Ei, Gente! :)
Hoje é o Dia do Amigo e temos um post que une o útil ao agradável: 5 personagens que “conheci” recentemente (só um que foi no início do ano passado) e adoraria trazer para a vida real e ser amiga.
Vamos lá? Bom post. ♥
1. Addie (Amor & Sorte – Jenna Evans Welch)
Por quê? Se tem uma coisa boa que o filme “Amor & Gelato” trouxe foi a admiração pela personagem Addie. A propósito ela é protagonista do segundo livro dessa série e eu queria muito que essa personagem fosse real. Com certeza, a mesma faria companhia nas viagens dos sonhos das meninas do Clubinho do PJ.
2. Eva (O pequeno café de Copenhague – Julie Caplin)
Por quê? Eu amo personagens que já têm experiência de vida e compartilham de forma carinhosa. Nada de forma que faz você se sentir na obrigação de seguir os conselhos. Pelo contrário, te deixam bem à vontade. E a Eva é assim!
3. Nico (Serviço de Atendimento aos Corações Partidos – Giulia Paim)
Por quê? O jeito que o Nico leva a vida é maravilhoso. Principalmente, em relação ao trabalho. Adoraria tê-lo na vida real. Mas ele já fez o seu papel me dando uma baita lição sobre vida profissional dentro do livro!
4. Georgie (A espiã da Realeza – Rhys Bowen)
Por quê? Ter uma amiga que parece irmã separada na maternidade é sempre bom. E apesar de não ter rolado 100% de identificação, me identifiquei em alguns aspectos com a protagonista. Fora que ela é uma fofa e eu adoraria ajudá-la a ser espiã da realeza.
5. Arnold (A Troca – Beth O’Leary)
Por quê? Ele é totalmente rabugento, mas é um dos personagens que mais marcou a história criada pela Beth O’Leary. Aliás, se eu pudesse escolher um vô(drasto), escolheria o Arnold. Minha avó iria adorar, eu acho! E fora que ele têm as melhores sacadas. Juro: imagino muito um café e muita conversa com ele e o pai da Liesel, da Menina que roubava livros (o Hans). Sonho de leitora!!!
**
É isso, gente! Gostaram? Podem opinar à vontade e comentem quem vocês gostariam de trazer para a vida real e ser “mais que migos, friends” hahaha. A listinha é grande, inclusive: destaque para todos os doguinhos dos livros que já li. Gostaria de adotar todos. Sem exceção.
Ah! Eu queria deixar um beijo para todos os meus amigos. Obrigada por deixarem minha vida melhor! Sou muito mais feliz com vocês! ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Livros sobre cachorros
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Ei, Gente! :)
No último fim de semana, comecei a ler “Relatos de uma BR em Buenos Aires“, da Ayumi Teruya. Ela é brasileira, mora na Argentina, estuda psicologia e escreve histórias com uma linguagem para lá de divertida sobre a sua desgraça alheia hahaha.
Sério, sempre quando encontro autores de chick lit é uma felicidade que não cabe no coração da pequena leitora que vos bloga. Afinal, é muito bom saber que esse gênero, aos poucos, vai ganhando espaço na vida de escritores brasileiros!
Ainda estou no comecinho da leitura, mas já estou me identificando e tentando rir bem baixinho para não chamar a atenção dos outros hahaha. E enquanto não sai resenha, quer saber mais sobre o livro em questão, a autora, seu novo lar doce lar e tal? Tchan Tchan…
Adivinha quem é a entrevistada do PJ da vez? A própria: pode falar Ayumi. ♥
1. Rir é o melhor remédio, né? E quando é da desgraça alheia também, né? hahaha :) Aliás, o que o leitor de “Relatos de uma BR em Buenos Aires” pode aguardar do livro, além de boas risadas?
