25.05.2022

Ei, Gente! :) E a primeira trilogia do Clubinho do PJ foi concluída com sucesso. “Amor e livros” vai deixar saudade, mas fechou muito bem com “Amor & Azeitonas“, da Jenna Evans Welch. E, claro, trouxe a resenha para vocês. Boa leitura! ♥

Livro: Amor e Azeitonas | Autora: Jenna Evans Welch | Editora: Intrínseca
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros
♥

Sinopse: O que a lenda de uma cidade submersa tem a ver com a vida de uma adolescente? No caso da greco-americana Liv Varanakis, a resposta é tudo. Quando era pequena, Liv e seu pai passavam horas tentando descobrir a localização de Atlântida, mas, desde que ele foi embora sem explicação, ela evita pensar na cidade perdida a todo custo. Com dezessete anos, Liv tem uma nova vida, um novo namorado e está muito bem, obrigada.

Até que um cartão-postal amassado chega de Santorini e faz seus planos irem por água abaixo. Nele, seu pai explica que está gravando um documentário a respeito de Atlântida e que mandou uma passagem de avião para Liv ir até a Grécia ajudá-lo. Agora, ela terá que deixar para trás tudo que construiu e embarcar rumo ao desconhecido.

O reencontro dos dois traz à tona milhares de perguntas e emoções. E com o passar dos dias, a garota começa a desconfiar de que não foi Atlântida que a trouxe até ali, e sim algo muito mais importante!

Opinião da Pequena: Sabe aquela leitura que a gente tem tanta coisa para falar, que acaba postergando para preparar a resenha, com medo de deixar de lado algum fato importante? Eu tô exatamente desse jeito com “Amor & Azeitonas“. Porém, agora chegou o momento! ;-)

Dos três, esse foi o livro mais intenso. De forma leve, mas isso não impediu de algumas lágrimas caírem. No comecinho, a história não me pegou de jeito totalmente. Demorei a engatar e quando foi não queria mais largar e descobrir a verdade, não só sobre Atlântida, mas todos os pontos cruciais da premissa.

Liv é uma personagem que adorei logo de cara, mesmo com algumas ressalvas. E me identifiquei em muitas situações e ver a evolução dela foi inspirador. Sobre o Theo, preciso dizer: ele é o personagem mais Deus grego da vida e não digo só no quesito “beleza”. O seu jeito de falar, de agir, conquista qualquer leitor. Juro! Nico, mais conhecido como o pai da Liv: eu fiquei com o pé atrás, mas me encantei com ele também. Incluindo a Ana, o Geoffrey (uma história dele, por favor, Jenna) e a mesma frase com vários sentidos do avô do Theo. São personagens que deram ainda mais leveza à história. E, claro, a família da Liv também.

Cada capítulo, eu conseguia imaginar, de tão boas que eram as descrições. Sou a doida das teorias da conspiração e acho bem divertida a pegada de Atlântida, mas essa cidade ganhou uma nova cara para mim. Aliás, sabe aquela história que o importante é o caminho e não a chegada? Fez todo sentido! Essa viagem da protagonista nos revela o quanto não podemos julgar e que a estrada traz ensinamentos valiosos.

Nosso Date Literário!
♥

É um livro que aborda não apenas a relação de pai e filha, mas fala sobre saúde mental e como ela pode afetar várias vidas. Que seguir em frente é válido e guardar mágoas faz a gente fugir de realidades. Que, a princípio, parece uma fuga saudável. Mas uma hora a conta chega! Porém, tudo no seu tempo.

Amei a atitude da mãe da Liv, o seu padrasto e irmãozinho! Aprendemos muito sobre azeitonas, desejamos morar em uma livraria e conhecemos Santorini com a palma da mão aos olhos de Theo e Liv. A Grécia sem dúvida entrou para a nossa listinha de viagens que queremos fazer com o Clubinho do Livro do PJ!

Tive ressaca literária, mas valeu cada página. Obrigada por essa história, Jenna. Descobri as pessoas que são a minha Atlântida e pensar nisso, me fez chorar, mas aqueceu o coração também. Se eu indico? LEIA ESSE LIVRO AGORA, POR FAVOR. ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. E se puder, compre com o meu link de associado. Você não paga nada a mais por isso e me ajuda muito!

Beijos, Carol.

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carol
24.05.2022

Ei, Gente! :)

Todos os dias da semana passada tive um compromisso: assistir cada live da semana corporativa da Meg & Meg. Sim, aquela papelaria que a gente ama. E, não, isso não é um publipost. Mas como me ajudou, acho que pode ajudar também quem está querendo abrir algum empreendimento ou continuar neste caminho!

