01.06.2021
* Dicas para ter um mês mais leve! ♥

Ei, Gente! :) “A vida anda bem complicada, né? Cada mês que passa, cada notícia que a gente recebe, cada post que é compartilhado nos Stories, a sensação é de que o mundo não tem mais jeito não hehehe. #rindodenervoso.

Sabe, às vezes, eu prefiro ficar mais alienada do que 100% ligada em tudo o que está acontecendo. Mas sei que os dois extremos não são bons! O equilíbrio é quase sempre a melhor opção, né?

Enfim, a primeira temporada de 2021 chegou ao fim. Para alguns, a cada segundo, as coisas só pioram. Para outros, o otimismo é mais forte que o pessimismo. E a cada dia, eu chego (mais uma vez) a seguinte conclusão: que a única coisa que a gente pode fazer (de fato) é fazer a nossa parte.

Crédito da Imagem: @biapof

Nem tudo depende da gente, mas o que depende, a gente tem que tentar fazer da melhor forma que for possível. Comece, por exemplo, compartilhando frases de vó que dão um quentinho no coração do que aquela notícia que só causa ansiedade (e a gente já sabe de traz pra frente). ;-)

Leia um livro, faça carinho no seu pet. Ligue para aquela amiga, escreva! Dê valor a atitudes que mudam o mundo. Preste atenção no que é leve. A vida já é bem pesada. Assista uma série. Decore o seu planner! Tome um café (ou mate) na sua caneca favorita. Respeite, independente de qualquer coisa. Não tá legal? Se afaste, se for possível. Se não for, respira e tenta pensar que aquela pessoa tem uma outra vivência (por mais que seja surreal o posicionamento dela).

Ah! Compartilhe com alguém próximo que tal pessoa que você conhece tomou a vacina (aliás, eu tomei a minha primeira dose – por conta da asma – mês passado). Cada foto que eu vejo, me dá um quentinho no coração. Eu sei que tá tudo atrasado e dá muita raiva pensar que já era para tudo estar melhor. Mas o que te dá mais leveza? Um imagem de alguém tomando a vacina ou uma notícia do que, infelizmente, no momento, não dá para mudar?

O mundo ideal não existe. Na prática, a teoria é outra. Eu sei que têm dias, que é impossível ter leveza. Mas nessa hora, vale lembrar que dias ruins também servem para a gente valorizar os dias bons! Eu não sei quando o mundo não vai precisar mais de máscara e nem sei quando um simples espirro vai parar de amedrontar e um abraço assustar. Mas eu sei que quando tudo passar, porque vai passar, a gente vai ter mudado. Para o bem ou não, mas isso quem escolhe é a gente! ♥” (Texto – Por Carol Daixum – Pequena Jornalista)

Crédito da Imagem: @biapof

Desejo que junho, na medida do possível, tudo seja mais leve. Que por mais que o mundo esteja doido, que a gente veja beleza nos mais simples sorrisos, no niver que está chegando e nos comerciais que acalentam a alma. Que a gente fique feliz por pouco e que a empatia seja real (e não somente online).

Beijos, Carol.

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4
14.04.2021
* Pequena Escritora #6 – Ai meu Deus, cresci. Tô falando de dinheiro! ♥

Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, um texto meio que desabafo sobre ser adulto. Vamos lá? Espero que ajude de alguma forma. Desabafar por aqui já me ajudou. ♥

Que saudade dessa época!! ♥
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Crescer é libertador. Mas assustador na mesma medida (ou quase)! Outro dia me peguei falando sobre dinheiro mais a fundo com o meu namorado e me toquei “ai meu Deus, cresci” hahaha.

Juro que deu saudade da época em que eu só olhava o meu pai fazendo as contas do mês. Eu não fazia ideia! Que saudade de ser mera plateia, sabe? De não ter noção do que aqueles cálculos poderiam significar. Outro dia assisti um episódio de This is Us e eles falavam isso: como os pais conseguem esconder tão bem os perrengues que passam? Quando eu for mãe não sei como vou fazer não hahaha.

