Ei, Gente! :) Eu sei que o mês de junho está chegando ao fim, mas as festas juninas, ou melhor, “julinas” continuam com tudo em julho. E se você quer uma ajudinha extra para escolher aquele lookinho, itens de decor para arrasar no arraiá, fiz um post-ajuda com peças bem lindas. Vamos lá? Boa quadrilha, sô! ♥
Crédito das Imagens: Assessorias de imprensa das marcas (Lança Perfume, Renner e Marisa)
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
Para começar, essa ocasião, normalmente, remete à estampa xadrez. Mas nada impede de inovar e escolher outras peças que tenham tudo a ver com essa festa também, na minha humilde opinião. Por exemplo? Um macaquinho preto (esse é da Lança Perfume), blusas estilo ciganinha (essa é da Marisa) e por aí vai. Mas como eu amo um clichê, tive que acrescentar na seleção essa saia amarelinha, da Renner.
Crédito das Imagens: Assessorias de imprensa das marcas (Dumond, Via Uno e Marisa)
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
E o sapato é fundamental no look. Às vezes, a roupa é básica, mas aquela botinha, tênis e afins dão um toque a mais, na medida certa. Eu amei essa dourada, da Dumond! ♥ Porém, com alguns looks acho que esse slip on xadrez, da Via Uno, ou a bota preta básica (Marisa), são escolhas mais certeiras. Mas o importante é usar o que te deixa feliz, ok? ;-)
Crédito das Imagens: Assessorias de imprensa das marcas (Sephora, Forever Living, Josefina Rosa Cor e Camesa)
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
Maquiagem também tem que ter, né? E nada melhor do que um lápis preto para incrementar as clássicas pintinhas na bochecha ou desenhar um bigodinho no boy! Amei esse da Sephora. E um batom líquido matte é super bem-vindo também. Achei essa cor, a Tulip, da Forever Living, bem linda! Já os acessórios, o que dizer dessa gargantilha de courinho, da Josefina Rosa Cor? Amei em um grau, que meu Deus. Por fim, mas não menos importante, quem está buscando itens de decoração úteis, aqui vai uma ideia: uma mantinha xadrez. Deixa a festa mais charmosa e se tiver frio, aquece os convidados! Essa é da marca Camesa, que pode ser encontrada nas Lojas Americanas, por exemplo.
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É isso, pessoal. Podem opinar à vontade! Contem qual item mais gostaram do post e o que você acrescentaria. E se pegar alguma inspiração, me fala, que eu vou adorar saber que o post-ajuda da vez ajudou, de fato!
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: Inspiração do Dia – Festa Junina
Ei, Gente! :) Toy Story, assim como inúmeros clássicos da Disney, marcou a minha infância. Mas confesso que não assisti todos. Do 1º, fui para o 2º e pulei o 3º, porém, isso não me impediu de ver o 4º no finde. Ainda bem que eu não boiei muito e fiquei bem nostálgica cantando “amigo estou aqui lalala”. Enfim, vamos lá? Boa sessão! ♥
Para começar, um resuminho da história desse filme: Woody apresente aos amigos o novo brinquedo da pequena Bonnie, o Garfinho, baseado em um garfo de plástico. Porém, ele não curte muito o novo posto e vive se tacando no lixo, lugar onde lhe agrada e acha certo. Sendo assim, nosso cowboy tem a missão de cuidar dele para que Bonnie possa passar o jardim de infância mais tranquila! Mas essa tarefa não será nada fácil e fará com que todos os brinquedos embarquem em uma aventura para lá de divertida. Resgatam antigos laços e aprendem novas lições que dão um outro rumo a esse clássico da Disney.
Antes de dar a minha opinião, quero falar que assisti dublado, ok? Então, talvez os nomes de alguns personagens sejam diferentes na versão legendada, como o garfinho. Então, vamos lá! Eu adorei a história e como falei no comecinho, fiquei bem nostálgica. Os personagens antigos, como Woody, Buzz e tal continuam fazendo nosso coraçãozinho bater forte! E os novos, fazem a gente chorar de tanto rir. Destaque, óbvio, para o garfinho. Achei que fosse ser meio sem noção, mas eu AMEI. A cisma dele com o lixo é sensacional e virou um dos meus brinquedos favoritos de Toy Story.
