28.11.2023

Ei, Gente! :)

O Rio de Janeiro está longe de ser a cidade maravilhosa, mas como uma boa carioca preciso ressaltar algumas qualidades que amo no meu dia a dia. Além de ser lindo (esteticamente), temos restaurantes incríveis também. Não apenas no quesito sabor, como no atendimento e na decor do ambiente.

Recentemente, eu e marido comemoramos 1 ano de casados e para celebrar a data, decidimos almoçar no Loire Bistrô, que fica no Vogue Square (Barra da Tijuca). Então, com vocês mais um Turistando com a Pequena. Bom apetite! ♥

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

A ideia era comemorar no restaurante em que ficamos noivos (lá em Copacabana, depois falo sobre ele). Porém, como tinha o show da Taylor Swift no dia (17 de novembro), achamos melhor comer perto de casa. Afinal, o trânsito em dias comuns já é caótico e, apesar dos dois lugares serem bem distantes, qualquer evento, o Rio de Janeiro para total kkkkring.

Mas nada acontece por acaso, né? A escolha foi certeira e a comemoração foi leve e feliz! Adorei o bistrô em questão, que a propósito já estava na minha listinha “para conhecer” desde junho desse ano. E a gente não se arrependeu.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Para começar: o ambiente é bem aconchegante. Adorei a decoração e com os itens de Natal ficou ainda mais lindo. Pelo Instagram, tinha a impressão de que o local fosse apertadinho. Mas é totalmente o oposto, ok? Têm duas áreas, a da varanda e a de dentro. Essa última foi a nossa escolha, já que o calor tava daquele jeito sinistro hahaha.

Crédito das Imagens: Pequena Jornalista

A gente acabou optando pelo almoço executivo (que vai até às 17h), que sai a partir de R$ 59,00 e tem direito ao prato de entrada (salada da casa), principal, molho e sobremesa. A proteína você escolhe e as guarnições ficam passando no carrinho e o cliente pode pedir quantas quiser. Marido pediu um salmão (R$ 79,00) e eu um bife à milanesa (R$ 82,00). E os acompanhamentos: arroz integral agridoce, mousseline de aipim (purê hehehe) e batata frita.

E olha como o nosso paladar muda… Por incrível que pareça o que eu mais amei foi o arroz integral agridoce hahaha. O bife não odiei, mas também não amei. E marido gostou das escolhas dele, que acabei não registrando! E para beber, pedimos dois drinks não alcoolicos, só que não lembro o sabor direito, só que estava bom hahaha e a apresentação perfeita! :)

Crédito das Imagens: Pequena Jornalista

Apesar de ter direito à sobremesa (petit gateau) , a gente decidiu pedir o crème brûlée e MEU DEUS! Valeu a pena cada pedacinho. No mais, estava um pouco cheio, porém, o atendimento não deixou a desejar em nada nadinha. Super fofos os funcionários.

Não é o nosso restaurante favorito, entretanto, valeu a pena conhecer e tornar a comemoração desse dia ainda mais especial. Para quem quiser saber mais sobre o Loire Bistrô, só clicar no site deles e segui-los no Insta. Lembrando que os preços e o cardápio podem alterar, ok? ♥

É isso, pessoal. Espero que tenham gostado da dica. Podem opinar à vontade! As fotos não fazem jus, mas dá para ter uma ideia do que a clientela pode aguardar. E tem outras opções no cardápio, inclusive, crepe!

Beijos, Carol.

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carol
27.11.2023

Ei, Gente! :)

Já contei aqui que uma ótima forma de manter a leitura em dia e conhecer autores brasileiros é baixando contos que encontramos na Amazon, entre outras plataformas literárias. Também é ideal para quando a gente está de ressaca.

Colocando em prática essas dicas, finalizei um conto no fim de semana de uma autora brasileira muito querida, mas que ainda não tinha tido contato com as suas histórias: Amar não é Vintage, da escritora Sheila Mendonça, que está disponível no Kindle Unlimited.

