19.01.2023

Ei, Gente! :)

Mais um texto para vocês. Dessa vez, o tema é mudança.

Boa leitura! ♥

“Eu já passei por algumas mudanças na minha vida. Em vários sentidos!
Mudei de cidade. Mudei meu jeito de pensar e agir. Mudei de casa.
Encerrei ciclos também. De amizades, de relacionamentos amorosos. De trabalho!
Mas, aos poucos, aprendo que um fim, na verdade, pode ser um (re)começo.
Talvez por isso, o Ano Novo seja sinônimo (para mim) de começar novamente. Por mais que eu saiba que é só uma data que muda. Um calendário que dá lugar para outro calendário. Novinho em folha!

2023 eu comecei na minha casinha e do marido! Apesar de ser uma mudança por um bom motivo, confesso que a virada dessa vez me deixou um vazio. Saber que aquele lugar que eu tanto amo e passei dos mais variados momentos (teve até pandemia) não faria mais parte da minha rotina cortou o meu coração! Cada arrumação, um sentimento de perda tomava conta de mim. Tentava não chorar para não preocupar ninguém. Mas o choro veio e ao lado de algumas das pessoas que mais amo no mundo. Aliviou. Chorar não é a melhor coisa da vida, porém, pode sim lavar a alma. Eu lavei a minha!

E aí que a primeira semana dessa novidade foi bem ruim. Para completar, a TPM não ajudou muito! E quase todo mundo que eu perguntava parecia não entender o que eu estava sentindo. Me senti um E.T. Sessões de terapia foram fundamentais. Conversas com o marido também! Irmã e amigos! As meninas do Clubinho do PJ? Me entenderam e me fizeram sentir em casa. Nada do que eu estava sentindo era anormal.

Mudanças, por melhores que sejam, significam encerrar ciclos. E dói e aceitar isso é uma forma de autocuidado com a gente. Só não vale deixar a tristeza ditar a vida. Se não, seguir em frente vai ser uma tarefa impossível.

Ainda estou me acostumando. Não me sinto 100% em casa. Mas já não choro com tanta frequência e cada vez mais me sinto bem no meu novo lar doce lar. O outro ainda deixa um vazio, mas a saudade está mudando de forma. Viu? Até esse sentimento muda. O novo assusta, em contrapartida, no tempo de cada pessoa, ele traz sensações tão boas quanto as do passado.

Então, ao mudar e, consequentemente, encerrar um ciclo, não fique se cobrando 100% felicidade. Mesmo que seja por um excelente motivo! Aceite, acolha e vai aos pouquinhos. Mudanças machucam, mas despertam novas lembranças e memórias. Não é fácil, mas juro (juradinho) que vale a pena! ♥”

***

É isso, pessoal. :) Um texto para contar um pouquinho do que está rolando por aqui e também com a intenção de não deixar ninguém se sentir sozinho no mundo.

No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol. ♥

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carol
17.01.2023

Ei, Gente! :)

Começo de ano tem muito a ver com objetivos e tal, né? Então, para o post do dia vou responder uma Book Tag chamada “Metas literárias 2023“, que vi no canal “Me acabei de ler“.

Vamos lá? Boa leitura. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

1. Quantos livros pretende ler?
R:
Já contei por aqui que prezo mais qualidade do que quantidade. Mas por ser meu trabalho, quero trazer mais resenhas para vocês. Então, acho que uns 25/30. :)

2. Uma continuação que você quer ler?
R: Quero ler “A pequena padaria do Brooklyn“, que é o segundo da série “Destinos românticos”, da Julie Caplin.

Crédito da Imagem: Amazon

3. Um autor que você quer ler pela primeira vez e qual livro?
R:
Agatha Christie e o que eu tenho aqui em casa é “Um corpo na biblioteca“.

Crédito da Imagem: Amazon

4. Um autor que você gosta muito e pretende ler mais coisas dele e qual livro?
R: Sophie Kinsella, claro! E ansiosa pelo lançamento no Brasil de “The Party Crasher” (não sei qual será o título em português). Aliás, será agora no 1º semestre! Uhul \o/!