Não é que eu esteja passando perrengue, nem nada do tipo. Sou muito grata pela vida que eu tenho. Mas sei que ser adulto exige muito mais e que essa palavrinha é muito mais complexa do que eu imaginava. E olha que tô no momento de saber a teoria, não cheguei nem 50% da prática hahaha.

Nunca fui muito de querer rios de dinheiro. Sempre busquei (e busco) por uma vida normal. Nem muito, nem pouco. Meio termo mesmo! Equilibrada. Mas parece que até o equilíbrio custa caro. Ai assusta só de imaginar.

Mas não tô reclamando, tá gente? Dá um aperto no coração só de pensar na situação de várias pessoas que nem o básico tem (na Pandemia então, nem se fala). É só um post desabafo mesmo. Sei que tenho privilégios e valorizo todos. Em contrapartida, quis dividir um pouco dessa sensação com vocês.

Vida de adulto é incrível, mas nem tudo são flores. Então, crianças não cresçam antes da hora, ok? Parece papo de pessoa mais velha nada descolada, mas juro que faz total sentido. E quem diz isso é uma mulher de 34 anos, que têm sensações de 15 anos, mas que tá vendo a vida cobrar em alguns sentidos. ;-)

Minha reação quando eu me toquei “ai meu Deus, cresci” hahaha.
Crédito da Imagem: Anatomia Pop

***

É isso, pessoal. Faz algum sentido para vocês esse texto aleatório? Podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

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23.02.2021
* Vale a pena ter parceria com editoras de livros? ♥

Ei, Gente! :) Tenho lido alguns posts no Insta e pela blogosfera sobre parcerias com editoras. Eu nunca fui muito de falar sobre, porque dependendo da abordagem pode criar uma polêmica meio nada a ver.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Mas eu decidi comentar um pouco no post do dia. ♥ Primeiro, vou contar que recebi duas respostas negativas hoje de seleção de blogs parceiros. Confesso que fico meio triste. Ganhar livro é muito bom, porém, o que mais mexe comigo é o reconhecimento do meu trabalho. Blogar é incrível, mas não é fácil. E receber um “sim” dá um quentinho no coração e a sensação de que estou no caminho certo.

Entretanto, acho que já fiquei mais frustrada. São inúmeros canais literários e acredito que não deva ser fácil para cada equipe de marketing escolher apenas alguns blogs, instas e tal. Dá aquela mini tristeza para quem não foi escolhido, mas ao mesmo tempo a gente vê que blogar vai além.

Crédito da Imagem: PNG e Gif Base

Tenho duas editoras parceiras oficiais aqui no blog: Arqueiro e Sextante. Ambas são do mesmo grupo e a parceria funciona para os dois lados, sabem? Não é remunerada, mas o carinho e as histórias fazem tudo valer a pena. Outra que eu participo de algumas ações é a Editora Mol. Sou fã e acho o trabalho deles incrível. Todo produto, o valor é revertido para alguma ONG. É um prazer divulgar cada publicação que recebo.

Mas claro que já cai em algumas ciladas e tudo serve de aprendizado. :) Então, se assim como eu, você recebeu um “não”, saiba que não está sozinha. Faz parte e acredito que seja um incentivo a mais, até mesmo para mudar a nossa mentalidade. Para começar, que tal apoiar aquele autor nacional? As parcerias com eles sempre são válidas, pelo menos comigo tem gostado bastante! Seja para divulgar, ler ou entrevistar.

Ah! Pesquise e veja se as editoras que você está se inscrevendo tem o seu perfil literário e do seu público. Não se inscreva apenas para ganhar livros. Converse com as pessoas desse meio, saiba como é o dia a dia, se você não vai ter de ser uma máquina de leitura ou se a parceria é benéfica para todos. E, por fim, mas não menos importante: valorize o seu trabalho. Nos mínimos detalhes!

