Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é “Faça o amor ser fácil“, da autora brasileira Thamires Hauch. Publicado pela editora Opala, o livro dá dicas reais de como lidar com esse sentimento. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4,5 livros
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Sinopse: Crescemos acreditando que se relacionar é algo fluido, intuitivo, naturalmente descomplicado. Qualquer comportamento que saia desse pressuposto já acusa que há algo errado – conosco ou com o outro. O resultado disso é um misto de expectativas irreais com frustração.
Seria muito mais fácil se nos fosse ensinado, desde criança, que existem pessoas reais, com bagagens, medos, anseios e, claro, qualidades. Os dragões que cospem fogo não são nada além de nós no ponto alto de nossos próprios traumas.
Este livro é para todos que desejam compreender como é possível se relacionar de forma mais independente, forte e inteligente.
Opinião da Pequena: Quando soube que a autora, a editora e a LC Agência de Comunicação tinham aberto uma seleção para fazer parte de uma ação literária desse livro, não pensei nem duas vezes. :) E não é que fui selecionada? Yay!
A capa me chamou atenção de primeira e o título despertou muito a minha curiosidade. Afinal, o amor traz inúmeras características positivas, mas não é tão simples quanto parece e nem precisa ser tão difícil quanto imaginamos.
A escrita da Thamires é fluida e a gente sente que está em uma terapia literária a cada capítulo. Mas não são palavras impossíveis de colocar na prática, sabem? Aliás, queria ter lido na minha adolescência. Teria evitado lágrimas e amores frutos da minha imaginação hahaha. Porém, ler agora me deu a sensação de que toda experiência é válida e ensina!
O que eu mais gostei é que ela não coloca ninguém como vilão, mas todo mundo, sem exceção, possui bagagens, medos, sonhos, qualidades, defeitos… Claro, que há casos e casos. Temos muitos livros do mesmo tema, mas esse é o diferencial na minha humilde opinião!
É um livro que fala sobre empoderamento feminino e relacionamento amoroso. Em contrapartida, muitas vezes me peguei refletindo sobre diversas relações. Seja no quesito de amizade, família e, até mesmo, comigo. Falando nisso, a gente percebe mais uma vez o quão valioso é o amor próprio! Ele não tem esse destaque por acaso, sabem?

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Adorei a história do motorista do Uber, o poema, os amores líquidos e confesso que tive medo de responder algumas perguntas hahaha. Mas deu tudo certo! Tive uma nova perspectiva sobre dependências afetivas, rejeição e vou parar por aqui, que não quero dar spoiler. :)
E destaque para o tamanho dele. Cabe na bolsa, na cabeceira e em vários momentos da vida. Seja solteira, enrolada, namorando, casada, esperando o crush literário e qualquer estado civil. Enfim…
Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! No mais, podem opinar à vontade. E muito obrigada pela confiança, meninas (Thamires, LC Agência Comunicação e Editora Opala). Ah! Esse post é parceria, mas contém a minha opinião sincera, ok?
Por fim, obrigada namô por tornar o amor mais fácil, mesmo nos dias mais difíceis… E gente, a minha vida amorosa nunca foi perfeita e nem é, mas saber que o real é melhor do que o imaginário faz a diferença! ♥
Quem quiser ler, é só clicar aqui. Para conhecer a Thamires, clica aqui. Outros títulos da Opala e trabalhos da LC, corre aqui e aqui.
Beijos, Carol.
Post Antigo: Por um amor, todos os dias!
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Ei, Gente! :) E o tema do dia é: você escolhe o livro pela sinopse ou não rola curiosidade? Só compra e vai ou presta atenção em cada palavra do mini texto que conta um pouco da história? Bom, eu tenho uma teoria hahaha. ♥

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Vocês sabem do meu amor por capas literárias, né? Mas eu também sou a doida das sinopses. Se os dois dão match, meu Deus, eu fico doida para burlar a minha leitura atual e correr para saber o que acontece no outro livro.
É muito raro eu não ler essa parte. Acho ela fundamental e, até alguns minutos atrás, eu nem sabia ao certo quem escrevia. Mas pelo que eu pesquisei é o próprio autor. Porém, não sei se funciona com todos. Enfim…
Uma sinopse tem o poder de fazer o leitor querer ler aquela história ou deixá-la para lá. Ao mesmo tempo, essa palavrinha pode nos enganar direitinho. A gente imagina uma coisa e a cada capítulo a gente se depara com outra.

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Claro que a surpresa pode ser boa ou não tão boa assim. Digamos, que ler esse resuminho tende a ajudar na expectativa. A frustração vem de brinde, mas quando supera positivamente o que pensei, a sensação é incrível. E quando é na mosca, eu adoro. Por exemplo, o livro “Adultos” (da imagem) me ganhou pela sinopse. Porém, rolou uma mini decepção nesse caso hehehe.
Acredito que as informações principais tem de estar lá, mas não rola entregar tudinho. Se não, perde a graça. Porém, é chato quando não faz o menor sentido. Enfim, mesmo me decepcionando ou me surpreendendo, faz parte do meu ritual ao escolher a próxima história que vou embarcar! Se não tem nada na contracapa, corro para orelha do livro.
Mas sabe, às vezes, eu tenho vontade de me arriscar.… Porém, eu teria de saber, ao menos, qual gênero literário se encaixa… Deus me livre uma capa perfeita, informação zero e o próximo da listinha ser um terror…. Era uma vez uma Pequena Leitora hahaha!
Brincadeirinha. Agora me contem: a sinopse costuma fazer parte do seu ritual ou é um mero detalhe? No mais, podem opinar à vontade. ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Ops… Queria Ler de Novo!
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Ei, Gente! :) Para começar a semana, que tal começar uma nova série da Netflix, inspirada em uma trilogia literária (e dois spin-offs)? Sombra e Ossos, estreou no final de abril (se eu não me engano) e me prendeu do início ao fim. Vamos lá? Peguem a pipoca! ♥