Crédito da Imagem: Amazon

5. O que você vai se desafiar a fazer diferente em 2023?
R:
Acho que procrastinar menos, sabem? Até mesmo nas leituras. :)

6. Um calhamaço que pretende ler?
R:
O que sobra“, do Príncipe Harry.

Crédito da Imagem: Amazon

7. Livros nacionais para ler?
R:
Têm muitos na minha listinha, mas o primeiro é “A caixa de música“, da Lu Piras. Também tem “Felicidade crônica“, da Martha Medeiros.

Crédito das Imagens: Amazon

8. Um livro que pretende reler?
R:
Eu não sou muito de reler, mas acho que “O melhor lugar do mundo é aqui“.

Crédito da Imagem: Amazon

9. Um livro hypado que você finalmente pretende ler?
R: Quero muito embarcar em “A biblioteca da meia-noite“, de Matt Haig.

Crédito da Imagem: Amazon

10. Um livro clássico que você quer ler?
R:
O mundo de Sofia“, de Jostein Gaarder.

Crédito da Imagem: Amazon

11. O lançamento que você tá mais ansioso?
R:
O da Sophie Kinsella, sem dúvida! ♥

***

É isso, pessoal. :) Agora me conta um livro clássico que você deseja ler e de algum autor brasileiro também! No mais, podem opinar à vontade.

Beijo, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – O melhor lugar do mundo é aqui
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carol
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13.01.2023

Ei, Gente! :)

Sexta-feira 13 combina com uma série meio “assustadora”, né? Então, hoje a minha indicação vai ser a última que assisti na Netflix: Wandinha.

Vamos lá? Boa leitura! (leia com o som do estalar dos dedos hahaha) ♥

Crédito da Imagem: Papo de Cinema

Para começar, um resuminho do que se trata: Wandinha Addams foi mandada para Academia Nevermore, onde ela precisa dominar suas habilidades paranormais. Chegando lá, ela começa investigar (por conta própria) uma série de assassinatos sobrenaturais pela cidade. Nessa saga, Wednesday (como é chamada no original) descobre casos que envolvem seus pais e também precisa aprender a equilibrar relações novas e complicadas com a sua personalidade peculiar.

Crédito da Imagem: Mundo Conectado

Eu adoro a Família Addams e mesmo sabendo que essa série teria um toque mais sombrio, decidi assistir com o marido. E ainda bem que a gente embarcou! :)

Demorou para fluir. Ficamos preso no 2º episódio por um bom tempo, mas depois a curiosidade falou mais alto e maratonamos.

Tive alguns pesadelos, mas nada grave hahaha. Bem produzida e com um elenco que mandou bem, gostei muito. A premissa é instigante e remete à infância. Aliás, a mãozinha é a minha favorita e a cena da dança é icônica. A gente fica tentando decifrar os mistérios junto com a protagonista e por mais que esteja na cara muita coisa, deu bug umas horas por aqui e os responsáveis conseguiram confundir hahaha!

Crédito da Imagem: Cine Pop

Destaque para a Wandinha (da minha época hahaha) que está perfeita no papel de professora. Também gostei do Uncle Fester e o irmão dela achei bem diferente do original, incluindo o pai que não lembrava dele desse jeito. Mas a Mortiça eu adorei e achei fofa uma cena em específico, mas sem spoiler. ;-)

Gostei que vai ter a segunda temporada. Porém, tudo ficou bem amarradinho, mesmo com algumas pontas soltas. Xavier conquistou e destaque para a dupla improvável Enid e Wandinha. E o cara da abelha é um dos melhores!

Crédito da Imagem: Aqui

Mesmo de forma sombria, é uma série que fala sobre amizade, família e nos mostra que coragem não é ausência de medo. Pelo contrário! No mais, adorei a trilha sonora, o figurino, as sacadas (celular, por exemplo).

