18.03.2021
* PJ Leu: Clube do livro dos homens! ♥

Ei, Gente! :) Vamos para mais uma dica literária? Dessa vez, eu embarquei no livro “Clube do livro dos homens“, da Lyssa Kay Adams. Publicado pela Editora Arqueiro (parceira do blog), li essa história na leitura coletiva (LC) das meninas do insta “Estante das Abelhas“. Boa resenha! ♥

Livro: Clube do Livro dos Homens | Autora: Lyssa Kay Adams | Editora: Arqueiro
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Gavin Scott é um famoso jogador de beisebol. No auge da sua carreira, ele descobre um segredo devastador: Thea, sua esposa, sempre fingiu chegar no auge na cama. Se sentindo humilhado, passou a dormir no quarto de hóspedes e o resultado foi um pedido de divórcio dela.

Com medo de perder o amor da sua vida, ele acaba recebendo a ajuda inesperada de um clube (secreto) do livro dos homens. A propósito quem faz parte são os colegas do time, que insistem em falar que ler romances pode fazer com que tudo melhore no seu casamento. Será?

Opinião da Pequena: A premissa chamou a minha atenção, o fato de ter uma leitura coletiva me incentivou ainda mais e não deu outra…. A história me conquistou totalmente.

Começando pela escrita da autora. Nunca tinha lido nada dela, mas sério: flui tanto que quando a gente se toca quer burlar o cronograma da LC hahaha. Mas até que eu fui direitinho e até fiquei um pouco atrasada. No fim, tudo deu certo e conclui a leitura.

Todos os capítulos são bem construídos e os personagens principais e secundários são cativantes. Cada um do seu jeitinho! Gavin e Thea remetem a um problema muito comum nos relacionamentos gerais: a falta de diálogo. Mas esse deslize ensinou muito coisa para eles! Então, há males que vem para o bem. A questão da fala do Gavin é um plus da relação e diz muito sobre o verdadeiro amor.

Os integrantes do clube são as melhores pessoas e de uma forma leve e divertida mostram como dar um ponto final no machismo pode ser benéfico a todos, independente do gênero. Acho que todos deveriam participar de um grupo assim. A gente se diverte com a descoberta deles sobre o Pinterest, washi tape e as leituras de “Cortejando a condessa” dão um toque a mais nas páginas.

Crédito da Imagem: Instagram Estante das Abelhas

E a gente percebe que quem vive de passado é museu, porém, às vezes é importante mexer um pouco nele. Com cuidado e sabedoria da avó da Thea (quem tem as melhores sacadas) e da Liv. A propósito, a Liv é irmã da protagonista e espero que ela seja mais legal nos outros livros dessa série. ;-)

Os pais tem um papel fundamental nessa história. Tanto os do Gavin quanto os da Thea. Aliás, os capítulos em que aparecem emocionam e faz a gente tirar lições valiosas! Todo mundo tem problema e isso é inevitável, mas a forma como você decide lidar é o que faz tudo mudar. Não só a situação, como a maneira de ver o cenário.

Ah! As partes picantes são bem picantes mesmo hahaha. Mas ao mesmo tempo rende apelidos hilários e gírias surpreendentes. E o que dizer das pessoas do time de Gavin? Amigos reais mesmo! E é tão legal ver isso. As filhas deles são fofas e o Manteiga é o cachorro mais fofo do mundo. Começando pelo nome hahaha.

Enfim, recomendo a leitura a todos, inclusive aos boys! Vale cada parágrafo. Destaque para a capa perfeita e como disse antes, a história têm mais livros e acho que o que ficou no ar, vamos descobrir aos poucos. Espero que cheguem logo aqui no Brasil. Por favorzinho, Arqueiro.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! :)

Beijos, Carol.

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6
02.03.2021
* PJ Leu: A vida perfeita não existe! ♥

Ei, Gente! :) E a minha última leitura de fevereiro foi: A vida perfeita não existe, da autora brasileira Daiana Garbin. O livro publicado pela Editora Sextante (parceira do blog) é meio que um complemento de vários livros desse estilo, como “Corajosa sim, perfeita não“. Vamos lá? Boa resenha. ♥

Livro: A vida perfeita não existe | Autora: Daiana Garbin | Editora: Sextante
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Nesse livro, a autora divide com o leitor sua jornada à procura de respostas. Com base em estudos, pesquisas, entrevistas com especialistas e depoimentos de leitores, ela traça um panorama da frustração que sentimos ao perseguir um tipo de felicidade irreal e mostra como encontrar coragem para adotar uma nova atitude em relação à vida.

