05.10.2021
* 5 motivos para ler: Confissões de uma Terapeuta! ♥

Ei, Gente! :) Mais um post da série “5 motivos para ler“. Dessa vez, um chick lit nacional que eu adoro: Confissões de uma Terapeuta, da Renata Lustosa. Vamos lá? Boa leitura. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

1. Esse livro é a prova de que chick lit não é leitura rasa mesmo. Uma história que aborda temas como ansiedade e outros assuntos relacionados à saúde mental, com uma linguagem leve e divertida, sem perder a seriedade, merece ser lida sim.

2. Adora personagens que você se identifica na hora e, de quebra, evolui a cada página com ela? Com a Mel é assim. A gente quer guardar a protagonista no potinho, ser amiga dela e ter umas boas conversas. Dentro e fora do consultório.

3. Quer tirar lições incríveis e que nunca parou para pensar? Confissões de uma Terapeuta é para você. Falando nisso, um dos aprendizados foi que dá medo da vida não seguir o nosso script. Porém, acredite: readaptar planos pode render ótimas histórias (e capítulos).

4. Ama ter capas lindas e fofas na sua estante? A ilustração do livro da vez vai caber direitinho na sua estante. Juro! Esse é um que dá um toque bem perfeito no meu quarto. Mas a versão e-book também dá um up na sua biblioteca virtual, viu?

5. Ama chick lit e não encontra autores nacionais que criam histórias do gênero? Vale colocar esse livro na sua listinha e, aproveitar, para apoiar a leitura brasileira. O protagonista do post de hoje não fica atrás das obras escritas pela Sophie Kinsella. ♥

Crédito da Imagem: Amazon

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É isso, pessoal. Quem já leu? Conta o que achou e pode compartilhar outros motivos para quem ainda não embarcou nesse chick lit perfeito.

Ah! Eu acredito que não tenha mais a versão física, mas não tenho certeza. Porém, se ficou curiosa e consegue ler na versão e-book: na Amazon está disponível no Kindle Unlimited. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Confissões de uma Terapeuta
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27.08.2021
* Beda 27 – PJ Leu: Um proposta irrecusável! ♥

Ei, Gente! O Beda está chegando ao fim e uma resenha literária não poderia ficar de fora, né? Então, a dica de livro da vez é “Uma proposta irrecusável“, da Katie FForde. Vamos lá? Boa leitura. ♥

Livro: Um proposta irrecusável | Autora: Katie FForde| Editora Record
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3,7 livros

Sinopse: Sophie está sempre tentando agradar as pessoas e ajudar todo mundo. Mas quando se dá conta de que sua família nunca levou a sério e que vive tirando vantagem dela, resolve dar um basta. Então, não pensa duas vezes antes de aceitar o convite de uma amiga para deixar a Inglaterra por Nova York, principalmente, depois de receber uma missão de seu tio distante.

Assim que chega em Manhattan, conhece Matilda, uma senhora simpática e as duas se dão bem. Mas nem todo mundo fica feliz com a amizade das duas, principalmente, o neto Luke. Porém, tudo muda depois de alguns episódios e uma proposta para lá de irrecusável. ;-)

Opinião da Pequena: Quando eu li a sinopse, me apaixonei pela história. Fora que a capa é linda e o nome chama atenção! E o meu amor por chick lit não deixou eu abandonar a minha edição lá no carrinho. Tive que levar hahaha.

O livro me remeteu a duas histórias que eu amo: “Menina de 20” (livro) e “Cartas para Julieta” (filme). Não completamente, mas quase isso hahaha. Porém, mesmo tendo gostado, confesso que não superou as minhas expectativas.

A premissa é bem interessante e os capítulos bem escritos. Em contrapartida, em alguns momentos, tudo é resolvido muito rápido e de uma forma meio estranha. Por mais que eu seja uma leitora sonhadora, achei alguns pontos meio surreais.

Crédito da Imagem: Amazon

Os personagens são carismáticos e todos cumprem a sua função: seja despertar o melhor da gente ou aquela raivinha que dá vontade de invadir o livro hahaha. Sophie é a típica protagonista que inspira com o jeito dela de levar a vida. Matilda é fofa, mas com algumas ressalvas. Moira é a minha favorita! Luke, eu não sei. E o tio é aquele parente distante que todo mundo deveria se aproximar. Pode nos surpreender mesmo.

