24.11.2023

Ei, Gente! :)

Mais um post-desabafo em formato de Texto da Pequena. Senta, que lá vem textão!
E já agradeço quem ficar até o final, viu? Boa leitura. ♥

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Primeiramente, quero dizer que sei que sou uma mulher de muita sorte. Repleta de privilégios, uma estrutura familiar boa e tenho muitas coisas para agradecer. Não quero parecer uma reclamona de mão cheia e que não dá valor a nada! Mas talvez hoje eu só queira desabafar, com a intenção de me ajudar e, quem sabe, talvez, ajudar quem está do outro lado da telinha, né?

A semana foi intensa. Perrengues, incertezas, deu tudo certo, mas o peso ainda está aqui. Aliás, esse ano, apesar de ter conquistado muitas coisas incríveis, 2023 tem sido uma montanha russa de sentimentos, dos mais doidos e variados. Para quem não sabe, eu casei recentemente. Em novembro, completamos 1 ano de casados e em janeiro 1 ano morando juntos em uma casa só nossa. Em um bairro novo, onde a gente tem de tirar a carne para descongelar, se não no dia seguinte vamos ter que gastar o nosso suado dinheirinho no Ifood, correndo o risco de algum restaurante cancelar e a gente acabar tendo que comer miojo ou queijo quente.

Além das minhas cobranças internas, tenho as externas, que vem de pessoas, algumas próximas, outras não. Quase nunca por maldade, mas muitos não tem noção de quanto machucam com comentários aparentemente inofensivos. Seja a clássica pergunta: quando vão ter filhos (“você tem 37 anos, já está no laço”)? E nossa, você engordou, né? Tento respirar profundamente, mas a minha ansiedade ganha uma ajuda mega extra para plantar vários “tríplex” na minha cabecinha.

Crédito da Imagem: @psitarjapreta
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Às vezes, eu queria ter coragem de mandar todo mundo catar coquinho e cuidar da própria vida. Mas até o momento, o máximo que eu consigo é mostrar que não curti (e acabar saindo como a neurótica), chorar no banho e, de quebra, demorar por lá e acabar gastando a água escassa do planeta. Às vezes desconto em quem não tem nada com isso e me sinto a pior pessoa por ter feito isso. Afinal, hoje, mas do que nunca, temos de ter cuidado com cada palavrinha que vamos falar ou escrever.

Tenho mil neuroses. Às vezes, sinto que estudei a toa. Já que a cada dia que passa, o mundo mostra que agir de forma errada faz você se dar bem! Sorte que a minha consciência me ajuda a pensar “ainda não cheguei lá, mas vamos que vamos, que um dia eu chego”. “Ah! Mas você tem que se valorizar, saber cobrar mais”, vai falar isso para um mundo que muitos confiam mais em uma inteligência artificial do que no seu árduo trabalho. Ainda bem que tem gente que valoriza e juro que tento me focar nessas pessoas.

Muitos amigos somem, mudam, só porque você não está na mesma vibe. Talvez por você ainda não ter filhos e nem um emprego de verdade (leia-se CLT). Muitos menosprezam você não ir em um jantar porque tem o Clubinho de Leitura e não entendem como você perde seu tempo “com isso”. Nossa, você vive no shopping: sim, comprando presente para os outros, na maioria das vezes, e me faz bem sair de casa, já que fico mais lá do que em outros lugares. Aliás, descobri recentemente porque eu nunca consigo guardar dinheiro e nem consegui viajar para comemorar um ano de casados: penso mais nos outros do que em mim.

Aliás, se tem uma pessoa que sabe priorizar a opinião alheia, essa pessoa sou eu. Absorvo tudo! E ainda tenho de ouvir que não escuto ninguém. Quero agradar todo mundo e tudo bem deixar a minha opinião de lado, afinal, o outro sabe mais. Sei que a culpa é minha! Ninguém me obrigada a ser assim e isso é uma luta diária. Juro, juradinho! Quando consigo deixar de lado e me posicionar, é uma vitória giga! Com pequenos passos consigo chegar lá.

Desculpem pela minha baixo autoestima hoje. Vai passar! Mas é só para dizer que têm dias, fases que são assim. E o que tem me ajudado é estar ao lado de pessoas que me escutam de verdade e que mostram que apesar da árdua caminhada, tudo vale a pena. E Papai do Céu sempre está aqui. Eu até acho que estou no caminho certo, mesmo com tantas incertezas, só que os resultados ainda não são tão visíveis. Mas daqui a pouco vão ser.

Crédito da Imagem: Hábitos que mudam
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A você que me ajuda diariamente, de forma direta ou indireta: muito obrigada! A você que leu até aqui e está se sentindo mal por algum motivo, lembre-se: tudo o que a gente sente, bom ou nem tanto, passa. Nada é para sempre! E se puder, faça terapia! E se você está se sentindo bem: comentários construtivos são bem-vindos!

