19.01.2022
* PJ Leu: Amar é relativo! ♥

Ei, Gente! :) Finalmente, vou postar a resenha de “Amar é relativo“, da Sophie Kinsella. Um livro que esperei séculos para ler e, apesar de algumas ressalvas, deixou o meu coração de leitora chick lit bem quentinho. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Amar é Relativo| Autora: Sophie Kinsella| Editora: Record
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Ava está cansada de buscar um namorado em apps de encontro. Ela prefere um encontro cara a cara, seguir a sua intuição e não ligar para o que os algoritmos dizem ser a pessoa ideal.

Depois de um término, decide ir para um retiro de escrita na Itália e deixar o seu cachorrinho (o Harold) com uma de suas amigas. Um mosteiro no qual é proibido revelar o nome verdadeiro e nem fatos sobre a vida pessoal. Celular? Nem pensar. Ótimo, já que ela quer se concentrar na sua história. Até que ela conhece alguém com o apelido de Holandês! Tudo é perfeito, mas a vida fora desse retiro não é tão mágica.

Finalmente, ela descobre tudo sobre ele e, digamos, que amar é beeeemmmm relativo. Afinal, as diferenças serão superadas? ;-)

Opinião da Pequena: Eu tenho uma teoria… A Sophie Kinsella tem uma câmera escondida aqui em casa e mega se inspirou na minha vida para escrever essa história.

Porém, vamos ao que interessa: eu amei “Amar é relativo”. Confesso que imaginava um pouco diferente, mas foi uma leitura que abracei no final. Fala sobre amor, cachorrinho, amizade e dá um empurrãozinho em quem sempre está procrastinando!

As meninas do Clubinho do PJ (li com elas) falaram que lembrou um pouco “Casamento às cegas”. Claro que o teor é bem diferente, até porque a ideia do retiro de escrita não era conhecer alguém. Porém, mostra bem a diferença entre viver um amor de férias e a realidade do dia a dia.

No mais, a premissa é boa. Tem começo, meio e fim. Alguns desfechos confusos e meio desnecessários. Cada susto, que meu Senhor hahaha! Porém, o que fica de melhor é a lição de que, independente da relação, é bom a gente ter foco e escutar o que o outro tem a dizer. Talvez seja doloroso, mas pode render boas histórias.

Outra coisa: idealizar um relacionamento perfeito tende a ser meio caminho para uma decepção. Ninguém é igual a ninguém. Talvez o que seja bom e certo para você, não faça tão sentido para o outro. Mas isso não significa largar de mão, dependendo do caso.

Nenhum casal é 100% compatível, mesmo que os algoritmos digam isso. E foi nesse momento que eu entendi perfeitamente o nome do livro: amar é bem relativo e a gente tem de colocar na balança o que vale e o que não rola. A gente lida com um combo, não são apenas dois, envolve muita gente e outros fatores! Mas sem spoiler. Juro!

Por fim… O ritmo da leitura é leve e flui. Eu não tinha vontade de parar um segundo de ler. Só dei uma paradinha para ter a história fresquinha na minha cabeça no dia do date literário online do clubinho!

Nosso date literário online!
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Sobre os personagens: todos são incríveis. Ava, às vezes, irrita e me deu medo porque me identifiquei com muitas coisas. Mas ela é mega divertida e a sua evolução durante as páginas é inspiradora. Suas amigas são incríveis e doidinhas. Matt não é o boy perfeito, mas dá para entender o lado dele em muitas coisas.

Em contrapartida, quem me conquistou mesmo foi o Topher! Só perdeu para o Harold. Ele é o cachorrinho mais lindo e imperfeito perfeito do mundo. O amor da Ava por ele é idêntico ao meu pela minha Jeanninha, que a propósito, seria uma ótima amiga para o Harold hahaha.

