Ei, Gente! :) A primavera já chegou e mesmo não sendo a hora, já estamos tendo uma prévia do que o verão promete. A estação floral nunca esteve tão calorenta hahaha.
Mas tudo tem o seu lado bom e eu dei uma olhadinha no Google e vi que uma tendência forte para essa temporada é poá. Sou apaixonada por essas clássicas bolinhas e quando tem vestido no meio, mais ainda!
Então, para o dia de hoje: dois lookinhos que eu vou me inspirar muito, nem que seja para ficar em casa mesmo ou sair respeitando todos os protocolos e com muito cuidado! ;-)

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Mais confortável que esse vestido, eu desconheço. Até eu que não sou de usar fenda, me jogaria nesse look. Com o detalhe do tênis branco então, mais ainda. E vocês?

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E aí eu não resisti e dei uma olhadinha nesse, que tem babadinho discreto (que também está em alta, pelo que eu vi). A cor é linda e achei bem a cara da primavera/verão. Bom, pelo menos no guarda-roupa da pequena que vos bloga. ♥
Agora me contem: qual é o favorito de vocês? Ou passam os dois? Podem opinar à vontade. Ah! Para quem é novo aqui no PJ, é um blog literário, mas que, às vezes, rolam posts de moda e beleza, com pitacos de uma leiga hahaha. ^^
Beijos, Carol.
Post Antigo: Look para lá de rosa.
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Ei, Gente! :) Para começar o mês, vamos de TAG Literária? Vi essa “Deve ser horrível dormir sem mim“, no canal da Ju Cirqueira, que foi criada pela Paola, do Livros e Fuxicos.
Confesso que nunca escutei essa música da Manu Gavassi, mas achei as perguntas criativas hahaha. Então, boa leitura! ♥

1. Larguei até o livro que eu estava começando a ler só pra te ver sofrer por mim: Um livro que foi abandonado sem dor no coração.
R: Eu não curto muito abandonar livros, mas um que não rolou foi “Tipos Incomuns“, do Tom Hanks. E jurava que eu ia amar!
2. Se eu fosse mais nova Eu cederia sim: Um livro favoritado na adolescência e que agora não seria.
R: Eu ainda tenho um gosto meio teen hahaha. Mas acho que seria “O diário de Débora“, da Liliane Prata, que a propósito eu nem sei se li na adolescência, mas deu para entender hahaha.
3. Vejo sua leve Não tão leve Obsessão em mim: Um autor (a) que virou sua obsessão.
R: Sophie Kinsella? =D
4. Meu estilo é clássico Amor pra poucos: Um livro clássico que todo mundo ama, menos você.
R: A hora da estrela, da Clarice Lispector. Talvez hoje em dia, eu até mude a minha opinião, mas na época li por pura obrigação mesmo.

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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5: Meu humor é ácido: Um livro que deveria ser divertido, mas não foi.
R: Quase um romance, da Megan Maxwell. Achei que ia ser um chick-lit leve e que arrancaria risadas e tal. Não foi 100% ruim, mas também foi bem diferente do que eu imaginei.
6: Quando acha que entendeu Eu nem tô mais aqui: Um livro com o final surpreendente e confuso.
R: Daqui a cinco anos, da Rebecca Serle. Não foi totalmente confuso, mas bem surpreendente.
7: Claro posicionamento político Laço no cabelo E bom senso crítico: Uma personagem literária inspiradora.
R: Olívia Florence, conto “Cale-se para sempre“, da Renata Lustosa. Uma das personagens mais honestas e mostra o poder da empatia.
8: Deve ser horrível dormir sem mim Sem mim: Uma história que te roubou o sono.
R: Na minha onda, da Laura Conrado. Passei a noite em claro! Era impossível abandonar a história hahaha.