Todos os bate-papos ao vivo foram essenciais para eu pensar, principalmente, com o rumo que o Clubinho do PJ vai tomar. Também me deu vários insights que podem ser usados na lojinha do meu noivo, que a propósito vende produtos do blog. Então, vamos lá? ♥

Prints das Lives e a montagem é do Pequena Jornalista
♥

1. Criando marcas e produtos, com a Jess e a Mariana Costa, que é a designer da Meg.
A conversa foi sobre criação, inspiração e essência. Rendeu várias anotações e com certeza vou levar para a vida essa:

“Não replique uma forma que deu certo, se essa não for a sua essência“
♥

E achei bem interessante que elas ressaltaram a importância de ter a sua essência, mas não descartar as estratégias. E em relação à cópias, fica a dica: se acha que está parecendo uma cópia uma arte que está fazendo para o Insta, pare e mude. E sempre pense na utilidade que aquele serviço e/ou produto pode ter! Veja como pode se inspirar com outras marcas, sejam do do seu nicho ou não.

Um exemplo que eu adoraria ressaltar: a embalagem da loja “Notas criativas” (mostrei na última foto desse post). Na verdade, o adesivo que fecha a caixinha é em formato de caça-palavras e acho que isso já é um grande diferencial, como consumidora.

2. Fomos processadas e vencemos, com a Jess e a Dani, sócias da Meg.
Esse foi o momento fofoquinha e aprendemos que todos correm o risco de receber um processo. Por mais, que você siga tudo direitinho.

Ainda bem que deu tudo certo (uhul \o/) e com a experiência, elas transmitiram muito aprendizado. Nada para ficar na neura 100%, mas sim para tentar prevenir o que estiver ao seu alcance. Sendo assim, esse foi o meu grande insight:

“Registre cada parte do atendimento. Desse jeito, a chance de ficar
preparada se algo acontecer é maior“
♥

Ah! E elas recomendam o sistema de atendimento Zendesk. ;-)

Prints das Lives e a montagem é do Pequena Jornalista
♥

3. Sua essência é o seu diferencial, com a Jess sobre o empreendimento “Refúgios Urbanos”.
Eu achei tão legal essa live e condiz muito com o que eu penso, como blog, consumidora e aprendiz de empreendedorismo. Sabe aquele diferencial que a gente tanto busca? Experimente encontrar na sua essência.

Por exemplo, o Refúgios Urbanos (@refugiosurbanos) é uma empresa de venda de imóvel. As fotos lindas que eles publicam e o fato de colocar o preço na legenda, chamaram a atenção da Jess. Mas o atendimento foi além da compra e venda. Ao chegar no seu novo lar, ela encontrou um brinde personalizado e que tinha a cara da família.

Então, fica a dica:

“Faça o básico bem feito, mas vá além”
♥

E uma coisinha para complementar, quando recebo um bilhetinho escrito à mão, mimos extras, não é o valor que conta. É saber que a marca tirou um tempinho para ir além. Isso mega faz a diferença e mais uma vez eu destaco o unboxing perfeito da Notas Criativas. E a Bee Mine, a Ophelia, a Tracejado e Hello Minori me conquistaram também por conta desse carinho extra. ;-)

4. É melhor prevenir do que remediar?, com a advogada Juliana Blanco.
Questões burocráticas são tão chatas, né? Juro que essa parte me desanima, mas é necessário. E tendo um bom profissional para assessorar, faz a diferença.

A Juliana que assessorou quando a marca foi processada. E o fato de ela conhecer a linguagem de suas clientes, fez a diferença. Manter a calma também, respirar e não tomar nenhuma atitude precipitada idem. Fora, os tais registros essenciais!

E já que a Meg ajuda a gente na organização, mais um insight para todo mundo ter certeza de como essa palavrinha é mega importante até onde você consegue prevenir questões chatas, como processo:

“Organizar é, sem querer, uma forma de prevenção”
♥

Então, entenda quais são os seus direitos e deveres como empresa e o mesmo serve para o consumidor. Não tem como ter controle de tudo, mas até a parte que é possível prevenir, faça.

Prints da Live e o Unboxing e Bilhetinho da Notas Criativas que mencionei.
Ah! E a montagem é do Pequena Jornalista
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5. Minha marca cresceu: e agora?, com a Jess e a Camila (aluna dos cursos da Meg e empreendedora da Proa – @amoproa).
Essa foi a única live que não consegui assistir ao vivo, mas vi depois e mega deu certo! A conversa rendeu ótimas dicas, seja para quem está começando ou já está no mercado há séculos.

