19.04.2021
* PJ Leu: Adultos! ♥

Ei, Gente! :) Para terminar a semana, separei uma dica literária: Adultos, de Emma Jane Unsworth. Um livro que tem tudo a ver com a atualidade! Vamos lá? Boa leitura. ♥

Livro: Adultos | Autora: Emma Jane Unsworth | Editora: Intrínseca
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 2,5 livros

Sinopse: Jenny McLaine parece estar com tudo, afinal, trabalha para uma revista online descolada, tem uma casa própria e namora um fotógrafo famoso.

Nas redes sociais, provavelmente, as pessoas acreditam que a vida dela é um mar de rosas. Mas a realidade é bem caótica. Ela passa por dramas que vão desde uma legenda perfeita até a quantidade certa de emojis.

Mas o hábito de compartilhar tudo traz algumas consequências, como um término e algumas amizades ficam abaladas. E para completar, ela vai ter de conviver novamente com a mãe novamente. Enfim, aos 35 anos de idade, a protagonista precisa, mais do que nunca, aprender a lidar com as incertezas do futuro. :)

Opinião da Pequena: Quando eu vi esse livro, imaginei ser uma leitura excêntrica e que não tivesse muito a ver comigo. Mas quando eu li a sinopse, me apaixonei. Enquanto não chegou, não sosseguei. Aliás, obrigada pelo presente, namô. ♥

Para começar. a Jenny narra cada capítulo, que a propósito são bem curtos. Pontinho extra para a autora. :) É uma história que causa identificação entre a personagem e o leitor. Na parte do celular, nem se fala. Amei a sacada das legendas do Instagram. A parte do croissant é hilária hahaha. É como diz o ditado, quem vê post, não vê corre (ou algo assim hahaha).

Foi uma leitura que me prendeu e me surpreendeu em alguns momentos. Ri bastante! Mas em certas partes, me senti totalmente perdida. É uma mistura de sensações, sabem? Um universo do qual me identifico, mas algumas coisas achei meio fora da minha realidade.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Temas importantes são abordados e de uma forma que parece vida real, como o dilema de “ser mãe ou não”. Triste algumas vezes, mas acho que pode ajudar muitas pessoas. Até mesmo relacionamentos! :) E quanto ao clássico “Ter 35 anos e não saber muito o que tá fazendo da vida” é ideal para quem tá quase chegando lá. Me senti menos sozinha, mesmo sabendo que a protagonista é fictícia (eu acho).

Sobre os outros personagens: a mãe dela no começo, achei bem doidinha! Mas acho que na real ela é a melhor amiga da Jenny. Os conselhos sobre o celular, por exemplo, são bem verdadeiros. Quanto ao boy fotógrafo, não sei opinar hahaha. E a influenciadora da história, eu acho que ela que era obcecada e não o contrário. Mas sem muitos detalhes para não dar spoiler.

Sobre a Kelly, preciso dizer que me decepcionei um pouco, em contrapartida, a relação das duas me ajudou com algumas questões de amizades que eu tenho. Não curti muito a parte de festas e tal. Mas talvez eu seja careta hahaha. E, claro: aprendi lições, como “ter coragem para mudar o que pode ser mudado, e um terapeuta para aceitar o que não pode”. É tão o meu dia a dia esse trecho hahaha.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Enfim, rendeu boas gargalhadas. Lições sobre trabalho, família, amigos e a vida no geral. Não consegui entender tudo, mas o saldo até que foi positivo. Talvez em outro momento eu absorva melhor. Por isso, indico sim. Jurava que era meio chick lit, mas tal só um pouquinho mesmo.

Ah! E quanto à capa, traduz bem a vida de adulto, mesmo não entendendo muito o propósito do cachorro nela. Mas posso ter perdido alguma coisa no meio da leitura hahaha. :)

Já leu? Conta o que achou. No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Garota, pare de mentir para você mesma!
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14.04.2021
* Pequena Escritora #6 – Ai meu Deus, cresci. Tô falando de dinheiro! ♥

Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, um texto meio que desabafo sobre ser adulto. Vamos lá? Espero que ajude de alguma forma. Desabafar por aqui já me ajudou. ♥

Que saudade dessa época!! ♥
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Crescer é libertador. Mas assustador na mesma medida (ou quase)! Outro dia me peguei falando sobre dinheiro mais a fundo com o meu namorado e me toquei “ai meu Deus, cresci” hahaha.

Juro que deu saudade da época em que eu só olhava o meu pai fazendo as contas do mês. Eu não fazia ideia! Que saudade de ser mera plateia, sabe? De não ter noção do que aqueles cálculos poderiam significar. Outro dia assisti um episódio de This is Us e eles falavam isso: como os pais conseguem esconder tão bem os perrengues que passam? Quando eu for mãe não sei como vou fazer não hahaha.

Não é que eu esteja passando perrengue, nem nada do tipo. Sou muito grata pela vida que eu tenho. Mas sei que ser adulto exige muito mais e que essa palavrinha é muito mais complexa do que eu imaginava. E olha que tô no momento de saber a teoria, não cheguei nem 50% da prática hahaha.