Ah! A Bete, que acho que recebe um outro nome na versão legendada, ou eu que entendi errado… Mas é a que parece a Barbie e tem ovelhas hahaha! Enfim, ela nesse filme tem uma pegada bem girl power e empoderamento é o seu sobrenome, mas sem ser forçada. Adorei muito e adoraria ser amiga dela! O Buzz até que aparece bem, mas não tanto quanto eu gostaria. Porém, ganhou o meu coração a sacada da voz interior, que a propósito rende ótimas risadas! A boneca Gab e seus amigos dão medinho, entretanto, vale dar uma chance no decorrer do filme. E o que falar do dinossauro dando uma de GPS na viagem de trailer da família da Bonnie? Uma das MELHORES cenas!!! Destaque também para os pelúcias e suas ideias mirabolantes hahaha!
Woody é bem amor e meu eterno crush! ♥ Mesmo com um fim de cortar o coração, fiquei feliz que ele, finalmente, encontrou o seu caminho! Tudo bem que a gente, pelo menos eu, imagina um desfecho diferente, mas se analisarmos, dá para entender direitinho a ideia. Mudar, não significa abandonar. O amor e as memórias sempre vão permanecer! Foi a lição que tirei desse filme, que marcou a minha infância e continua me seguindo até hoje! Obrigada, Pixar. Obrigada, Disney!
Crédito das Imagens: Adoro Cinema
E como nem tudo são flores, meu namorado disse que algumas coisas ficaram meio no ar. Então, se você é fã e assistiu a todos, pode ter essa sensação também. Mas vai de mente aberta, que Toy Story 4 promete fortes emoções e dor na mandíbula de tanto rir! Ou seja, recomendo e MUITO. Ah!! E uma observação: não saiam do cine quando parece que acabou, ok? Têm cenas bem engraçadinhas!
E você? Já assistiu? Conta o que achou! Ainda não? Fica a dica! ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Aladdin!
Ei, Gente! Aproveitando o feriadão? Espero que sim! Aliás, hoje foi dia de terminar uma leitura que deu dó de chegar ao fim: A pequena livraria dos sonhos, da Jenny Colgan. O livro que foi publicado pela Arqueiro, faz parte do projeto “Romances de hoje“. É uma história encantadora e que faz a gente amar ainda mais esse mundo dos livros! Vamos lá? Boa resenha. ♥
Livro: A pequena livraria dos sonhos | Editora: Arqueiro| Autora: Jenny Colgan
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros!
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Sinopse: Nina Redmond é uma bibliotecária que passa os dias unindo alegremente livros e pessoas, afinal, ela sempre sabe as histórias ideais para cada leitor. Porém, quando a biblioteca pública em que trabalha fecha as portas, nossa protagonista não tem ideia do que fazer. Então, se depara com um anúncio de classificados de uma van, que te chama atenção e tem um clique: por que não transformá-la em uma livraria volante e transformar vidas em cada lugar por onde passar. Seu primeiro destino: um vilarejo em Terras Altas, na Escócia. Por lá, descobre um mundo de aventuras, romances e talvez, o seu verdadeiro lar doce lar.
Minha opinião: Todo mundo sabe que eu amo chick lit e quando descobri esse novo projeto da editora Arqueiro, fiquei muito ansiosa para embarcar nas histórias. E esse foi o livro que mais me despertou curiosidade. Afinal, livros que falam sobre livros, normalmente, são incríveis e esse é um dos melhores. Sem mencionar a capa maravilhosa, né?
Mas vamos lá: esse é o 1º livro da autora que eu embarco e achei a escrita dela deliciosamente leve e doce, como a Sophie Kinsella descreveu. Bem do jeitinho que eu gosto! A premissa é interessante, principalmente, para quem é leitor assíduo. É quase impossível não ter vontade de comprar uma van e transformá-la numa livraria e correr para a Escócia. Algumas partes, eu tive a sensação de que a escritora teve de resolver de última hora, mas é só um mero detalhe diante de tantos capítulos, que prendem a nossa atenção. Fiquei apegada e eu não queria terminar de jeito nenhum!
