26.10.2021

Ei, Gente! :) Sabem aquele livro que faz o leitor olhar para os problemas de um outro jeito? “A liberdade é uma escolha“, da autora Edith Eva Eger, é assim. Sem spoiler, trouxe o que achei dessa leitura. Boa resenha! ♥

Livro: A liberdade é uma escolha | Autora: Edith Eva Eger | Editora: Sextante
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros
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Sinopse: Edith Eva Eger apresenta nesse livro ensinamentos práticos que vão ajudar o leitor a identificar as próprias prisões mentais e desenvolver algumas estratégias para optar pela liberdade delas. Independente do que acontece de não tão bom no dia a dia, a forma como lidamos com essas situações que vale. Capítulos que mostram que é possível tirar lições valiosas através da dor.

Opinião da Pequena: Quando eu pedi esse livro, não sabia exatamente do que se tratava. Folheei os capítulos, mas deixei de lado. Tinha na cabeça que eu iria ler na hora certa. E foi isso que aconteceu!

Edith Eva Eger não é respeitada por acaso. Suas palavras têm poder. De esperança! Independente da situação. A leitura me trouxe uma paz, que não sei explicar.

Cada história que ela contou, dos pacientes e dela, dá um aperto no coração. Mas logo em seguida, consegui ver que a forma de lidar com os problemas é que faz a diferença. E saber que, nos mínimos detalhes, a gente tem a opção de se libertar dessas prisões mentais, é acolhedor.

Claro que não é simples e a mudança não acontece da noite para o dia, mas aos poucos e com o tempo, a gente vai conseguindo. Se libertar. Perdoar. Acreditar! A dor pode ser a ponte para aprendizados. Todo mundo passa por situações devastadoras. Ninguém está imune!

A leitura é fluida, rápida e pode ser importante em vários capítulos da vida. É o tipo de livro que é sempre bom ter na cabeceira, sabem? Talvez ler aos poucos, também seja uma boa opção. No seu ritmo!

A gente encontra estratégias em cada parte de “A liberdade é uma escolha”. Trechos ganham destaques em algumas páginas. Bom para anotar no caderninho e praticar no dia a dia, aos poucos mesmo. É possível mudar de perspectiva em vários sentidos. Por exemplo, a nossa percepção sobre o tempo, o verbo “tentar” e outras coisas!

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Enfim, já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo e MUITO! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Garota pare de mentir pra você mesma!
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carol
21.10.2021

Ei, Gente! :) Recentemente, terminei de assistir a segunda temporada de “Eu Nunca“, disponível na Netflix. Então, separa a pipoca e o refri, que a resenha já vai começar. Bom post! ♥

Crédito da Imagem: Observatório do Cinema
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Na 2ª fase da série, finalmente temos algumas respostas do que ficou no ar no final da 1ª temporada. Mas como dá para imaginar, outras perguntas surgem também e a gente só vai ficar sabendo mais para frente!

São 10 episódios curtinhos, porém, dessa vez não prendeu tanto quanto da primeira. A gente meio que terminou de assistir mais por curiosidade. Não foi aquilo de “poxa, já acabou?”. Isso não significa que o desenrolar seja chato ou algo do tipo. Só não chamou muito a nossa atenção, se compararmos com o começo.

Crédito da Imagem: Terra
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A Devi tá se enrolando mais do que nunca. Mas ao mesmo tempo, a gente dá um desconto já que essas “confusões” são reflexos da morte de seu pai. E como nada acontece por acaso, foi bom para ela rever algumas coisas, mesmo que só na teoria talvez. Aliás, destaque para a sua terapeuta e o tema luto. Cada um realmente lida de um jeito!

Gostei da Aneesa, mas algo me diz que a gente não conheceu ela tão bem! Porém, até aqui, acho que é uma personagem que acrescentou bastante e trouxe temas importantes para a história, como transtornos alimentares. Outras personagens falam sobre relacionamento tóxico, mas de um jeito menos pesado. Falando nisso, é sempre bom ficar de olho em alguns sinais. Até mesmo, nessa faixa etária. ;-)

Crédito da Imagem: Omelete
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A família da Devi é maravilhosa, mesmo com algumas ressalvas. Principalmente a sua avó e a mãe dela tá mais fofa, sabem? Olhando mais para o lado. E a prima é sensacional e já shippo um casal que nem sei se vai ser casal hahaha.

