22.04.2021
* TBT Literário: Depois Daquela viagem! ♥

Ei, Gente! :) O TBT da semana vai ser literário. Um livro que marcou a minha adolescência e que guardo até hoje: Depois daquela viagem, da autora brasileira Valéria Piassa Polizzi.

Livro: Depois Daquela Viagem | Autora: Valéria Piassa Polizzi | Editora: Ática
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Valéria é uma jovem que adora se divertir com amigos. Têm as dúvidas que a maioria tem na fase adolescente, como “ficar” ou namorar. A descoberta da sexualidade, o terror do vestibular, entre outras questões. Mas com uma diferença: ela contraiu AIDS depois de um relacionamento que começou em uma viagem, aos 16 anos de idade.

É um livro de não ficção, onde a autora conta a sua história real de uma forma leve e tocante. Em algum momento, o leitor vai se identificar e aprender algo para a vida toda!

Opinião da Pequena: Eu li esse livro quando eu tinha uns 15 anos ou um pouco mais. Não lembro de tudo com detalhes, mas sei que foi uma das primeiras histórias literárias que marcou com um assunto “adulto”.

Me assustou a forma como ela descreveu a sua primeira relação sexual (sem camisinha). Eu torcia para nunca encontrar alguém como o dito cujo. E foram as primeiras informações, de uma maneira leve e necessária, que tive sobre a realidade de uma pessoa com AIDS.

É impressionante como passou mais de 10 anos e muito preconceito ainda rola em torno dessa doença. Acho que mais do que tudo que o vírus HIV significa, o preconceito é uma das coisas que mais deve incomodar. Como ela mesmo diz no livro “pior do que ter AIDS” é “fingir que não tem AIDS”.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

No mais, a escrita é leve, informal e em muitos momentos “divertida”. É impossível não se identificar com alguma comparação da Valéria. Aliás, faz com que a gente queira ser amiga dela. Também aborda sobre a amizade, família e viagens.

Enfim, é um livro que aquece, deixa o leitor pensativo e que ensina muito. E faz a gente ver que pode evitar tudo isso, porém, se conhecer alguém com essa doença ou você for essa pessoa, não dê as costas para ela. Dê cinco minutinhos e entenda a sua história, sem julgamentos.

Eu tenho muita vontade de reler. E fiquei feliz em saber que a escritora está bem e mega ativa. E que “Depois Daquela Viagem” tem marcado outras gerações. Se você ainda não leu, eu recomendo. Independente da sua idade! ♥

***

Gostaram do TBT Literário? Podem opinar à vontade. :)

Beijos, Carol.

Post Antigo: Coisas para fazer antes dos 30!
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2
21.04.2021
* Para ler melhor: marcador de livro (magnético)! ♥

Ei, Gente! :) Eu li no Insta hoje que é o Dia Internacional da Papelaria. Não consegui achar mais informações, então, não sei se a marca apenas criou essa data da cabeça dela. Mas como a gente ama item de papelaria, vamos aderir hahaha. Porém, na sexta-feira (23 de abril) é Dia Mundial do Livro e os temas da semana do PJ são ainda mais voltados a esse tema. Ou seja? Partiu unir o útil ao agradável: um post com marcadores magnéticos, que a propósito casa com um pedido de uma seguidora do Insta. ♥

Para começar, eu amo os personalizados e em miniaturas. Dão até uma inspiração a mais na hora de ler. E parece que na hora de fechar o livro dá uma sensação de que ele está sendo “bem guardado” hahaha. Não sei se eu sou louca ou vocês também acham isso hahaha.

Sou doida por essa duplinha da Meg & Meg. São fofos, mas de um jeito clean. E as cores lindas! Também vi esse na lojinha da Lari Marcadores e morri de amores! Fofinho na medida certa. E o de bichinhos disponíveis na Tracejado são perfeitos e fico com muita pena de usar, mas eu uso hahaha.

Crédito das Imagens: Meg & Meg, Lari Marcadores e Tracejado
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

E tem uma papelaria gringa que é o meu sonho de consumo: kikki.K. Sério, eu fico fazendo várias listinhas de desejo e agradeço pela Bee Mine disponibilizar alguns produtos para a gente. :) Fiquei in love por essa duplinha. Olha esse caracol, gente! Não sou obrigada a passar vontade sozinha. ;p

Crédito das Imagens: kikki.K e Pequena Jornalista
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Para finalizar, não poderia faltar o do PJ, né? Eu amo tanto o marcador do blog. Representa muito bem! Tenho até que fazer mais, que tá acabando. :)

Essa doto dá para ver melhor. :)

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É isso, pessoal. Agora me contem: gostam desse tipo de marcador? E qual que você mais amou além do protagonista do post (o do blog cof cof ^^)? hahaha #brincadeirinha ;p!