Por fim, a capa fez sentido e é bem fofa. Me deu um choque de realidade em relação à procrastinação e acho que foi um recadinho da Sophie para mim hahaha. Não sei se entra no topo dos meus livros favoritos dela, mas foi mais um que só me fez amar ainda mais esse gênero literário. Adorei as sacadas, principalmente, no quesito “Mattlândia e Avalândia“.

Ah! E eu só dei nota alta porque atendeu as minhas expectativas e valeu toda a espera! Desde que começou a pandemia, eu estava aguardando ansiosamente para embarcar. Porém, se eu fosse bem casca grossa, a avaliação seria de 3,8 estrelinhas. Por conta de alguns desfechos e por ter quase me matado de susto! ;-)

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo. No mais, podem opinar à vontade! Ah! E quer saber sobre a próxima leitura do Clubinho do PJ? Clica aqui.

Beijos, Carol.

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10.01.2022
* PJ Leu: A vida não é uma linha reta! ♥

Ei, Gente! :) Como foi o ano novo por aí? Por aqui, foi bem legal, mas começamos 2022 com um resultado não tão legal: covid-19. Porém, os sintomas foram leves e já estamos bem! Aliás, esse é o motivo do meu sumiço na primeira semana.

E para dar início aos posts desse novo ano, tem um PJ Leu para vocês. Dessa vez, eu embarquei no livro “A vida não é uma linha reta“, da Fabi Santina. Vamos lá? Boa leitura. ♥

Livro: A vida não é uma linha reta| Autora: Fabi Santina| Editora: Planeta
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Neste livro de crônicas, a Fabi apresenta pensamentos, reflexões e sentimentos que vão se costurando, como uma colcha de retalhos. São textos inspiradores, que mostram ao leitor que é sempre possível trilhar novos caminhos se pararmos para notar que tá tudo bem a vida não ser uma linha reta. ;-)

Opinião da Pequena: Confesso, que eu tinha um pé atrás com essa leitura. Não sabia muito o que esperar, mas posso dizer que esse livro caiu como uma luva neste início de ano um pouco conturbado por aqui. :’)

No comecinho, tive aquele pré-conceito de que talvez os textos não fossem dela. Mas até que me deparei com o “Porta-joias” e vi que estava enganada. Além de ser o meu “capítulo” preferido, as palavras escritas são a cara da Fabi e mesmo não a conhecendo, só como seguidora da família Santina, não imagino outra pessoa escrevendo por ela.

Alguns são meio clichês, mas de alguma forma todos fazem sentido. Nos ensinam, nem que seja apenas naquele momento da leitura. Cada página fluiu e mostra que a vida não ser uma linha reta pode ser frustrante, em contrapartida, sempre tem a parte boa.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Seja no online ou no offline. Alguns inspiram mais, outros a ilustração e a frase em destaque roubam a cena! Tem muito trecho para a gente anotar no caderninho e tentar praticar aos poucos. Faz a gente dá valor a pequenas coisas (nonô que para tudo só para preparar bolsa d’água quente para cólica, por exemplo), de identificar momentos que valem a pena e do que a gente realmente quer correr atrás.

Deu um quentinho no coração ler esse livro agora. Me fez companhia e me surpreendeu positivamente. Comecei o ano com o pé direito no quesito literário! ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! No mais, podem opinar à vontade. Ah! Que 2022 seja repleto de leituras assim: leves e que nos ajudam de algum jeito.

Beijos, Carol.

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27.12.2021
* PJ Leu: E as namoradinhas, Guilherme? ♥

Ei, Gente! :) Eu sei, já passou o Natal. Mas ainda vale indicação de conto que se passa nessa época, né? Até porque a lição que fica dele, vale para todos os meses do ano. Então, a dica literária da semana é “E as namoradinhas, Guilherme?“, da Anna Carolina Ribeiro (autora brasileira). Vamos lá? Boa leitura! ♥

Conto: E as namoradinhas, Guilherme? | Autora: Anna Carolina Ribeiro| Publicação independente
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4,5 livros

Sinopse: Um conto romântico que acompanha Guilherme por quatro natais em família. A propósito, essas festas são bem típicas, que englobam desde a piada do pavê até outras confusões na casa da vó Rosa.

