Ei, Gente! :)
Tem chick lit que eu leio e já penso: poderia ter uma adaptação (se possível, fiel) no cinema. E tem série e filme, que eu penso que daria um ótimo livro. Vocês também são assim?
Para o post de hoje, eu trouxe uma adaptação de uma comédia romântica literária que eu amo. Também tem uma que está por vir e outra que eu adoraria que alguém fizesse. Vamos lá? Boa leitura! ♥
1. Já existe: O Diabo veste Prada (da autora Lauren Weisberger)
Observação da Pequena: Eu sei. É clichê e o filme é diferente do livro. Porém, é aquela história cinematográfica que sempre quando está passando, eu assisto. Também devorei cada capítulo em 2006. Enfim, eu amo as duas versões e sou doida para que alguém faça uma adaptação de “A vingança veste Prada“, a continuação. Lembro que quando lançou, a nossa Miranda Priestly (Meryl Streep), disse que super faria. Quem sabe um dia, né?
2. Vem aí: A troca (da autora Beth O’Leary)
Observação da Pequena: Eu amo “Teto para dois” (aliás, vai ter série e também estou ansiosa), mas o segundo livro da Beth é um dos melhores que já li na vida. É o sinônimo de que chick lit não tem nada de raso. E, sim, teremos adaptação. Pelo menos é o que está na internet. Porém, ainda está em produção. Quando estrear, com certeza vou correndo para assistir. Palpites para quem vai fazer o Arnold?
3. Eu adoraria: Menina de 20 (da autora Sophie Kinsella)
Observação da Pequena: É o meu sonho de leitora e sei que a Rachel McAdams daria uma ótima Lara hahaha. Mas como a última adaptação do livro da Sophie me decepcionou um pouco, talvez, até seja melhor. Porém, eu ainda acho que poderia rolar. Enfim, fica a dica hahaha! ;-)
***
Falando em adaptações de comédia romântica, eu sei que nem sempre é possível seguir à risca as páginas do livro. Mas mesmo com as ressalvas de muitos, aquece o coração saber que aquela história foi valorizada a ponto de virar filme. Fora que é uma maneira de chamar novos leitores, sabem? Enfim, sou fã de comédia romântica no geral. ♥
Ah! Eu ainda vou fazer uma listinha mais aprimorada sobre, incluindo séries. Aliás, “Emily em Paris“: meu sonho é que ela vire livro. Juro!
E não sei se vocês repararam, mas essa semana está muito a semana “chick lit” aqui no blog, né? Então, talvez eu faça um post até sexta, ok?
Agora me contem: qual é o chick lit que poderia virar comédia romântica e vice-versa? No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Antigo: Por que eu lei chick lit?
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Tão bom quando uma leitura prende do início ao fim, né? Já li há séculos, mas é uma das primeiras coisas que lembro quando vem na memória o livro nacional “I love NY“, da autora Teca Machado.
Ainda não leu? Vem cá, que eu vou te dar 5 motivos para embarcar o quanto antes. Bom post! ♥
1. É chick lit e é nacional. Amo quando essas duas características estão presentes hahaha! Então, se você ama também, fica a dica. ;-)
2. Sim, é uma personagem bem gente como a gente, mesmo com os toques de ficção. Em algum momento, vai rolar uma identificação. Ou do tipo “quero ser amiga da Alice”.
3. NY é o cenário principal, mas tem Cuiabá no meio.
4. Li esse livro em 2014 e a autora já trouxe um tema bem importante: não chega a ser cancelamento na internet, mas é bem semelhante. Porém, de uma maneira bem leve.
5. Perfeito para quem está desejando uma leitura rápida para o fim de semana. ♥
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É isso, pessoal. Quem quiser ler e, de quebra, ajudar o PJ (sem pagar mais nada por isso), é só acessar o e-book de I love NY pelo meu link de associado. E depois me conta o que achou!
Tem dica de chick lit nacional? Acrescenta nos comentários. No mais, podem opinar à vontade. :)
Beijos, Carol.
Post Antigo: Livros para quem quer escrever chick lit
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Para começar o mês, que tal uma dica literária? Dessa vez eu embarquei no livro “Relatos de uma BR em Buenos Aires“, da autora brasileira Ayumi Teruya.
Já adianto que é uma leitura rápida e que rende ótimas risadas. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Nota: 5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
♥
Sinopse: Um livro de crônicas desastrosas, que conta as aventuras de uma brasileira por Buenos Aires. Mas não de uma forma tradicional. São relatos repletos de bom humor e que mostram como é a vida de um estrangeiro fora de seu país de origem.
Opinião da Pequena: Quando a Ayumi me procurou, não tive dúvidas de que precisava embarcar nas suas aventuras. Afinal, eu acho que uma das coisas mais valiosas em um ser humano é saber rir de episódios desastrosos.
É um chick lit, mas em forma de crônica. A personagem principal é a própria escritora. Falando nisso, a sensação que eu tive é que estava lendo um diário de uma amiga. Mas não aquele diário que a pessoa se preocupa com cada palavra escrita. E, sim, um local que ela só escreve. Sem medo de ser feliz.