Nunca fui muito de querer rios de dinheiro. Sempre busquei (e busco) por uma vida normal. Nem muito, nem pouco. Meio termo mesmo! Equilibrada. Mas parece que até o equilíbrio custa caro. Ai assusta só de imaginar.

Mas não tô reclamando, tá gente? Dá um aperto no coração só de pensar na situação de várias pessoas que nem o básico tem (na Pandemia então, nem se fala). É só um post desabafo mesmo. Sei que tenho privilégios e valorizo todos. Em contrapartida, quis dividir um pouco dessa sensação com vocês.

Vida de adulto é incrível, mas nem tudo são flores. Então, crianças não cresçam antes da hora, ok? Parece papo de pessoa mais velha nada descolada, mas juro que faz total sentido. E quem diz isso é uma mulher de 34 anos, que têm sensações de 15 anos, mas que tá vendo a vida cobrar em alguns sentidos. ;-)

Minha reação quando eu me toquei “ai meu Deus, cresci” hahaha.
Crédito da Imagem: Anatomia Pop

***

É isso, pessoal. Faz algum sentido para vocês esse texto aleatório? Podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: O que ela não mostra, vira texto!
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13.04.2021
* Tag Literária: Docinho de festa! ♥

Ei, Gente! :) E a TAG escolhida do mês é a que Ju Cirqueira criou: Docinho de Festa. Como eu amo esse doce e livros, tudo a ver responder, né? Então, bom post. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

1. Brigadeiro: Clássico que sempre tem e todo mundo gosta – um livro clássico que caiu no gosto popular.
R: Acho que “A menina que roubava livros” é tipo um brigadeiro do mundo literário, mas não tenho 100% de certeza.

2. Beijinho: Outro clássico, um docinho de coco – um livro clássico que é um amorzinho.
R: Acho que “Teto para dois“. Um clássico contemporâneo, concordam?

3. Cajuzinho: Nem todo mundo gosta, mas não pode faltar – um livro que você não viveria sem, apesar de não ser o queridinho das pessoas.
R: No mundo de chick lit, colocaria “Melancia“, da Marian Keys. Não li ainda, mas sei que algumas pessoas não gostam, porém, não pode faltar.

4. Olho de sogra: Quem gosta, só quer ele – um livro que é difícil de gostar, mas quando gosta, espalha a palavra.
R: Amor(es) Verdadeiro(s)“. Acho que quem gosta, fica apaixonado e sai falando para todo mundo hahaha.

5. Quindim: Quando bem feito, fica perfeito – um gênero que precisa ser feito com cuidado.
R: Autoajuda quando é bem escrito e que mostra a real da teoria na prática, funciona muito.

Crédito da Imagem: Capricho

6. Camafeu de nozes: Odiado por uns, amado por outros – um livro que é “divisor” de lados.
R: Primeiro, juro que não conheço esse doce de festa hahaha. Voltando à pergunta, acho que “Dom Casmurro“.

7. Palha italiana: Com biscoitos na massa, é um brigadeiro reinventado – um livro contemporâneo que poderia ser um livro clássico.
R:O clube do livro dos homens“. Com certeza vai entrar para a listinha de clássicos.

8. Bicho de pé: Um brigadeiro rosa que as crianças adoram – um clássico infantil que todas as crianças deveriam ler.
R: “O Menino maluquinho“. As crianças ainda embarcam na história do Ziraldo? <3

9. Casadinho: Se um docinho é pouco, junta dois e coloca uma cereja no topo – dois livros que, se lidos em conjunto, fica melhor.
R: To quebrando a cabeça, mas eu não sei responder essa. Alguém me ajuda? hahaha

10. Macaron: Raro e refinado, mas tem o coração de quem experimenta – um livro com uma escrita mais difícil, mas que vale dar uma chance.
R:Minha história“, da Michelle Obama. Não é que tenha uma escrita difícil, mas é um livro bem extenso. E que vale cada capítulo. :)

E isso serve para doce também hahaha. ♥
Crédito da Imagem: Pinterest

É isso, pessoal. :) Quem souber responder a nona pergunta e o que seria o doce “Camafeu de nozes“, a Pequena agradece hahaha. No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: Uma comédia romântica, por favor.
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12.04.2021
* Teorias Literárias: O livro é melhor que o filme? ♥

Ei, Gente! :) E a teoria literária da vez é: o livro é melhor que o filme? Muitas vezes, a sensação é de que a história no papel é muito mais completa e a adaptação bem nada a ver. Mas será que é verdade?

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Bom, eu tenho a minha teoria. Sou apaixonada pelo mundo literário. Vocês sabem! Em contrapartida, também amo um filme. Aliás, uma das minhas maiores saudades da vida “normal” é poder ir ao cine no fim de semana!