No primeiro, nosso protagonista conhece Jonas, um amigo do primo dele que começa a frequentar o Natal deles. O que era chato, passa a ficar legal. E Belinha, a vira-lata deles, deixa de ser a única companhia bem-vinda e esperada.

Opinião da Pequena: Sabe aquele conto que a gente já imagina o que vai acontecer, mas suspira a cada página? “E as namoradinhas, Guilherme?” foi exatamente assim.

Desde o primeiro momento, eu shippei o Gui e o Jonas. Levei um susto em algumas partes e fiquei aliviada quando descobri que era só para dar uma emoção na história hahaha. Mas não vou dar spoiler, ok?

Achei bem fofa a escrita da Anna e a nota dela ao final do conto, aquece o coração. A gente se identifica com cada um da família Nogueira e outros personagens. Mesmo com realidades diferentes, em algum momento alguém já se sentiu na pele do Gui…

Em contrapartida, esse conto me fez olhar com outros olhos essas perguntas indiscretas. Nem sempre a intenção é ruim e para mim, esse foi o diferencial do conto.

Crédito da Imagem: Amazon

Se passa no Natal, mas essa lição fica para o ano inteiro. ;-) Ah! Eu só queria que a cupida de quatro patas tivesse aparecido mais! No mais, amei cada palavrinha e a capa é a coisa mais linda. Tem doguinho, eu já amo hahaha.

Enfim, já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo. Para embarcar nessa aventura literária, só clicar aqui.

Beijos, Carol.

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23.12.2021
* PJ Leu: Rabanadas e Milagres para o Natal! ♥

Ei, Gente! :) Se tem uma coisa que eu amo nessa época é ler histórias natalinas para entrar no clima. E um conto que li recentemente foi “Rabanadas e Milagres para o Natal“, da Zirah (autora brasileira). Vamos conferir o que eu achei? Boa leitura! ♥

Conto: Rabanadas e Milagres para o Natal | Autora: Zirah| Publicação independente
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Mel é uma jovem órfã de 15 anos que vive em um Rio de Janeiro congelante e governado por um homem sem escrúpulos. Ela e o seu cachorro, Rabanada, estão em um situação complicada e não têm sequer o comer. Quando a fé de Mel está cada vez mais abalada, Nicolas, um garoto misterioso e muito divertido, chega para aquecer seu coração em mundo de puro caos.

Opinião da Pequena: Quando a Zirah divulgou o seu novo conto, me encantei com o nome do doguinho, que é Rabanada. Daí nem olhei a sinopse e já fui acrescentando na minha biblioteca do Kindle. ;-)

A premissa é bem comovente e tem alguns diferenciais que chamam a atenção de cara. Por exemplo? Imagina o Rio de Janeiro ser um local que tem neve?? Mesmo sabendo que é uma consequência ruim do clima, desejei um Rio assim, nem que fosse apenas no Natal.

A dupla Mel e Rabanada é a melhor. Uma prova literária que melhores amigos têm sim quatro patas. Muitas vezes, a gente tem vontade de protegê-los e carregá-los em um potinho. Deu um aperto no coração algumas partes. Mas ainda bem que existem milagres natalinos e falando nisso: Nicolas ganhou o meu coração, sua carta e o seu presente idem.

O casal Cristina e Otávio é incrível e acredito que o bem que eles fizeram, não só deu fé e esperança a Mel, mas a ambos também ganharam essas duas palavrinhas. Afinal, quando a gente age de uma maneira tão generosa, tudo volta em dobro. Confesso que alguns desfechos me deixaram triste, porém, faz parte da vida real.

