16.08.2020

Ei, Gente! :) Eu já tinha visto no catálogo da Netflix que tinha esse filme, mas depois do post da Chris, do blog Inventando com a Mamãe, me deu mais vontade de assistir “Solteiramente“. E ontem foi dia de pegar a pipoca e me divertir com essa história. Vamos lá? Boa sessão! ♥

Crédito da Imagem: Filmmelier
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Antes de mais nada, o filme conta a história da Dineo, que tem por objetivo encontrar o seu príncipe encantado e casar com ele. Porém, seus relacionamentos nunca vão para a frente. E tudo só piora quando a protagonista conhece Lunga, que a princípio parece o homem ideal. Mas tudo vai por água abaixo, quando ela descobre umas coisinhas. Até que ela tem de ver como é a vida de solteira e ainda bem que conta com a ajuda da melhor amiga Noni. ;-)

Sabe aquele filme que vai te prendendo por partes? Comigo, funcionou assim. :) Algumas cenas são meio chatinhas e outras um pouco apelativas. Mas a gente se diverte com muitos trechos e conhece a África do Sul e se apaixona por esse lugar. Descobri o quanto eu era meio “ignorante” em relação a esse país.

Crédito da Imagem: Cinema 10
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A premissa é meio clichê, mas com uma mensagem final importantíssima. Às vezes, a gente está tão presa em querer se apaixonar por alguém e tal, que acaba aceitando qualquer um. Mesmo que aquela pessoa seja a mais errada. E quando a gente menos espera, por mais mimi que pareça, a gente se surpreende e se apaixona da forma mais incrível e aos poucos.

O filme também mostra muito a relação com as redes sociais. Tudo tem de postar e como não temos filtro. E apesar de uma Carol (eu) antiga ter se identificado com a Dineo e adorado ela, mesmo com os poréns, acredito que quem ganhou todas as cenas do filme foi a Noni. Ela é a melhor, gente! Foi a minha personagem favorita e o barman meu crush da história. ♥

Crédito da Imagem: A Odisseia
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Destaque para a cena do casamento e do karaokê. São as minhas favoritas. O filme é em inglês, mas algumas palavras acredito que seja na linguagem local. Enfim, adorei dar uma chance a “Solteiramente” e conhecer histórias de outras nacionalidades, que são bem-vindas!

A gente ri, algumas partes tem vontade de falar umas poucas e boas para o Lunga e tirar altas selfies com a Dineo e a Noni. Sente um pouco de raiva da mãe da protagonista e sente um orgulho gigantesco da cena final. Ideal para assistir com amigos, o namorado (e ver o quanto amadureceu) ou na sua própria companhia. Recomendo! ;-)

Crédito da Imagem: A Odisseia
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Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

Post Antigo: Para assistir – Juntos e Misturados!
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carol
15.08.2020

Ei, Gente! :) Um dia desses, compartilhei nos stories uma folha de um bloco de notas com uma lista meio bagunçada com nomes de papelaria (brasileiras) para me guiar nesses posts sobre esse tema. ♥

Daí, a Dani (do Dani que Disse) pediu para eu mostrar mais detalhadamente e surgiu a ideia de fazer um post com a minha listinha *secreta* (hahaha) dessa lojas que eu tanto amo. Vamos lá?

Para começar, decidi separar essa postagem em duas partes: as que eu já comprei e as que eu ainda não experimentei o serviço. Claro que vou esquecer de alguma, porque eu amo esse lugar e lojas online que vendem itens desse nicho. Mas se eu lembrar de mais alguma que ficou faltando, atualizo vocês, ok? ;-)

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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1. Bee Mine: é aquela lojinha online do coração, que já apareceu um milhão de vezes aqui. A Jess além de vender produtos incríveis, proporciona uma experiência de carinho com a clientela que não tem tamanho. Para conhecer, só clicar aqui.

