19.09.2026

Ei, Gente! :)

Essa semana fui chamada para a cabine virtual do filme nacional “Era uma vez minha 1ª vez“, baseado no livro (de mesmo nome) da autora Thalita Rebouças.

A adaptação cinematográfica estreou nos cinemas no dia 17 de setembro e para o post de hoje trouxe um pouco sobre as minhas impressões. Vamos lá? Pega a pipoca e boa sessão!

Crédito da Imagem: Divulgação Assessoria de Imprensa

Para começar, segue o clássico resuminho do que se trata a história: quatro amigas (Teresa, Clara, Tuca e Patty) resolvem ter a sua 1ª vez antes de entrar para faculdade. De forma leve, divertida e quase descomplicada descobrem que o despertar da sexualidade acontece de forma única para cada uma. Além disso, a narrativa aborda temas sobre expectativa, amizade e o limite entre pressa e descoberta.

E o que eu achei do filme? Me senti assistindo uma nova versão de “Confissões de Adolescente“, com foco na tão esperada 1ª vez. Confesso que fiquei com medo de achar meio teen demais, porém, me surpreendi de uma forma bem positiva.

O filme é alegre, tem um ritmo que prende do início ao fim e super coerente com a atualidade, mas sem forçar a barra para apenas preencher pautas que estão em ascensão. Gostei muito do que vi e, apesar de ter imaginado um desfecho diferente entre a Teresa e o Gaspar, fez total sentido o final. ;-)

Crédito da Imagem: Divulgação Assessoria de Imprensa

As 4 amigas tem uma química em cena bem legal e espero que elas sejam na vida real também. A professora é super fofa e por um momento senti saudade da época da escola. Aliás, as coisas mudam muito do colégio para faculdade e vida adulta, só que dá para encaixar no dia a dia se fizer sentido.

Amei os casais que se formaram. Os que terminaram (os sinais estavam lá o tempo todo hahaha) e por um momento eu acreditei que teria uma reviravolta na vida da Patty. Acho que faltou um plus, sabem? E preciso destacar a atuação da atriz (Castorine) que deu vida a Clara! Que pessoa perfeita. Ri muito e a parte dela com os pais falando “sou médium” foi a melhor!

No mais, é um filme leve, divertido e com temas importantes para essa fase da vida. Traz lições que mostram que é fundamental se sentir bem e se algo dá uma sensação de forçar a barra, é fundamental repensar. Mas erros acontecem e a gente aprende com eles. E contar com as amigas, mesmo com os deslizes, deixe tudo melhor!

Crédito da Imagem: Divulgação Assessoria de Imprensa

Adorei a trilha sonora, mas a música final achei too much. Talvez eu seja careta, sei lá hehehe. E destaque também para o personagem do Pedro Ogata. Muito muito fofo e a cena dele com o violão é uma das minhas favoritas.

Eu não li o livro que inspirou a adaptação, mas como a Thalita Rebouças (maravilhosa!!) escreveu o roteiro, acredito que tenha sido bem fiel. Quanto à faixa etária, eu diria que é mais para 16 anos, apesar da classificação recomendar para maiores de 14 anos!

Crédito da Imagem: Divulgação Assessoria de Imprensa

Então, a minha indicação para esse final de semana é assistir “Era uma vez a minha primeira vez“. Vão ao cine e valorizem filmes nacionais (se der, saibam que ir na 1ª semana é bem importante). Tem tanta coisa legal e esse, sem dúvida, está na minha listinha de gostei muito! No mais, podem opinar à vontade. :)

Um beijo, Carol.

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17.09.2026

Ei, Gente! :)

Semana passada assisti um dos shows mais emocionantes da minha vidinha: Elton John, no Rock in Rio. E já que hoje é o dia oficial do #TBT, trouxe um texto contando um pouco essa experiência, entre outros detalhes.

Vamos lá? Boa leitura!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

O dia que eu troquei o Adam Levine pelo Elton John
(Por Carol Daixum)

Moulin Rouge. Cinema! O personagem do Ewan McGregor começa a cantar uma música… Opa! Espera! Essa eu conheço. É de um cantor famoso, né? É aquele que meu pai amava e minha mãe se emociona até hoje quando toca algo dele.

Ele também não cantou a do Simba e da Nala, do Rei Leão? Isso. Elton John, amigo da Princesa Daiana. Dizem que ele não é mais amigo do (eterno) Príncipe Harry, está aí uma amizade que torço para voltar, mas vai saber o que rolou ;p!

E as referências não param por aí. Depois do filme sobre a vida dele, eu e marido descobrimos que amamos várias músicas. Muito além de Your Song. Tem aquela do filme “Sing” e a da Dua Lipa e o “feat” com a Britney Spears.