Crédito da Imagem: Instagram Zirah

Amei as ilustrações no decorrer das páginas e o nome de cada capítulo. É uma história natalina que emociona, que dá um aperto no coração, mas que é perfeita para a gente entrar no clima de Natal, recuperar a fé e a esperança. Alguns acontecimentos, fazem a gente ficar triste nessa época, mas outros aquecem o coração.

Alguns personagens, como o Nando, me surpreenderam de uma forma boa. Mesmo que em alguns momentos a vontade era de falar: meu filho, qual é a sua? Alias, é sempre bom a gente dar uma segunda chance, se for viável, claro!

Enfim, indico esse conto. Principalmente, se você está passando por uma fase meio estranha. Até ler para crianças mais velhas, acho que vale! ;-)

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. Para baixar, só clicar aqui. Quer conhecer mais da autora? Corre aqui.

Beijos, Carol.

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14.12.2021
* PJ Leu: Voltar para mim! ♥

Ei, Gente! :) E o PJ Leu da vez é “Voltar para mim“, da autora Laura G. Miranda. Um romance contemporâneo, que dá para tirar lições valiosas. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Voltar para mim | Autor: Laura G. Miranda| Editora: VR Editora
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Gina deseja voltar a ser a mulher que habita o próprio corpo. Aos 45 anos, já cumpriu todos os protocolos impostos pela sociedade. Uma excelente profissional, mãe e esposa. Mas quando tudo vira rotina, ela repensa a sua vida inteira e viaja. Mesmo com todas as incertezas, ela está disposta a se perder para tentar, finalmente, se reencontrar.

Opinião da Pequena: Antes de qualquer coisa, eu quero dizer que essa é uma das capas mais lindas que encontrei em 2021. Além da beleza, tem tudo a ver com a história que encontramos no livro. Dito isso, vamos lá. :)

Voltar para mim é um romance contemporâneo que dá para tirar várias lições. Uma viagem não resolve os problemas, mas ajuda encontrar soluções. A refletir sobre o que deseja e o que não quer mais. Para alguns, uma atitude egoísta, mas pensar na gente em primeiro lugar, faz bem.

Adorei a Gina. Em algumas horas, me coloquei no lugar dos filhos dela e fiquei chateada com algumas atitudes. Porém, ao me colocar na pele da protagonista, acho que teve uma atitude corajosa e inspiradora.

A premissa é clichê, mas traz elementos que fazem a diferença. Por exemplo? Os textos da Isabella, uma das filhas da Gina. Cada um, ensina e convida o leitor a refletir junto. O da Matrioska é o meu favorito! Em alguns momentos, confesso que as histórias paralelas a da protagonista, me prenderam mais. A curiosidade falou bem alto!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

É um livro que traz outros temas, como estupro. Não sei se o desfecho foi o melhor nesse caso, mas não dá para julgar os personagens. Falando nisso, gostei da Amália e a Lúcia me surpreendeu. Paul merecia um livro só para ele e o Andrés é o filho que eu mais gostei.

Tirando a mãe e o padrasto da Ângela, não existem vilões, inclusive Francisco. Alguns pensamentos bem estranhos, mas faz parte hehehe. Inácio é bem sábio e alguns desfechos ficaram bem no ar e confesso: queria mais detalhes. E, sim, foi bom conhecer as cidades através dos olhos da Gina, desde New York até a Bélgica. Rafael também me conquistou, mas não sei hahaha.

Quanto à escrita da autora: ela está na profissão certa. Mas por ser um pouco formal, não me sentia lendo realmente um romance contemporâneo, às vezes, a sensação era de ler um romance histórico. Porém, são detalhes e preferências da Pequena que vos bloga. ;-)

Não li tão rápido quanto gostaria, em contrapartida, acredito que tenha sido o ritmo certo para absorver cada página. Para quem está em busca de um calhamaço, recomendo! Está encerrando ciclos ou conhece alguém que esteja? Corre para ler e entender um pouco mais essa fase. Destaque para todos os trechos que abrem cada capítulo (na imagem acima).

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

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