Ei, Gente! :)
Entre os dias 4 e 13 de setembro, vai acontecer a 28ª edição da Bienal do Livro de São Paulo. Infelizmente, esse ano eu não vou conseguir. Mas quem puder, recomendo. Bienal, por mais perrengue que tenha, sempre vale a pena!
Para o post do dia, trouxe algumas informações relevantes sobre o evento. Vamos lá? Boa leitura! ♥
Esse ano, a Bienal de SP é inspirada no conceito “Um Festival de Emoções“, onde consolida sua transformação em um grande festival de cultura, experiências e conexões, ampliando seu papel como ponto de encontro entre literatura, entretenimento, educação e, até mesmo, economia criativa. :)
A ideia é reunir todo mundo, seja da área literária ou de outra manifestação cultural. Um momento para descobertas, diálogos e, claro, formação de novos leitores.
Tirando essa parte mais institucional, a novidade que eles prepararam é o ingresso noturno, que estão mais em conta e o valor é 100% convertido em crédito para compras de livros nos estandes da Bienal. Pelo que eu soube, é de 2ª a 5ª feira, após as 17h. De resto, os valores mudam e o cashback também. Vale visitar o site oficial e onde vende para ter mais informações!
Outra coisa bem interessante é que o espaço vai ser maior. Não sei bem o que isso significa, mas dizem que o crescimento é de 28% em relação à edição de 2024. Então, acredito que seja uma coisa boa e que dê mais tranquilidade para andar pelos corredores, digamos assim. ;-)
A programação conta com 11 espaços temáticos, como a Arena Cultural by Polén, que irá reunir autores nacionais e internacionais. Além do Salão de Ideias, que irá promover debates sobre literatura, cultura e temas contemporâneos. Destaque para a Arena Podcast, que terá um estúdio com transmissão ao vivo em formato de videocast.
No mais, o evento vai contar com o Espaço Influenciadores by Skeelo, ambiente dedicado aos criadores de conteúdo e o Espaço de Descanso by Claro para o público geral. Quem tiver por lá, me conta o que achou, ok?
E quanto aos autores? No time nacional: Conceição Evaristo, Paula Pimenta, Raphael Montes, Carina Rissi, Aline Bei, Ana Suy, Socorro Acioli, Vitor Martins, Ray Tavares, Tatiane Biase, entre outros. No time internacional: Ana Huang, Elena Armas, Lynn Painter, Hannah Bonam-Young, entre outros. Acho que tem para os mais variados gostos, né? ♥
Por fim, tem a campanha “Meu Livro, Meu Estilo“, que conecta a leitura à identidade e ao estilo de vida dos leitores. Não sei bem ao certo, mas achei interessante a proposta. (clica no nome para conhecer o arroba deles!
No geral, é isso! :) Vale lembrar que é bom garantir os ingressos o quanto antes (se não tiver credencial). O dia 5, por exemplo, eu sei que já está esgotado! Não esqueça de dar uma olhadinha no que vai rolar em cada estande também. Até mesmo para conhecer seus autores favoritos, que nem sempre vão estar na programação oficial da Bienal. ;-)
Até lá, prometo trazer mais dicas e afins sobre o evento. Quem tiver sugestões, só me falar nos comentários. E quem sabe, em 2028 eu consigo fazer parte dessa história! No mais, podem opinar à vontade.
Um beijo e até amanhã,
Carol. ♥
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Uma das coisas que, finalmente, adotei na minha rotina foi beber água. Não chego a acertar a quantidade diariamente, mas se eu olhar para trás…. Só de conseguir ingerir mais do que antigamente (que era quase nula), me deixa muito feliz e orgulhosa!
Não sei vocês, mas eu preciso de incentivos e a garrafa escolhida faz a diferença no meu dia a dia! Claro que o importante é beber a água. De nada adianta, comprar um milhão de garrafinhas e não cumprir o objetivo desse item. ;-)
Aqui em casa, eu tenho algumas. Mas uso mesmo a atual e uma antiguinha para o funcional. Só que tenho que confessar que ainda tenho quatro que são “sonho de consumo“! Para não sonhar sozinha, trouxe a minha wishlist de garrafas. Vamos lá? Boa leitura! ♥
A que ocupa o número 1 da minha lista de desejos é a da Jhenny Keller em collab com a Galapagos. Acho a coisa mais linda essa arte e eu tenho a sensação de que vai durar uma eternidade. Mas ainda está um pouco fora do meu orçamento. Um dia, eu compro. Espero que até lá, não acabe o estoque. :)
Em segundo lugar, as garrafas térmicas da Go Case, onde a gente pode personalizar, também me conquistam muito. Essa floral é uma das coisas mais perfeitas, mas outras estampas são lindas. E o preço é um pouco mais em conta!
