19.01.2021
* PJ Leu: A Troca! ♥

Ei, Gente! E a primeira resenha do ano está no ar. Esse ano comecei lendo “A Troca” (na verdade, no finalzinho do ano passado), da autora Beth O’Leary, a mesma do livro incrível “Teto para dois”. É um romance, que retrata assuntos delicados, mas que absorvemos com muita leveza e diversão. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: A Troca | Autora: Beth O’Leary | Editora: Intrínseca
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Leena Cotton tem 29 anos e sente que já não é mais a mesma. Sua avó, Eileen Cotton tem 79 e está em busca de um novo amor. Para uma mudança radical, as duas decidem trocar de lugar uma com a outra. Leena vai viver a vida de Eileen e Eileen vai viver o dia a dia da Leena.

Mas será que a neta vai se adaptar à calmaria de uma cidade pequena e os amigos irreverentes? E a avó vai conseguir atingir o seu objetivo de encontrar um novo amor em Londres e respirar ares, até então, desconhecidos?

Essa não é apenas uma troca de casas. Mas de rotina, celulares e computadores e muito mais! É uma história que vai além e, talvez, ao destrocar, elas podem notar aprendizados que jamais imaginariam e soluções também. ;-)

Opinião da Pequena: Sabe quando você lê um livro de um autor e ama, mas fica com medo de criar muita expectativa e se decepcionar com outros? O segundo livro da Beth O’Leary é simplesmente perfeito! Me surpreendeu ainda mais do que o primeiro. Sem dúvida, ela entrou para a minha listinha de escritoras favoritas.

E quanto à história: uma troca e muitas mudanças. Não só com as protagonistas, mas com todos ao seu redor. Inclusive, com os leitores. Tem romance, amigos peculiares, luto e aprendizados. Personagens que lembram pessoas do nosso convívio ou aqueles que já foram para o lado do papai do céu.

Ah! Olhem que doido, não tive muito contato com a minha bisavó materna, mas por alguma motivo a Eileen me trouxe memórias dela. Talvez, por ela ter sido uma grande fã da autora Agatha Christie, assim como a personagem. Enfim, a minha mãe, que não é uma leitora assídua, acho que amaria esse livro. Vou até sugerir e conto para vocês o desfecho.

Crédito da Imagem: Amazon

Voltando ao livro… Eileen e Leena são típicas “pessoas” que a gente se identifica e quer trazer para a vida real, se tivesse esse poder. Cada uma com seu jeitinho, mas com uma genética quase igual. Arnold virou o meu crush literário atual e juro que por trás de uma implicância e um cara rabugento, o coração e as sacadas são de ouro. Virou um dos meus personagens favoritos!

Marian é uma personagem presente, mesmo não aparecendo muito. Mas são aquelas aparições que fazem a diferença. E amei “conhecer” a Carla, mesmo que de longe, que lembrou muito a minha irmã mais nova e o meu amor por ela só aumentou. Hank é o dog mais fofo e Jackson é sem palavras e sua filha mais ainda. Destaque para a Bee, Martha e Betsy. Aliás, o desfecho da história no geral foi perfeito e apesar de eu ter ficado com algumas dúvidas, achei a maioria das coisas bem amarradinhas e nada forçado, de última hora.

Quanto às lições: aprendi que o lar é onde o coração está. Mas esse local pode te surpreender. Se intrometer na vida alheia não é legal, em contrapartida, às vezes, é necessário. E que o luto faz parte da vida e cada um tem um jeito de lidar, mas o importante é lidar. Isso não te faz mais ou menos problemática, você só está aprendendo a seguir em frente. Ou melhor, lidar de frente. E quando alguém se vai, algo sempre fica.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Enfim. É um livro que arranca boas risadas e te faz chorar. Pelo menos, me fez. E, sim, a gente dá aquele abraço quentinho no final dos agradecimentos. E descobre como vai ser bom “Eileenar” um pouco daqui para frente. Ah!! Em breve vai virar filme e estou ansiosa.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo e MUITO!