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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É isso, pessoal. :) A maioria das resenhas vocês encontram aqui no blog, ok? E me contem: já leram alguma dessas histórias? No mais, podem opinar à vontade! ♥
E que outubro seja repleto de leituras incríveis e um mês mais leve e tranquilo. ^^
Beijos, Carol.
Post Antigo: Tag – Uma comédia romântica, por favor!
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Ei, Gente! :) A dica literária da semana é Daqui a cinco anos, da autora Rebecca Serle. Um livro que responde, nas entrelinhas, aquela clássica pergunta: como você se imagina daqui a cinco anos? Vamos lá? Boa resenha! ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros
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Sinopse: Dannie Kohan é aquela personagem que sabe responder exatamente como se vê daqui a cinco anos. O emprego no escritório de advocacia dos sonhos, o noivado com o namorado, entre outros planos.
Totalmente pé no chão, a protagonista tem esse jeito de ser até no dia em que acorda e percebe que está em uma realidade diferente, que acontece cinco anos depois de dormir. Ela encontra um outro apartamento, uma aliança que não é sua e um homem que não conhece. Mas quando desperta novamente, tudo volta ao normal e acredita (mais ou menos) que só foi um sonho de uma noite doida!
E como o destino adora pregar algumas peças: quatro anos e meio depois, ela vê o cara misterioso daquela página da sua vida e tem uma surpresa nada agradável. Um romance que fala sobre o amor, a amizade e, principalmente, a lealdade. ♥
Opinião da Pequena: Eu nunca tinha lido nada da autora e, de antemão, posso falar que é uma escrita que prende do primeiro ao último capitulo. É impossível largar a história, que tem uma premissa bem instigante! Mas quando a gente vai embarcar é ainda mais surpreendente.
Confesso que não me simpatizei muito com a protagonista. Não que ela seja uma personagem ruim e é levar ver algumas mudanças e insights. Mas achei bem séria e muito pragmática, digamos assim. Não rolou aquela identificação, sabem? Em contrapartida, a Bella, sua melhor amiga, é aquela “pessoa” que a gente adoraria trazer para a realidade! Doidinha e com um coração de ouro.
Eu quis ter raiva do David a cada parágrafo em que ele aparecia! Mas não consegui e ainda bem! Às vezes, ou quase sempre, os planos não saem como imaginamos. Ai lembrei daquele livro “Malas, Memórias e Marshmallows“, que diz que “enquanto o homem planeja, Deus ri”. Se encaixa bem nesse livro também. Aaron (ou Greg) foi uma mistura de sentimentos! E os pais da Bella? O mesmo caso. Mas o Dr. Shaw é o meu favorito de todos!

Pequena Jornalista
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O mais legal de “Daqui a cinco anos” é que eu achava uma coisa, mas não era nada daquilo. Ou não no contexto que eu imaginava! Alguns desfechos deram um aperto no coração. Outros, eu esperava um pouquinho. E o final é bem bolado e me pegou totalmente desprevenida hahaha!
E como todas as histórias, essa rendeu algumas lições: pensar no futuro é bom, mas ter foco no presente é melhor! A principal contagem regressiva deve ser para a nossa felicidade e que não é necessário saber o que vem a seguir. Isso pode acabar com toda a magia e o crescimento diário que precisamos. Recomendo!
Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! Lembrando que você pode comprar o livro através desse link (isso ajuda muito o Pequena Jornalista).
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: PJ Leu – Em outra vida, talvez?
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Ei, Gente! :) Sabem aqueles posts de filmes que invadem o seu feed, mas acabam não despertando a sua curiosidade? Com Enola Holmes, disponível na Netflix, foi assim. Vi um monte de postagem sobre, mas como nunca fui de assistir Sherlock Holmes e tal, não me interessei.
Até que no sábado, estava procurando um filme com o meu namô e ele sugeriu esse! Disse que tinha visto o trailer e que com certeza eu iria gostar. E ele acertou na mosca! Então, peguem a pipoca e o refri que a sessão vai começar. ♥

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Para começar aquele clássico resuminho: Enola Holmes é a irmã mais nova de ninguém menos que o detetive Sherlock Holmes. Quando sua mãe desaparece, a protagonista inicia uma investigação para descobrir o paradeiro dela. Porém, Mycroft, o irmão do meio, decide que quer mandá-la para um internato só de meninas! No meio de tantas aventuras, ela conhece infinitas coisas sobre o mundo lá fora e, claro, a si mesma. ♥

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O que eu achei? Simplesmente maravilhoso. Desde o roteiro, até a fotografia, os figurinos e os atores que deram vida aos personagens. Enola é uma protagonista que conversa com a gente, literalmente, e nos faz rir e pensar fora da zona de conforto. Amei o Girl Power presente em cada cena, de forma natural e leve!

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Nada passa batido e é muito bem feito, na minha humilde opinião. Confesso que em algumas partes eu fiquei meio boiando, mas nada que tenha atrapalhado muito o entendimento da mensagem final que a história quer passar.
Falando nisso, adorei o jogo de palavras e a perspicácia dela! Sherlock Holmes me conquistou também e amei o voto de confiança que ele deu para a irmã. Mycroft é meio sei lá e um tal de Lorde é um verdadeiro cavalheiro! A mãe? Me surpreendeu. Umas horas eu gostava e outras deu uma raivinha!

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Enfim, é um filme para a família toda, que mostra a importância da gente seguir a nossa vida, com as nossas próprias escolhas. Ajudar o outro e aprender acima de tudo a lutar pelo que acreditamos e pelo próximo também! E sempre o melhor encontro é com a gente mesmo.
Quero muito ler o livro (da Nancy Springer) que inspirou o filme, que a propósito virou um dos meus favoritos desse ano doido! Obrigada, namô por isso. ♥ Ah! E são vários, então, espero que vire uma franquia. No mais, você vai rir bastante, se emocionar e refletir sobre temas que são fundamentais, independente de qualquer coisa!

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Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo e MUITO!
Beijos, Carol.
Post Antigo: CosmoTag – Divas
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