12.04.2021
* Teorias Literárias: O livro é melhor que o filme? ♥

Ei, Gente! :) E a teoria literária da vez é: o livro é melhor que o filme? Muitas vezes, a sensação é de que a história no papel é muito mais completa e a adaptação bem nada a ver. Mas será que é verdade?

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Bom, eu tenho a minha teoria. Sou apaixonada pelo mundo literário. Vocês sabem! Em contrapartida, também amo um filme. Aliás, uma das minhas maiores saudades da vida “normal” é poder ir ao cine no fim de semana!

Mas vamos ao que interessa: já assisti várias adaptações. Alguns livros eu conferi bem antes e outros só depois de saber a versão da telona. Claro que as diferenças são nítidas na maioria das vezes! Porém, como uma boa cinéfila, o filme também me dá um quentinho no coração. Mesmo não seguindo à risca o que o autor escreveu.

Sei lá, é tão bom ver personagens ganhando vida. Mesmo que o cabelo de tal protagonista seja descrito diferente do que o cine mostra. Mas faz parte, sabem? Afinal, muitas vezes é um livro que inspira. Só uma adaptação mesmo. E 400 e poucas páginas nem sempre são viáveis em uma hora e pouca de filme.

Claro que a gente fica com raivinha quando tudo é diferente. Parece que só pegaram o título do livro e pronto! E dói na alma de qualquer leitor assíduo quando alguém diz “ah, tem filme, não preciso do livro“. Porém, muitas vezes a adaptação pode ser aquele incentivo para futuros bookaholics. E uma maneira de se aventurar em um novo gênero também.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Divergente“, por exemplo, me conquistou através das telonas. E quando eu li, claro que era tudo melhor, porém, não diminuiu o meu amor pelo que eu vi. E foi uma forma de explorar as distopias. “Extraordinário” me emocionou nas duas versões. E digo o mesmo para “A menina que roubava livros“. Sei que o filme é mais paradinho, em contrapartida, mexe tanto comigo. Fiquei ainda mais apaixonada pelo livro.

Resumindo: acho que a história literária traz uma visão mais completinha sim. Filme quase sempre tem um toque diferentão. O melhor é não criar expectativas e ir de coração aberto. Tudo tem um lado bom! Acho que valorizar ambos é a saída mais leve.

Mas agora me conta: o que você acha dos filmes adaptados? Ama, odeia, tanto faz ou a opinião segue o mesmo ponto de vista desse post? Podem opinar à vontade!

Beijos, Carol. ♥

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4
11.03.2021
* TBT Pipoca: Meu primeiro amor! ♥

Ei, Gente! :) Vamos para mais uma dica de filme com gostinho de TBT Pipoca? Para hoje: Meu primeiro amor, uma história que marcou a minha infância e acredito de uma geração. Boa sessão! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Esse filme é de 1991 e é da época que ainda existia fita cassete hahaha. Então, pode ser que muita gente não tenha assistido e tal. Por isso, segue aquela sinopse básica: Vada é uma garota de 11 anos e tem uma obsessão meio peculiar com a morte. Sua mãe já morreu e seu pai é um agente funerário. Apaixonada pelo professor de inglês, Jake, ela acaba se matriculando no curso de poesia dele. Seu melhor amigo, Thomas, é alérgico a tudo, inclusive a picada de abelha. No mais, ela tem uma missão… Afastar Shelly do seu pai, já que os dois andam bem próximos para o seu gosto.

Crédito da Imagem: Claquetes

Bom, eu posso assistir um milhão de vezes, que vou chorar todas e mais um pouquinho. Vi no cine com a minha mãe e irmã mais velha e virei fã. Da história e dos atores, principalmente da atriz que faz a Vada. Acho que eu queria ser ela quando eu era mais nova hahaha.

Crédito da Imagem: Claquetes

É um filme (relativamente) leve e faz a gente rir em algumas horas. Porém, é importante se preparar: o choro é certo, na minha humilde opinião. Afinal, o final não é dos sonhos! Mas marca muito e ensina que a gente tem de aproveitar cada segundinho e ser forte quando situações injustas acontecem. Ainda mais quando você é uma garota de 11 anos!