Beijos, Carol.

*** Pessoal, sobre a promoção do Dia Mundial do Livro, vou atualizar no post do dia 23 de abril. Acompanhem o blog e o Insta para as informações oficiais. :)

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20.04.2021
* Um bom ritmo literário: lenda ou cada um tem o seu? ♥

Ei, Gente! :) Afinal, existe um bom ritmo literário? Bom, ele não é um mito. Mas esse tema é muito relativo. Calma, que eu explico. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Quem nunca ficou se perguntando como “fulana de tal consegue ler tantos livros por ano e eu leio uma página e já to de saco cheio“? Porém, saiba que isso acontece com quase todo mundo, ao menos, uma vez na vida. E não é só com leitor novo não. Bookaholics também sofrem! Falo por experiência própria.

Em contrapartida. é importante saber que cada pessoa tem o seu ritmo e vários fatores podem influenciar nessa sensação que acaba desanimando. Mas em primeiro lugar: tente não se comparar, principalmente, se você está criando esse hábito agora. :) Às vezes, tal blogueira consegue concluir cem leituras por ano porque o blog dela vive de resenhas. É o trabalho dela, entende?

Tem muita gente que consegue ler mais de um livro por vez. Então isso acaba ajudando. E eu já falei algumas vezes por aqui isso e volto a repetir: qualidade é melhor que quantidade, viu? Se conseguir unir os dois, melhor ainda. ♥

Crédito da Imagem: Google

A ansiedade também não ajuda. E você sabia que enquanto muitas pessoas voltaram a ler ou conseguiram incluir a leitura na sua rotina, muita gente ficou travada nesse sentido nessa pandemia (que não acaba nunca kkkkring)? Ah! Às vezes, a história escolhida também não ajuda em nada.

Resumindo: acho que a pergunta do título do post tem mais a ver com cada um. E depende muito do momento em que você tá passando. Têm vezes que eu consigo ler muito e outras que não dá nem para concluir uma leitura de um conto. Então, tenta não se cobrar.

Mas sabe uma coisa que tem me ajudado muito a manter um bom ritmo literário? Fazer parte de leituras coletivas. Nem sempre consigo comentar com o pessoal sobre aqueles capítulos do cronograma estipulado. Entretanto, sei que vou ler ao menos algumas páginas. Meio que um comprometimento com o grupo e comigo. :)

Crédito da Imagem: Pinterest

Agora eu quero saber: como anda o seu ritmo literário? No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Leitura Coletiva
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19.04.2021
* PJ Leu: Adultos! ♥

Ei, Gente! :) Para terminar a semana, separei uma dica literária: Adultos, de Emma Jane Unsworth. Um livro que tem tudo a ver com a atualidade! Vamos lá? Boa leitura. ♥

Livro: Adultos | Autora: Emma Jane Unsworth | Editora: Intrínseca
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 2,5 livros

Sinopse: Jenny McLaine parece estar com tudo, afinal, trabalha para uma revista online descolada, tem uma casa própria e namora um fotógrafo famoso.

Nas redes sociais, provavelmente, as pessoas acreditam que a vida dela é um mar de rosas. Mas a realidade é bem caótica. Ela passa por dramas que vão desde uma legenda perfeita até a quantidade certa de emojis.

Mas o hábito de compartilhar tudo traz algumas consequências, como um término e algumas amizades ficam abaladas. E para completar, ela vai ter de conviver novamente com a mãe novamente. Enfim, aos 35 anos de idade, a protagonista precisa, mais do que nunca, aprender a lidar com as incertezas do futuro. :)

Opinião da Pequena: Quando eu vi esse livro, imaginei ser uma leitura excêntrica e que não tivesse muito a ver comigo. Mas quando eu li a sinopse, me apaixonei. Enquanto não chegou, não sosseguei. Aliás, obrigada pelo presente, namô. ♥

Para começar. a Jenny narra cada capítulo, que a propósito são bem curtos. Pontinho extra para a autora. :) É uma história que causa identificação entre a personagem e o leitor. Na parte do celular, nem se fala. Amei a sacada das legendas do Instagram. A parte do croissant é hilária hahaha. É como diz o ditado, quem vê post, não vê corre (ou algo assim hahaha).