Em 3º lugar, está a garrafa da Stanley. Eu até acho que elas são super estimadas, talvez? Mas não dá para negar que são lindas e eu tenho a sensação de que também duram bastante. Essa eu nunca tinha visto ainda e achei bem fofa. Ah! Aquelas com canudo, dizem que faz mal, mas não sei se é mito.
Por fim, só que não menos importante, essa de doguinho da Renner. Eu até pensei em comprar, mas só de ver na loja dá para ver que a qualidade não é das melhores. Todas tinham arranhões, aí deixei para lá. Só que volta e meia, eu penso em comprar. É a estampa mais fofa, na minha humilde opinião! ♥
***
É isso, pessoal. Acho que dá para comprar uma que seja mais em conta e com uma durabilidade boa! Não necessariamente a mais cara, vai ser a melhor. Tem de ver a que facilita a sua vida e que te faça cumprir o objetivo de beber água.
Em casa, eu tenho usado essa do Starbucks (comprei na do Barra Shopping – RJ). Ela não dá para levar na rua porque vaza, mas mantém a água geladinha e tem funcionado na minha rotina. Fora que achei muito lindo esse tom de rosa. ;-)
E uma dica bônus: sempre que acordarem, tomem água. Um copo pequeno! Dizem que faz bem. :) Agora quero saber se gostam desse incentivo ou vão no básico mesmo? No mais, podem opinar à vontade!
Um beijo e até amanhã,
Carol. ♥
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E a 2ª dica literária do mês é “Meu corpo perfeitamente imperfeito“, da Debbie Tung. Eu amo essa autora e como ela transmite suas lições através de histórias em quadrinho!
Vamos lá? Boa leitura! ♥

Número de Páginas: 199 (físico) | Nota: 5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Sinopse: Nesta HQ, Debbie compartilha uma jornada real, das inseguranças da adolescência e da relação difícil com a comida até a conquista do amor-próprio e a paz com seu corpo único e imperfeito. Com ilustrações delicadas e cheias de sensibilidade, este livro é um abraço para quem já se sentiu inadequado. Debbie espera que suas histórias sejam um refúgio seguro, não importa em que ponto da sua jornada de aceitação você esteja.
Opinião da Pequena: Depois do post com os recebidos da editora Mood, fui correndo pegar essa HQ para ler. Sério, a Debbie faz um trabalho incrível. Acho que é um livro que todo mundo deveria ler. Seja quem está passando por uma relação difícil com o corpo ou que conheça alguém nessa situação! ♥
A forma como ela aborda a sua jornada é bem delicada, mas sem deixar de dar o recado principal: nosso corpo é nosso e só por isso ele deve ser tratado com carinho, mesmo com as imperfeições!
Quando eu era mais nova, não tinha muito problema com essa questão. Mas a partir do momento que engordei e comecei a ouvir comentários não tão legais, senti na pele o que muitas pessoas que eu conhecia sofriam.
Atualmente, eu me sinto muito melhor do que antigamente. E eu sei que nunca vou voltar ao que eu era e, sinceramente, nem quero. Dá saudade de vestir um 34, só que um 38 também cai bem! Claro que tenho momentos que a gordurinha me incomoda, porém, eu tenho pensado mais na parte da saúde do que na estética.
E acho que se não fossem os comentários, a espera da validação dos outros, eu nem me importaria tanto com o lado estético. E é nesse ponto que a Debbie acertou muito no livro. Por mais que o outro não tenha a intenção, às vezes uma fala pode ser um pontapé para que você se sinta com o corpo mais uó do mundo!
Infelizmente, na época em que a autora passou por tudo isso, não tínhamos tantas informações e não falávamos tão abertamente sobre. Ainda bem que aos poucos, ela viu que a forma de pensar não estava legal. Mas no livro ela deixa claro o quão importante é buscar ajuda de um profissional.
