Ei, Gente! :) Para fechar a semana, que tal uma resenha fresquinha? Li recentemente “Como ser adulta e outras (im)possibilidades“, da Lila Cruz. Um livro ilustrado que entrou para a listinha de favoritos do ano. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros
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Sinopse: Amadurecer é como cuidar de plantinhas. É um processo complexo, precisamos de equilíbrio e cuidado. Mas, quando encontramos a nossa medida certa, o florescer passa a ser algo realmente incrível. Um livro que fala sobre como ser adulta, através de uma escrita e ilustrações repletas de desmistificações dessa vida “madura”. ;-)
Opinião da Pequena: Eu sei que o ano mal começou, mas com certeza esse livro vai entrar na minha lista de favoritos de 2022.
Afinal, ilustrações e escritas que definem como a vida adulta realmente é merecem todo o nosso carinho! Aliás, me senti acolhida durante essa leitura! Representada e consegui enxergar algumas questões, que valeram muito a pena.
Por exemplo, sempre vi o termo “Girl Boss” como uma escolha positiva. Ainda acho, mas a gente tem de ver o que realmente faz bem para a nossa realidade. Ser algo apenas porque está “em alta”, talvez cause mais ansiedade do que realizações.
Falando nela: a ansiedade é um tema presente no livro! Com um toque divertido e leve, a gente aprende que talvez essa “voz” esteja presente frequentemente, mas tudo depende da maneira como lidamos. Quando nos conhecemos, sabemos melhor como lidar. E, claro, ajuda médica (e de amigos e família) é sempre bem-vinda e muito necessária!
Também aborda sobre trabalho, que aliás, nem o “dos sonhos” significa que a gente vai sempre tá sorrindo de orelha a orelha. Alguns projetos vão ser incríveis, outros… Nem tanto! Mas faz parte e por mais piegas que pareça: tá tudo bem mesmo! ;p

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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E uma das coisas que mais me identifiquei: o amor da Lila por Gilmore Girls. Amo quando livros têm referências que me trazem lembranças boas. No mais, tem um capítulo sobre controle (ou a falta dele hahaha), pequenas felicidades e outras (im)possibilidades que fazem a vida adulta ser doida, mas é uma doideira que sempre vale a pena! Lembre-se: a gente não está sozinha.
Destaque para a capa e, claro, para as ilustrações. Ah! Quando eu comprei na livraria (Travessa), ganhei um card, um marcador e uma cartela de adesivos de plantinhas (e algumas coisinhas do dia a dia de uma adulta). Não sei se vem em todas as edições esses brindes, mas se vier, juro que dá um quentinho no coração. Porém, se não, é muito incrível também!
Ah! Eu já seguia a autora no Insta (@colorlilas), mas não conhecia muito. Quando eu li “Aline”, falei “Quem é essa?”, ai me toquei que Lila vem desse nome hahaha. Lerdezas que fazem parte do meu dia a dia hahaha!
Enfim… Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo MUITO!
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Entrevista – Beatriz França
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Ei, Gente! :) Finalmente o momento “resenha da 2ª temporada de Emily em Paris” chegou. Meio atrasada, mas antes tarde do que nunca. Se você ainda não assistiu a 1ª, sugiro deixar esse post para depois. Afinal, às vezes, pode rolar um pequeno spoiler. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Tracklist ♥
Para começar, nessa continuação temos algumas respostas para algumas perguntas que ficaram no ar na primeira parte. Aliás, acho que a nossa protagonista evoluiu e está ainda mais disposta a viver a sua vida na charmosa cidade luz.
Falando nisso, as aulas de francês são bem engraçadas e um novo personagem nos conquista. Ao menos, me conquistou. Irritante no começo, mas a cada episódio o charme de Alfie faz a gente fica in love hahaha. Quanto ao Gabriel, sempre fiquei com um pé atrás, mas nessa temporada cheguei a conclusão que ele é o significado de boy lixo.

