08.07.2026

Ei, Gente! :)

Essa semana teve sessão pré-estreia de uma comédia nacional: Os emergentes, que vai ser lançada oficialmente no dia 9 de julho (amanhã!).

Com Nelson Freitas e Alexandra Richter (e grande elenco), o filme é uma ótima pedida para quem deseja refletir sobre algumas questões sociais, mas de forma leve e divertida.

Então pega a pipoca, que a resenha já vai começar!

Crédito da Imagem: Divulgação Assessoria

Para começar, um pouquinho do que se trata: Os emergentes acompanha um casal da elite que vê a vida mudar drasticamente após perder sua fortuna. Acostumados aos privilégios de uma posição social consolidada, Henrique e Beatriz precisam enfrentar uma realidade completamente diferente.

Agora, eles passam a trabalhar para antigos funcionários que, graças ao sucesso financeiro, ascenderam socialmente e agora desfrutam da vida de luxo que antes pertencia aos seus ex-patrões. ;-)

E o que eu achei? Não é a minha comédia preferida da vida, mas eu adorei a premissa e a forma como o filme tratou o tema de inversão de papeis dentro da sociedade. Foi de um jeito natural e não forçaram a barra, sabem? Me diverti e terminei a minha segunda de uma maneira bem leve.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Tiveram sacadas boas e cenas hilárias, como a do Henrique lavando o carro hahaha. Os personagens dão leves cutucadas em algumas situações que o Brasil passa, só que sem ser apelativo. Particularmente, adoro quando isso acontece. Ou seja, ganharam pontos extras.

Algumas partes acho que ficaram corridas e não tiveram muitas explicações, como coincidências entre personagens que se conheciam e quadrilha do jogo lá. Para mim, ficou meio solto. Só que nada que tenha atrapalhado o objetivo final. A maioria foi bem fiel ao conceito de que “o mundo não voa, ele capota“! Aliás, sempre bom lembrar disso! ;-)

Uma vida bem vivida vai além do status financeiro. Meio clichê, porque dinheiro ajuda muito, claro! Porém, outros detalhes são mais essenciais ainda. Falando nisso, foi bonitinho a virada de chave dos novos funcionários e a questão do “eu te amo”!

No mais, eu adorei o casal protagonista, mas os donos da quentinha arrasaram muito também na interpretação. E destaque para o Inácio (pai) e a Jessica (filha). Ri com respeito na cena do date e foi muito fofa a conversa dela com a mãe! Outra coisa, amei os efeitos sonoros.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Ah! Lá na sessão, o pessoal comentou que a produção foi independente e vou ressaltar aqui algo bem importante: não esperem para assistir em casa. Apoiem na prática o cinema nacional. Tem muita história que vale a pena. Então, se for viável, façam esse passeio sim!

Por fim, preciso contar para vocês: a Carol que assistia Chiquititas ficou muito feliz de ter a oportunidade de conhecer ao vivo o ator Nelson Freitas (ele fez essa novela na época da 1ª versão). ;’)

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. Amanhã estreia o filme e é uma ótima pedida para assistir com a família ou na sua melhor companhia. No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol.

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carol
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04.07.2026

Ei, Gente! :)

E a leitura de junho do Clubinho do PJ foi “A fuga“, da Jennifer Weiner. Um livro que era para a gente apenas entrar no clima de algum esporte, mas foi muito além!

Vamos lá? Boa resenha.

Livro: A fuga | Autora: Jennifer Weiner | Editora: Harlequin | Número de Páginas: 380 (livro físico | Nota: 5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Abby Stern considera que a felicidade reside em duas rodas. Em uma bicicleta ela se sente livre: longe das críticas de sua mãe, da pressão para se casar com Mark e da constante indecisão de qual caminho seguir em relação à vida profissional.

Quando ela recebe um convite para liderar um grupo de ciclistas em uma viagem de Nova York até as Cataratas do Niágara, Abby decide aceitar e aproveitar para refletir sua vida e desviar um pouco daquela rota tão incerta.

O grupo é bem diversificado: mãe e filha, amigos e Sebastian, um caso sem muita importância que ela teve há um tempinho. Então, o que era para ser um momento para respirar, surpreendentemente ajuda a protagonista repensar em tudo ainda mais. Incluindo todos que estão participando da trilha, que a propósito vai ser impossível sair dela sem uma sequer transformação.

