamada autora de romances Margot Bradley não acredita em finais felizes.

Em seu computador, ela tem um arquivo com todos os finais alternativos que já escreveu. Em vez de casamentos ao pôr do sol e bebês fofinhos, traições e divórcios. Quando esse documento é hackeado e vazado, ela se vê cancelada pelos leitores e dispensada pela editora.

Para continuar sustentando a irmã, que sofre de uma doença crônica, Margot decide trocar as histórias de amor por romances policiais. Então, parte para uma estadia de seis semanas no Alasca, onde pretende mergulhar no novo gênero e escrever um livro novo.

Na chegada, é recepcionada por um alce e, ao fugir dele, pula nos braços do charmoso proprietário da pousada, a personificação de todos os clichês românticos que existem: o Dr. Forrest Wakefield, que largou sua pesquisa sobre o câncer para trabalhar na pousada da família e cuidar do seu pai.

Seu coração está quase congelado quando Margot aparece. Só que ele não tem mais espaço para mais uma pessoa que possa perder, ainda mais alguém com data marcada para partir.

Agora, ambos terão de superar os próprios medos e rever suas crenças antes que se tornem mais um final infeliz no arquivo dela!

Crédito da imagem: Amazon

Opinião da Pequena: Assim que eu vi esse livro, lembrei logo das meninas do Clubinho do PJ. E apesar de ter algumas ressalvas, posso dizer que acertamos em cheio! :)

Ainda não rolou o encontro final, mas por conta do Beda decidi trazer logo a minha opinião. Qualquer coisa, atualizo o post, depois do date.

Eu nunca tinha lido nada da autora e nem mesmo sei se ela já publicou outros livros, mas se esse é o seu primeiro, nossa ela mandou muito bem! Eu amei a sua escrita, a construção das cenas e todos esses paranauês. A premissa é muito interessante e me senti “encontrando” personagens criados pela Sophie Kinsella.

Aliás, a protagonista é sensacional e a sua irmã é mais ainda! Destaque também para o pai do Forrest, a Jo e o doguinho. E, sim, Forrest é o próprio clichê das comédias românticas! E adorei que a intenção era justamente essa.

Acho que a interação entre Margot e o Forrest foi bem rápida. Ai em alguns momentos, ficou um pouco forçado, na minha humilde opinião. Contudo, é impossível não se apaixonar por eles dois juntos. Dito isso, as cenas calientes são poucas, mas as que tem são bem calientes hahaha. Então, sim, é um livro com hot.

Um dos sprints do Clubinho do PJ
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Porém, tem muita fofurice e partes que dão um quentinho no coração. Todo o meu amor para a Savannah e as suas tiradas maravilhosas (Fanfic do Pokémon me pegou muito hahaha). E o que dizer das cartas? Deram um up no livro e queria um só para que a autora colocasse mais cartas!

Achei interessante que quando a gente começa a ler, tem diversas opiniões sobre alguns personagens, mas ao final, senti que não tinha um vilão e que realmente a situação pedia muita maturidade e que é bem delicada mesmo. Não consigo julgar 100%, digamos assim.

Gostei que a história de ambos se encaixam e que, às vezes, só de estar perto já ajuda. E o “estar perto” não, necessariamente, significa estar de plantão 24 horas. É importante deixar o outro viver, mesmo com as limitações. A gente não tem muito controle das coisas! Aliás, a parte que a Savannah fala “se eu tiver, tive” fez tanto sentido por aqui. Só lendo para entender.

O desfecho foi bem fofo e super vejo um filme com essa história. Acho que pode ter uma continuação, mas quem sabe? E a capa brasileira é fofa, só que a de fora faz muito mais sentido!

Crédito da imagem: Amazon

Enfim, é um livro com várias camadas e que eu poderia ficar falando um milhão de anos por aqui. Mas corro o risco de dar spoiler… Então, só leiam! Vale cada página, mesmo com as ressalvas.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo “Qualquer clichê, menos você“. No mais, podem opinar à vontade.

Beijos e até amanhã,
Carol.

Crédito da imagem: Pequena Jornalista

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carol
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