22.01.2021
* Livros para quem quer escrever chick lit! ♥

Ei, Gente! :) Essa semana rolou a 1ª live de 2021 lá no Insta do blog. O tema? Chick lit, com a escritora brasileira Rê Lustosa. Foi um bate-papo tão legal e ela aproveitou para indicar alguns livros para quem quer escrever histórias do gênero.

Quem perdeu, fica tranquilo, que a live ficou salva aqui. Mas para facilitar a vida, trouxe as sugestões de lá para cá. Então, bom post. ♥

Escrever não é apenas escrever e pronto. A Rê contou na conversa, que além de ler muito sobre esse gênero, algumas técnicas podem facilitar a vida do escritor. Oficinas de escrita são bem-vindas e livros sobre o tema também. Aqui no Brasil, ela recomendou três, incluindo um de roteiro e diálogos, que são fundamentais para uma história ser bem recebida pelo leitor.

Então, temos: “Como escrever diálogos“, da Silvia Adela Kohan. Esse foi o que mais me interessou e quero muito comprar. Acho que vai me ajudar nos projetos futuros. Também tem “Story“, de Robert McKee. Esse é mais para o lado do roteiro, mas indispensável para autores também. E “A Jornada do Escritor“, de Christopher Vogler, eu já tinha escutado falar. De acordo com a Rê, ele fala sobre uma estrutura que funciona muito com os leitores daqui. ;-)

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

No Brasil, o que a gente repara muito é que esse gênero ainda precisa ser mais reconhecido e explorado. Lá fora, a nossa convidada encontra até mais livros que colaboram com autores de chick lit. Quando meu inglês estiver melhor, vou querer todos os quatro! ;p

Anotem aí: “Will Write for Shoes“, de Cathy Yardley. Dá para perceber que é bem específico e como eu espero que um dia tenha em português. É bem mais fácil aprender na língua de casa, né? Também tem “How to write dazzling dialogue“, de James Scott Bell. Mais um que aborda sobre diálogos! Temos “See Jane Write“, de Sarah Mlynowski e Farrin Jacobs. Outro que dá para perceber que é bem específico! Editoras, vamos trazer para cá? ;-) Por fim, mas não menos importante: “Romancing the Beat“, de Gwen Hayes. A Rê contou que é tipo um livro que ajuda na escrita de romances de beijinhos, digamos assim.

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. :) Essa é mais uma forma de falar: leiam esse tipo de romance, caso o único motivo seja ter um certo receio com esse gênero. Sei que muitos acreditam que são histórias irrelevantes, mas é totalmente o oposto. Arranca risadas e muitos aprendizados (com muita leveza)! ;-)

Ah! Mais uma coisinha que a Rê falou e acho que pode ajudar muito o pessoal que deseja escrever chick lit: leiam outros estilos de livros também. Principalmente, se você tiver no processo de escrita. Quando a gente lê muito, sem querer, pode acabar pegando alguns vícios de autores. É ótimo ter referências, mas que não passe disso.

Gostaram? Podem opinar à vontade. Tem algum livro que pode ajudar? Não deixe de indicar. E obrigada pela ajuda, Rê!! Lembrando que todas as resenhas das histórias da Rê, vocês encontram por aqui no PJ. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Por que eu leio chick lit?
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11
21.01.2021
* TBT Pipoca: ABC do Amor! ♥

Ei, Gente! :) E o primeiro TBT Pipoca do ano está no ar. Para começar, escolhi falar de um filme que eu amo há mais de 10 anos: ABC do Amor. Então, pega a pipoca, que a sessão já vai começar. ♥

Crédito da Imagem: Interocitro

Antes de mais nada, um resuminho do que se trata a história: Gabe é um garoto de 10 anos e que vive em Manhattan. Os pais dele estão separados há um ano e pouquinho, mas ainda moram juntos. A vida dele é feliz e ter interesse por garotas? Nem pensar! Mas com as aulas de karatê, tudo muda! Rosemary, uma amiga de infância, desperta sentimentos desconhecidos até então. Seu primeiro amor, envolve confusões, importantes decisões e lições.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Sabe aquele filme que dá vontade de guardar no potinho e que você para tudo o que estiver fazendo se estiver passando na TV? Então! ♥ E eu já contei que amo o filme “O meu primeiro amor”, né? Esse de hoje, está no nível dele. ;-)

Lançado em 2006, é uma das minhas histórias favoritas do cinema. Mostra o amor na sua forma mais inocente e encantadora, mesmo com o lado não tão bom e que deixa o coração partido! Gabe é o tipo de filho que eu adoraria ter ou um irmão. Rosemary é bem adulta para a idade dela e, às vezes, até irrita. Mas não deixa de ser inspiradora.