Opinião da Pequena: Esse livro está no meu radar há um bom tempo, mas só depois de ganhar a votação do Clubinho que finalmente li. No comecinho, não me prendeu tanto e pensei que poderia me decepcionar um pouco. Ledo engano! ;)

A escrita da autora é ótima e a forma como ela soube dar relevância a quase todos os personagens da história me conquistou muito. Principalmente a parte da Lily e da Morgan, que foi a que mais me prendeu (e a maioria das meninas). Aliás, o tema envolvendo a mãe e a filha é polêmico, mas muito necessário! É impossível o leitor não sair refletindo sobre o assunto.

Falando nisso, o que eu mais gostei é que a gente percebe em cada capítulo que não dá para julgar as pessoas. A grama do vizinho, de fato, sempre parece mais verde, só que se olhar mesmo, vai perceber que não. Tá todo mundo enfrentando algo e as aparências enganam muito! Inclusive, muitas vezes as aparências são criadas por quem está do lado de fora.

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Quanto a Abby, eu gostei dela no geral e da forma como ela lida com a maioria das coisas. Principalmente com o julgamento referente ao seu corpo, só que isso não significa que seja fácil. Ah! E a coincidência com o Sebastian traz leveza ao livro e uma pitada de romance. Não é meu mocinho favorito, só que ele tem seu valor sim!

E, claro, tem romance, mas não é o foco. Dito isso, a relação da protagonista com a mãe surpreende e notar a evolução de ambas é inspirador! E preparem que tem muito plot twist nessa parte. Destaque para os coroas do pedal (e o desfecho que não esperava hahaha ^^), o motorista, o melhor amigo do Sebastian e, claro, a melhor amiga da Abby… Aliás, essa é a minha única reclamação: ela deveria ter aparecido mais!

Enfim, eu recomendo muito a leitura. A princípio, parece apenas mais um clichê romântico, mas vai muito além. É um convite para o leitor trilhar por diversos caminhos, recalcular rotas e refletir sobre família, amigos, vida profissional, julgamento sobre corpos e a gente mesmo. E tudo isso sem ser o de sempre, a maneira como a autora encontrou para falar sobre foi muito natural.

Nosso date!
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Repito: RECOMENDO MUITO. “A fuga” está disponível no Kindle Unlimited e se quiser pode garantir o seu exemplar através do meu link de associado (você não paga nada a mais por isso, mas ajuda bastante o PJ). No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

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carol
30.06.2026

Ei, Gente! :)

Muito tempo que eu não falo sobre decoração por aqui, né? Para matar a saudade, decidi escrever sobre um item que cabe nos mais diversos ambientes, principalmente, do nosso lar doce lar: almofadas!

Aliás, pedi um help para duas empresárias que entendem do tema, as irmãs Jéssica e Juliana Zafalon, que inclusive são fundadoras da marca Pineh. Vamos lá? Boa leitura!

Crédito da Imagem: Pinterest

Muito mais do que um item de decoração, para mim as almofadas dão a sensação de conforto. Encostar para ler um bom livro, ser um apoio – literalmente. Dão um toque na casa, mas também são sinônimo de aconchego!

Segundo Jéssica e Juliana, elas são bem-vindas em qualquer ambiente. “Pode pensar em qualquer espaço da sua casa que você queira transformar em um cantinho que abraça e pode ter certeza de que quase sempre a decoração envolve uma almofada para criar essa atmosfera“.

Além disso, elas falaram que essas peças fazem sentido tanto em uma sala de jantar com canto alemão (aquele que une uma mesa para fazer refeições com um mini sofá) quanto em uma sala de estar. Nesse caso, se tornam tão importantes quanto o próprio sofá. Sem esquecer, que faz toda a diferença na cama de um quarto.

Crédito da Imagem: Pinterest

De acordo com as irmãs, para usar o item de forma autêntica é importante escolher as opções que tenha tecidos com personalidades. “A personalidade começa a ser criada no ambiente adicionando textura à essas almofadas, cores, passamanarias (acabamentos), saindo de algo que seria genérico e passaria despercebido para algo que chama a atenção do olhar“, explicam.

E atenção! É muito fundamental se atentar a escolher o tamanho correto, com bons tecidos e acabamentos. ;-)

Outro ponto relevante: as listras são estampas super atemporais e, coincidentemente, estão em alta no momento também. “Elas vêm e voltam com novas leituras, mas sempre estão presentes de alguma maneira na decoração“, contam Jéssica e Juliana.

