21.08.2021
* Beda 21 – Para assistir: Diários de Intercâmbio! ♥

Ei, Gente! :) Essa semana, foi bem corrida e estressante. Ao mesmo tempo em que o blog completava 12 anos, eu estava doidinha com outros trabalhos freelas e uma prova de inglês. Então, tudo o que eu queria ontem, era ficar deitada, assistindo algo bem leve e que o meu lado de riso solto voltasse com tudo! :’)

Eis que o noivinho fez a escolha certa: Diários de Intercâmbio, um filme nacional bem leve e fofinho. Tá disponível na Netflix! Peguem a pipoca e o refri, que a sessão PJ vai começar! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

A história é a seguinte: Barbara e Taila são amigas que trabalham no aeroporto do Rio de Janeiro e decidem fazer intercâmbio nos EUA. Uma é doida para viajar para fora, a outra fica com pé atrás, já que não é muito fã dos Estados Unidos. Mas embarcam nessa, sem imaginar os desafios que vão enfrentar. Woodstock é o destino! Aprender inglês era ideia, rever amores também! Na bagagem, aprendem outras coisitas a mais que não estavam nos planos. ;-)

E o que eu achei? De início, a gente só ri. Depois, vai aprendendo, rindo, suspirando, acha algumas coisas estranhas… Mas, sério! É ótimo para lavar a alma e matar a saudade de viajar. As coisas vão acontecendo em um ritmo bom, com personagens divertidos e que mostram a importância de ir atrás dos sonhos e se aventurar. Tudo bem amar o seu país, mas explorar o mundo não faz mal algum.

Crédito da Imagem: Observatório do Cinema

A Taila, na minha humilde opinião, roubou a cena. Ela é hilária e a gente só ria. Com o inglês fajuto, a implicância dela com os EUA e o amor por nióbio hahaha. Quanto a Barbara, ela nos dá uma aula do que não falar em uma entrevista de visto americano ;p. E ela se arrisca, sem medo de ser feliz.

No mais, é um filme que faz pensar no sonho de morar fora. Tudo poderia ser tão mais fácil. A gente entende que é importante defender o país, mas a sensação é que parece um crime querer explorar o mundo. Sem fazer mal a ninguém. Só viver a vida em busca de boas oportunidades!

Acho que o desfecho poderia ser um pouco diferente de um “quarteto” amoroso. No mais, Lucas é bem fofo, Brad e apesar da família da Taila ser meio doida, acho que eles tem um bom coração. Mas a filha, meu Deus! Porém, sem spoiler. Juro!

Crédito da Imagem: Epipoca

Já a família da Barbara é bem rígida, mas surpreende e eu to apaixonada pela criança. Já sei qual canção de ninar vou cantar para a minha filha quando eu for mãe hahaha. As aulas de inglês são divertidas, algumas coisas não acredito que aconteceriam na vida real… Mas é filme! E cumpriu direitinho o papel dele: fazer a gente sonhar, independente de qualquer coisa.

Ah! Amei a trilha sonora, virei fã da Thati Lopes e a Larissa Manoela, sei que divide opiniões, mas eu sempre me divirto com as histórias que ela faz parte. Enfim… Têm lições, analogias com intercâmbio. Faz a gente terminar o dia com chave de ouro. Recomendo!

Beijos, Carol. ♥

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11.08.2021
* Beda 11 – Um livro, um filme e uma série para conhecer a cultura chinesa! ♥

Ei, Gente! :) Sou suspeita, mas a China me conquistou totalmente nos últimos 3 anos. Não conhecia nada antes de conhecer o meu noivinho e essa relação me fez quebrar barreiras, que nem imaginava ter. ♥

A gente precisa conhecer antes para não acreditar em estereótipos que não fazem mais sentido e talvez nunca tenham feito. Há diferenças na cultura, mas nada é por acaso, por mais que a gente não entenda bem.

E com a pandemia, infelizmente o preconceito aumenta. Mas se a gente parar para pensar, não dá para julgar uma população inteira por conta do que a gente nem sabe o que rolou nos bastidores, de fato. É a mesma coisa de dizer que todo brasileiro é corrupto e tal.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Enfim, voltando ao tema do post: separei um filme, um livro (que ainda não li) e uma série para quem quiser conhecer um pouco mais da China. Vamos lá? Bom post. :)

Filme: Din e o Dragão Genial.
Observação da Pequena: É uma animação tão amor, disponível na Netflix. Com um toque de Alladin, mas na versão oriental. Prende do início ao fim e conquista crianças e adultos. Rende doces e divertidas risadas. Faz a gente se questionar sobre o sentido da vida e o que realmente importa no nosso dia a dia. Para saber mais, tem resenha aqui.