Quando descobrimos que ele vinha para o Rock in Rio, a vontade de ir ao evento cresceu. Trocaria tranquilamente o dia do Maroon 5 (sorry, Adam Levine) para ir no do britânico. Talvez seja o mais perto que eu chegue da realeza? Fica o questionamento.

Mas os ingressos são tão caros que deixamos para lá… Até que a minha mãe falou: filha, quando você vai ter essa oportunidade de novo? Não querendo matar o Elton John, mas ele já não faz mais turnê, abriu exceção para esse show… Só que é um investimento que eu não tinha como bancar e aí no meu aniversário recebi um dos melhores presentes: 2 ingressos para ver o bestie da Lady Dai.

O dia 7 de setembro nunca foi tão esperado por mim. Escolhe look. Capa de chuva! Lanchinhos, espera marido ficar pronto e partiu ver o maioral.

Lotado! Sem chuva, só alguns pinguinhos e olhe lá. Frio, no Rio de Janeiro. O dono da noite também ficou impressionado com a temperatura. E ele chegou em ponto. Um pontinho amarelo no palco? Elton John, que quase não vi (obrigada, 1.47 cm de altura hahaha), mas só de saber que ele estava lá, nada mais importava.

Bem no finalzinho da música mais linda: Your Song
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Escutar “Your Song” ao vivo e ao lado do meu marido foi uma das melhores coisas que já aconteceram na minha vida. Dentre tantos acontecimentos não tão bons esse ano, assistir a esse show renovou as energias e deu uma esperança que coisas boas podem acontecer e, normalmente, elas estão nas entrelinhas do dia a dia. Em uma canção que a gente nem sabia que tocava lá no fundinho da alma.

Não sei se foi a última vez dele aqui. Espero que não. Aos 79 anos, mesmo com as limitações, ele arrasou tanto. Me desculpa Maroon 5, mas foi uma troca excelente (porém, estava torcendo para sobrar um ingresso para o dia 12 hahaha).

Brincadeiras à parte, o dia 7 de setembro de 2026 é a minha mais nova memória favorita. Obrigada, Elton John. Obrigada Mamys e irmãs pelo presente e marido pela companhia. Foi um privilégio ver de perto esse momento e saber que a vida presta nos simples detalhes de um show. :’)

***

É isso, pessoal. :)

Valeu muito a pena essa troca! Mas já falei para o marido que quando o Maroon 5 fizer outro show, quero ir. Assisti tudo de casa e foi maravilhoso também hahaha!

Agora me contem: qual show vocês assistiriam sem nem pensar 2x? No mais, podem opinar à vontade.

Um beijo, Carol.

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14.09.2026

Ei, Gente! :)

Vamos à primeira resenha do mês? Finalmente terminei de ler “Até essa comédia se tornar romântica“, da autora Marina Hadlich. Demorei mais do que imaginei, mas foi uma leitura bem agradável.

Vamos lá? Bom post! ♥

Livro: Até essa comédia se tornar romântica | Autora: Marina Hadlich | Livro independente
Número de Páginas: 279 (e-book) | Nota: 4 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Selena é uma mãe solo que está voltando ao mercado de trabalho depois de uma gravidez inesperada.

Entre mamadeiras, um vizinho gato e muita comida congelada, ela descobre que seus “novos” chefes são figurinhas carimbadas. Nesse o novo trabalho na editora, sua ex-chefe e o marido assediador dela não vão deixá-la em paz.

Como se não tivesse problemas o bastante, o pai da criança reaparece e Selena terá que descobrir se dará conta de ser mãe, profissional e mulher em tempo integral para lidar com tanto caos… e homens lindos! Ainda bem que o cara da porta ao lado, além de gato, é cardiologista. Assim, ela não morre do coração.

Opinião da Pequena: O meu 1º contato com a escrita da autora não poderia ter começado melhor. Um romance que, literalmente, a personagem conversa com o leitor (me diverti muito com isso)! Me senti a melhor amiga da Selena, sabem? E esse foi o ponto auge do livro!

É uma premissa sem muito mistério, mas acho que, às vezes, não inventar coisas mirabolantes faz a gente se sentir mais conectado com a história. Aliás, os temas levantados através de uma escrita leve são bem relevantes, como a maternidade e o assédio que muitos sofrem dentro do ambiente de trabalho e fora dele também!

Tem romance fofo, mas nada forçado. E é quase impossível não se apaixonar pelo vizinho também! E o que falar da Merida? Adorei a referência do filme da Disney (Valente) e acho que saiu um pouco do comum. Ao menos, nunca tinha visto em outros livros!

Gostei do desenrolar dos capítulos, da maturidade da Selena (mesmo no caos) e da amizade dela com o pessoal do trabalho. Os pais, no começo, achei que eles seriam bem chatinhos. Ledo engano! Talvez essa seja a minha rede de apoio literária favorita.