2. Meg & Meg: é tanta fofurice essa loja online, que nem sei. Quero comprar tudo! Meu planner atual é de lá e estou gostando muito da experiência! Para conhecer é só clicar aqui.

3. Donna Dolce: acho que foi uma das primeiras papelarias online que conheci. A primeira vez, confesso que não curti muito a qualidade da cartela de adesivos. Mas na segunda, não tive o que falar. Para conhecer, é só clicar aqui.

4. A. Craft: nunca vi uma papelaria entregar tão rápido. Pedi o meu diário de leitura (bullet journal) no dia 4 de agosto e dia 8 do mesmo mês chegou. E olhem que eu pedi o frete mais em conta! Só senti falta de um bilhetinho e tal, mas de resto amei. Para saber mais, clique aqui.

5. HD Yellow: conheci por acaso no Insta e a Paula é muito fofa. Fiz um pedido de uma bolsa por lá e ela mandou alguns mimos, que me acompanham até hoje. Para saber mais, clique aqui.

6. Ilustralle: meu planner do ano passado foi de lá e confesso que sinto saudade. Amo o da Meg & Meg, mas o dessa loja tinha mais liberdade para criar. Hoje em dia não acompanho muito o trabalho deles, mas a experiência que tive foi bem válida. Para conhecer, clique aqui.

7. Books deCor: amo o nome dessa loja online e foi o lugar que eu comprei a minha primeira washi tape, que me acompanha até hoje. Volta e meio, dou uma olhadinha no site. Para conhecer, clique aqui.

8. Papel Craft: é uma papelaria física, mas que vende online também. O preço não é tão em conta, mas é impossível não se apaixonar pelos itens! No meu niver, ganhei da minha avó e tia um item da coleção com a Mari Vida Ilustrada. Tenho até peninha de usar hahaha. Quem quiser conhecer, só clicar aqui.

9. Haikai: é uma papelaria (física) de São Paulo que traduz bem a palavra “perdição”. Fico com vontade de levar tudo e mais um pouco! Pensando bem, é até melhor eu morar no Rio. Meu cartão de crédito agradece hahaha! Para conhecer, clique aqui.

10. Boutique do Papel: é uma das minhas papelarias físicas favoritas do Rio. Esse mundo em São Paulo é bem vasto, mas aqui na cidade dos cariocas, acho que não tem tanta novidade. E essa loja faz a diferença! Fica longe da minha casa, mas sempre quando posso, eu corro lá e fico horas. Para saber mais, clica aqui.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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11. Mirtillo Presentes: uma das papelarias que conheci nessas feiras de artesanato e tal. O trabalho é bem fofo! Com a pandemia, as feiras deram um stop, mas sei que a marca tem página no Facebook. Para saber mais, corre aqui.

12. Fancy Goods: outra loja física de SP que é a própria perdição das #loucasdapapelaria. Tenho vontade de sair cheia de adesivos e itens que a gente não dá nada por eles, mas quando conhece não imagina mais a vida sem hahaha. Para conhecer, só clicar aqui.

13. Las Niñas: conheci as meninas em um evento da Editora Arqueiro e andando em um feira no Rio de Janeiro vi o stand da papelaria delas. Cada produto mais lindo do que o outro e com um preço mega justo e um trabalho impecável. Acho que com a pandemia, elas deram uma pausa, mas vale acompanhar aqui.

14. Magnólia Papelaria: eu fiquei tão triste quando eles fecharam o quiosque deles aqui no Rio e torço para que eles voltem. Adoro os produtos deles e sou louca para ter algum item da coleção “Meninas Malvadas”, mas por enquanto o frete não está colaborando hahaha. Para saber mais, clica aqui.

