Ei, Gente! :) Na última quarta-feira, fiz um post sobre alguns termos literários. Daí, resolvi fazer uma seleção com 3 livros bem volumosos que já li. Ou seja, aqueles calhamaços que indico! Aliás, perceberam como eu to um nojo usando essas gírias literárias? hahaha. Brincadeira à parte, vamos lá? Boa leitura! ♥

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1. Calhamaço: Samantha Sweet, executiva do lar (Sophie Kinsella)
Sinopse: Samantha Sweet é uma advogada workaholic, que não tem tempo para família, amigos e relacionamentos amorosos. Até o dia que dá a maior mancada corporativa da sua vida! Desesperada, vai dar uma volta e para em frente a uma mansão deslumbrante. Após ser confundida com uma candidata a empregada doméstica, a advogada se depara com seus novos “amigos”: máquina de lavar, ferro de passar e panelas.
Quantidade de páginas: 510
Observações da Pequena: Assim como os outros livros da Sophie, esse é bem grandinho. Mas como é uma leitura para lá de divertida, vale cada capítulo. Juro! Ah! Tem uma resenha aqui. Na época, chamei uma amiga da facul para escrever.
2. Calhamaço: Minha história (Michelle Obama)
Sinopse: Através desse livro de memórias, Michelle Obama nos convida para conhecer a sua vida antes e depois de ser a primeira-dama dos EUA. De forma envolvente, o leitor embarca na sua infância em Chicago, invade o jantar romântico entre ela e o Barack e sabe detalhes do endereço mais famoso do mundo: a casa branca. Uma história sincera, reconfortante e para lá de sábia de uma das mulheres que realmente fez e faz a diferença.
Quantidade de páginas: 433
Observações da Pequena: Uma calhamaço que transformou um presidente dos EUA em meu crush literário, merece sempre destaque aqui no PJ hahaha. Mas falando sério: é um livro grande, às vezes cansativo, mas que traz tantas lições incríveis, que vale a leitura longa. Tem resenha aqui.
3. Calhamaço: A menina que roubava livros (Markus Zusak)
Sinopse: Horas depois de ver seu irmão morrer nos braços de sua mãe, que era comunista, Liesel Meminger é adotada por Hans e Rosa Hubermann. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala “O Manual do Coveiro”, livro que o rapaz que enterrou o seu irmão deixou cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria. Através dos livros, Liesel descobre um mundo diferente do cenário triste de uma guerra, que transformava a Alemanha diariamente. Ela descobre o real significado do amor, da amizade e da lealdade. E as palavras que Liesel encontrou nessas páginas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, pai adotivo mais amável do mundo, e Max Vandenburg (o judeu do porão), Rudy Steiner e a Morte, que a propósito é a narradora.
Quantidade de páginas: 478
Observações da Pequena: É uma das minhas histórias literárias favoritas da vida. Demorei para terminar, não por conta do livro ser grande. Mas sabe quando a gente pega um apego pelo livro? Ficava naquela dúvida: termino ou não? O que será de mim quando acabar? Mais ou menos assim. Enfim, foi um dos melhores calhamaços da vida e que recomendo a todos! A gente só sente a quantidade de páginas por causa do apego que criamos, na minha humilde opinião. A resenha tá aqui. ♥
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É isso, pessoal. Eu li por aí que não tem um número exato de páginas para ser considerado um calhamaço. Nesse post, peguei alguns dos livros com mais de 400 páginas. Mas fica a critério de cada leitor, ok?
Ah! E tente não se ligar em quantidade de páginas. Têm histórias com um milhão de capítulos, que a gente pode devorar em cinco dias e outras com poucas páginas e demoramos mais de um mês para finalizar.
Agora me indiquem um calhamaço de respeito. No mais, podem opinar à vontade. ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: 5 livros da Sextante
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Ei, Gente! :) O PJ Leu da semana é sobre um livro que li há um tempinho: Coisas pra fazer antes dos 30, da Lisa Lynch. Já falei algumas vezes sobre essa história, mas nunca tinha rolado um post completinho mesmo. Perguntei aqui se vocês gostariam de resenha e muitos falaram que sim. Então, esse pedido é uma ordem. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros
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Sinopse: A jornalista Lisa Lynch tinha uma listinha de coisas para fazer aos 30 anos, como engravidar, perder peso e escrever um livro. Até aí ok, mas ela teve de acrescentar de última hora “vencer um câncer de mama“.
Durante uma brincadeira com o marido, ela descobriu um caroço na mama e teve o diagnóstico da Porcaria (como a protagonista chamou a doença). Com dias bons e outros ruins, a autora resolveu criar um blog para escrever sobre esse inconveniente, que foi transformado em um livro.
Um relato para lá de honesto e leve, na medida do possível. Que faz o leitor chorar de tanto rir (acreditem, a Lisa tem esse poder) e de chorar mesmo. Mas o mais importante: olhar a vida através de um outro ponto de vista repleto de fé e esperança.
Minha opinião: Andando pela Bienal há um tempinho (acho que em 2011, por aí), me deparei com esse livro no stand da Saraiva. A capa foi o que mais me chamou a atenção e acreditei que era um chick-lit daqueles. Mas lendo o subtítulo, vi que a história ia muito além.
A escrita da Lisa me conquistou de cara. O livro é na primeira pessoa e todos, sem exceção, dão leveza à história. Aliás, por mais que a situação fosse dolorosa, ela tinha em mente de que se não encarasse de forma leve (na medida do possível), tudo seria bem pior. E acredito que essa maneira tenha tornado tudo mais de boa, tanto para ela, quanto para família, amigos e equipe médica.
Era incrível uma pessoa pensar que dane-se se o câncer vai levar o cabelo dela, o estilo ainda continua com tudo. Ela ainda queria ir numa cafeteria onde falassem o nome dela e não que fosse só mais um cliente. E, sim, é importante tratar bem os seus médicos, afinal, eles que vão salvar a sua vida. Em contrapartida, a protagonista e autora tinha os seus momentos mais isolada, efeito da Porcaria. Seja depois de uma sessão de quimioterapia ou de ver o seu pai sofrendo com tudo isso.
Falando neles, o pai dela é um dos meus favoritos, depois da Lisa. Ele é amoroso e tem os melhores conselhos (nunca durma brigado, se for possível) e o marido incrível mesmo, que fez toda a diferença nessa trajetória. O irmão foi na onda dela e tornou tudo mais tranquilo. E o que dizer do Dr. Parafusos frouxos? Aliás, como não amar esses apelidos?