R: Os leitores de “Relatos de uma BR em Buenos Aires” podem encontrar reflexões sobre as coisas que acontecem no dia a dia, pensamentos sobre ser estrangeiro no exterior e também alguns conselhos. Quem sabe uma dose de realidade de entender que, por mais que você vá viver em outro país, sempre existirão perrengues é que nenhum lugar no mundo é perfeito. Ah, e informações sobre a paquera na Argentina! Hahaha ;p
2. Qual é a importância de chick lit na sua vida? Tem vontade de escrever outros livros desse gênero ou pensa em diversificar?
R: O chick lit abriu as portas para que eu pudesse me conhecer melhor e entender diferentes pontos de vista do universo feminino. Muitas vezes a gente é cegada pelo que vemos diariamente, seja padrão de corpo, roupa, o que uma mulher deve e não deve fazer, mas geralmente nos chick lits entramos em situações mais reais, por mais que sejam histórias fictícias. Temos a personagem gorda que se aceita e está tudo bem, temos a mulher que lutou para ter determinada posição em uma empresa e te mostra que não é fácil, mas é possível. Elas costumam apresentar vários entendimentos do universo feminino e principalmente representatividade para as mulheres, um ponto de vista de mulher para mulher, como uma amiga contando algo que aconteceu (tirando talvez a parte romântica louca, que todas queríamos ter, mas parece que fica só na ficção mesmo). Um dos chick lit mais importante foi “Tamanho 42 não é gorda“, com 14 anos eu usava tamanho 42 e me sentia mal, mas depois de ler e ver como a Heather Wells se sentia confiante e era destemida e que a roupa é a que deve entrar no seu corpo e não o contrário, eu fiquei muito mais confiante. Minha vontade é continuar escrevendo chick lit, pra mim é um gênero muito gostoso de escrever e interessante de explorar as possibilidades.
3. Suas aventuras em Buenos Aires ainda continuam? Conte um pouquinho como é a sua rotina, tanto como turista quanto local.
R: Sim! Estar em um país novo é conhecer constantemente coisas novas a todo tempo e se surpreender com diferentes tradições e elementos culturais. Atualmente a minha rotina é bem estruturada, trabalho de manhã e estudo no horário da tarde e noite, nos fins de semana procuro sair com amigos e conhecer mais coisas da cidade. Para mim ainda é incrível ver como os argentinos adoram uma praça, é só sair um pouco de sol e lá estão eles jogados na grama tomando uma cerveja com amigos. Também há uma grande diversidade étnica e muitos estrangeiros, já cheguei a conhecer holandeses e russos ao ir em baladas e eventos com as minhas amigas. No geral, os estrangeiros costumam ser bem sociáveis. Por isso, se você vier para Buenos Aires é bom ter o espanhol e o inglês vem afinado!
4. Vi que você faz psicologia. Acredita que a escrita e a psicologia estão ligadas?
R: Com certeza! Sempre penso que a escrita nada mais é que criar vida no papel e para criar vida existe toda uma bagagem psicológica. Como esse personagem se sente, como ele pensa, porque ele faz o que faz, os traumas e como supera-los na narrativa. Sem falar que toda forma de arte é uma sublimação dos próprios pensamentos e sentimentos do escritor, uma das formas mais saudáveis de expressar aquilo que a pessoa sente, deseja ou até mesmo que gera ira. É colocar as palavras para fora do peito, desabafar em palavras.
5. Alguma dica de ouro para escritores e/ou aqueles que almejam esse caminho? Aliás, sente alguma diferença desse mundinho literário entre o Brasil e a Argentina?
R: Para mim uma dica de ouro é ser fiel a si mesmo, não procurar escrever o que está na moda ou seguir a risca as técnicas de escrita (claro que são importantes, porém se você deseja escrever algo diferente e sente que é correto, vá atrás disso, estude, trabalhe para que saia da melhor maneira possível, isso é inovar). Uma curiosidade é que na Argentina eles gostam muito de livros clássicos, principalmente de livros relacionados com psicologia, filosofia, a escrita deles é justamente assim, cheia de metáforas, pensamentos filosóficos e também gostam muito de política. Não encontrei muitas pessoas que leem chick lit, não existe um preconceito de “é livro de mulherzinha” como no Brasil, porém não é um gênero muito comum por aqui.