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Camille eu achava legal e tal. E dá para entender algumas atitudes, com certeza. Em contrapartida, acho que ela se perdeu e não sei se curto mais não a amizade dela com a Emily. E a Mindy é sem comentários, GENTE! Essa sim é amiga de verdade. E adorei que ela ganhou mais destaque e a história dela em paralelo prende a atenção. Principalmente, o casal de cantores.
Mais uma vez é uma série que dá para a gente tirar sacadas profissionais. Nem sempre a ética vai estar lá, mas a nossa atitude não pode depender disso. Têm chefes que achamos um amorzinho e bum: a decepção chega. E outros que parecem seguidoras da Miranda Prestley (O Diabo veste Prada), porém, aos trancos e barrancos, a surpresa positiva vem!

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Destaque para o Luc, que ganhou mais espaço. A trilha sonora e os lookinhos da Emily! Por algum motivo, lembrou um pouco a Becky Bloom, que acho que elas seriam amigas também hahaha. Ah! E eu achei que dessa vez, a vibe meio “Sex and the City” ficou para trás. Tá bem mais romântica e fofinha.
Confesso que gostei mais da primeira temporada. Mas essa foi boa também! Leve e divertida, só não devorei os 10 episódios de uma vez só porque eu não queria acabasse e a falta de tempo não deixava. E ainda acho que deveria dura mais. 20 ou 30 minutos eu acho bem pouco, mas talvez ajude a manter o ritmo e a não ter enrolação.

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Ansiosa para a season 3 (e 4). Sim, pelo que eu vi a Netflix já confirmou mais duas temporadas! E se a gente teve respostas nessa, precisamos de outras na próxima. Enfim, já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo. No mais, pode opinar à vontade.
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: Para assistir – Emily em Paris 1
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Ei, Gente! :) Quando eu falo em criar o hábito da leitura, sei que não é a coisa mais fácil do mundo. Mas posso te garantir que não é um bicho de sete cabeças. Separei algumas dicas, que acredito que possam funcionar com quem deseja ter uma rotina literária. Vamos lá? Bom post. ♥

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1. Uma coisa que o pai da minha irmã fez comigo e mega funcionou: ele não dizia “leia isso, leia aquilo”, ele simplesmente me incentivava a ler o que eu quisesse. E acho que é a primeira coisa que um futuro leitor tem de ter em mente! Leia o que desperta interesse em você. ;-)
2. Com o livro escolhido, teste os horários que mais funcionam para você. Na hora de acordar? Na hora de dormir? No intervalo de uma reunião? No caminho para a faculdade? Sua leitura, suas regras! Veja o que não te dá sono, preguiça e afins. E seja flexível, se algo mudar!
3. Hábito tem tudo a ver com constância. Não digo para ler todos os dias já de cara, mas se o intervalo for muito grande, talvez o desinteresse surja. Coloque pequenas metas, como: 1 página por dia na primeira semana. Depois pule para duas e por aí vai. ;-)
4. Eu sei, têm dias que é impossível ler. A gente só pensa em dormir, né? O olho não aguenta. Mas sabe aquele tempinho (de lei) que a gente fica no celular? Talvez, deixá-lo de lado e dar continuidade ao livro seja uma boa troca.