Entre Paxton e Ben? Eu gosto do Pax (a íntima hahaha), mas o Ben continua no meu topo. E, sim, ambos com muita coisa para melhorar! Ah! As amigas da Devi são as melhores! Sério, queria trazer ambas para a vida real.

No mais, adorei a trilha sonora, principalmente a música “Heat Waves”. E as narrações? Continuam fazendo a diferença em cada episódio! Dá um toque divertido, mesmo nas cenas que mais mexem com o telespectador. ♥

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

Post Antigo: 1ª Temporada – Eu nunca
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carol
18.10.2021

Ei, Gente! :) Eu amo o mundinho literário e o de papelaria também. Aliás, essa paixão começou bem cedo. Desde criança, esse tipo de lugar já fazia o meu coração acelerar. Por quê? Vamos lá! ♥

Crédito da Imagem: Acervo Pequena Jornalista
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1. Eu funciono melhor quando anoto as coisas no papel. E o fato de um caderno ser mais fofo, ter cartela de adesivo no meio e usar uma caneta mais bonitinha, por exemplo, me inspira. De verdade!

2. Planner e agenda realmente me ajudam a organizar melhor a vida. Ainda ´preciso melhorar muito, porém, se com esses itens eu já fico doida, imagino sem. Deus me free hahaha!

3. É uma ótima oportunidade de incentivar o trabalho de produtores independentes. Durante a pandemia, conheci cada empreendedora incrível e que realmente merece esse apoio.

4. Tudo o que eu compro, eu realmente dou uma função. Apesar de ser a louca da papelaria, tento investir o meu dinheiro de forma consciente! Ou seja, consumo, mas uso mesmo.

5. Papelaria une as pessoas. Sim, a gente conhece um monte de gente fofa e que gosta desse mundo organizado, mas de uma maneira sem ser chata e por obrigação.

Crédito da Imagem: Acervo Pequena Jornalista
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E vocês: gostam de papelaria ou dispensam? Qual foi o último item que comprou? Foi em loja online ou em alguma tradicional? Dicas de lugares são sempre bem-vindas! No mais, podem opinar à vontade. ;-)

Boa semana!

Um beijo, Carol. ♥

Post Antigo: Lista Secreta de Papelaria
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carol
14.10.2021

Ei, Gente! :) Ainda em homenagem ao Dia das Crianças, trouxe uma resenha bem especial hoje: Canção da Mudança, um livro ilustrado com o poema da Amanda Gorman, que recebi da Editora Intrínseca (obrigada ^^). Vamos lá? ♥

Livro: Canção da Mudança | Autora: Amanda Gorman | Editora: Intrínseca
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros
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Sinopse: A posse do presidente Joe Biden foi marcada pela participação da poetisa Amanda Gorman, que declamou o poema “The Hill We Climb“.

Junto com as ilustrações de Loren Long, as doces e inspiradoras palavras dela. viraram um livro ilustrado perfeito para o público infantil. Ideal para mostrar a importância de um mundo mais inclusivo.

Opinião da Pequena: Quando eu recebi essa edição da Intrínseca, fiquei apaixonada. Que capa linda e título inspirador. Não conhecia a poetisa (e ativista também) e confesso que nem cheguei a assistir a posse do Biden. Mas lendo o livro, imagino o quão emocionante deve ter sido.

É uma leitura infantojuvenil, mas nada impede do poema ser lido por outros públicos (eu li hahaha). A autora Amanda e o ilustrador Loren conseguiram transformar as páginas em um sopro de esperança. Para todos!

Com muita delicadeza, a mensagem é de que para o mundo ser diferente, é necessário a ajuda de cada pessoa. Uma atitude, um olhar, podem render a mudança que a gente tanto espera.

Crédito da Foto do Livro: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Acredito que uma sementinha da música da menina, que aparece em todas as páginas, possa ser plantada nos leitores. Enfim, eu amei cada trecho (“O mundo precisa de mim para ser diferente“) e a primeira ilustração é a minha favorita!

Não sei ao certo, mas acho que se for ler com uma criança mais velha, vale ler em conjunto com ela. Tem uma linguagem acessível, em contrapartida, uma explicação a mais é sempre bem-vinda.

Achei fofo, com uma mensagem que aquece o coração e é o típico livro que pode mudar uma história, mesmo que seja nos mínimos detalhes! Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Tudo nela é de se amar
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carol