Por fim, cuidado para não confundir boa aparência com boas intenções! ;-) Falando nisso, temos muito o que aprender com a protagonista, que a propósito esse diálogo fez toda a diferença!

Crédito da Imagem: Bia Pof

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! ;-)

Beijo, Carol.

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carol
10.01.2023

Ei, Gente! :)

A primeira resenha de 2023 está oficialmente no ar. O PJ Leu da vez é “A razão do amor“, da autora Ali Hazelwood. Publicado pela editora Arqueiro (parceira do blog), esse livro foi uma das últimas leituras do Clubinho do ano passado, mas que só consegui finalizar hoje.

Então, vamos lá? Bom post. ♥

Livro: A razão do amor | Autora: Ali Hazelwood | Editora: Arqueiro
Nota: 4,8 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: A carreira de Bee Königswasser está indo de mal a pior. Quando surge um processo seletivo para liderar um projeto de neuroengenharia da Nasa, ela se faz a pergunta que sempre guiou sua vida “o que Marie Curie faria?”. Participaria, é claro.

Depois de conquistar a vaga, Bee descobre que irá precisar trabalhar com o intragável Levi Ward. Tudo bem, ele é alto e lindo e tem olhos verdes incríveis. E por algum motivo está sempre pronto para salvá-la quando ela mais precisa. Porém, não dá para esquecer que ele deixou bem claro o que pensa dela e não foi coisa boa!

E quando o projeto começa a ficar conturbado, ela não sabe se é o córtex cerebral pregando peças, mas pode jurar que Levi está apoiando as suas decisões e, digamos, devorando-a com aqueles olhos. Então, chega o momento em que ela precisa se decidir e fazer uma outra pergunta: o que Bee vai fazer?

Opinião da Pequena: Eu demorei mais do que imaginava para finalizar essa leitura. O problema é que estava bem corrido por aqui e toda hora que eu pegava não conseguia ler muito! Mas tem livro que é assim, mesmo não fluindo, quando acaba, notamos o quão bom ele é!

Eu gostei muito de “A hipótese do amor“, o primeiro da autora. Mas esse surpreendeu muito mais e achei a história mais divertida. Bee é aquela protagonista com medos reais, porém, traz leveza com seu jeitinho! Não é sofrido, sabe? Fora os outros personagens icônicos, como Rócio e sua irmã gêmea.

E de um jeito leve fala sobre temáticas importantes, como testes padronizados na neurociência e preconceitos contra mulheres no ambiente acadêmico. E é muito bom saber que, aos poucos, as coisas estão melhorando! Por isso, sempre digo: chick lit vai além e traz temas que fazem a diferença no mundo real. Por mais que não seja desse meio profissional, dá para perceber a importância de trazer esses assuntos, que podem servir para outros meios.

Crédito da imagem: Amazon

No mais, a premissa é incrível. A gente já imagina o que vai acontecer, mas os elementos surpresas deixam a história ainda mais interessante. Também têm aquelas sacadas divertidas do tipo “ai meu Deus, vou morrer antes de ter Pânico 6?” e o leitor fica se perguntando se alguns personagens são reais ou não. E a linguagem que ela usa achei bem a cara de “The big bang theory”. Fiquei perdida algumas vezes, mas de um jeito legal hahaha.

E, claro, Marie Curie virou uma das divas do Clubinho. Obrigada por nos apresentá-la, Ali. Aliás, obrigada por ter criado Levidiota, que de idiota não tem nada hahaha! Eu só não dei nota máxima, pois alguns desfechos me deixaram meio tipo “poxa”. Têm personagens que não curti o final feliz, mesmo entendendo o possível motivo por trás.

Por fim, recomendo a leitura de olhos fechados. Sem dúvida, essa autora entrou na nossa listinha de que temos de ler sempre que ela lançar alguma história. ;-)

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! E se quiser ajudar o bloguinho (sem pagar nada a mais por isso), garanta o seu exemplar no link de associado.

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – A farsa do amor
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carol