6. Curiosidade: alguma mania peculiar na hora de escrever?
R: Que pergunta difícil! Acho que escrever primeiro no caderno em qualquer lugar (ônibus, faculdade…) e depois passar para o computador pode ser uma mania… ou talvez já ir diagramando conforme vou escrevendo (e costumo me distrair com esses detalhes hahaha). Comer uvas também enquanto escrevo pode ser uma mania peculiar!
7. Pergunta clássica do PJ: se tivesse que salvar três livros de um incêndio em uma biblioteca fictícia, quais seriam os escolhidos (sem ser os seus hahaha)?
R: “Varre Vento” é um livro infantil que li na escola com 8 anos de idade, sabia as frases de memória e me gerava uma tristeza e ao mesmo tempo paz. Não lembro exatamente a última frase, mas era algo como “vou plantar pés de chorão para varrer o meu coração”, essa última cena ficou na minha cabeça e também parece um livro importante para as crianças em relação à preservação da natureza. O segundo é “Tamanho 42 não é Gorda“, pelos motivos mencionados anteriormente. “Sentimento do Mundo“, de Drummond”, é um dos clássicos, porém é tão atual. Essa sensação de pertencer junto a outros nesse caos que é viver no mundo atual. ♥
***
Sério, gente! Como não amar ainda mais chick lit e querer um dia de aventura em Buenos Aires? :) Gostaram? Espero que sim! Podem opinar à vontade.
Desejo todo sucesso do mundo, Ayumi. E muito chick lit! Aliás, quem quiser saber mais um pouquinho, vale acompanhar o blog da hermana. Ah! Quer garantir o seu exemplar? Também está disponível no Clube de Autores.
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: Por que eu leio chick lit?
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Ei, Gente! :)
O 2º semestre começou e decidi responder uma Book Tag chamada “50%“, que vi nos canais Livros e Fuxicos e da Ju Cirqueira. São perguntas sobre as melhores e piores leituras dessa primeira temporada de 2022 hahaha.
Então, vamos lá? Bom post. ♥
1. O melhor livro que você leu até agora, em 2020?
R: O pequeno café de Copenhagen, da Julie Caplin.
2. A melhor continuação que você leu até agora, em 2020?
R: Amor & Azeitonas, da Jenna Evans Welch.
3. Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quer muito?
R: Vivendo nas entrelinhas, da Ju Cirqueira. Aliás, fiquem de olho que essa será a próxima leitura do Clubinho.
4. O livro mais aguardado do segundo semestre?
R: Todos que ainda vão lançar do selo “Romances de hoje“. :)
5. O livro que mais te decepcionou esse ano?
R: Eu tô curtindo, mas confesso que ainda não me prendeu 100% a atual leitura do Clubinho… Uma farsa de amor na Espanha, da Elena Armas. Então, pode ser que mude a minha resposta mais para frente hahaha.
6. O livro que mais te surpreendeu esse ano?
R: O outro lado de tudo isso, da Kim Lock. Comecei achando que era uma coisa, depois rolou uma decepção e terminei com o coração quentinho! Essa semana posto a resenha. ;-)
7. Novo autor favorito (que lançou seu primeiro livro nesse semestre, ou que você conheceu recentemente)?
R: Julie Caplin. Amei muito a sua escrita mesmo e aguardo ansiosamente os próximos. ♥
8. A sua quedinha por personagem fictício mais recente?
R: Theo, de Amor e Azeitonas.
9. Seu personagem favorito mais recente?
R: O Nico, de Serviço de Atendimento aos Corações Partidos, da Giulia Paim.
10. Um livro que te fez chorar nesse primeiro semestre?
R: O outro lado de tudo isso, da Kim Lock. Mas posso dizer que esse ano eu estou a própria manteiga derretida. ;p
11. Um livro que te deixou feliz nesse primeiro semestre?
R: Como ser adulta e outras (im)possibilidades“, da Lila Cruz.