Opinião da Pequena: Desde o ano passado, estou ansiosa para ler esse livro. Li o primeiro da Daiana e mexeu muito comigo, então, acreditava que esse seria no mesmo esquema. E posso falar? Foi melhor do que eu esperava, tirando algumas ressalvas.

Recebi da Sextante no final de 2020 e assim que rolou, embarquei. E foi na hora certa! Quando eu comecei a ler, estava em uma semana ruim. Sabem aqueles sentimentos que a gente quer passar longe, mas quando menos espera: eles estão lá invadindo a nossa vida, sem pedir licença?

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Sentir ciúme, por exemplo, é uma das coisas que mais me deixa triste. Inveja então, meu Deus! Raiva, angústia, frustração nem fala…. Mas essas sensações são comuns e isso não significa que a gente seja uma pessoa horrível. Todo mundo já sentiu, sente ou irá sentir. Faz parte da vida. E a Daiana meio que normaliza esses sentimentos no sentido de acolher cada um. Sem julgamento. Entender o motivo disso acontecer e como você pode lidar, no seu tempo, com esses momentos.

São palavras duras, mas escritas com carinho e que plantam uma sementinha na gente. Claro que ninguém vai mudar da noite para o dia. Porém, é um processo possível de acontecer. Ao menos, é mais real do que aquela felicidade plena todos os dias da vida! A propósito, como o próprio nome do livro diz “A vida perfeita não existe“. E a gente tem que se acostumar que existem coisas que não temos controle e o que podemos controlar, pode colaborar para que a gente possa lidar com essa realidade.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Não é possível ser feliz o tempo todo. A infelicidade existe e a gente pode aprender muito com essa tão temida palavra! Aqui entra novamente a questão do acolhimento. Uma vez, eu li que para darmos valor a um dia bom é preciso lidar com um dia ruim. Entendem? ;-)

Também aprendi com esse livro sobre ressentimento e o quanto essa sensação pode nos ensinar e ser prejudicial à nossa saúde mental, se não resolvemos questões que estejam ligadas a ela. Li sobre nos tratar com bondade e respeito e a coragem para mudar essa relação com a vida no geral. Nas últimas páginas, achei alguns parágrafos meio repetitivos, mas acho que foi com a intenção de frisar bem a mensagem principal.

No mais, é uma leitura que flui bem e você tem vontade de devorar. O gênero é autoajuda, mas sem fórmula mágica. A escrita é delicada, afinal, o tema pede isso. E acredito que seja um que o leitor tenha de ter para sempre na estante. Acho que pode colaborar em várias situações e fases. Por quê? Bom, esse processo não termina nunca. Então, reler é uma boa.

Ah! Quem conhece a autora por conta de temas sobre transtornos alimentares, entre outros relacionados ao corpo, ela também aborda sobre esses assuntos nesse livro. E ajuda muito também! ;-) Enfim, recomendo.

Crédito da Imagem: Amazon

Nas últimas páginas, ela também aborda sobre a pandemia e é uma ajuda extra para todos. Obrigada, Daiana. Obrigada, Sextante! Enfim… Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! :)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Daiana Garbin
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5
24.12.2020
* PJ Leu: Conto – Contrato de Natal! ♥

Ei, Gente! :) Feliz véspera de Natal para todo mundo yay! E para entrar ainda mais no clima, separei uma dica literária: Contrato de Natal, da Renata Lustosa. Um conto de chick-lit natalino perfeito. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Conto: Contrato de Natal | Autora: Renata Lustosa
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Emília Fontenele não quer seguir o padrão imposto pela sociedade de que precisa ser uma garota comprometida. Afinal, já está quase na casa dos trinta. Mas isso não significa que a sua família indelicada tem de falar pra ela desistir de uma vez de arrumar um namorado. Que abuso!

Para dar uma lição nos seus familiares, decide pedir ajudar para o amigo do trabalho, que topa ser seu “namorado” no dia do Natal. Porém, quem aprende e descobre coisas além do que imaginava é ela mesmo.

Opinião da Pequena: Quando a Rê me convidou para ler o novo conto dela, não pensei duas vezes. Todas as histórias que ela escreve vão além de um simples chick-lit. E esse têm um especial: é de Natal. ^^

A premissa é bem clichê. Mas sabe aquele clichê que aquece o coração? Então! Personagens carismáticos, protagonista gente como a gente e elementos surpresas que fazem a diferença, até mesmo quando a gente já imagina o final.