Crédito da Imagem: Papo de Cinema

Livro: Férias em Taipei, da Abigail Hing Wen.
Observação da Pequena: Foi a minha mais recente comprinha literária e estou louca para embarcar. A propósito, conta a história de Ever Wong está prestes a viver um verão inesquecível. Seus pais a mandam para 8 semanas em Taiwan. O que parecia ser uma viagem tediosa, surpreende mais do que ela imaginava. :)

Crédito da Imagem: Amazon

Série: Jardim de Meteoros
Observação da Pequena: Foi a primeira série/novela que assisti da China. Me prendeu muito no comecinho, mas por ser longa, acabou sendo um pouco cansativa. Mas vale a pena para conhecer a história, que tem uma pegada teen, porém, conquista a todos! Adorei a trilha sonora, as roupas da protagonista e deu saudade de assistir o comecinho. Ah! É um remake (tem a primeira versão, que é antiga, e está disponível na Netflix também (a última versão) .

Crédito da Imagem: Global Geek

***

Gente, eu não sei se eu que tenho andado mais com descendentes de chineses ou se realmente a China tem recebido mais atenção dos escritores, roteiristas e diretores. Ou seja, opção é o que não falta.

Outras indicações são bem-vindas. No mais, podem opinar à vontade. :)

Beijos, Carol.

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10.06.2021
* TBT Pipoca: Um lugar chamado Notting Hill! ♥

Ei, Gente! :) Para o TBT Pipoca da vez, separei um filme bem sessão da tarde e tudo a ver com o mês mais romântico do ano: Um lugar chamado Notting Hill. Vamos lá? O post já vai começar. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Acho que não precisa, mas vamos ao mini resuminho da história. Will é dono de uma livraria e recebe a visita de uma cliente bem atípica: a atriz renomada Anna Scott. Alguns encontros (legais e outros nem tanto) e uma relação começa a ser construída. Mas será que os holofotes vão deixar? ;-)

Quando esse filme foi lançado, arrancou muitos suspiros aqui em casa. A música então… Aliás, falou “Notting Hill” já começo a cantar “Sheeeeee tralalalala” hahaha. Assim, não era o meu favorito, mas por algum motivo nos últimos 3 anos, toda vez que está passando na TV, eu e meu namorado paramos para assistir.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Talvez para alguns, a história seja surreal. Talvez impossível de acontecer (acho que sim) e com algumas falas meio sem sentido. Mas como não torcer para o casal fictício? Ficar rezando para o Will chegar a tempo e a coletiva dar atenção à pergunta “especial”?

É uma história meio brega? Talvez um pouco! Mas aquece o coração dos românticos de plantão e amolece (ao menos um pouquinho) os que são mais “frios”. É tão lindo esse filme! O cenário ajuda muito e o fato de ter uma livraria no meio também. ♥

Os amigos são bem comédia e alguns totalmente sem noção. E a cena final é a coisa mais linda. Acho que mostra a simplicidade da felicidade! Meio clichê, mas nem toda a fama compensa. Talvez uma ida ao Parque, ao lado do seu amor e futuro amor, com um livro faça mais sentido! Ah! E eu amo a Julia Roberts e Hugh Grant. Acho que no decorrer, eles evoluíram muito! Mas merecem destaque desde sempre.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Enfim, se você ainda não assistiu: indico. Já viu? Vale o repeteco! Vi que está disponível no Telecine e volta e meia assisto por lá mesmo! No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol. ♥

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17.05.2021
* Para assistir: A família Mitchell e a revolta das máquinas! ♥

Ei, Gente! :) Para começar a semana, que tal uma dica de filme de animação mega divertido e repleto de lições valiosas? Anotem aí: A família Mitchell e a revolta das máquinas, que está disponível na Netflix. ♥

Crédito da Imagem: Netflix

Um resuminho da história: Katie, a filha mais velha da família Mitchell, é aceita na faculdade de cinema que sempre sonhou em entrar. Tudo pronto, até que o seu pai decide levar todos de carro para o “novo lar” dela. Uma despedida perfeita, né? Só que nesse meio tempo, uma revolução das máquinas começa e os planos deles vão por água abaixo. Agora, eles vão ter de unir força e ferramentas para salvar o mundo. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Eu amo animação e acho que essa é uma das melhores que já assisti. ♥ Primeiro, que a gente se identifica, ao menos, em algum momento com essa família. A propósito, ela é longe de ser perfeita, mas a imperfeição também aquece o coração, sabem?