Crédito da Imagem: Pinterest

Falando nisso, eu acredito que meios de comunicação desse nicho podem ser remunerados. Não que eu ache que tenha de virar uma vitrine de publis, mas publicidade bem pensada e honesta, pode render bons frutos. E o cenário que muitas vezes já vi é que empresas dessa área, não dão o devido valor aos influenciadores de livros. O foco nem sempre é o conteúdo e, sim, o número.

Enfim, a ideia é mostrar a importância da leitura sempre. Mas valorizar o que eu faço também! O PJ ser a minha principal fonte de renda é um desejo. Eu realmente amo blogar e ganhar financeiramente com isso, vai me ajudar unir o útil ao agradável.

Sim, eu tô meio desanimada, mas tentando focar em outros pontos! Acho que permuta é uma opção que muitas vezes vale a pena. Ainda mais se a gente se identifica com a editora. Espero que ano que vem o “não” vire “sim”, que eu nunca desista e que a Record me note hahaha. Afinal, eu sou a louca do chick lit hahaha. Brincadeirinha, mas o que eu tenho vontade mesmo é que eu me valorize cada vez mais, sem perder a essência, independente da situação. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

***

Ah! Tudo o que eu escrevi é de acordo com a minha experiência, ok? E é um relato bem sincero e de coração! Jamais vou julgar alguém que tenha uma opinião contrária. E respondendo a pergunta do título do post: sim, vale a pena. Mas tudo depende e se ambas as partes estão alinhadas.

Agora eu quero saber: o que vocês acham? Podem opinar à vontade! :)

Beijos, Carol.

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3
28.01.2021
* Abandonar a leitura: sim ou não? ♥

Ei, Gente! :)

Esse é um dilema mega presente na vida de leitores. Aliás, que atire um marcador de livro, quem nunca passou por isso. Seja você bookaholic ou no início da sua carreira como leitor. Abandonar ou não a leitura… Eis a questão! Hahaha.

Não há uma única e exclusiva resposta. Tudo vai depender de cada situação, sabe? Mas queria compartilhar dois momentos da minha vidinha.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

A maioria deve saber do meu amor pelo livro “Menina de 20“, da Sophie Kinsella. Em contrapartida, pasmem: ele não me conquistou de primeira. A história só começou a fluir do jeitinho que eu gosto do meio para o final… Surreal, né? Acho que quase ninguém imagina isso! Existem livros que não se encaixam naquele doce amor à primeira vista. Mas isso não significa que você tenha de abandonar de cara! Deixar a leitura para lá, pode fazer com que você perca histórias incríveis e que marcam a gente para sempre.

Então, por conta dessa experiência, acho que desistir logo nos primeiros desafios, pode fazer com que você perca bons momentos literários. Em contrapartida, insistir naquilo que realmente não está rolando naquele momento, pode fazer com que a leitura vire obrigação chata e o prazer de ler vá por água abaixo.

Crédito da Imagem: Amazon

Ano passado eu tentei ler “Dedique-se de coração“, a história da Starbucks, uma marca que eu amo. Sabia que fugia do estilo de livros que estou acostumada, mas eu queria conhecer e matar todas as minhas curiosidades sobre. Nas primeiras partes, fiquei mega feliz e animada. Mas a partir do momento que eles começaram a colocar finanças no meio, o desânimo tomou total conta. Ou seja, tudo parou! Fiquei 1 mês quase sem completar nenhuma leitura.

Nesse caso, cheguei à conclusão, de que era melhor deixar para lá. Pelo menos, por agora. Afinal, tava me atrapalhando mais do que enriquecendo meu lado leitora.

Crédito da Imagem: Amazon

Então, se esse dilema está tomando conta do seu dia a dia, veja a razão por trás e se tá valendo a pena a insistência. E qual é a situação? Seja sincero e pronto! Talvez, seja uma leitura para um outro momento ou simplesmente não seja para você. E, ok, sabe? Não tem problema! Há tantos livros incríveis por aí. Dê uma chance ou uma nova chance. Se é que me entendem. ;-)

***

E aí? Me conta sua opinião, que eu vou adorar saber! Tem alguma dica para resolver essa questão? Compartilha.