Nada é fácil e é preciso ter os pés no chão. Se não, tudo trava. Então, tente se inspirar, mas não se compare com uma realidade que não é sua! E sabe aquela história “não aguento mais o meu emprego CLT”? Bom, já parou para pensar com o dinheiro que você ganha, o seu empreendimento pode dar os primeiros passos?

E por fim, um detalhe que anda me fazendo refletir:

“Não posso ter medo de imposto, se eu quero que a minha empresa cresça”
♥

***

É isso, pessoal. Foi bem valioso tirar esse tempinho para escutar o que as meninas tinham para falar. ♥ Quem tiver interesse, vale a pena assistir as lives. A maioria está salva lá no Meg Corporativa. Tentei resumir as minha anotações, mas fiz o que pude hahaha. No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol.

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carol
23.05.2022

Ei, Gente! :)

O mundo literário está repleto de autores nacionais incríveis. Tem para todos os gostos! Seja para quem ama chick lit ou um terror daqueles. E o objetivo desta seção é entrevistar escritores que merecem reconhecimento. Independente do gênero que escrevem!

Mas, às vezes, calha do autor da vez escrever exatamente o que a gente gosta… Esse é o caso da Pri Oliva, que teve a sua estreia com o livro “Tudo o que eu sempre quis” (ainda não li, mas parece ser um romance bem fofo e com uma protagonista que já me identifiquei). O bate-papo rendeu ótimas dicas.

Vamos lá? Espero que gostem! ♥

Crédito da Imagem: Pri Oliva
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1. Quando você bateu o martelo e disse: vou escrever “tudo o que eu sempre quis”? Falando nisso, conta como foi o processo até o dia do lançamento?
R: Eu escrevia muito em diário desde criança e nunca escondi de ninguém. Minhas amigas adoravam a forma como eu escrevia, porque não era só sobre meu dia. Eu narrava fatos e diálogos da vida alheia, com trechos de músicas e papeis que ilustrassem o ocorrido. Então, na adolescência, uma delas pediu que eu transformasse minha agenda em livro. Isso lá em 2001…trabalhei essa ideia e comecei a estruturar como seria, porque não dava pra fazer biografia. Anos mais tarde, resolvi começar a escrever “Tudo O Que Eu Sempre Quis” – que não tinha título ainda. Parei e fui viver a vida de jornalista que sempre quis, tive filhos e fui engolida pela rotina. Mas aquele arquivo no computador sempre me lembrava. Até que veio a pandemia e eu usei a história como uma válvula de escape para o isolamento social. Em 2021 terminei não apenas o primeiro livro, como o segundo e comecei o terceiro. A vida voltou a ser corrida após a vacinação, mas antes que eu enrolasse o terceiro, decidi que deveria lançar logo o primeiro. E assim fiz.

2. Aliás, o que o leitor pode esperar da história da Lili?
R: Lili é uma adolescente com uma visão romântica da vida, porque tudo sempre foi muito fácil pra ela.
A chegada da adolescência trouxe, além das problematizações da idade, uma ruptura familiar que ela vai precisar aprender a lidar na marra. Ela tem medo de se jogar, de ousar, espera as coisas acontecerem ao invés de agir. A trama mostra todo amadurecimento e cada história que vai ajudar ela a crescer como pessoa.

3. A Lili é inspirada na vida real ou fruto da sua imaginação (ou os dois hahaha)?
R:
A Lili sou eu. É minha irmã. Minha melhor amiga. Pessoas que cruzaram minha vida real e até de tweets que passaram por mim. Ela é 25% eu e 75% inspiração, porque a “forma” que dá rumo a história vem do que vivi, mas personagens secundários, diálogos, plots e talentos dela, são pura fonte de imaginação.

4. Como escritora, qual dica daria para quem deseja escrever histórias e publicá-las?
R: Comece a escrever o que vem na sua cabeça, mas comece
. Pode viajar mesmo na história. Não se prenda a nada que não seja do seu desejo. Quando terminar, aí você relê, revisa, começa a aplicar algumas técnicas como buscar pontos de vista, plots…ler a sua história várias vezes e dando um intervalo de tempo pra você “maturar” a trama ajuda. O tempo traz visões mais amadurecidas de alguns contextos. E ter alguém de confiança para ler e dar um retorno. Faz muita diferença.