Vamos lá saber o que eu achei? Boa resenha. ♥

Conto: Amar não é Vintage | Autora: Sheila Mendonça | Publicação Independente
Número de Páginas: 56 | Nota: 4 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Cora é uma adolescente de 17 anos, que namora Dennis de 18. O casal vive em duas realidades bem diferentes. Por conta dos hábitos atípicos, nossa protagonista tem embates diários com a mãe, que não permite que ela seja uma guria da atualidade. Dennis, apaixonado, tenta ajudar seu amor a melhorar o relacionamento com a figura materna. Aliás, uma tragédia em sua própria família pode ser a solução que a sua namorada (e os familiares dela) precisa para entender que a finitude da vida deveria fazer com que as pessoas não se desentendessem tanto. Será que Cora e a mãe vão melhorar a relação? E ela vai conseguir equilibrar hormônios, descobertas, estudo, namoro e a compreensão de que todas as famílias são diferentes, não somente a sua?

Opinião da Pequena: Quando a Sheila me convidou para ler o seu conto, vi uma ótima oportunidade de conhecer a sua escrita, além dos posts que acompanho em seu Insta.

Eu não sei exatamente o que eu imaginava, mas quando vi que a família de Cora, vivia como se fosse na década de 50, logo associei o nome do título à história e pontinho extra. Ai tiveram umas partes que não me prenderam tanto, porém, quando realmente eu entendi o motivo do conto se chamar Amar não é vintage“, ai que me conquistou totalmente.

Aliás, a história tem um ritmo bom, em contrapartida, é quando a mãe de Dennis entra no meio, que tudo fica mais interessante. O que poderia ser uma intromissão sem sentido, fez a diferença! Por mais “Donas Joaquinas” (não sei se está certo a escrita, mas deu para entender hahaha) no mundo, que sem dúvida é a minha personagem favorita. Sr. James também é incrível e a Sra. Audrey irrita um pouco com a mania peculiar dela, em contrapartida, no final, compreendemos algumas de suas atitudes.

Adorei que o pai é que acoberta a Cora (eu gosto do nome e confesso que acho que essa parte é um pouco de implicância dela com a mãe hehehe) e o boy. E nossa ela é mega sincerona com ele, acho que na idade dela ficaria tímida em contar alguns detalhes hahaha. O Dennis é ok, mas confesso que não me conquistou 100%, Só perde para uma personagem bem sem noção que apareceu em certo momento do conto. No mais, destaque para o uso das gírias do dicionário particular do Sul, que foi além do “guria, guri”.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

E, sim, amei o desfecho e através dele comprovei que SÓ a gente pode falar mal da nossa família, mas ninguém ouse xingá-la. Se não, não segurem a gente hehehe. E todas, sem exceção, têm suas peculiaridades. Por mais que pareça ser improvável de alguém barrar a nossa hahaha. E é isso que torna especial o nosso núcleo familiar.

Destaque também para os nomes dos personagens, principalmente da Sra. Audrey. Amei o motivo! Aliás, aqui vai uma pergunta: se você pudesse viver em qualquer outra década e adotar os hábitos nos dias atuais, qual seria a sua escolha? Eu ainda estou pensando na minha, mas acho que seria nos anos 2000 hehehe. ;-)

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo. Aproveita para baixar “Amar não é vintage“, que está disponível no Kindle Unlimited. Conheça também outras histórias publicadas pela Sheila Mendonça (e obrigada por confiar no meu trabalho. Todo sucesso do mundo, você merece!!). A propósito, ela irá publicar em breve um conto de Natal. Depois compartilho com vocês!

Um beijo, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Sheila Mendonça
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carol
24.11.2023

Ei, Gente! :)

Mais um post-desabafo em formato de Texto da Pequena. Senta, que lá vem textão!
E já agradeço quem ficar até o final, viu? Boa leitura. ♥

***

Primeiramente, quero dizer que sei que sou uma mulher de muita sorte. Repleta de privilégios, uma estrutura familiar boa e tenho muitas coisas para agradecer. Não quero parecer uma reclamona de mão cheia e que não dá valor a nada! Mas talvez hoje eu só queira desabafar, com a intenção de me ajudar e, quem sabe, talvez, ajudar quem está do outro lado da telinha, né?