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Teto para dois
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10
24.12.2020
* PJ Leu: Conto – Contrato de Natal! ♥

Ei, Gente! :) Feliz véspera de Natal para todo mundo yay! E para entrar ainda mais no clima, separei uma dica literária: Contrato de Natal, da Renata Lustosa. Um conto de chick-lit natalino perfeito. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Conto: Contrato de Natal | Autora: Renata Lustosa
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Emília Fontenele não quer seguir o padrão imposto pela sociedade de que precisa ser uma garota comprometida. Afinal, já está quase na casa dos trinta. Mas isso não significa que a sua família indelicada tem de falar pra ela desistir de uma vez de arrumar um namorado. Que abuso!

Para dar uma lição nos seus familiares, decide pedir ajudar para o amigo do trabalho, que topa ser seu “namorado” no dia do Natal. Porém, quem aprende e descobre coisas além do que imaginava é ela mesmo.

Opinião da Pequena: Quando a Rê me convidou para ler o novo conto dela, não pensei duas vezes. Todas as histórias que ela escreve vão além de um simples chick-lit. E esse têm um especial: é de Natal. ^^

A premissa é bem clichê. Mas sabe aquele clichê que aquece o coração? Então! Personagens carismáticos, protagonista gente como a gente e elementos surpresas que fazem a diferença, até mesmo quando a gente já imagina o final.

E dessa vez, o tema abordado é a clássica imposição que a sociedade coloca na mulher, de que para ser feliz precisa ser comprometida. Em contrapartida, não para por aí. Como essa questão já tá tão enraizada, a própria Emília se cobra. E leva todos os discursos com desconfiança.

Amei como tudo foi amarradinho, ri muito e percebi como a protagonista cresceu, mesmo com poucas páginas. Fiquei apaixonada pela sua família e, claro, pelo Theo. Adorei o desfecho, algumas sacadas e o arquivo final que o leitor encontra na última página contém a melhor planilha. E mais uma vez: o único defeito é que a história acaba muito rápido hahaha. E confesso que imaginava uma capa mais natalina, entretanto….

O tema é de Natal, porém, acredito que seja um conto bem atemporal. Já que trata de assuntos distintos, mesmo com os clássicos “a tia dos namoradinhos” e tal. E além do tema central que contei anteriormente, aprendi que tudo está na forma como interpretamos. Às vezes, a gente fica tão focada em tal coisa, que não entende a real intenção de uma conversa. Ou de borboletas no estômago. Enfim, recomendo. O melhor contrato que já li.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica (clica aqui para baixar).

Beijos, Carol.

Post Antigo: Os delírios de Natal de Becky Bloom
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7
04.12.2020
* PJ Leu: A lista que mudou minha vida! ♥

Ei, Gente! :) Chick-lit é sempre uma boa leitura, mas esse entrou para a minha listinha de favoritos. O PJ Leu da vez é “A lista que mudou minha vida“, da autora Olivia Beirne. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: A lista que mudou minha vida | Autora: Olivia Beirne | Editora: Faro Editorial
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Georgia adora ficar jogada no sofá após o trabalho vendo TV e bebendo vinho. Mas não curte altura, ir a encontros amorosos e atividade física nem passa pela sua cabeça. Resumindo, correr riscos não faz parte da rotina dela.

Mas tudo muda quando a sua irmã mais velha, a Amy, descobre que tem uma doença, que vai lhe impedir de realizar algumas aventuras, até completar 30 anos. Então, ela passa e adapta a lista de coisas que deseja fazer para a nossa protagonista!

Uma história sobre sair da zona de conforto, amizade, família e muito mais!

Opinião da Pequena: Na capa tem um comentário que “fãs da Sophie Kinsella vão se apaixonar por este livro” e eu concordo 100%! Georgia é a típica personagem de chick-lit. Aquela que nos diverte e ensina ao mesmo tempo, através de uma leitura leve e que deixa a vida bem melhor!