15. Lubi: também é uma marca que volta e meia vejo nas feiras daqui do Rio. Tenho um planner semanal lindo e sou louca pelos chaveiros deles e pela identidade visual. Para conhecer, é só clicar aqui. ♥

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Ufa! O post ficou bem grande, mas espero que ajude a todos que amam papelarias. ♥ Falando nisso, o que eu levo muito em consideração é a qualidade dos produtos, o frete (ainda mais em tempo de pandemia), mas o tratamento faz a diferença. Uma loja que manda um bilhetinho, mesmo que padronizado, me conquista de cara. Claro que a correria, às vezes, não permite. Mas sou meio exigente com isso hahaha.

Em breve, vou trazer a parte de papelarias que já escutei falar, mas ainda não comprei. E quem tiver indicações, fique à vontade para acrescentar nos comentários.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Um amor em forma de adesivos!
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carol
14.08.2020

Ei, Gente! :) E o PJ Leu da vez é Amor(es) Verdadeiro(s), da autora Taylor Jenkins Reid. Um romance que me encheu de expectativa e eu não vou falar muito agora para não dar spoiler da resenha. Então, vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro:Amor(es) Verdadeiro(s) | Editora: Paralela | Autora: Taylor Jenkins Reid
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 2 livros
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Sinopse: No dia do aniversário de um ano de seu casamento, Emma recebe uma notícia de que o helicóptero em que Jesse (seu marido) estava caiu. Apesar de não encontrarem o seu corpo, ele é declarado como morto.

Anos se passam e ela resolve dar uma nova chance ao amor. Logo seu coração bate pelo amigo de adolescência, o Sam. Uma nova vida começa e uma Emma também.

Mas tudo muda novamente quando uma ligação inesperada toca: é Jesse, que foi encontrado e está de volta. Agora ela terá de descobrir o que fazer quando a vida te oferece dois amores! ♥

Opinião da Pequena: Sabe aquele livro que você está louca para devorar? Essa era a minha expectativa! Porém, a partir do momento em que Jesse volta, a leitura desandou e, na maioria das páginas, eu só consegui sentir raiva dos personagens e a todo momento pensava em abandonar a história.

Mas calma! Não é que o livro seja ruim. Pelo contrário! A premissa é muito boa e faz o leitor pensar o que faria no lugar da Emma, do Jesse e Sam. Todos os sentimentos são compreensíveis e eu não queria estar na pele deles. A escrita da Taylor é incrível e continuo querendo ler os livros dela.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Só que apesar disso tudo, os personagens centrais não me cativaram. Sem querer julgar, mas já julgando, a sensação que eu tive era de que tudo virou meio que uma competição para alguns dos envolvidos. Por mais que não fosse a intenção! E algumas atitudes me decepcionaram e virou um bololô, que nem sei explicar.

A parte boa é que a leitura rende quotes incríveis e que fazem a gente refletir. Tipo as atitudes dos nossos pais e a relação com outros familiares. Aliás, a irmã da Emma, que deu o start do x da questão e o que foi maravilhoso na minha opinião. Também aprendemos que as pessoas mudam e algumas simplesmente não se encaixam mais e que tá tudo bem. Um término não significa que outra história não possa começar e não invalida todo o amor que você sentiu.

Li em uma resenha pela blogosfera que não há vilão nessa história. E não deixa de ser verdade. Só queria que o caminho tivesse sido diferente, sabem? Ainda bem que o final foi como imaginei, mas como eu estava meio cansada da leitura, nem consegui sentir tanta emoção. Apesar de ter quase caído umas lágrimas em alguns trechos dos últimos capítulos.

E falando em lado bom do livro… É incrível olhar a paixão da Emma que surge aos poucos pelo mundo literário. Isso pode ser um incentivo para quem tem preguiça de ler e cisma que não gosta dessa atividade. Aliás, a Livraria Blair está na minha listinha de livrarias fictícias que eu queria visitar. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Enfim, a leitura não funcionou muito comigo. Mas eu jamais falaria para tirá-lo da listinha. Cada livro bate de um jeito em cada leitor. Sempre é válido tirar a sua conclusão, viu? Quem sabe, apesar de eu não ter o costume de embarcar em histórias repetidas, faça mais sentido para mim no futuro.