Várias cenas marcaram, mas as minhas favoritas são do pulo no lago dela e do Thomas, o beijo, do bingo, do papo sobre menstruação e das aulas de poesia. Mas a lembrança mais forte que eu tenho é do meu pai me dando de presente a fita com as músicas do filme no corredor da escola. Por isso, choro tanto quando assisto. E o que falar da trilha sonora? My Girl é a música que eu quero entrar quando me casar. Uma forma de homenagear o meu pai e ter certeza de que ele estará presente nesse dia também. ♥

Crédito da Imagem: (En) cena
Crédito da Imagem: IG

Enfim: “Meu primeiro amor” faz a gente chorar muito, mas se você ainda não assistiu, recomendo. A gente fica com raiva de abelha, porém, têm lições valiosas nas entrelinhas. E é uma história memorável, juro. E pelo que eu vi só está disponível no Google Play.

E você: já viu? Conta o que achou. No mais, pode opinar à vontade!

Beijos, Carol. ♥

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04.02.2021
* TBT Pipoca: Os delírios de consumo de Becky Bloom! ♥

Ei, Gente! :) Separei mais um filme para o nosso TBT Pipoca da semana. Aliás, pasmem: a adaptação “Os delírios de consumo de Becky Bloom” não tinha um post exclusivo! Mas vamos mudar isso, né dona Pequena? Então, peguem a pipoca, o refri, que a sessão consumista vai começar hahaha. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Eu acredito que a maioria saiba a sinopse. Mas vou colocar um resuminho, ok? :) Rebecca Bloomwood é uma garota que ama fazer compras e seu grande sonho é trabalhar na sua revista de moda favorita. Mas os gastos vão além e a levam à falência. E quanto ao trabalho: tudo o que ela consegue é escrever para um veículo de finanças. Chega a ser contraditório e cômico, né? E quanto tudo está prestes a melhorar, nossa protagonista repensa em suas ambições e seu estilo de vida!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Vocês já estão cansados de saber que a Becky é uma das minhas personagens favoritas da vida. Sim, esse filme é uma adaptação do livro da Sophie Kinsella. Apesar de amar ler as atrapalhadas da protagonista, amei ver a personagem ganhando vida nas telonas.

Claro que no cine, o mundinho da protagonista ganhou alguns toques diferentes. E se eu não me engano, eles misturaram o livro 1 e o 2. Mas juro, não me incomodou nadinha. Pelo contrário, amei ver uma premissa que me fez amar chick lit. ♥

Achei tudo bem amarradinho. O filme tem ritmo e cada cena envolve o telespectador e não dá sono. Mesmo assistindo pela milésima vez! A gente ri e aprende lições valiosas. Não só sobre finanças, mas a importância da família e o que um lenço verde não faz na vida de uma pessoa hahaha!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Quanto à escolha dos atores: não poderia ter sido melhor, juro! A Isla como Becky é perfeita. Não imagino outra atriz fazendo esse papel. Ela captou direitinho a essência da protagonista. Também amei os pais dela, que são aquelas “pessoas” que a gente quer guardar dentro de um potinho, sabem? Luke é de arrancar suspiros e a Suzy é igualzinha hahaha. Alicia? Tão irritante quanto a do livro hahaha.

Sobre o Dereck Smeath… É a única mudança que eu faria. Ele saiu meio como vilão, mas na real não é. Afinal, a gente ama a Becky, mas ele tava fazendo o trabalho dele. De uma forma meio nada a ver, mas foi a solução que ele achou. Em contrapartida, amei cada centavo que ela colocou na sala dele hahaha.

E o que falar do final? Perfeito! A dancinha, a mini vingança, os manequins e a volta do lenço. Aliás, essa peça roubou a cena e é a melhor compra da vida. Os figurinos são extravagantes, mas não poderiam ser outros. Talvez, a roupa de madrinha do casamento. Enfim, é uma história que deixa a vida mais leve e diverte qualquer domingo de tédio!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Sim, os livros são melhores, claro. Porém, essa adaptação não deixa nada a desejar e o meu sonho é que tenha mais continuação. Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! Pelo que eu pesquisei, está disponível na Apple TV. ♥

Beijos, Carol.

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26.10.2020
* Para assistir: A sociedade literária e a torta de casca de batata! ♥

Ei, Gente! :) Para começar a semana, separa a pipoca e o refri, que vai ter dica de filme: A sociedade literária e a torta de casca de batata, disponível na Netflix. Vamos lá? Boa sessão! ♥

Crédito da Imagem: Fala Universidades!

A história conta sobre uma jovem escritora chamada Juliet Ashton e sua visita a Guernsey. Depois de trocar cartas com um fazendeiro, que enviou a primeira contando sobre o seu clube do livro fundado durante a 2ª Guerra Mundial. Nessa viagem, ela não só conhece essa sociedade literária, como constrói um relacionamento com todos da ilha que lhe dá ideias para um novo livro.