A premissa é bem boa e a escrita da autora flui que é uma beleza! E arranca boas risadas, até mesmo nos momentos menos propícios. E personagem que gosta de Gilmore Girls: como não amar? Adorei as referências e as tiradas dela! A parte da pomba, meu Deus hahaha! Ah! Os pais lembraram muito os da Becky Bloom. A Amy é uma inspiração, sem dúvida, e lembrou muito a minha irmã mais nova!

A princípio, eu achei que teria um pouco a ver com o livro “A lista de Brett“. Mas lembra muito mais a história de “Corra, Abby, Corra” (aliás, acho que é um sinal para eu me exercitar mais hahaha). Porém, com seus diferenciais, claro! E, gente, não sei se só eu tenho essa impressão, mas todos os mocinhos literários e de séries que tenho visto, tem o nome de Jack hahaha. Enfim, só uma observação hahaha!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Amei a lista e alguns itens são bem aleatórios e adorei que as metas traçadas são bem gente como a gente! Às vezes, tá tudo bem, burlar por uma boa causa. Não sei se dá para entender direito, mas lendo acho que dá. ;-) No mais, é uma história que faz a gente refletir também sobre zona de conforto e como a gente pode ir além. Seja um encontro no Tinder, correr 10km ou pular de paraquedas. E o resultado não importa, mas ir lá e tentar é valioso!

Só acho que a Esclerose Múltipla poderia ter sido um pouco mais destacada, no sentido de explicação da doença. Mas até entendo o viés que a autora quis pegar, digamos assim. Enfim, é um livro que devorei, com um final perfeito e que mais uma vez me fez entender a importância de comédia romântica literária. Abracei no final e pensei em coisas que posso fazer para sair da minha rotina e me aventurar mais. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Ah! Amei a capa e o espaço que tem para o leitor fazer a sua própria lista. Enfim, mega recomendo a leitura! Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Quase Rivais
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8
16.11.2020
* PJ Leu: Na corda bamba! ♥

Ei, Gente! :) E o PJ Leu da vez é Na corda bamba, da autora Kiley Reid. O livro, publicado pela Arqueiro, aborda temas como racismo, desigualdade social, entre outros. Enfim, vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Na corda bamba | Autora: Kiley Reid | Editora: Arqueiro
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3,5 livros

Sinopse: Emira Tucker, um jovem negra que trabalha como babá, está em um supermercado à noite, quando é abordada por um segurança. Ele a acusa de ter sequestrado Briar, a garotinha que ela cuida. No meio da confusão, alguém grava o vídeo e o pai da menina é chamado.

Alix, mãe de Briar, fica chocada com o ocorrido e decide que quer justiça pela Emira. Mas por sua vez, ela prefere deixar para lá. Então, quando uma parte do passado de sua “chefe” vem à tona, ambas são confrontadas com verdades que precisam ser encaradas.

Opinião da Pequena: Quando a editora anunciou esse lançamento, logo pedi o e-book para ler. Esse ano, tenho embarcado em mais histórias que falam sobre racismo e tenho aprendido bastante. Mas confesso que me decepcionei um pouco. :( A premissa é muito boa, porém, achei a construção um pouco confusa.

Começou muito bem e, do nada, foi para um outro viés que fiquei perdida. Quanto mais eu lia, mais eu queria saber o que rolaria. E apesar de ter gostado do desfecho, muita coisa, para mim, ficou meio no ar. Sem respostas! Em contrapartida, não é um livro ruim. Pelo contrário!

Mais do que nunca é importante pensarmos nessas questões, como preconceito racial e desigualdade social. E a autora planta uma sementinha na vida dos leitores para nos questionarmos ainda mais. Um atitude que pode ser nada para você, pode ser tudo para o outro.

Aliás, à temática central é tratada de forma sutil, nas pequenas atitudes do dia a dia. Como dar um uniforme de babá ou relacionamentos que seguem um padrão apenas para não serem vistos como racistas, sabem?