Crédito da Imagem: Pri Oliva
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5. E como foi conciliar essa fase com: maternidade, jornalista, dona de casa e agora autora?
R:
Eu decidi que ia escrever um livro e comecei. Decidi que ia terminar e fui. Quando você quer mesmo, você arruma tempo. Eu sou a rainha da organização, tenho um canal com mais de 100k de inscritos falando disso. Então gerir o tempo foi fácil. Eu escrevia no celular à noite, revisava no computador no intervalo do trabalho e assim foi. Demorou, mas foi. Só precisei abrir mão do canal mesmo…rs Mas não dá pra abraçar o mundo. Gerir tempo é dar prioridade ao que importa mais. E o livro sempre foi o grande sonho da minha vida.

6. E os próximos da trilogia? Já estão no forninho ou quase? Fale mais sobre eles. ;-)
R:
A série é para ser com três livros e já estou finalizando o terceiro. Se o primeiro é água com açúcar, bem menininha, dessa fase inicial de adolescente, o segundo é chocolate com pimenta dela passando por uma nova fase. E o terceiro…bem, o terceiro é sal, limão e tequila. Cada um explica muito sobre as fases da adolescência.

7. Curiosidade: uma mania peculiar como escritora e outra como leitora?
R: Como escritora: só produzo ouvindo música. Tem playlist de cada livro. Como leitora: Sou altamente influenciada por capas mais do que sinopse. Se gostei da capa, às vezes nem leio a sinopse pra não estragar o amor.

Crédito da Imagem: Instagram Pri Oliva
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8. Perguntinha clássica do Pequena Jornalista: se pudesse salvar três livros de um possível incêndio da sua biblioteca, quais salvaria?
R:
Além do meu…
– Os 12 Signos de Valentina (Ray Tavares).
– Onde Deixarei Meu Coração (Sarra Maning).
– Confesse (Coolen Hoover).

Cada um tem um motivo específico para eu salvar por representar algo que gostaria de manter aceso em mim. ♥

***

É isso, pessoal. :) Muito obrigada, Pri! Suas respostas foram incríveis e me deram um empurrão para me concentrar e escrever a minha história também. E obrigada pela confiança! :)

E vocês: gostaram? Até semana que vem, entra resenha desse livro, que já me conquistou pela capa! Quem quiser já garantir o seu, corre aqui. Quer conhecer a Pri? Vale conferir o Insta e o Blog dela.

No mais, podem opinar à vontade. Me contem também: qual foi a resposta que mais amaram? A minha, sem dúvida, a número 5. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Autora Teca Machado
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carol
18.05.2022

Ei, Gente! :)

Eu não canso de falar que amo romances e um bom livro de autoajuda. Mas quando é uma leitura mais “técnica” para auxiliar de alguma forma na minha profissão… Confesso que a preguiça (quase) sempre vence!

Porém, decidi que, ao menos, três livros com essa pegada mais de carreira e afins eu tenho de embarcar. Não digo ler todos antes de completar 36 anos, mas até o fim do ano, vou me esforçar para riscar essa meta.

Aliás, é uma maneira de sair da zona de conforto literária e, de quebra, aprender muito. Nem que no começo seja só na teoria hahaha!

Então, vamos conhecer os escolhidos? ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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1. See Jane Write (Sarah Mlynowski e Farrin Jacobs)
Observação da Pequena:
Acho que vai ajudar muito no quesito escrita de livro, com foco no gênero chick lit. Desde que a Rê Lustosa indicou, eu tenho vontade de ler. E ano passado a Juju Bittar me deu de presente (♥). Não tem a versão brasileira, mas acho que aos pouquinhos consigo ler em inglês!

2. O Caminho do artista (Julia Cameron)
Observação da Pequena:
 Comprei na Bienal do Livro do ano passado. Acredito que seja uma leitura mais demorada, por reunir diversos exercícios, reflexões e ferramentas. Mas como o foco é ajudar a despertar a criatividade, recuperar a autoconfiança e se livrar dos bloqueios criativos, acho que ir com calma vai ser uma boa. ;-)

3. O jeito Disney de encantar os clientes (Editora Benvirá)
Observação da Pequena:
Desde o fim do ano passado, tem meio que uma sementinha empreendedora plantada em mim. Seguindo as coisas que eu gosto, claro. Mas estou namorando esse livro há um tempinho. Comprei e acho que pode me dar vários insights para esse meu lado pequena empresária hahaha! Aliás, acredito que eu vá começar assim que terminar esse post.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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***

É isso, pessoal. :) Quando eu terminar as leituras (ainda vai demorar um pouco), aí faço a resenha para vocês, viu? E agora me contem: gostam de ler temas que dão um help na vida profissional? Já embarcaram em algum esse ano? Indicação é sempre válida, viu? No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: Livros que ajudaram na minha jornada!
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carol