12. Melhor adaptação cinematográfica de um livro que você assistiu até agora?
R: Queria muito falar que foi “Amor & Gelato”, mas a realidade foi diferente hahaha.
13. Sua resenha favorita desse primeiro semestre (escrita ou em vídeo)?
R: Todas que eu faço são feitas com muito carinho. Então, recomendo hahaha. Mas se for de outro cantinho da blogosfera, recomendo muito as resenhas dos blogs Prefácio, Parafraseando com Vanessa e Mundinho da Hanna. Sempre me dá vontade de ler!
14. O livro mais bonito que você comprou ou ganhou esse ano?
R: Tudo o que eu sempre quis, da Pri Oliva. A capa é linda e a história uma viagem para a adolescência!
15. Quais livros você precisa ou quer muito ler até o final do ano?
R: Meu Deus são tantos… Mas espero ler todos que comprei na Bienal, além de “A hipótese do amor”, da autora Ali Hazelwood. ♥
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É isso, pessoal. :)
Quem quiser responder, fique à vontade. No mais, a caixinha de comentários é de vocês!
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Leu – Tudo o que eu sempre quis
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Ei, Gente! :)
Finalmente consegui assistir “Amor & Gelato“, que está disponível na Netflix. Uma comédia romântica, que está bem longe de ser a minha favorita, mas tenho algumas considerações.
Então, vamos lá? Pega a pipoca, que a sessão já vai começar. ♥

♥
Essa história é baseada no livro que leva o mesmo nome. Aliás, um dos favoritos do Clubinho do PJ. Porém, o filme é completamente diferente. Até o nome de alguns personagens mudaram! A sensação é que pegaram um pouquinho da premissa e resolveram jogar na telinha e pegar carona no sucesso da autora Jenna!
Acho que se eu assistisse o filme, sem ter lido o livro, não ligaria tanto e (quase) todas as cenas aqueceriam o meu coração. E juro: eu sou super a favor de adaptações, mesmo com mudanças. Mas essa simplesmente não colou tanto e a história original ficou quase 100% de lado.
Mudaram o cenário (cadê o cemitério?). Deram destaque a quem nem tinha tanto destaque assim (cadê o meu Ren?). Fizeram uma Lina diferente, sem características tão marcantes, sabem? Claro que a gente não sabe real como funciona na prática, porém, a sensação é de que parecia tão simples adaptar e o resultado não foi satisfatório. Longe disso!
Porém, mesmo com todas essas ressalvas, eu gostei de algumas coisinhas. Tipo a aparição da Francesca e a Addie subiu ainda mais no meu conceito. Howard continuou sendo o meu pai adotivo literário favorito e viajar para Itália na companhia de gelato continuou sendo incrível.
Até que eu curti essa versão da protagonista e ri um pouquinho com ela! A conexão com a mãe foi diferente, mas valiosa também. E juro: deu ainda mais vontade de escrever novamente em um diário. ;-)
Enfim, se você assistiu, não curtiu e nem pensa em ler: leia. Vale muito a pena! Juro, a versão em capítulos é simplesmente tudo. Se você leu e não pensa em assistir. Tudo bem, mas caso tenha alguma chance de ver o filme: vá de coração aberto. Eu fiquei possessa muitas vezes, mas por estar mais preparada, consegui tirar algumas coisinhas boas!
Mas olha, se você ainda está revolts com esse filme: acho que a Netflix deve rever caso faço alguma adaptação no futuro dessa série “Amor & Livros“. Assim espero! Então, há esperanças hahaha (eu acho)! E preciso compartilha com vocês: o Lorenzo não é a cara do Rafael Portugal? Ou estou viajando?
Enfim… Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Leia novamente esse post hahaha. No mais, podem opinar à vontade. ♥
Beijos, Carol.
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