Tudo acontece de forma bem fofa e a gente aprende e relembra as dores e as delícias do primeiro amor, mesmo que seja uma dor, como diz a mãe do Gabe. Aliás, essa parte da conversa é trágica, mas engraçadinha hahaha. :) Quando assisti, meu sonho era andar de patinete por Manhattan e, até fazer, aula de karatê hahaha.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Outros personagens, como os pais do Gabe, merecem destaque, mesmo com algumas ressalvas. Aliás, alguns desfechos são clichês e aquecem o coração. Outros não são como imaginamos, mas a gente entende direitinho o motivo. Afinal, amar é incrível e a reciprocidade também. Em contrapartida, tudo tem o seu tempo. E por mais que alguns amores machuquem lá no fundinho da alma, podem acreditar, doces memórias ficam. E ABC do Amor retrata isso direitinho!

Eu e minha irmã somos apaixonadas pelo Gabe e pela história. A música final é linda e, confesso, que amo a versão em português, que se eu não me engano é da Rita Lee. ;-) E para quem é fã de Jogos Vorazes, sabiam que o ator que faz o Gabe é o Peeta? Cresceu e ficou ainda mais lindo, né? Hahaha.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Enfim, recomendo e muito. É filme de sessão da tarde e que toda família vai gostar. Vale até ver com o boy ou na sua incrível companhia. Traz memórias e sorrisos de orelha a orelha! Pelo que eu vi, está disponível na Amazon Prime. ♥

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol.

Post Antigo: Para assistir – O amor não tira férias!
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5
19.01.2021
* PJ Leu: A Troca! ♥

Ei, Gente! E a primeira resenha do ano está no ar. Esse ano comecei lendo “A Troca” (na verdade, no finalzinho do ano passado), da autora Beth O’Leary, a mesma do livro incrível “Teto para dois”. É um romance, que retrata assuntos delicados, mas que absorvemos com muita leveza e diversão. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: A Troca | Autora: Beth O’Leary | Editora: Intrínseca
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Leena Cotton tem 29 anos e sente que já não é mais a mesma. Sua avó, Eileen Cotton tem 79 e está em busca de um novo amor. Para uma mudança radical, as duas decidem trocar de lugar uma com a outra. Leena vai viver a vida de Eileen e Eileen vai viver o dia a dia da Leena.

Mas será que a neta vai se adaptar à calmaria de uma cidade pequena e os amigos irreverentes? E a avó vai conseguir atingir o seu objetivo de encontrar um novo amor em Londres e respirar ares, até então, desconhecidos?

Essa não é apenas uma troca de casas. Mas de rotina, celulares e computadores e muito mais! É uma história que vai além e, talvez, ao destrocar, elas podem notar aprendizados que jamais imaginariam e soluções também. ;-)

Opinião da Pequena: Sabe quando você lê um livro de um autor e ama, mas fica com medo de criar muita expectativa e se decepcionar com outros? O segundo livro da Beth O’Leary é simplesmente perfeito! Me surpreendeu ainda mais do que o primeiro. Sem dúvida, ela entrou para a minha listinha de escritoras favoritas.

E quanto à história: uma troca e muitas mudanças. Não só com as protagonistas, mas com todos ao seu redor. Inclusive, com os leitores. Tem romance, amigos peculiares, luto e aprendizados. Personagens que lembram pessoas do nosso convívio ou aqueles que já foram para o lado do papai do céu.

Ah! Olhem que doido, não tive muito contato com a minha bisavó materna, mas por alguma motivo a Eileen me trouxe memórias dela. Talvez, por ela ter sido uma grande fã da autora Agatha Christie, assim como a personagem. Enfim, a minha mãe, que não é uma leitora assídua, acho que amaria esse livro. Vou até sugerir e conto para vocês o desfecho.

Crédito da Imagem: Amazon

Voltando ao livro… Eileen e Leena são típicas “pessoas” que a gente se identifica e quer trazer para a vida real, se tivesse esse poder. Cada uma com seu jeitinho, mas com uma genética quase igual. Arnold virou o meu crush literário atual e juro que por trás de uma implicância e um cara rabugento, o coração e as sacadas são de ouro. Virou um dos meus personagens favoritos!

Marian é uma personagem presente, mesmo não aparecendo muito. Mas são aquelas aparições que fazem a diferença. E amei “conhecer” a Carla, mesmo que de longe, que lembrou muito a minha irmã mais nova e o meu amor por ela só aumentou. Hank é o dog mais fofo e Jackson é sem palavras e sua filha mais ainda. Destaque para a Bee, Martha e Betsy. Aliás, o desfecho da história no geral foi perfeito e apesar de eu ter ficado com algumas dúvidas, achei a maioria das coisas bem amarradinhas e nada forçado, de última hora.

Quanto às lições: aprendi que o lar é onde o coração está. Mas esse local pode te surpreender. Se intrometer na vida alheia não é legal, em contrapartida, às vezes, é necessário. E que o luto faz parte da vida e cada um tem um jeito de lidar, mas o importante é lidar. Isso não te faz mais ou menos problemática, você só está aprendendo a seguir em frente. Ou melhor, lidar de frente. E quando alguém se vai, algo sempre fica.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Enfim. É um livro que arranca boas risadas e te faz chorar. Pelo menos, me fez. E, sim, a gente dá aquele abraço quentinho no final dos agradecimentos. E descobre como vai ser bom “Eileenar” um pouco daqui para frente. Ah!! Em breve vai virar filme e estou ansiosa.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo e MUITO!