Para alguns leitores, pode ser que esse fato incomode, porque a escrita é totalmente informal. Mas a autora deixa isso bem claro, na parte de “aviso”. E fique tranquilo que isso não significa erros de português, apenas textos escritos do jeitinho que a gente fala no dia a dia mesmo. ;-) Na minha humilde opinião, isso não atrapalhou em nada. Pelo contrário, me senti mais próxima da história!
Aliás, a gente se identifica muito. Principalmente, se você já viveu experiências parecidas com a dela. Fiquei relembrando dos tempos em que morei na Suíça e foi bom lembrar dos aprendizados dessa fase. Não é fácil viver em uma outra cultura. Mas vale a tentativa e levar a vida com mais humor, mesmo nos momentos mais desastrosos. A lição que fica é fazer do limão, uma limonada. Ou um livro!
Destaque para as cenas do aeroporto, dela perdida na cidade e eu descobri que nunca joguei o jogo de perguntas hahaha. E cada parênteses usado pela Ayumi. Ri de todas as piadas hahaha. Adorei o capítulo final e acrescentei Buenos Aires na minha listinha de lugares que quero conhecer. ♥
Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo. Ah! A foto no Starbucks é em homenagem a um dos registros que aparece no livro. ;-)
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Entrevista – Ayumi Teruya
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Assisti os novos episódios de Virgin River, disponível na Netflix. E já adianto que maratonei em dois dias e me surpreendeu positivamente!
Mas antes tem um recadinho para quem ainda não assistiu as outras temporadas: contém spoilers. Se você liga, melhor voltar depois. Agora vamos ao que interessa hahaha. Boa leitura! ♥

♥
Enquanto a terceira temporada me deixou com saudade da essência de antigamente, essa nova me surpreendeu positivamente. ♥
Foram dois dias assistindo e eu não queria largar um segundo sequer. Parei a minha vida literalmente. Sim, a curiosidade falou mais alto. Desculpa jobs para entregar hahaha!
Vamos lá: nessa nova fase, Mel e Jack lidam com surpresas e dentre elas: a gravidez inesperada. Afinal, será que o baby é filho dele ou fruto da fertilização in vitro? Falando nisso, a parte boa dessa nova temporada é que temos respostas. Ok, tudo no último episódio, mas pelo menos a gente não vai ficar esperando até ano que vem hahaha. Em contrapartida, surgem outras perguntas (nem tudo é perfeito hahaha).
Em relação aos personagens secundários: Doc continua incrível e o seu relacionamento com a Hope continua firme e forte, com tentativas de se adaptar a nova realidade dela. Aliás, tem gente nova em Virgin River. Fiquei com uma pulguinha atrás da orelha em relação a alguns, mas também temos respostas. E o novo médico? Ainda não formei uma opinião, mas li que ele volta para a quinta temporada. Então, muita água pode rolar hahaha.
Quanto ao casal protagonista: o Jack voltou a ser o Jack que conquistou a Mel. Com as dores e delícias, mas acho que de uma forma mais de boa, sabe? Mesmo com alguns perrengues e sustos! Tenho pena dos dois, porque meu Deus, quando tudo parece que está indo bem, vem uma notícia e muda tudo. Mas no geral, as cenas deles arrancaram suspiros e aprendizados. Em relação a ela: continua sendo uma inspiração. Ô mulher forte, mas bem que merecia uma trégua. Quanta treta hahaha.♥
Preciso destacar a Muriel. Sério, a gente tem muito o que aprender com ela! Aliás, a amizade dela com as outras meninas é tão linda de se ver. É uma cidade pequena, onde a fofoca rola solta, mas a união e “ninguém solta a mão de ninguém” inspira muito.
Brie e Brady: que casal, gente! Por incrível que pareça. E aqui eles abordam sobre relacionamentos anteriores que deixaram traumas. Temas bem relevantes e que acredito que ajude muitas pessoas que estão assistindo!
Encontramos a irmã da Mel e um casamento relâmpago (que é emocionante). Aliás, essa temporada meio que mostrou mais a vida como ela é, na medida do possível. Tipo, sem julgamentos e tentar sempre olhar o outro lado. Que faz sentindo também! No mais, temos cenas clássicas de festivais de cidade pequena, que eu amo.
Ah! Temos reviravoltas. Falando nisso, achei mais legal a Charmaine! Porém, muita coisa pode mudar. E, sim, a parte do mal continua. Desconfiei de um personagem e uma das cenas finais fiquei pensando: por que tanta coincidência? hahaha
Por fim, o cenário continua lindo. Os looks da protagonista perfeitos e todos os personagens acrescentam. A maioria nos ensina alguma coisinha (como a importância de ter de enfrentar um luto e o importante papel da terapia) a cada episódio (que a propósito, dessa vez são 12). E por mais que os assuntos sejam pesados, parece que a essência de tratar com leveza voltou com tudo. Ainda bem!
Me prendeu do início ao fim e voltei amar essa série. E vocês? Já assistiram? Se não, recomendo e MUITO. No mais, podem opinar à vontade. ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: 1ª temporada Virgin River
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