11.07.2022

Ei, Gente! :)

Meio sumidinha, mas voltei. E para começar os posts de julho, trouxe uma perguntinha: quem você guardaria em um potinho? Do tipo que não dá vontade de deixar ir embora nunca mais. Não necessariamente pessoas, mas algo que te faz bem. Te deixa sorrindo de orelha a orelha, sabe?

No meu potinho, eu colocaria:

  • A minha Jeanninha.
  • Minha mãe, irmãs e melhores amigas.
  • Meu nonô.
  • Meu livros favoritos, tipo “Menina de 20” e com dedicatórias.
  • Cartinhas.
Crédito da Imagem: Bia Pof
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  • Lembranças do meu pai.
  • Memórias de viagens.
  • O dia do pedido mais lindo.
  • Pão de queijo, brigadeiro e batata frita.

A lista ainda continua! Mas agora é a sua vez: quem (ou o quê) está no seu potinho imaginário? Não do tipo prender para não soltar de um jeito ruim, mas algo que te traz paz e ter no seu perto (de algum jeito, nem que seja na memória), faz essa sensação duplicar.

No mais, podem opinar à vontade. ♥

Desejo que julho seja incrível para todos!

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Beatriz França
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carol
29.06.2022

Ei, Gente! :)

Sabem quando as coisas não acontecem do jeito que esperamos? Bom, sempre tem um motivo. Ontem, o dia não foi 100% bom, mas se tivesse sido, não teria parado no cine para assistir a um filme que estava querendo ver há séculos. Por conta dos imprevistos, finalmente, eu e o noivinho assistimos “Lightyear“.

Então, preparem a pipoca, que lá vem sessão PJ. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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Para começar, um resuminho da história. Toy Story tem um personagem icônico chamado “Buzz Lightyear” e esse filme é sobre a sua origem. Aliás, ele é um patrulheiro espacial que através de um teste de voo de uma nave faz com que ele e sua tripulação fiquem presos em um planeta hostil. De todos os jeitos, ele tenta consertar o seu erro, mas a cada volta, acaba se passando anos e mais anos. E, claro, muita coisa mudou, incluindo a presença de um exército de robôs e descendentes de seus amigos.

Eu amo Toy Story, mas essa criação da Disney e Pixar superou as minhas expectativas. Cada cena, uma lição. Personagens carismáticos e o Sox é um dos meus favoritos, roubando várias cenas. Também adorei o trio, principalmente, a neta da melhor amiga do Buzz.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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Conhecemos a origem da famosa frase “ao infinito e além” e essas palavras tiveram um efeito ainda mais especial. Um certo vídeo faz a gente chorar, mas, ao mesmo tempo, aquece o coração. Em relação às críticas do beijo entre duas personagens: não quero alimentar a polêmica, mas se alguém ficar incomodado, nem sei o que dizer, de verdade. Tudo é tão natural e sutil e nada forçado. Acredito que a Disney acertou em cheio! Mas respeito quem não concorda. =)

Por fim, eu amei o desfecho. Alguns momentos achei que ia ser parado, porém, vinha uma cena e mostrava o contrário. E a lição que mais marcou: às vezes, a gente não precisa salvar todos, a gente só precisa se juntar a equipe. Não há mal algum em pedir ajuda! Falando nisso, gostaria que um dos personagens do começo tivesse aparecido mais. Aproveitaram pouco, na minha humilde opinião hahaha! E jurava que o Woody ia aparecer em algum momento, mas não rolou hahaha.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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Enfim, recomendo e muito. Ah! A Disney está pegando a mania da Marvel… Então, fiquem até depois dos créditos finais (são duas depois dos créditos e uma antes). ♥

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Para assistir – Toy Story 4
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carol
27.06.2022

Ei, Gente! :)

A Bienal do Livro de São Paulo começa essa semana (dia 2 de julho). Já compartilhei a minha wishlist literária versão autoras nacionais. Agora, vou dividir mais três livros internacionais. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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1. A hipótese do amor (Ali Hazelwood – Editora Arqueiro)
Sinopse:
Olive Smith, aluna do doutorado em Biologia da Universidade Stanford, acredita na ciência – não em algo incontrolável como o amor. Depois de sair algumas vezes com Jeremy, ela percebe que sua melhor amiga gosta dele e decide juntá-los. Para mostrar que está feliz com essa escolha, Olive precisa ser convincente: afinal, cientistas exigem provas. Sem muitas opções, ela resolve inventar um namoro de mentira e, num momento de pânico, beija o primeiro homem que vê pela frente. O problema é que esse homem é Adam Carlsen, um jovem professor de prestígio – conhecido por levar os alunos às lágrimas. Por isso, Olive fica chocada quando o tirano dos laboratórios concorda em levar adiante a farsa e fingir ser seu namorado.
Observação da Pequena: Parece uma premissa batida isso de fingir que namora e tals? Sim, mas essas histórias sempre rendem bons suspiros e eu tô louca para embarcar!!!