E dessa vez, o tema abordado é a clássica imposição que a sociedade coloca na mulher, de que para ser feliz precisa ser comprometida. Em contrapartida, não para por aí. Como essa questão já tá tão enraizada, a própria Emília se cobra. E leva todos os discursos com desconfiança.

Amei como tudo foi amarradinho, ri muito e percebi como a protagonista cresceu, mesmo com poucas páginas. Fiquei apaixonada pela sua família e, claro, pelo Theo. Adorei o desfecho, algumas sacadas e o arquivo final que o leitor encontra na última página contém a melhor planilha. E mais uma vez: o único defeito é que a história acaba muito rápido hahaha. E confesso que imaginava uma capa mais natalina, entretanto….

O tema é de Natal, porém, acredito que seja um conto bem atemporal. Já que trata de assuntos distintos, mesmo com os clássicos “a tia dos namoradinhos” e tal. E além do tema central que contei anteriormente, aprendi que tudo está na forma como interpretamos. Às vezes, a gente fica tão focada em tal coisa, que não entende a real intenção de uma conversa. Ou de borboletas no estômago. Enfim, recomendo. O melhor contrato que já li.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica (clica aqui para baixar).

Beijos, Carol.

Post Antigo: Os delírios de Natal de Becky Bloom
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7
16.11.2020
* PJ Leu: Na corda bamba! ♥

Ei, Gente! :) E o PJ Leu da vez é Na corda bamba, da autora Kiley Reid. O livro, publicado pela Arqueiro, aborda temas como racismo, desigualdade social, entre outros. Enfim, vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Na corda bamba | Autora: Kiley Reid | Editora: Arqueiro
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3,5 livros

Sinopse: Emira Tucker, um jovem negra que trabalha como babá, está em um supermercado à noite, quando é abordada por um segurança. Ele a acusa de ter sequestrado Briar, a garotinha que ela cuida. No meio da confusão, alguém grava o vídeo e o pai da menina é chamado.

Alix, mãe de Briar, fica chocada com o ocorrido e decide que quer justiça pela Emira. Mas por sua vez, ela prefere deixar para lá. Então, quando uma parte do passado de sua “chefe” vem à tona, ambas são confrontadas com verdades que precisam ser encaradas.

Opinião da Pequena: Quando a editora anunciou esse lançamento, logo pedi o e-book para ler. Esse ano, tenho embarcado em mais histórias que falam sobre racismo e tenho aprendido bastante. Mas confesso que me decepcionei um pouco. :( A premissa é muito boa, porém, achei a construção um pouco confusa.

Começou muito bem e, do nada, foi para um outro viés que fiquei perdida. Quanto mais eu lia, mais eu queria saber o que rolaria. E apesar de ter gostado do desfecho, muita coisa, para mim, ficou meio no ar. Sem respostas! Em contrapartida, não é um livro ruim. Pelo contrário!

Mais do que nunca é importante pensarmos nessas questões, como preconceito racial e desigualdade social. E a autora planta uma sementinha na vida dos leitores para nos questionarmos ainda mais. Um atitude que pode ser nada para você, pode ser tudo para o outro.

Aliás, à temática central é tratada de forma sutil, nas pequenas atitudes do dia a dia. Como dar um uniforme de babá ou relacionamentos que seguem um padrão apenas para não serem vistos como racistas, sabem?

Crédito da imagem: Amazon

Quanto aos personagens: Emira está se descobrindo e, aos poucos, foca no que importa e o carinho dela por Briar é incrível. Zara é aquela amiga que eu queria ter na vida real. Não gostei da Alix, nem do Kelley. Acho os dois bem nada a ver. E Bri é uma menina de ouro!

Enfim, deixou um pouco a desejar para mim, mas deixou uma mensagem para eu repensar algumas atitudes, o que é sempre bom! O final é simples e diz tudo! E o que falar da capa? Perfeita, sem defeitos e mostra bem uma cena importante da história, que a propósito, queria que tivesse sido discutida mais.

Mas vale lembrar que o que não funcionou tanto para mim, pode funcionar para você. E, talvez, em outro momento, a história faça mais sentido para mim. Às vezes, tenho a sensação de que não entendi muito bem tudo! Porém, fica a parte do aprendizado. ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica.

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Vozes negras
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