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Enfim, é um livro que vai muito além do câncer de mama. Ele fala sobre a importância da família, dos amigos. Aborda sobre ansiedade, entre outros temas que colaboram com todos, independente se você está passando por uma situação semelhante ou não. Na época, eu lembro que comentei com a minha psicóloga sobre o livro e ela acabou recomendando aos pacientes que passavam por isso e tal. Acredito que realmente, esse relato honesto, sincero e, até mesmo, divertido, faça a diferença na vida de muitos leitores.
Eu li há séculos e talvez por esse motivo, não lembre de tudo tim tim por tim tim. Então, desculpem se esqueci de comentar algo importante. Mas reler as anotações me ajudou e me deu vontade de ler novamente.
Ah! Eu soube que ela não está mais aqui com a gente. :( Deu um aperto no coração, mas sou muito grata por tantas lições valiosas. São capítulos que mostram que, independente do que aconteça, é possível transformar um limão em uma limonada. Claro, tudo no seu tempo. Obrigada de coração, Lisa. Recomendo muito a leitura! ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: 5 coisas que ninguém te conta sobre câncer de mama
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Ei, Gente! :) Uma curiosidade sobre o meu lado leitora: alguns termos ou gírias literárias me deixam boiando. Mesmo sendo uma bookaholic (viciada em livros), durante muito tempo fiquei sem saber o que era spin-off, fanfic e, até mesmo, plot twist.
Ainda bem que o Google existe e muitos canais/blogs literários ajudam. Então, para o post do dia trouxe alguns dos nomes que a gente volta e meia se depara com eles, mas não necessariamente entende e dá aquele sorrisinho sem graça hahaha. Vamos lá? ♥

1. Calhamaço
O que é? Um livro com um número gigante de páginas. Bem volumoso!
Onde eu vi: A primeira vez que eu me deparei com esse termo foi na TAG do Primeiro Livro. Não me julguem, mas eu não tinha a mínima ideia do que era, de verdade. Mas agora eu sei e vou ler um monte de calhamaço por aí, só não me peçam para ler algo do autor de “Game Of Thrones”, que não vai rolar. No máximo, Marian Keys hahaha.
Fonte: Homo Literatus
2. Guilty Pleasure
O que é? Uma leitura que é como se fosse “errado” gostar, sabe? Não sei se é a palavra certa, mas que quando você fala que leu ou vai ler, sente que tá passando uma vergonha, por mais que você ame. Algo do tipo, pelo que eu entendi. Meio que ajuda no preconceito literário talvez.
Onde eu vi: Também me deparei pela primeira vez com esse termo na TAG do Primeiro livro. E já falei: livros de autoajuda, que não prometem milagres, eu curto bastante.
Fonte: Universo dos Leitores