Então, sim: eu recomendo a todos! Só não cria MUITO EXPECTATIVA. Caso você tenha. ;-) No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Em Outra vida, talvez?
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carol
13.08.2020

Ei, Gente! :) Separei mais um filme antiguinho para o post de hoje: Cartas para Julieta. Eu já mencionei algumas vezes ele aqui no blog, mas nunca teve uma postagem 100% dedicada a ele e acho que merece! Enfim, vamos lá? Que a sessão TBT já vai começar. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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Para quem não conhece a história, vou contar um pouquinho: Sophie viaja para Verona com o noivo Victor. Tipo uma pré-viagem de lua de mel. Mas chegando lá, ele acaba tendo de resolver as questões de seu novo restaurante e a nossa protagonista acaba conhecendo sozinha a doce cidade de Romeo e Julieta.

Até que ela acha uma carta antiga na Casa da Julieta e resolve respondê-la. O que parecia uma tentativa sem resposta, Sophie e as voluntárias desse ponto turístico da Itália se deparam com a visita surpreendente da destinatária Claire Smith e seu neto Charlie.

Seguindo os conselhos de Sophie, os três vão em busca do grande Romeo (quer dizer Lorenzo hahaha) da Claire. Ambos viveram uma paixão na juventude e pode ser que essa aventura renda bons momentos e um final feliz. Será? ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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Enquanto O Diabo veste Prada dá um ânimo na minha vida profissional, esse filme de hoje me traz uma esperança que acalenta o meu coração em relação ao amor.

O cenário é incrível e é impossível não acrescentar no roteiro, depois dessa história, uma visita à Verona. Claro que o filme meio que não mostra a real de como a Casa da Julieta é cheia. Mas até que da última vez que eu fui, deu para tirar um monte de fotos com a dona do ponto turístico praticamente sozinha.

O decorrer do filme é bem amarradinho e nos dá a sensação de que tudo vai dar certo. Mas caso não dê: pelo menos a tentativa rolou e o caminho foi repleto de momentos inesquecíveis e surpreendentes. De arrancar inúmeros suspiros!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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Ah! Quem quer ser escritora, logo vai se identificar com a Sophie. Sobre a Claire… Se eu não tivesse a minha avó, com certeza, queria ter uma igual a ela. Bondade é seu segundo nome e perseverança o primeiro. E o que falar da carta que deu abertura a tudo o que acontece no filme? Um tapa na nossa cara.

A propósito, essas voluntárias que respondem as cartas de amor dos visitantes realmente existem (até onde eu sei, pelo menos). Eu nunca recebi uma resposta, mas sei de uma pessoa que recebeu e é a coisa mais incrível da vida. Para quem quiser saber mais sobre, é só correr nesse post da Teca Machado.

Quanto ao final é simplesmente lindo e inspirador. Algumas histórias começam, outras terminam. Mas todas nos ensinam que o amor sempre vale a pena e lutar por ele, na medida certa, também. Aliás, ao contrário do namorado da Andy (O Diabo veste Prada), não acho o Victor um babaca. Algumas vezes as pessoas mudam e não se encaixam mais e está tudo bem.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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Em relação ao Charlie: amo o seu sotaque britânico e ele me irritou muitas vezes, mas ele é o meu crush da história e dá de 1000 a zero no Romeo hahaha. E têm outros personagens tão incríveis quanto, mas corre o risco de eu dar spoiler brabo, então, deixa para lá.

Destaque para a trilha sonora e para a cena do sorvete (que coloquei lá em cima). E só de escrever esse post já me deu saudade de viajar hahaha. A lição que fica? Deixar o “e se” para lá. Porque juntas, essas duas palavras podem ser mais nocivas do que imaginamos.

Enfim, se você não assistiu, recomendo. Já viu? Sempre vale um repeteco dele! ♥ No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

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carol