É uma leitura rápida e que toca o leitor, ao menos, foi assim por aqui. :’) Na parte em que ela fala que “não se importava de ficar doente, o que desejava era perder alguns quilinhos“, nossa foi bem forte. A gente nunca pode deixar a estética falar mais alto que a saúde mental e física.
Aliás, eu não sou contra a pessoa querer se cuidar esteticamente também. Tem de ver o que te faz feliz, mas sempre com acompanhamento de um profissional capacitado. Entender que cada um tem o biotipo e respeitar o seu. Querer mudar, não é o problema, na minha percepção. É o exagero, quando a segurança é deixada de lado pelo simples fato de querer algo inalcançável e que a sociedade disse que é possível (spoiler: não é).
Enfim, “Meu corpo perfeitamente imperfeito” é aquele livro necessário e que acho que é capaz de ajudar muita gente. A capa e o título por si só já dizem tudo, mas o conteúdo nos mostra que o nosso corpo é perfeito, mesmo com as imperfeições (se é que devemos chamar de imperfeições).
Se você ainda não leu, leia. Leu? Conta o que achou! No mais, pode opinar à vontade. Ah! E tem resenhas aqui no blog dos outros livros da Debbie.
Um beijo e até amanhã,
Carol.
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Há mais de 20 anos, o Dia dos Pais ganhou um novo significado por aqui. Quando a gente perde alguém importante, é difícil ficar bem nessas datas comemorativas. E durante um bom tempo, eu seguia essa linha. A tristeza era a principal convidada, principalmente, nesses dias.
Não que eu não fique mais triste, nem nada do tipo. A saudade está sempre por perto. Mas volta e meia, eu faço coisas que eu sei que ele gostava e me recuso a pensar que eu não tenho mais pai. Eu tenho e sempre vou ter! Mesmo que ele tenha virado uma estrelinha.
Uma vez, conversando com a minha dentista, que o pai tinha falecido recentemente, contei algumas coisas que eu fazia e me sentia melhor em relação a essa perda tão marcante. Então, já fiz até um post parecido, mas sempre bom ressaltar esse tema. ♥
1. Assisto remakes de filmes que eu sei que ele amava! De Jumanji a Jurassic Park, passando por Rei Leão e Indiana Jones. Tirando o Rei Leão, o resto eu nem sou fã. Mas essa é uma forma dele estar presente na minha rotina, sabem? Me faz um bem danado! :’)
2. Tocou alguma música do Phil Collins, Celine Dion ou Kenny G? Na outra estação pode estar tocando uma outra que eu goste mais, porém, prefiro escutar a de algum desses artistas. Sei lá, às vezes, eu acho que é um sinal dele para falar “ei, to aqui sempre”. Quando toca “My Girl” então, nem se fala! ♥
3. Sempre falo dele para o meu marido e tenho certeza de que os dois teriam uma ótima relação! Falo coisas que remetem a ele, histórias divertidas e como ele era um ótimo médico e trabalhava muito para dar do bom e do melhor para mim, minhas irmãs e minha mãe. Lembrar dessas coisas dá um quentinho no coração. :’)
4. Cada vez que a gente topa ir para os EUA (mais precisamente Orlando) eu lembro dele e de como ele amava a Disney e Universal. Tenho certeza de que adoraria conhecer as novas atrações e os novos parques. Por isso, nunca me canso de ir para lá! A saudade aperta, mas sempre rende bons momentos e tenho certeza de que lá de cima ele fica feliz! ♥
5. Quando falam que eu não tenho mais pai, por mais que eu entenda o que querem dizer, eu sempre penso que tenho sim e nunca vou deixar de ter. Ele não está mais presente fisicamente, só que eu realmente acredito que está por perto. A frase “Carrego seu coração comigo. Eu o carrego no meu coração. Nunca estou sem ele. Onde quer que eu vá, você vai…” faz muito sentido para mim! :’)
É isso, pessoal. Sou muito grata por ter tantas lembranças boas do meu pai. E sou muito grata por ter a minha “pãe“, que nunca deixou faltar nada pra gente, principalmente, depois que ele se foi. Obrigada por tanto, mãe! Te amo muito!
Espero que essas dicas façam sentido por aí e que vocês curtam o dia ao lado de quem representa essa figura paterna. Independente de quem seja! Perto ou longe. E para todos os pais que cumprem esse papel lindamente: feliz dia! ♥
Um beijo e até amanhã,
Carol.
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