3. Plot Twist
O que é: É tipo a reviravolta da história. Mas aquela senhora reviravolta, que nem nos sonhos mais doidos, o leitor imaginaria.
Onde eu vi: Volta e meia eu leio nas resenhas literárias que encontro na blogosfera. Eu até entendia o sentido, mas eu ficava “será que tem algo a mais?”. Agora eu sei e compreendi que “A gaiola de ouro” tem um plot twist daqueles (estou me sentindo muito escrevendo esse termo e vou aderir agora nas minhas resenhas hahaha.).
Fonte: Homo Literatus
4. Spin-Off
O que é: É uma nova história onde personagens (ou cenários) já conhecidos de outros livros ganham um livro especial. Algo do tipo!
Onde eu vi: Aquele termo que meus olhinhos sempre leram, mas nunca soube ao certo o que era. Aliás, preciso confessar que eu só descobri exatamente hoje. Já fiz muita cara de paisagem com esse termo e preciso dizer que abandonei essa feição (YAY) e acho que nunca li um spin-off, mas to na dúvida, de verdade.
Fonte: Vá ler um livro
5. Fanfic
O que é: É uma história criada por algum fã de alguma série e tal. O leitor gostou tanto do livro, que escreve outras situações com o mesmo cenário e tal.
Onde eu vi: Clube e eventos literários são mestres em falar esse termo. Eu boiava, mas depois fui entendendo e soube que na época do Orkut fanfics estavam em alta. Hoje em dia, eu não sei. Alguém sabe? E acho que nunca embarquei em fanfics não, mas estou pensando em criar algo da Becky Bloom. O que acham? hahaha
Fonte: Homo Literatus

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É isso, pessoal. :) Espero que tenha ajudado em algo, assim como me ajudou. E apesar das brincadeirinhas, acho que o importante é a gente pesquisar e não ter vergonha de não saber algo.
Ah! E como são muitos termos, pode rolar um segundo post. Vejam o que acham. No mais, podem opinar à vontade. ♥
Beijos, Carol
Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, separei um filme bem comédia romântica: Amor em Obras, disponível na Netflix. Vamos lá? Pega a pipoca, que a sessão PJ já vai começar. ♥

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Para começar, aquele resuminho do que se trata a história: Gabriela Diaz é uma executiva de São Francisco, mas tudo na sua vida parece estar dando errado. Tanto no amor quanto no trabalho! Até que um dia ao afogar as mágoas, ela participa de uma promoção e ganha uma pousada na Nova Zelândia.
Seguindo seus sonhos antigos e querendo um pouco de paz, ela vai para lá. Mas como o destino prega peças, o prêmio está longe de ser igual ao da foto e ela vai ter muito trabalho. Mas claro, com a ajuda de um empreiteiro para lá de especial e charmoso (e um pouco irritante hahaha), o Jake Taylor. ♥

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O que eu achei da história? Sabe aquele filme bem sessão da tarde, que faz a gente rir e suspirar muito? Então, “Amor em obras” é assim. Adorei a premissa e me prendeu do início ao fim. O filme tem ritmo e é bem fofo! Clichê, sem dúvida. Mas para quem ama é um prato cheio.
A protagonista é divertida e com looks maravilhosos. O mocinho? Bem lindo! E os outros personagens não ficam de fora. Todos fazem a diferença e dão um toque a mais. A cidade é aquela que a gente fica com vontade de morar, mesmo com todas as fofocas sendo descobertas em 5 minutos hahaha. Ah! E, sem dúvida, vou acrescentar a Nova Zelândia nos lugares que eu ainda quero conhecer. Cada paisagem, que MEU DEUS!

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Porém, como nem tudo são flores: eu jurava que ia ter um mistério fofinho por trás. Tipo quem está por trás da promoção da pousada. O que aconteceu com a outra e tal. E tudo acontece bem rápido, por mais que eu saiba que histórias assim rolam desse jeito. Enfim, eu já tinha várias teorias na minha cabeça e nada do que imaginei a mais, rolou. Então, é muito bonitinho o filme, mas não traz nada de diferentão.
Entretanto, são só ressalvas para quem é mais exigente. Amor em obras traz mensagens bem válidas. Por exemplo? Nada acontece por acaso e uma mudança é sempre bem-vinda e pode trazer sonhos antigos à tona. Recomendo! ♥
Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!
Beijos, Carol
Post Antigo: Para assistir – Virgin River
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