Ah! O livro da primeira foto eu não abandonei, mas apesar de amar o filme, às vezes, tenho a sensação de que posso querer abandonar. Mas vou tentar não pensar nisso e me arriscar. Não posso desistir antes de começar, né? hahaha

E, gente, vale lembrar que tudo depende da situação. O foco desse post é mais para aquelas leituras por livre escolha, ok?

Beijos, Carol. ♥

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22.01.2021
* Livros para quem quer escrever chick lit! ♥

Ei, Gente! :) Essa semana rolou a 1ª live de 2021 lá no Insta do blog. O tema? Chick lit, com a escritora brasileira Rê Lustosa. Foi um bate-papo tão legal e ela aproveitou para indicar alguns livros para quem quer escrever histórias do gênero.

Quem perdeu, fica tranquilo, que a live ficou salva aqui. Mas para facilitar a vida, trouxe as sugestões de lá para cá. Então, bom post. ♥

Escrever não é apenas escrever e pronto. A Rê contou na conversa, que além de ler muito sobre esse gênero, algumas técnicas podem facilitar a vida do escritor. Oficinas de escrita são bem-vindas e livros sobre o tema também. Aqui no Brasil, ela recomendou três, incluindo um de roteiro e diálogos, que são fundamentais para uma história ser bem recebida pelo leitor.

Então, temos: “Como escrever diálogos“, da Silvia Adela Kohan. Esse foi o que mais me interessou e quero muito comprar. Acho que vai me ajudar nos projetos futuros. Também tem “Story“, de Robert McKee. Esse é mais para o lado do roteiro, mas indispensável para autores também. E “A Jornada do Escritor“, de Christopher Vogler, eu já tinha escutado falar. De acordo com a Rê, ele fala sobre uma estrutura que funciona muito com os leitores daqui. ;-)

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

No Brasil, o que a gente repara muito é que esse gênero ainda precisa ser mais reconhecido e explorado. Lá fora, a nossa convidada encontra até mais livros que colaboram com autores de chick lit. Quando meu inglês estiver melhor, vou querer todos os quatro! ;p

Anotem aí: “Will Write for Shoes“, de Cathy Yardley. Dá para perceber que é bem específico e como eu espero que um dia tenha em português. É bem mais fácil aprender na língua de casa, né? Também tem “How to write dazzling dialogue“, de James Scott Bell. Mais um que aborda sobre diálogos! Temos “See Jane Write“, de Sarah Mlynowski e Farrin Jacobs. Outro que dá para perceber que é bem específico! Editoras, vamos trazer para cá? ;-) Por fim, mas não menos importante: “Romancing the Beat“, de Gwen Hayes. A Rê contou que é tipo um livro que ajuda na escrita de romances de beijinhos, digamos assim.

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. :) Essa é mais uma forma de falar: leiam esse tipo de romance, caso o único motivo seja ter um certo receio com esse gênero. Sei que muitos acreditam que são histórias irrelevantes, mas é totalmente o oposto. Arranca risadas e muitos aprendizados (com muita leveza)! ;-)

Ah! Mais uma coisinha que a Rê falou e acho que pode ajudar muito o pessoal que deseja escrever chick lit: leiam outros estilos de livros também. Principalmente, se você tiver no processo de escrita. Quando a gente lê muito, sem querer, pode acabar pegando alguns vícios de autores. É ótimo ter referências, mas que não passe disso.

Gostaram? Podem opinar à vontade. Tem algum livro que pode ajudar? Não deixe de indicar. E obrigada pela ajuda, Rê!! Lembrando que todas as resenhas das histórias da Rê, vocês encontram por aqui no PJ. ♥

Beijos, Carol.

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