Crédito da Imagem: Divulgação Pineh

Agora uma coisa que sempre bate a dúvida aqui em casa: como fazer para que a sua duração seja maior? Segundo as meninas, o ideal é saber qual, de fato, vai ser o uso dela! “A almofada não é um item decorativo que nunca será usado, pelo contrário, ela faz parte do dia a dia da casa, então é importante que ela caiba na rotina de quem mora ali“, lembram.

Se é uma casa com pet, o ideal é escolher as que possuem tecidos mais resistentes. Se você optou pelas mais delicadas, como uma almofada feita de crochê em lã natural, talvez não seja uma boa ideia selecionar essa como a protagonista da soneca da tarde de domingo. ;-) Nesse caso, a dica é escolher uma, por exemplo, de linho misto, que é aconchegante e, ao mesmo tempo, resistente. Aliás, pode lavar, que essa não puxa fios com tanta facilidade.

Resumindo, tudo vai depender muito do dia a dia da casa. E não esqueça de seguir instruções de uso e lavagem sempre“, finalizam.

Crédito da Imagem: Divulgação Pineh

É isso, pessoal. Espero que essas dicas ajudem de alguma forma a tornar a rotina mais confortável e bonita da casa de vocês! No mais, podem opinar à vontade. Obrigada por terem topado responder, meninas!

Ah! Eu não conhecia a marca delas, mas fica a dica: @pineh.atelier (já to de olho hehehe). ;-) Por aqui, também compro na Leroy Merlin, Lovely Papelaria, Casa Riachuelo, entre outras. E vale informar que esse post não é publi, ok? Recebi a sugestão da assessoria e uni o útil ao agradável, já que eu não falava sobre decor há séculos.

Beijos, Carol.

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carol
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26.06.2026

Ei, Gente! :)

O Clubinho do PJ entrou no clima da Copa do Mundo e embarcou no livro “Uma receita para o amor“, da autora (brasileira) B. Oneirova.

Vamos à resenha? Boa leitura!

Livro: Uma receita para o amor | Autora: B. Oneirova | Publicação Independente | Número de Páginas: 138 (e-book) | Nota: 3,5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Bianca Almeida sabe que comida é memória, carinho e conexão. Como chef pessoal no Rio de Janeiro, ela é conhecida por criar pratos que alimentam o corpo e a alma. Mas quando Pablo Costa, astro do futebol vivendo em Londres, pede ajuda para matar a saudade do Brasil, ela aceita o desafio de cozinhar para ele por três semanas. Pablo tem fama, sucesso e um futuro brilhante, mas sente falta do sabor de casa. Ao contratar Bianca, não esperava que a comida fosse só o começo. Entre receitas, risadas e noites de conversa, nasce uma conexão intensa — e inesperada.

Opinião da Pequena: Sabe aquela história que você lê em menos de 24 horas e nem sente que já chegou ao capítulo final? Uma receita para o amor é exatamente assim!

Date do Clubinho
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

É um livro curtinho e automaticamente a leitura acaba sendo mais rápida. Mas fluiu tão bem por aqui, que se fosse maior, acho que eu ia devorar também hahaha. Bem sessão da tarde e que aquece o coração, mesmo com algumas ressalvas. Falando nelas…

Acho que a história pecou em algumas partes. Por exemplo, o fato da personagem falar que o carioca dá “3 beijinhos”, sendo que na verdade são 2 “/. Outro ponto: não tem enrolação e eu adoro isso, mas dessa vez eu senti falta de ter detalhes. Tudo acontece muito rápido e não tem aquela virada espetacular. Até quando poderia ter!

Mesmo nem tudo sendo flores, a escrita da autora é bem envolvente e abracei o kindle quando terminei. Amei embarcar na história da Bianca e do Pablo. Fiquei com vontade de comer a feijoada dela e assistir a uma partida de futebol com ele!

Crédito da imagem: Amazon

Adorei o fato de ter 2 epílogos e a gente saber o que acontece “depois”. Anotei alguns trechos! Aliás, destaque para o pai da chef e sua lição sobre uma receita e o empresário dele com as falas sobre fracasso!

É uma leitura bem água com açúcar, no melhor sentido. E super necessária, principalmente, para quem quer se distrair depois de um dia turbulento ou passar um domingo lendo algo leve e fofinho! Ah! E perfeito também para quem quer entrar no clima da Copa do Mundo.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Indico! Lembrando que “Uma receita para o amor” está disponível no Kindle Unlimited. No mais, podem opinar à vontade.

Beijo, Carol.

Post Recomendado: Um dia na Copa do Mundo
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carol