Foi uma leitura que me prendeu e me surpreendeu em alguns momentos. Ri bastante! Mas em certas partes, me senti totalmente perdida. É uma mistura de sensações, sabem? Um universo do qual me identifico, mas algumas coisas achei meio fora da minha realidade.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Temas importantes são abordados e de uma forma que parece vida real, como o dilema de “ser mãe ou não”. Triste algumas vezes, mas acho que pode ajudar muitas pessoas. Até mesmo relacionamentos! :) E quanto ao clássico “Ter 35 anos e não saber muito o que tá fazendo da vida” é ideal para quem tá quase chegando lá. Me senti menos sozinha, mesmo sabendo que a protagonista é fictícia (eu acho).

Sobre os outros personagens: a mãe dela no começo, achei bem doidinha! Mas acho que na real ela é a melhor amiga da Jenny. Os conselhos sobre o celular, por exemplo, são bem verdadeiros. Quanto ao boy fotógrafo, não sei opinar hahaha. E a influenciadora da história, eu acho que ela que era obcecada e não o contrário. Mas sem muitos detalhes para não dar spoiler.

Sobre a Kelly, preciso dizer que me decepcionei um pouco, em contrapartida, a relação das duas me ajudou com algumas questões de amizades que eu tenho. Não curti muito a parte de festas e tal. Mas talvez eu seja careta hahaha. E, claro: aprendi lições, como “ter coragem para mudar o que pode ser mudado, e um terapeuta para aceitar o que não pode”. É tão o meu dia a dia esse trecho hahaha.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Enfim, rendeu boas gargalhadas. Lições sobre trabalho, família, amigos e a vida no geral. Não consegui entender tudo, mas o saldo até que foi positivo. Talvez em outro momento eu absorva melhor. Por isso, indico sim. Jurava que era meio chick lit, mas tal só um pouquinho mesmo.

Ah! E quanto à capa, traduz bem a vida de adulto, mesmo não entendendo muito o propósito do cachorro nela. Mas posso ter perdido alguma coisa no meio da leitura hahaha. :)

Já leu? Conta o que achou. No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

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14.04.2021
* Pequena Escritora #6 – Ai meu Deus, cresci. Tô falando de dinheiro! ♥

Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, um texto meio que desabafo sobre ser adulto. Vamos lá? Espero que ajude de alguma forma. Desabafar por aqui já me ajudou. ♥

Que saudade dessa época!! ♥
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Crescer é libertador. Mas assustador na mesma medida (ou quase)! Outro dia me peguei falando sobre dinheiro mais a fundo com o meu namorado e me toquei “ai meu Deus, cresci” hahaha.

Juro que deu saudade da época em que eu só olhava o meu pai fazendo as contas do mês. Eu não fazia ideia! Que saudade de ser mera plateia, sabe? De não ter noção do que aqueles cálculos poderiam significar. Outro dia assisti um episódio de This is Us e eles falavam isso: como os pais conseguem esconder tão bem os perrengues que passam? Quando eu for mãe não sei como vou fazer não hahaha.

Não é que eu esteja passando perrengue, nem nada do tipo. Sou muito grata pela vida que eu tenho. Mas sei que ser adulto exige muito mais e que essa palavrinha é muito mais complexa do que eu imaginava. E olha que tô no momento de saber a teoria, não cheguei nem 50% da prática hahaha.

Nunca fui muito de querer rios de dinheiro. Sempre busquei (e busco) por uma vida normal. Nem muito, nem pouco. Meio termo mesmo! Equilibrada. Mas parece que até o equilíbrio custa caro. Ai assusta só de imaginar.

Mas não tô reclamando, tá gente? Dá um aperto no coração só de pensar na situação de várias pessoas que nem o básico tem (na Pandemia então, nem se fala). É só um post desabafo mesmo. Sei que tenho privilégios e valorizo todos. Em contrapartida, quis dividir um pouco dessa sensação com vocês.

Vida de adulto é incrível, mas nem tudo são flores. Então, crianças não cresçam antes da hora, ok? Parece papo de pessoa mais velha nada descolada, mas juro que faz total sentido. E quem diz isso é uma mulher de 34 anos, que têm sensações de 15 anos, mas que tá vendo a vida cobrar em alguns sentidos. ;-)

Minha reação quando eu me toquei “ai meu Deus, cresci” hahaha.
Crédito da Imagem: Anatomia Pop

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É isso, pessoal. Faz algum sentido para vocês esse texto aleatório? Podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: O que ela não mostra, vira texto!
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