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Para começar, um resuminho do que se trata: O Reino de Ravka está dividido em dois por uma barreira assustadora. Alina Starkov é uma órfã que foi recrutada pelo Primeiro Exército do czar para acompanhar figuras mágicas, os Grishas, que conseguem combater forças malignas. Mas para unir o seu país e lutar contra o mal, ela terá de aprender muito, inclusive a controlar seus poderes, ter confiança nela e um pé atrás com outras pessoas.
O que eu achei? No comecinho do primeiro episódio, assisti só de curiosidade e para acompanhar o namô. Mas apesar de cada parte da 1ª temporada ser longa e me confundir, me prendeu muito. Acho que já tinha lido resenha sobre essa trilogia criada pela autora Leigh Bardugo, porém, por ser fantasia achei que não fosse gostar. E parece que o jogo virou e tô mega curiosa para ler os livros hahaha.

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Não sei se a série, que conta com 8 episódios (relativamente longos), segue a risca a história literária. Porém, achei ela muito bem feita e um atrativo para quem quer se arriscar em uma fantasia que mistura romance, figuras mágicas e guerra entre o bem e o mal.
Como disse, me perdi em algumas partes, mas o lado bom foi que despertou curiosidade para saber mais sobre esse universo. Bom para encarar outros gêneros de livros, né? Adorei os atores principais, mas Jasper foi o que eu mais gostei. Ele tem o tom da comédia na medida certa. Alina é uma protagonista que inspira e Darkling é de arrancar suspiros. Aliás, muitas vezes a gente se vê questionando quem é o vilão e o mocinho. Mal também não fica de fora e talvez seja meu atual crush de série e livro hahaha.

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Adorei o figurino, principalmente dos Grishas. Algumas cenas são bem escuras e dá para entender, mas não sei se era a minha TV ou ficou realmente muito escuro hehehe. Ah! Não sei se chega a ser um Game of Thrones atual, mas sei que é bem produzida, muita reviravolta, faz sentido e acredito que tenha uma segunda temporada. :) Então, recomendo!
Já assistiu? Já leu? Conta o que achou. No mais, podem opinar à vontade! ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Enola Holmes
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Ei, Gente! :) Sumi alguns dias, mas é que eu estava sem a menor inspiração… Porém, hoje tô aqui para compartilhar alguns livros que lembram a minha mãe e de algumas leitoras que compartilharam lá no Insta comigo (obrigada, meninas! ^^).
Aliás, a minha mãe não é uma leitora assídua. Porém, sempre me incentiva a ler e quando eu indico algum livro fortemente, ela vai e embarca. Outro dia, descobri que ela já leu Agatha Christie e, desde então, quero me aventurar em alguma história dessa autora. Porque se a minha mãe leu e gostou: pode ter certeza, é bem bom. Enfim, vamos lá? ♥

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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1. O Matuto (Zibia Gasparetto)
Sinopse: Um matuto que não sabia ler e nem escrever, herdeiro de enorme fortuna, parecia ser uma presa fácil para um advogado que planejava ludibriá-lo para o tio do rapaz, que, julgando-o morto, pretendia ficar com sua herança. Os fatos, porém, surpreendem a ambos.
A filha que lembrou: Aline Goulart, que tinha uma listinha, mas falou que esse era o que ela mais recordava. Confessor que não conhecia esse livro e fiquei com vontade de ler.
2. O meu pé de laranja lima (José Mauro de Vasconcellos)
Sinopse: Zezé tem 6 anos e mora num bairro modesto, na zona norte do Rio de Janeiro. O pai está desempregado, e a família passa por dificuldades. O menino vive aprontando, tem a imaginação fértil… As surras que lhe aplicam seu pai e sua irmã mais velha são seu suplício, a ponto de fazê-lo querer desistir da vida. No entanto, o apego ao mundo que criou felizmente sempre fala mais alto. Só não há remédio para a dor, para a perda. E Zezé muito cedo descobrirá isso.
A(s) filha(s) que indicaram: Duas amigas leitoras (Juju e Diane) que falaram sobre esse livro. Confesso que não lembro de ter embarcado nessa história e acho que vou chorar bastante. Mas é um clássico que acho que no futuro vale a pena.
3. O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry)
Sinopse: Um piloto cai com seu avião no deserto do Saara e encontra um pequeno príncipe, que o leva a uma jornada filosófica e poética através de planetas que encerram a solidão humana.
A filha que indicou: A Pequena Blogueira que vos bloga. :) Minha mãe ama essa história e acha um absurdo eu ainda não ter embarcado (parece que o jogo virou, não é mesmo? hahaha). Qualquer coisa do Pequeno Príncipe lembro logo dela e juro que vou tentar embarcar sem falta esse ano! ♥
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É isso, pessoal. Agora me contem: qual livro lembra a sua mãe (ou a pessoa que cumpre esse papel muito bem)? No mais, podem opinar à vontade. :)
Eu vou tentar voltar ainda no fim de semana com mais posts, porém, não sei se consigo mesmo. Então, já vou desejar um Feliz Dia das Mães para todas as mães que sabem o significado do verdadeiro amor incondicional e são perfeitas nas imperfeições. De sangue ou não, todas são de coração! Aliás, te amo mãe! Obrigada por ser a minha mãe e pai ao mesmo tempo. Você merece o mundo todos os dias (até nos momentos que o drama prevalece hahaha)! ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Mães Literárias que merecem destaque!
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