Eu me diverti, devorei alguns capítulos e outros, a leitura se arrastou bem. Só pensava que eu queria acabar logo! Teve suspiro, aprendizados… Da Moira então, nem se fala! Para anotar todos os conselhos dela no caderninho.

No mais, acho que trocaria algumas floreadas para saber de outros desfechos. Acho que uma continuação, seria uma boa… Talvez! Enfim, apesar de não ser o meu chick lit favorito, rendeu bons momentos como leitora. Vale ler, se rolar interesse, e tirar a sua própria conclusão.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. Se quiser comprar e ajudar o blog, clica aqui.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Para assistir – Que seja doce!
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19.02.2021
* Sophie Kinsella ou Madeleine Wickham? ♥

Ei, Gente! :) Vocês sabem que eu sou fã da Sophie Kinsella, né? E hoje eu descobri uma coisa que fiquei chocada e, até mesmo, me sentindo uma leitora desnaturada hahaha. Calma que eu explico!

Crédito: Giphy

Desde que eu me entendo como uma bookaholic de comédia romântica literária, sabia que a Sophie tinha 7 livros publicados com o nome de “Madeleine Wickham“….

Eis que de repente, pesquisando para escrever esse post, me deparo com a seguinte informação: Sophie Kinsella NÃO é o seu NOME VERDADEIRO. Madeleine que é!!! Isso também é novidade para vocês? Me digam que eu não estou só hahaha.

Enfim, eu ainda meio que tô me sentindo uma fã relapsa, mas ainda bem que agora não serei mais (desculpa, Sophie!). Aliás, seguem mais algumas curiosidades da Sophie… Ou melhor: Madeleine (vou demorar para me acostumar). E, sim, algumas eu já sabia. Tô perdoada? ;p

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

– Ela é irmã da autora Gemma Townley, que escreveu “1 milhão de motivos para casar“. Nasceu no dia 12 de dezembro de 1969. É casada, inclusive ele estava lá na Bienal com ela. Tem 5 filhos e salvaria da sua biblioteca “Alice no País das Maravilhas” e algum da Agatha Christie (essas duas últimas informações, perguntei na sessão de autógrafos aqui no Rio).

– Sophie Kinsella não surgiu por acaso… O primeiro veio do nome do meio dela Madeleine Sophie Townley. E pegou o sobrenome de solteira da mãe Patricia B. Kinsella. Aliás, Patricia é o nome da mãe da Pequena que vos bloga. Amei essa coincidência! ♥

No dia da Bienal do Livro

Por fim, seguem os três livros dela como Madeleine, únicos (até agora) publicados no Brasil: Quem vai dormir com quem, Louca para casar e Drinques para três. Eu li esse último e não curti muito, mas vale embarcar e tirar a sua própria conclusão. ;-) Tem resenha aqui (aliás, eu escrevi nesse post que o pseudônimo era Sophie Kinsella, mas apaguei totalmente da memória). :)

É isso, gente! Agora compartilhem uma curiosidade de algum autor que você ficou chocado quando descobriu. No mais, podem opinar à vontade. Ah! Descobri essas informações aqui, aqui e aqui.

Beijos, Carol.

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22.01.2021
* Livros para quem quer escrever chick lit! ♥

Ei, Gente! :) Essa semana rolou a 1ª live de 2021 lá no Insta do blog. O tema? Chick lit, com a escritora brasileira Rê Lustosa. Foi um bate-papo tão legal e ela aproveitou para indicar alguns livros para quem quer escrever histórias do gênero.

Quem perdeu, fica tranquilo, que a live ficou salva aqui. Mas para facilitar a vida, trouxe as sugestões de lá para cá. Então, bom post. ♥

Escrever não é apenas escrever e pronto. A Rê contou na conversa, que além de ler muito sobre esse gênero, algumas técnicas podem facilitar a vida do escritor. Oficinas de escrita são bem-vindas e livros sobre o tema também. Aqui no Brasil, ela recomendou três, incluindo um de roteiro e diálogos, que são fundamentais para uma história ser bem recebida pelo leitor.