Inspirado na aventura literária que leva o mesmo nome, é o típico filme que eu amo. Com romance, temas tensos abordados com leveza e, claro, livros! A princípio, achava que ia ser meio monótono… Mas apesar de ter um ritmo meio lento, eu acho que todo leitor deveria assistir. ;-)

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Tudo bem que o tema literário funciona mais como um pano de fundo para a história. Porém, deixa a gente ainda mais apaixonada por esse mundinho. Trata muito sobre a Guerra e as cicatrizes que esse cenário deixa. O nome do clube do livro é o melhor e a explicação dele também. Todos os personagens da Sociedade têm a sua importância e Juliet e Dawsey dão um toque a mais.

Tem romance clichê e que a gente torce muito. Mas quem (quase) “impede” não é um vilão, só têm objetivos diferentes. E isso é bem legal, sabem? Às vezes um casal não dá certo, entretanto, não necessariamente tem a mocinha e o bandido. Ah! Algumas cenas dão um aperto e a filhinha da Elisabeth é a coisa mais fofa do mundo! O desfecho é de arrancar suspiros e faz a gente querer um clube do livro daquele jeito e, até mesmo, comer a tal da torta de casca de batata hahaha.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Inspira muito futuros escritores e também dá vontade de criar histórias em uma máquina de escrever. Os figurinos são incríveis, as paisagens também e algumas coisas eu fiquei meio na dúvida. Talvez eu me aventure no livro que inspirou, mas não tenho certeza.

Enfim, é um filme com algumas ressalvas, mas que eu recomendo para assistir com os amigos leitores ou na sua própria companhia. ♥

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

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9
14.10.2020
* Para assistir: Um dia de chuva em Nova York! ♥

Ei, Gente! :) Ontem eu assisti ao filmeUm dia de chuva em Nova York“, que está disponível no Now (Net). É uma história poética e confusa, mas que vale a pena. Então, segue uma resenha para vocês. Boa sessão! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, segue um resumo do resumo: Ashleigh e Gatsby viajam para NY. Ela, jornalista, vai para fazer uma entrevista com um renomado diretor de cinema. Ele, vai acompanhá-la. A intenção é que o trabalho seja rápido e depois os dois possam aproveitar a viagem e fazer passeios para lá de românticos. Mas não é bem assim que as coisas acontecem…

Ashleigh fica mais tempo do que o previsto com o diretor e esse mundo cinematográfico. Gatsby acaba encontrando a irmã de uma antiga namorada. Então, esse dia de chuva mostra novas paixões e oportunidades que ambos não perdem! ;-)

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Não era bem a história que eu imaginava. Mas não deixa de ter o seu lado poético. É o típico filme do Woody Allen mesmo! As coisas acontecem bem rápido e em algumas partes a gente fica meio perdida.

Segundo o meu namorado, ainda bem que a gente não viu no cine, porque se não ele teria dormido hahaha. Concordo em partes, o ritmo é meio lento (apesar de a gente piscar e tudo mudar hahaha) e mais uma vez: confuso. Porém, fiquei muito curiosa para saber o que aconteceria. E imaginei vários finais! Ou seja, me prendeu, apesar dos pesares.

Eu achei que ia me simpatizar mais pelo casal Gatsby e Ashleigh. No começo, sim. Ele é um romântico incurável e ela tem uma inocência nítida. Mas os dois têm algumas atitudes meio duvidosas. Aliás, no caso deles, o “felizes para sempre” acontece de uma forma bem diferente.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Quase não reconheci o Jude Law e queria que o personagem dele tivesse sido mais explorado. Algumas cenas foram meio desnecessárias! E temos Selena Gomes na pele de Chan, que é bem despojada e com um estilo de vida que inspira. A mãe do protagonista me surpreendeu e acredito que ele tenha tido a mesma sensação.

Quase tudo fez sentido. É cinema, né? Então, o que acontece em frações de segundos por lá, acho que não aconteceria na vida real. Claro, que a gente tem de aproveitar as oportunidades e ser feliz, mas tive a impressão que, mais do que nunca, os relacionamentos estão meio descartáveis.

Em contrapartida, achei o desfecho fofo e me deu vontade de andar por NY em um dia bem cinzento e com aquela chuvinha poética. Ah! Destaque para as cenas da risada da cunhada do Gatsby e pela história da nota do beijo e tal. E ele cantando e tocando piano dá um quentinho no coração!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Não é o melhor filme da vida, mas faz a gente refletir sobre o amor e a família. Nada acontece por acaso, mas, às vezes, eu queria acontecesse hahaha. Enfim, eu ainda estou digerindo a história… Porém, recomendo sim. ♥

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol.

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