Crédito da Imagem: Amazon

O desfecho é bem legal. Tudo bem amarradinho, só tirando um casal que não me convenceu muito não. De resto, acho que é uma história que vale a pena embarcar. Distrai, faz a gente ri e tirar lições importantes e que cabem no mundo real.

Queria ter terminado antes, mas a vida acontecendo, não deixou. Só que acho que finalizei no momento certo. A profissão que a protagonista escolheu, mesmo com os desafios, me inspirou muito! Torço para que a Marina escreva mais livros com essa pegada. Falando nisso, o título tem tudo a ver com o conteúdo.

Recomendo, principalmente para quem quer ler mais autores nacionais. Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica e coloque “Até essa comédia se tornar romântica” na lista (compre através do meu link de associado, que isso me ajuda muito e você não paga nada a mais por isso).

Algumas outras histórias da autora:

Crédito das Imagens: Amazon e Qualis

Um beijo, Carol.

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carol
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03.09.2026

Ei, Gente! :)

Amanhã, dia 04, começa a 28ª edição da Bienal de SP (até o dia 13). Fiz uma listinha do que eu gostaria de fazer – se eu fosse – nesse evento literário!

Vamos lá? Boa leitura.

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

– Ir no lançamento da 2ª edição de Malas, Memórias e Marshmallows, da Fê França (minha autora brasileira favorita). Vai ser no dia 4 de setembro, às 17h30 no estande da Ler Editorial (do grupo Bambolê). Eu tenho um carinho imenso pela 1ª capa, mas essa ilustração da Lucia Dante está coisa mais linda do mundo! Já quero garantir o meu exemplar de colecionadora (se possível com a dedicatória ^^).

Crédito da Imagem: Instagram Fernanda França

– Não perderia também o bate-papo com a Lynn Painter: “O romance, o pop e o booktok”, que acontece no dia 4 também, entre às 17h30 e 18h (me viraria nos 30 para estar nos dois lugares hahaha), no Espaço Podcast. Vai falar sobre como os romances podem atravessar fronteiras, décadas, idiomas e falar com todos. E, claro, aproveitaria para pegar mais uma dedicatória dessa autora incrível (vai ter sessão de autógrafos tanto no dia 4 e 5, mas acredito que tenham esgotado as senhas, mas leva o livro, vai que dá uma sorte dela atender mais alguém ou encontrá-la nos corredores?)!

Crédito da Imagem: Instagram Intrínseca

– Visitaria o estande icônico da Mood e pediria um abraço do Snoopy e Charlie Brown (perfeitos) E, óbvio, que tiraria altas fotos na cabine e no espaço no geral, porque pelo pouco que vi nas redes está ICÔNICO. Aproveitem por mim, pessoal! Ah! E os brindes estão maravilhosos também. O Mood Studios da diva vai estar no C10!

Crédito da Imagem: Instagram Mood

– Também prestigiaria a minha amiga Ju Barcellos (@desaniversários), que vai estar como mediadora no dia 8, às 18h30, na Arena Cultural, com a Babi A. Sette, Paola Aleksandra e Carina Rissi. E no dia 10, às 18h30, ela vai conversar com a autora Isabela Freitas, autora da série “Não se Apega, Não“, na Arena Cultural.

Crédito da Imagem: Instagram Desaniversários

– Também visitaria a Casa Record e tentaria pegar as senhas para as autoras Karina Heid (dia 05, às 12h) e Natalie Gerhardt (dia 06, às 15h). Elas duas vão estar no stand da editora mesmo. :)

Crédito das Imagens: Instagram Record

***

Claro que a minha programação não pararia por aí. Muita coisa legal rola por lá! Tiraria fotos nos cantinhos mais instagramáveis possíveis, sem medo de ser feliz.

Prestaria atenção na programação oficial da Bienal de SP, mas também olharia as não oficiais. Veja as informações nos perfis das editoras (inclusive as menores) e dos autores e influenciadores que você gosta e se joga!

A Arqueiro, por exemplo, vi que preparou brindes incríveis e mega fofos! Falando isso, as editoras sempre tem promoções de “a partir de tal valor, ganhe ecobag”. Muitas vezes, super vale a pena! O importante é ver o que compensa.

AH! Muito importante: não esqueça de levar carregador portátil (dificilmente achamos tomada por lá). Leva lanchinho, água, ecobag (mesmo com a possibilidade de ganhar no evento, melhor garantir) e vá com roupa leve.

Enfim, acho que basicamente é isso! No mais, podem opinar à vontade. Quem for, aproveite muito! Não vai? Me dá a mão hahaha! Ano que vem tem no RJ. ;-)

Beijos, Carol.

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carol