A semana foi intensa. Perrengues, incertezas, deu tudo certo, mas o peso ainda está aqui. Aliás, esse ano, apesar de ter conquistado muitas coisas incríveis, 2023 tem sido uma montanha russa de sentimentos, dos mais doidos e variados. Para quem não sabe, eu casei recentemente. Em novembro, completamos 1 ano de casados e em janeiro 1 ano morando juntos em uma casa só nossa. Em um bairro novo, onde a gente tem de tirar a carne para descongelar, se não no dia seguinte vamos ter que gastar o nosso suado dinheirinho no Ifood, correndo o risco de algum restaurante cancelar e a gente acabar tendo que comer miojo ou queijo quente.

Além das minhas cobranças internas, tenho as externas, que vem de pessoas, algumas próximas, outras não. Quase nunca por maldade, mas muitos não tem noção de quanto machucam com comentários aparentemente inofensivos. Seja a clássica pergunta: quando vão ter filhos (“você tem 37 anos, já está no laço”)? E nossa, você engordou, né? Tento respirar profundamente, mas a minha ansiedade ganha uma ajuda mega extra para plantar vários “tríplex” na minha cabecinha.

Crédito da Imagem: @psitarjapreta

Às vezes, eu queria ter coragem de mandar todo mundo catar coquinho e cuidar da própria vida. Mas até o momento, o máximo que eu consigo é mostrar que não curti (e acabar saindo como a neurótica), chorar no banho e, de quebra, demorar por lá e acabar gastando a água escassa do planeta. Às vezes desconto em quem não tem nada com isso e me sinto a pior pessoa por ter feito isso. Afinal, hoje, mas do que nunca, temos de ter cuidado com cada palavrinha que vamos falar ou escrever.

Tenho mil neuroses. Às vezes, sinto que estudei a toa. Já que a cada dia que passa, o mundo mostra que agir de forma errada faz você se dar bem! Sorte que a minha consciência me ajuda a pensar “ainda não cheguei lá, mas vamos que vamos, que um dia eu chego”. “Ah! Mas você tem que se valorizar, saber cobrar mais”, vai falar isso para um mundo que muitos confiam mais em uma inteligência artificial do que no seu árduo trabalho. Ainda bem que tem gente que valoriza e juro que tento me focar nessas pessoas.

Muitos amigos somem, mudam, só porque você não está na mesma vibe. Talvez por você ainda não ter filhos e nem um emprego de verdade (leia-se CLT). Muitos menosprezam você não ir em um jantar porque tem o Clubinho de Leitura e não entendem como você perde seu tempo “com isso”. Nossa, você vive no shopping: sim, comprando presente para os outros, na maioria das vezes, e me faz bem sair de casa, já que fico mais lá do que em outros lugares. Aliás, descobri recentemente porque eu nunca consigo guardar dinheiro e nem consegui viajar para comemorar um ano de casados: penso mais nos outros do que em mim.

Aliás, se tem uma pessoa que sabe priorizar a opinião alheia, essa pessoa sou eu. Absorvo tudo! E ainda tenho de ouvir que não escuto ninguém. Quero agradar todo mundo e tudo bem deixar a minha opinião de lado, afinal, o outro sabe mais. Sei que a culpa é minha! Ninguém me obrigada a ser assim e isso é uma luta diária. Juro, juradinho! Quando consigo deixar de lado e me posicionar, é uma vitória giga! Com pequenos passos consigo chegar lá.

Desculpem pela minha baixo autoestima hoje. Vai passar! Mas é só para dizer que têm dias, fases que são assim. E o que tem me ajudado é estar ao lado de pessoas que me escutam de verdade e que mostram que apesar da árdua caminhada, tudo vale a pena. E Papai do Céu sempre está aqui. Eu até acho que estou no caminho certo, mesmo com tantas incertezas, só que os resultados ainda não são tão visíveis. Mas daqui a pouco vão ser.