2. No coração de Manhattan (Lauren Layne – Editora Paralela)
Sinopse:
Violet Townsend sempre gostou de agradar. Criada num universo ultraprivilegiado, ela faria qualquer coisa pelas pessoas que ama, em especial a melhor amiga de sua falecida avó, o mais próximo de família que lhe restou. Então, quando Edith pede a Violet que ensine seu recém-encontrado neto a se encaixar na elite nova-iorquina, Violet concorda, claro. Seu objetivo é tornar Cain Stone o ceo perfeito para a empresa de Edith. Nascido e criado na Luisiana, Cain infelizmente não tem nenhum interesse na avó que ele não sabia que existia, e muito menos em se tornar um almofadinha da cidade grande. Mas em algum momento, entre jantares desastrosos e ternos caros demais, Violet e Cain começam a se dar bem, e ela percebe que ele não é o único ali que tem coisas a aprender.
Observação da Pequena: Esse já está na minha listinha há mais tempo e estou doida para shippar esse possível casal hahaha.

3. Operação Família (Sarah Morgan – Editora Harlequin)
Sinopse:
Flora Donovan parece estar vivendo um sonho em Nova York. Mas seu otimismo esconde um segredo: ela sente uma terrível solidão. Órfã desde criança e criada por uma tia que a via apenas como uma obrigação, nunca sentiu que pertencesse a lugar algum… até conhecer Jack Parker. Ele é a primeira pessoa que a vê de verdade, e Flora está disposta a fazer qualquer coisa para não perder essa chance. A adolescente Izzy Parker está se segurando por um fio. Desde que perdeu a mãe, cuidar do pai e da irmãzinha é a única coisa que a mantém sã. Mas, de repente, quando o pai começa a namorar novamente, até isso é ameaçado. E, para piorar, a intrusa vai acompanhá-los nas férias de família… Agora, Flora não só tem que lidar com uma adolescente bastante hostil, mas deve aprender a viver sob a sombra da esposa perfeita e imortalizada de Jack, Becca, e tudo isso na casa de verão da melhor amiga de Becca. Quanto mais Flora tenta impressioná-los, mais as coisas desandam. Mas talvez seja exatamente do que ela e Izzy precisam para se descobrirem de uma maneira que nunca imaginaram possível.
Observação da Pequena: Eu já imagino o que vai acontecer, porém, estou louca para descobrir como a autora vai construir cada capítulo. Fora que a capa é a coisa mais linda!

***

Claro que a lista é maior, mas esses três vou ficar mega de olho para ver se eu acho alguma promoção imperdível. Aliás, fiquem de olho, que essa semana vou compartilhar dicas para aproveitar cada momento da Bienal.

Não vai conseguir ir até lá? A Cupom Org disponibiliza cupons de desconto imperdíveis para quem ama o mundinho literário. Vale a pena dar uma olhadinha, seja para assinatura e afins. Então, fica a dica.

Agora me contem: quem vai na Bienal? O que pretendem comprar? No mais, podem opinar à vontade. ;-)

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: Como economizar nas comprinhas online?
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carol
23.06.2022

Ei, Gente! :)

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Vamos conversar sobre algumas preferências literárias? Então, sabem uma coisa que me faz engatar em um livro fortemente? O tipo de narrador da história.

Não é que eu deixe de lado os que são em 3ª pessoa e tals. Mas sinto que a leitura flui melhor quando está na 1ª. Aliás, se tem a percepção de dois personagens: ai eu devoro os capítulos!

Sei lá. Me sinto mais próxima do que está sendo contado. Uma amiga íntima e, até mesmo, psicóloga da protagonista. Parece que faço parte daquilo tudo, sabe? Mesmo sendo a leitora hahaha. Tudo bem que um dos meus livros favoritos da vida não segue essa minha preferência. Quem narra “A menina que roubava livros” é a morte e não a Liesel hehehe. Porém, é o que acontece na maioria das vezes!

Quando eu finalmente sentar e escrever livros: quero seguir esse caminho da 1ª pessoa. Não sei se é mais fácil ou a dificuldade aperta. Em contrapartida, quero que os leitores tenham essas sensações boas que eu tenho.

Eu sei. Às vezes, uma história cabe mais um tipo de narrador. Outras, outro. “A menina que rouba livros“: tio Markus Zusak acertou em cheio na escolha. Mas a Jenna, na série “Amor & Livros“, não poderia ter escolhido caminho melhor! E a Giulia Paim mandou muito bem colocando a visão da Tina e do Tiago em “Serviço de atendimento aos corações partidos“.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Claro, se tiver na 3ª pessoa, eu embarco sim. Mas tenho essa ideia de que o personagem principal narrando me dá mais um gás na leitura. Com exceções, claro! E talvez um dia, isso mude. Ou não! Mas isso é assunto para um outro post.

Agora me contem: narrador de “fora” ou que participa? No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: O livro é melhor que o filme?
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carol