E a gente, de cara já se identifica com a Nina. Ela é pequenina, sonhadora e bem girl power, de um jeito único. Uma protagonista que, sem dúvida, inspira. Profissionalmente e emocionalmente. Ah! Destaque para os livros que são citados no decorrer das páginas, conhecia muitos e fiquei bem feliz. Me sinto um peixinho fora d’água quando não sei de nenhum e olhem que eu leio bastante! Sobre alguns personagens: Lennox é o meu atual crush literário e a Surinder é mega amiga e pé no chão.
No mais, tiramos várias lições e a paixão pelo mundo literário só aumenta. Fato que não existe essa história de não gostar de ler. E se alguém tem essa sensação, calma, que a Nina vai achar o livro ideal para você. Pode acreditar, ele existe! E como livros aproximam, de um jeito ou de outro, né? É nítido isso na Pequena Livraria dos Sonhos. E mais um detalhe: bem que histórias literárias poderiam dar em árvores, né? Amei essa parte.
É isso. Recomendo muito essa história, que vale cada parágrafo escrito! ♥
Já leu? Conta o que achou! Ainda não? Fica a dica!
Beijos, Carol.
Post Antigo: Mas tem que ser mesmo para sempre?
Ei, Gente! Ontem, dia 17 de junho, completei mais uma primavera. ♥ Para marcar esse novo ano, decidi compartilhar 5 lições que aprendi ao longo desse tempinho. Algumas, só ressaltei, outras são totalmente novas. Vamos lá? Bom post e feliz niver para mim! ;-)
Pequena que vos bloga!
♥
1. Um dia desses, escutei um episódio de um podcast (É nóia minha) que falava sobre quantas vidas conseguimos ter dentro de uma vida. Ideal para quem deseja mudar de profissão ou algo parecido! Mas a parte que mais mexeu comigo é que é bom a gente ter aquela impressão de que sempre está faltando algo. É exatamente isso que nos move! Parece lógico, mas sempre olhei essa sensação com olhos ruins, sabem?
2. Há séculos, eu li um texto do Paulo Coelho, falando que um dia ruim é bom para a gente dar valor ao dia bom! Afinal, se todos saíssem exatamente do jeito que gostaríamos, a vida seria meio sem sentido, sabe? Tudo tem um lado bom, até o tal dia que a gente nem deveria ter levantado. Essa lição eu resgatei e tem me ajudado bastante ultimamente!
3. Essa lição foi o meu tio que me disse recentemente e também faz total sentido: 90% dos problemas fazem parte da vida e, por mais que a gente queira, é humanamente impossível controlar todos! 5% a gente cria e os outros, não lembro exatamente. Mas a moral é: não queira não ter problema, faz parte e tudo bem!
4. O item de agora também tem a ver com controle. Ontem, por exemplo, eu jurava que teria um dia calmo, mas não contava com a TPM que veio com tudo. Sim, no meu niver! Mas ainda bem que eu tenho uma família maravilhosa, namorado lindo e amigos incríveis. Que entendem a doidinha aqui e que, a propósito, ela sabe reconhecer quando está insuportável e cria caso à toa hahaha.
5. Que a única certeza que temos é de que vamos morrer um dia. Mas sabe qual é a outra? Que estamos vivos. AGORA! Interpretação e bons olhos são tudo na vida, né? Tenho aprendido que não posso interpretar tudo tão negativamente!
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É isso, pessoal. :) Claro, que na prática nem tudo é tão simples. Mas não é impossível! E espero que na próxima primavera eu consiga pôr mais prática todas essas lições e que eu esteja aberta para outras que estão por vir. Sempre bom, né? Vem com tudo 33 anos (e que seja leve e feliz)! ♥ No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Antigo: O que eu aprendi com 30 anos











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