Então, temos: “Como escrever diálogos“, da Silvia Adela Kohan. Esse foi o que mais me interessou e quero muito comprar. Acho que vai me ajudar nos projetos futuros. Também tem “Story“, de Robert McKee. Esse é mais para o lado do roteiro, mas indispensável para autores também. E “A Jornada do Escritor“, de Christopher Vogler, eu já tinha escutado falar. De acordo com a Rê, ele fala sobre uma estrutura que funciona muito com os leitores daqui. ;-)

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

No Brasil, o que a gente repara muito é que esse gênero ainda precisa ser mais reconhecido e explorado. Lá fora, a nossa convidada encontra até mais livros que colaboram com autores de chick lit. Quando meu inglês estiver melhor, vou querer todos os quatro! ;p

Anotem aí: “Will Write for Shoes“, de Cathy Yardley. Dá para perceber que é bem específico e como eu espero que um dia tenha em português. É bem mais fácil aprender na língua de casa, né? Também tem “How to write dazzling dialogue“, de James Scott Bell. Mais um que aborda sobre diálogos! Temos “See Jane Write“, de Sarah Mlynowski e Farrin Jacobs. Outro que dá para perceber que é bem específico! Editoras, vamos trazer para cá? ;-) Por fim, mas não menos importante: “Romancing the Beat“, de Gwen Hayes. A Rê contou que é tipo um livro que ajuda na escrita de romances de beijinhos, digamos assim.

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. :) Essa é mais uma forma de falar: leiam esse tipo de romance, caso o único motivo seja ter um certo receio com esse gênero. Sei que muitos acreditam que são histórias irrelevantes, mas é totalmente o oposto. Arranca risadas e muitos aprendizados (com muita leveza)! ;-)

Ah! Mais uma coisinha que a Rê falou e acho que pode ajudar muito o pessoal que deseja escrever chick lit: leiam outros estilos de livros também. Principalmente, se você tiver no processo de escrita. Quando a gente lê muito, sem querer, pode acabar pegando alguns vícios de autores. É ótimo ter referências, mas que não passe disso.

Gostaram? Podem opinar à vontade. Tem algum livro que pode ajudar? Não deixe de indicar. E obrigada pela ajuda, Rê!! Lembrando que todas as resenhas das histórias da Rê, vocês encontram por aqui no PJ. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Por que eu leio chick lit?
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07.12.2020
* Para assistir: Can you keep a secret? ♥

Ei, Gente! :) Finalmente, consegui assistir o filme baseado no livro “O Segredo de Emma Corrigan“, da Sophie Kinsella: Can you keep a secret? Quer dizer, aqui no Brasil, só começou a passar na Amazon Prime esse mês! Então, peguem a pipoca e o refri, que a sessão chick-lit vai começar. ♥

Crédito da Imagem: Wikipédia

Para quem não conhece a história, vou resumir um pouquinho do que se trata. Emma Corrigan é uma mulher cheia de segredos e ao pegar um voo com uma turbulência daquelas e ficar com medo de morrer, acaba revelando todos para um estranho… Mas o tal homem que ela contou tudo, não some da sua vida. Agora, ele nada mais é do que o seu novo chefe. =D

O que eu achei? É sempre bom ver um filme baseado nos livros da Sophie. Queria que todos tivessem essa chance de ir para o cine. E eu entendo completamente as mudanças que ocorrem em adaptações. Eu sou fã dos dois! Mas esse eu digo com toda a certeza: o livro é bem melhor! Não que essa sessão não tenha me agradado, porém, eu tinha uma expectativa lá em cima.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Algumas partes são idênticas. Outras, nem tanto. Entretanto, eu li há séculos e não lembrava de tudo. E como o livro é de 2003, se eu não me engano, óbvio que eles mudariam algumas coisas. Como colocar Tinder no meio da história e a música que ela chora é outra e tal. Mas o que me incomodou, foi no comecinho que a sensação era de que o som da voz da protagonista não acompanhava a leitura labial.

Eu não sei se é um problema técnico da filmagem e tal, da Amazon, da TV que eu assisti ou sei lá. Porém, foram só nas primeiras cenas. Depois não sei se a gente se acostumou ou melhorou mesmo hahaha. Enfim, de resto, eu gostei muito da escolha dos atores que interpretaram a Emma e o Jack. No mais, eu ri muito e deu um quentinho no coração. Aliás, eu não tenho o costume de reler livros… Em contrapartida, fiquei com tanta saudade dessa história, que acho que vou ler novamente.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Enfim, é um filme bem água com açúcar. Se você é fã dos livros da Sophie, pode ser que tenha essa mesma impressão. Mas como uma boa leitora de chick lit, vai ser meio impossível não ficar com os olhos brilhando, mesmo com as ressalvas. Então, recomendo! ♥

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

Post Antigo: Top 5 – Sophie Kinsella – Parte 2
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