Crédito da Imagem: Hábitos que mudam

A você que me ajuda diariamente, de forma direta ou indireta: muito obrigada! A você que leu até aqui e está se sentindo mal por algum motivo, lembre-se: tudo o que a gente sente, bom ou nem tanto, passa. Nada é para sempre! E se puder, faça terapia! E se você está se sentindo bem: comentários construtivos são bem-vindos!

É isso, pessoal. Desculpem qualquer coisa e amanhã voltamos com posts mais para cima. Mas realmente eu precisava desabafar! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Encerrando e começando ciclos
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carol
22.11.2023

Ei, Gente! :)

É oficial! está aberta a temporada de filmes natalinos uhul \o/! E como uma boa admiradora da temática, já conferi o primeiro do ano: O Melhor. Natal. De Todos! Disponível na Netflix, a história é aquela bem sessão tarde que a gente não resiste a assistir um milhão de vezes.

Vamos lá? Pega a pipoca e o refri e bom post. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, segue um resuminho do que se trata o filme: Todo ano, na época do Natal, Jackie prepara uma newsletter sobre o que anda acontecendo na sua vida. Uma das pessoas que recebe é a sua ex-colega de faculdade Charlotte, que inclusive se sente uma inútil a cada detalhe perfeito do dia a dia da amiga.

Por ironia do destino, Charlotte se vê aos pés da casa da colega junto com o seu marido e filhos. Aliás, ela está pronta para mostrar para a Jackie que é impossível a sua vida ser tão perfeita assim como ela conta no “relatório” anual. Então, para provar essa tese, ela acaba estragando o feriado para ambas as famílias. Porém, o espírito natalino surge e acaba unindo as duas para acertar tudo antes das festas. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

O que eu achei? No comecinho estava mega empolgada com a história. Meus olhos brilhavam e já até cogitei preparar a minha newsletter natalina também hahaha. Aí no meio, acabou não me prendendo tanto e depois me emocionei com a história. :’)

Confesso que esperava um plot twist daqueles. Tipo que nada era perfeito como ela falava e tals. Até pensei que ia rolar uma briguinha da Jackie com o marido. Porém, a proposta do filme é diferente e no final, fiquei feliz de não ter nada do que imaginei.

A lição é bem clara: nada é perfeito mesmo, mas por outras causas que a gente nem desconfia tanto. A virada veio, mas de uma forma que aqueceu o coração e mostrou que as coisas quase nunca acontecem do jeito que a gente imagina e a forma como lidamos é que faz a diferença. Jackie é muito mais do que mostra na newsletter e acaba sendo uma inspiração.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

E o que falar do marido da Charlotte? Incrível e a descoberta dela em relação a ele é emocionante, de verdade. A perfeição está nos mínimos detalhes mesmo! Aliás, o ator que faz o Rob é um já conhecido de Hollywood, que fez American Pie. Não curtia muito, mas nessa história natalina ele me surpreendeu positivamente. ♥

No mais, a história tem altos e baixos no quesito de prender a atenção (ao menos, foi assim aqui em casa), porém, quando acaba, a gente deseja ficar sabendo mais. As crianças são um espetáculo a parte e destaque para o macaco de pelúcia hahaha. A filha da Jackie, que é uma mini “gênia” é hilária! E a história do balão é muito fofa.

Charlotte amadurece no decorrer das cenas e Jackie é a minha personagem favorita! O desfecho é muito fofo e nossa como eu gostaria de que fosse inverno por aqui. Rende muitas risadas, algumas lágrimas podem cair de leve e é um filme perfeito para assistir com a família ou na sua própria companhia. No geral, eu curti muito a história que abriu a temporada de Natal por aqui.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

E você: já assistiu? Conta o que achou. Se não, fica a dica para acrescentar na listinha de assistidos natalinos do ano: O melhor. Natal. De todos! Confesso que o título não combina muito, mas é só um mero detalhe. No mais, podem opinar à vontade. :)

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: Para assistir – Um match surpresa
Skoob ♥ Instagram

carol
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