Beijos, Carol.

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9
14.01.2021
* 5 livros que eu quero que façam parte do TBT Literário de 2021! ♥

Ei, Gente! :) Nem sempre consigo seguir as minhas metas literárias. Apenas quando há parceria envolvida e/ou eu quero muito ler! Mas espero que esses cinco livros estejam no TBT Literário desse ano. Vamos lá? Bom post. ♥

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Para começar, espero ansiosamente por esse livro desde 2020. Mas a notícia boa é que eu li que a Record já está escolhendo a capa e tal. E se eu não me engano teve uma live, que eles pediram ajuda dos leitores. Oremos! Love Your Life, da Sophie Kinsella, assim que eu te olhar, vou largar tudo para te ler hahaha. :)

Esse já estava na minha listinha: A segunda vida de Missy, da Beth Morrey, que lança oficialmente amanhã. Muito ansiosa mesmo! Tem doguinho no meio e acho que vai ser o tipo de leitura que vai arrancar suspiros da Pequena que vos bloga.

E temos uma autora brasileira também: Juliana Dantas, com a história “Um sonho de Princesa“. Como sou doida pela eterno príncipe Harry, da Realeza, acho que vou amar essa história. Aliás, já escutei falar muito bem da escritora e é sempre bom apoiar autores nacionais! ♥

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

E claro que muitos livros que eu gostaria de embarcar ano passado, ficaram para 2021. Está na minha listinha “Orgulho e Preconceito“, da Jane Austen. Não só para conhecer a escrita dessa clássica escritora, mas também por um motivo que está na minha lista de metas atuais. Falando nisso, apesar de não ter na montagem, também quero muito ler algum livro da Agatha Christie. Depois que eu soube que minha mãe já leu alguns, eu tenho de embarcar. Afinal, como já contei, mamys não é uma leitora assídua. Então, essa autora merece a minha consideração e descobri que era uma das favoritas da minha bisavó materna. ♥

E quem entrou para esse post TBT é “Não é errado ser feliz“, da Linda Holmes, que ganhei da minha irmã de Natal. Acho que vai ser o próximo da listinha! Amo essa capa e o que a história promete.

***

E agora me contem um livro que desse ano não passa e vai entrar na retrô literária de vocês? No mais, podem opinar à vontade. ^^

Beijos, Carol.

Post Antigo: 5 autoras que conheci em 2020!
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8
13.01.2021
* Teorias Literárias: Eu escolho o livro ou ele me escolhe? ♥

Ei, Gente! :) Eu tenho uma teoria: o livro que me escolhe e não o contrário. Claro, que eu gosto de estipular mais ou menos qual quero embarcar e tal. Em contrapartida, acredito que exista o livro certo no momento certo e a leitura que não caiu como uma luva hahaha. Muito confuso? Vamos lá, que eu explico!

Era um domingo e eu não tinha nada em mãos para ler. Daí, fui dar uma olhadinha na minha estante de não lidos e lá estava ele: O melhor lugar do mundo é aqui. Lembro que esse livro eu tinha comprado há um tempinho e acabou caindo no esquecimento. Mas nesse dia, ele simplesmente me olhou e falou “leia-me” hahaha. Brincadeirinha, porém, foi mais ou menos essa sensação.

Não deu outra. Devorei a história em um dia e ainda consegui fazer com que a minha mãe e outras amigas embarcassem na mesma. O livro rodou muito e nem tenho mais na minha estante! Acho que era meio que a minha missão ler, mexer comigo e querer espalhar essa leitura por aí!

Crédito da Imagem: Amazon

Talvez, se eu tivesse lido naquele instante que comprei, o impacto não tivesse sido grandioso! Mas em qual ponto eu quero chegar? Simples, não acho que a gente tenha de comprar por impulso todos os livros que desejamos (eu queria, mas a conta chega hahaha). Porém, se aquele título você comprou e só leu depois de alguns meses ou anos, acredite: ele não está ali por acaso.

Sim, a gente escolhe qual comprar e tal. Mas saiba que o livro também tem esse poder, dentre tantos outros. Ele sabe escolher direitinho o seu leitor! Embarcar em uma história tem o momento certo. Acredite! Óbvio que têm escolhas que poderiam ter sido feitas em outra época. Entretanto, na maioria das vezes, juro que essa teoria funciona. ;-)

Enfim, teorias literárias da Pequena Jornalista que vos bloga hahaha. Mas já li muitos livros depois de décadas na minha pilha de não lidos. Já li com outros olhos em uma outra fase que calhou melhor do que na anterior. E alguns que não eram para mim mesmo e serviu para eu chegar a essa conclusão e até doar para outras pessoas.

Eu e alguns livros que comprei e ainda não li. =D
Dois eu li e amei, um abandonei e o outro tá lá na pilha para ler.

E agora me contem: teve algum livro que você falou “ele me escolheu, meu Deus”? Ou eu tô sozinha nessa? hahaha ;-) No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

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