A parte da revolta dos robôs é engraçada, mas ao mesmo tempo um pouco assustadora. Faz a gente refletir sobre o uso excessivo de celular e afins. Depois desse filme, acho que agora mesmo não vou querer usar a Siri e outras inteligências artificiais (ou algo do tipo) hahaha. Mas até nesse mundinho, existem “pessoas” que se salvam. Destaque para duas máquinas que estão mega certas com um rótulo que machucam também hahaha. (Aliás, é uma das melhores partes, na minha humilde opinião).

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

A Senhora Mitchell é uma das minhas favoritas. Lembrei muito da minha mãe e do seu jeito de querer apaziguar a relação de todos. O filho mais novo vai pelo mesmo caminho. O pai não é tão bom com as palavras e a filha não entende muito bem onde tudo começou a dar “errado”… Mas tem males que vem para o bem e nessa aventura, tudo vai fazer sentido e mostra que sempre vale a pena tentar nos mínimos detalhes. E que uma hora ou outra a gente consegue encontrar o grupo perfeito!

O filme é bem colorido, faz o telespectador chorar de rir e refletir na mesma medida. Histórias assim sempre são bem-vindas, né? Ainda mais em uma pandemia. E quem diria que a família imperfeita teria um papel de salvar o mundo e a família super instagramável contaria com essa ajuda?

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

No mais, eu amei o doguinho Mitchell, que entrou na listinha de cachorros fictícios que eu queria ter na vida real e vou lembrar de sempre ter uma ferramenta na bolsa. Aliás, alguns presentes parecem ser inúteis, porém são bem úteis em missões robóticas.

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo muito! :)

Beijos, Carol.

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12.04.2021
* Teorias Literárias: O livro é melhor que o filme? ♥

Ei, Gente! :) E a teoria literária da vez é: o livro é melhor que o filme? Muitas vezes, a sensação é de que a história no papel é muito mais completa e a adaptação bem nada a ver. Mas será que é verdade?

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Bom, eu tenho a minha teoria. Sou apaixonada pelo mundo literário. Vocês sabem! Em contrapartida, também amo um filme. Aliás, uma das minhas maiores saudades da vida “normal” é poder ir ao cine no fim de semana!

Mas vamos ao que interessa: já assisti várias adaptações. Alguns livros eu conferi bem antes e outros só depois de saber a versão da telona. Claro que as diferenças são nítidas na maioria das vezes! Porém, como uma boa cinéfila, o filme também me dá um quentinho no coração. Mesmo não seguindo à risca o que o autor escreveu.

Sei lá, é tão bom ver personagens ganhando vida. Mesmo que o cabelo de tal protagonista seja descrito diferente do que o cine mostra. Mas faz parte, sabem? Afinal, muitas vezes é um livro que inspira. Só uma adaptação mesmo. E 400 e poucas páginas nem sempre são viáveis em uma hora e pouca de filme.

Claro que a gente fica com raivinha quando tudo é diferente. Parece que só pegaram o título do livro e pronto! E dói na alma de qualquer leitor assíduo quando alguém diz “ah, tem filme, não preciso do livro“. Porém, muitas vezes a adaptação pode ser aquele incentivo para futuros bookaholics. E uma maneira de se aventurar em um novo gênero também.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Divergente“, por exemplo, me conquistou através das telonas. E quando eu li, claro que era tudo melhor, porém, não diminuiu o meu amor pelo que eu vi. E foi uma forma de explorar as distopias. “Extraordinário” me emocionou nas duas versões. E digo o mesmo para “A menina que roubava livros“. Sei que o filme é mais paradinho, em contrapartida, mexe tanto comigo. Fiquei ainda mais apaixonada pelo livro.

Resumindo: acho que a história literária traz uma visão mais completinha sim. Filme quase sempre tem um toque diferentão. O melhor é não criar expectativas e ir de coração aberto. Tudo tem um lado bom! Acho que valorizar ambos é a saída mais leve.

Mas agora me conta: o que você acha dos filmes adaptados? Ama, odeia, tanto faz ou a opinião segue o mesmo ponto de vista desse post? Podem opinar à vontade!

Beijos, Carol. ♥

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