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5. Uma coisa que sempre me falaram: anote o que sente ao fazer algo que acha difícil, mas naquela hora conseguiu. Por exemplo, sempre que penso em desistir de um livro, sem ao menos tentar, ´penso nas histórias que quase deixei para lá e deixaram um quentinho no coração! Mas para você saber qual é essa sensação, só tentando mesmo. ♥
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Essas são algumas dicas, gente. Mas prometo trazer mais! E se você já tem esse hábito, coloque nos comentários. Dicas sempre são bem-vindas! De resto, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Antigo: 3 coisas que aprendi com Insta Consistente
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Ei, Gente! :) Finalmente, vou postar a resenha de “Amar é relativo“, da Sophie Kinsella. Um livro que esperei séculos para ler e, apesar de algumas ressalvas, deixou o meu coração de leitora chick lit bem quentinho. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros
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Sinopse: Ava está cansada de buscar um namorado em apps de encontro. Ela prefere um encontro cara a cara, seguir a sua intuição e não ligar para o que os algoritmos dizem ser a pessoa ideal.
Depois de um término, decide ir para um retiro de escrita na Itália e deixar o seu cachorrinho (o Harold) com uma de suas amigas. Um mosteiro no qual é proibido revelar o nome verdadeiro e nem fatos sobre a vida pessoal. Celular? Nem pensar. Ótimo, já que ela quer se concentrar na sua história. Até que ela conhece alguém com o apelido de Holandês! Tudo é perfeito, mas a vida fora desse retiro não é tão mágica.
Finalmente, ela descobre tudo sobre ele e, digamos, que amar é beeeemmmm relativo. Afinal, as diferenças serão superadas? ;-)
Opinião da Pequena: Eu tenho uma teoria… A Sophie Kinsella tem uma câmera escondida aqui em casa e mega se inspirou na minha vida para escrever essa história.
Porém, vamos ao que interessa: eu amei “Amar é relativo”. Confesso que imaginava um pouco diferente, mas foi uma leitura que abracei no final. Fala sobre amor, cachorrinho, amizade e dá um empurrãozinho em quem sempre está procrastinando!
As meninas do Clubinho do PJ (li com elas) falaram que lembrou um pouco “Casamento às cegas”. Claro que o teor é bem diferente, até porque a ideia do retiro de escrita não era conhecer alguém. Porém, mostra bem a diferença entre viver um amor de férias e a realidade do dia a dia.
No mais, a premissa é boa. Tem começo, meio e fim. Alguns desfechos confusos e meio desnecessários. Cada susto, que meu Senhor hahaha! Porém, o que fica de melhor é a lição de que, independente da relação, é bom a gente ter foco e escutar o que o outro tem a dizer. Talvez seja doloroso, mas pode render boas histórias.
Outra coisa: idealizar um relacionamento perfeito tende a ser meio caminho para uma decepção. Ninguém é igual a ninguém. Talvez o que seja bom e certo para você, não faça tão sentido para o outro. Mas isso não significa largar de mão, dependendo do caso.
Nenhum casal é 100% compatível, mesmo que os algoritmos digam isso. E foi nesse momento que eu entendi perfeitamente o nome do livro: amar é bem relativo e a gente tem de colocar na balança o que vale e o que não rola. A gente lida com um combo, não são apenas dois, envolve muita gente e outros fatores! Mas sem spoiler. Juro!
Por fim… O ritmo da leitura é leve e flui. Eu não tinha vontade de parar um segundo de ler. Só dei uma paradinha para ter a história fresquinha na minha cabeça no dia do date literário online do clubinho!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Sobre os personagens: todos são incríveis. Ava, às vezes, irrita e me deu medo porque me identifiquei com muitas coisas. Mas ela é mega divertida e a sua evolução durante as páginas é inspiradora. Suas amigas são incríveis e doidinhas. Matt não é o boy perfeito, mas dá para entender o lado dele em muitas coisas.
Em contrapartida, quem me conquistou mesmo foi o Topher! Só perdeu para o Harold. Ele é o cachorrinho mais lindo e imperfeito perfeito do mundo. O amor da Ava por ele é idêntico ao meu pela minha Jeanninha, que a propósito, seria uma ótima amiga para o Harold hahaha.
Por fim, a capa fez sentido e é bem fofa. Me deu um choque de realidade em relação à procrastinação e acho que foi um recadinho da Sophie para mim hahaha. Não sei se entra no topo dos meus livros favoritos dela, mas foi mais um que só me fez amar ainda mais esse gênero literário. Adorei as sacadas, principalmente, no quesito “Mattlândia e Avalândia“.
Ah! E eu só dei nota alta porque atendeu as minhas expectativas e valeu toda a espera! Desde que começou a pandemia, eu estava aguardando ansiosamente para embarcar. Porém, se eu fosse bem casca grossa, a avaliação seria de 3,8 estrelinhas. Por conta de alguns desfechos e por ter quase me matado de susto! ;-)
Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo. No mais, podem opinar à vontade! Ah! E quer saber sobre a próxima leitura do Clubinho do PJ? Clica aqui.
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Leu – Mas tem que ser mesmo para sempre?
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