Crédito da imagem: Amazon

Quanto aos personagens: Emira está se descobrindo e, aos poucos, foca no que importa e o carinho dela por Briar é incrível. Zara é aquela amiga que eu queria ter na vida real. Não gostei da Alix, nem do Kelley. Acho os dois bem nada a ver. E Bri é uma menina de ouro!

Enfim, deixou um pouco a desejar para mim, mas deixou uma mensagem para eu repensar algumas atitudes, o que é sempre bom! O final é simples e diz tudo! E o que falar da capa? Perfeita, sem defeitos e mostra bem uma cena importante da história, que a propósito, queria que tivesse sido discutida mais.

Mas vale lembrar que o que não funcionou tanto para mim, pode funcionar para você. E, talvez, em outro momento, a história faça mais sentido para mim. Às vezes, tenho a sensação de que não entendi muito bem tudo! Porém, fica a parte do aprendizado. ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica.

Beijos, Carol.

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9
29.09.2020
* PJ Leu: Daqui a cinco anos! ♥

Ei, Gente! :) A dica literária da semana é Daqui a cinco anos, da autora Rebecca Serle. Um livro que responde, nas entrelinhas, aquela clássica pergunta: como você se imagina daqui a cinco anos? Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Daqui a cinco anos | Autora: Rebecca Serle | Editora: Paralela
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Dannie Kohan é aquela personagem que sabe responder exatamente como se vê daqui a cinco anos. O emprego no escritório de advocacia dos sonhos, o noivado com o namorado, entre outros planos.

Totalmente pé no chão, a protagonista tem esse jeito de ser até no dia em que acorda e percebe que está em uma realidade diferente, que acontece cinco anos depois de dormir. Ela encontra um outro apartamento, uma aliança que não é sua e um homem que não conhece. Mas quando desperta novamente, tudo volta ao normal e acredita (mais ou menos) que só foi um sonho de uma noite doida!

E como o destino adora pregar algumas peças: quatro anos e meio depois, ela vê o cara misterioso daquela página da sua vida e tem uma surpresa nada agradável. Um romance que fala sobre o amor, a amizade e, principalmente, a lealdade.

Opinião da Pequena: Eu nunca tinha lido nada da autora e, de antemão, posso falar que é uma escrita que prende do primeiro ao último capitulo. É impossível largar a história, que tem uma premissa bem instigante! Mas quando a gente vai embarcar é ainda mais surpreendente.

Confesso que não me simpatizei muito com a protagonista. Não que ela seja uma personagem ruim e é levar ver algumas mudanças e insights. Mas achei bem séria e muito pragmática, digamos assim. Não rolou aquela identificação, sabem? Em contrapartida, a Bella, sua melhor amiga, é aquela “pessoa” que a gente adoraria trazer para a realidade! Doidinha e com um coração de ouro.

Eu quis ter raiva do David a cada parágrafo em que ele aparecia! Mas não consegui e ainda bem! Às vezes, ou quase sempre, os planos não saem como imaginamos. Ai lembrei daquele livro “Malas, Memórias e Marshmallows“, que diz que “enquanto o homem planeja, Deus ri”. Se encaixa bem nesse livro também. Aaron (ou Greg) foi uma mistura de sentimentos! E os pais da Bella? O mesmo caso. Mas o Dr. Shaw é o meu favorito de todos!

Crédito da Imagem: Amazon
Pequena Jornalista

O mais legal de “Daqui a cinco anos” é que eu achava uma coisa, mas não era nada daquilo. Ou não no contexto que eu imaginava! Alguns desfechos deram um aperto no coração. Outros, eu esperava um pouquinho. E o final é bem bolado e me pegou totalmente desprevenida hahaha!

E como todas as histórias, essa rendeu algumas lições: pensar no futuro é bom, mas ter foco no presente é melhor! A principal contagem regressiva deve ser para a nossa felicidade e que não é necessário saber o que vem a seguir. Isso pode acabar com toda a magia e o crescimento diário que precisamos. Recomendo!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! Lembrando que você pode comprar o livro através desse link (isso ajuda muito o Pequena Jornalista).

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Em outra vida, talvez?
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