Mas vamos ao que interessa: já assisti várias adaptações. Alguns livros eu conferi bem antes e outros só depois de saber a versão da telona. Claro que as diferenças são nítidas na maioria das vezes! Porém, como uma boa cinéfila, o filme também me dá um quentinho no coração. Mesmo não seguindo à risca o que o autor escreveu.

Sei lá, é tão bom ver personagens ganhando vida. Mesmo que o cabelo de tal protagonista seja descrito diferente do que o cine mostra. Mas faz parte, sabem? Afinal, muitas vezes é um livro que inspira. Só uma adaptação mesmo. E 400 e poucas páginas nem sempre são viáveis em uma hora e pouca de filme.

Claro que a gente fica com raivinha quando tudo é diferente. Parece que só pegaram o título do livro e pronto! E dói na alma de qualquer leitor assíduo quando alguém diz “ah, tem filme, não preciso do livro“. Porém, muitas vezes a adaptação pode ser aquele incentivo para futuros bookaholics. E uma maneira de se aventurar em um novo gênero também.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Divergente“, por exemplo, me conquistou através das telonas. E quando eu li, claro que era tudo melhor, porém, não diminuiu o meu amor pelo que eu vi. E foi uma forma de explorar as distopias. “Extraordinário” me emocionou nas duas versões. E digo o mesmo para “A menina que roubava livros“. Sei que o filme é mais paradinho, em contrapartida, mexe tanto comigo. Fiquei ainda mais apaixonada pelo livro.

Resumindo: acho que a história literária traz uma visão mais completinha sim. Filme quase sempre tem um toque diferentão. O melhor é não criar expectativas e ir de coração aberto. Tudo tem um lado bom! Acho que valorizar ambos é a saída mais leve.

Mas agora me conta: o que você acha dos filmes adaptados? Ama, odeia, tanto faz ou a opinião segue o mesmo ponto de vista desse post? Podem opinar à vontade!

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: 5 Distopias!
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07.04.2021
* Dia do Jornalista: A minha história com o Jornalismo! ♥

Ei, Gente! :) Sabia que hoje é o Dia do Jornalista? E a primeira coisa que vocês reparam quando entram nesse blog é a profissão da Pequena que vos bloga hahaha. Então, tem que ter um post em homenagem a essa data, né? ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Sei que é uma área que rende bastante crítica e com a pandemia acho que só aumentou. Algumas construtivas e outras totalmente maldosas. Porém, vale lembrar que toda profissão tem profissional bom e não tão legal assim. Só não dá para generalizar.

A gente não é dono da razão e pode sim cometer erros. O importante é reconhecê-los. Claro que há casos e casos, mas acho que deu para entender. Tem muita coisa por trás, que às vezes a gente julga sem nem ao menos saber. Muitos veículos de comunicação apelam e o sensacionalismo não é legal. Porém, há outros meios que informam com responsabilidade e veracidade, por mais que a gente não queira acreditar. E nem todos os canais vão te agradar sempre. A minha dica é: leia, escuta quem te passa confiança, mesmo não sendo aquela notícia que não agrade. Aliás, não gosta de tal jornalista, emissora? Não precisa assistir e vida que segue. :)

E como eu sou jornalista, decidi contar algumas coisinhas sobre a minha trajetória e tal:

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

– Quem me inspirou na escolha da profissão foi a Rory, de Gilmore Girls. Mas juro que a decisão não foi baseada só nisso hahaha. Foi a área que mais chegava perto da atividade que mais amo na vida: escrever.

Não bebo café. Gosto do cheirinho, mas a bebida em si não me agrada hahaha. E, sim, sou uma jornalista tímida. Me comunico melhor através da escrita, que a propósito prefiro usar uma linguagem leve, mesmo que o assunto seja tenso.

– Me formei em 2009 e o meu primeiro estágio foi em assessoria de imprensa na área de moda. Até hoje tenho contato com a minha primeira chefe, a Ana Ioselli e ela é a minha mãe profissional.

– Trabalhei em um jornal de bairro que pagava por mês R$ 50,00. Mas juro que a experiência foi incrível. Já fui assessora de imprensa em outras empresas, mas o que eu gosto mesmo é de ser jornalista de redação. Hoje, sou redatora freela e amo, mesmo com algumas ressalvas. E o mais legal é que cada dia, eu escrevo um assunto diferente. Na 2ª pego um tema de geologia e na 3ª um de pijama hahaha.

– Adoro a Christiane Pelajo e já tive o sonho de trabalhar no “Profissão Repórter” com o Caco Barcellos. Maju Coutinho é diva (mas é um ser humano, que também erra), a Mariana Gross bem engraçada e morro de saudade do Evaristo Costa. E apesar de não gostar de jornalismo esportivo, o Tadeu Schmidt é um dos meus favoritos.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

***

É isso, pessoal. :) Feliz dia todos os dias, jornalistas. Que não faltem pautas que mudem o dia a dia de cada pessoa. Furos jornalísticos e que deadline seja tranquilo hahaha. Amém! =D

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Nathalia Fuzaro!
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