É isso, pessoal. Desculpem qualquer coisa e amanhã voltamos com posts mais para cima. Mas realmente eu precisava desabafar! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Encerrando e começando ciclos
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carol
22.11.2023

Ei, Gente! :)

É oficial! está aberta a temporada de filmes natalinos uhul \o/! E como uma boa admiradora da temática, já conferi o primeiro do ano: O Melhor. Natal. De Todos! Disponível na Netflix, a história é aquela bem sessão tarde que a gente não resiste a assistir um milhão de vezes.

Vamos lá? Pega a pipoca e o refri e bom post. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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Para começar, segue um resuminho do que se trata o filme: Todo ano, na época do Natal, Jackie prepara uma newsletter sobre o que anda acontecendo na sua vida. Uma das pessoas que recebe é a sua ex-colega de faculdade Charlotte, que inclusive se sente uma inútil a cada detalhe perfeito do dia a dia da amiga.

Por ironia do destino, Charlotte se vê aos pés da casa da colega junto com o seu marido e filhos. Aliás, ela está pronta para mostrar para a Jackie que é impossível a sua vida ser tão perfeita assim como ela conta no “relatório” anual. Então, para provar essa tese, ela acaba estragando o feriado para ambas as famílias. Porém, o espírito natalino surge e acaba unindo as duas para acertar tudo antes das festas. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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O que eu achei? No comecinho estava mega empolgada com a história. Meus olhos brilhavam e já até cogitei preparar a minha newsletter natalina também hahaha. Aí no meio, acabou não me prendendo tanto e depois me emocionei com a história. :’)

Confesso que esperava um plot twist daqueles. Tipo que nada era perfeito como ela falava e tals. Até pensei que ia rolar uma briguinha da Jackie com o marido. Porém, a proposta do filme é diferente e no final, fiquei feliz de não ter nada do que imaginei.

A lição é bem clara: nada é perfeito mesmo, mas por outras causas que a gente nem desconfia tanto. A virada veio, mas de uma forma que aqueceu o coração e mostrou que as coisas quase nunca acontecem do jeito que a gente imagina e a forma como lidamos é que faz a diferença. Jackie é muito mais do que mostra na newsletter e acaba sendo uma inspiração.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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E o que falar do marido da Charlotte? Incrível e a descoberta dela em relação a ele é emocionante, de verdade. A perfeição está nos mínimos detalhes mesmo! Aliás, o ator que faz o Rob é um já conhecido de Hollywood, que fez American Pie. Não curtia muito, mas nessa história natalina ele me surpreendeu positivamente. ♥

No mais, a história tem altos e baixos no quesito de prender a atenção (ao menos, foi assim aqui em casa), porém, quando acaba, a gente deseja ficar sabendo mais. As crianças são um espetáculo a parte e destaque para o macaco de pelúcia hahaha. A filha da Jackie, que é uma mini “gênia” é hilária! E a história do balão é muito fofa.

Charlotte amadurece no decorrer das cenas e Jackie é a minha personagem favorita! O desfecho é muito fofo e nossa como eu gostaria de que fosse inverno por aqui. Rende muitas risadas, algumas lágrimas podem cair de leve e é um filme perfeito para assistir com a família ou na sua própria companhia. No geral, eu curti muito a história que abriu a temporada de Natal por aqui.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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E você: já assistiu? Conta o que achou. Se não, fica a dica para acrescentar na listinha de assistidos natalinos do ano: O melhor. Natal. De todos! Confesso que o título não combina muito, mas é só um mero detalhe. No mais, podem opinar à vontade. :)

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: Para assistir – Um match surpresa
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carol
20.11.2023

Ei, Gente! :)

O Clubinho do PJ deu uma pausa e para voltar em grande estilo a leitura escolhida foi “Feitiço para coisas perdidas“, da Jenna Evans Welch. A escolha foi em homenagem ao Halloween, mas sem deixar a leveza de lado. E dessa vez acertamos em cheio, afinal, a autora prometeu nada e entregou tudo!

Então, vamos lá? Boa resenha. ♥

Livro: Feitiço para coisas perdidas | Autora: Jenna Evans Welch | Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 382 (livro físico) | Nota: 4,5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Sinopse: Willow sente que não pertence a lugar nenhum, por isso acredita que a única maneira de encontrar seu verdadeiro lar é viajando pelo mundo. Mas seus planos ficam em suspenso quando sua mãe ausente a leva até Salem para resolver uma herança inesperada.

Recém-chegado à cidade das bruxas, Mason é um garoto solitário que sempre se sentiu deslocado. Ele vive entrando e saindo de lares temporários, e seu maior desejo é encontrar a mãe, que não vê há muitos anos.

Quando Willow e Mason se conhecem, a conexão é imediata. É como se as estrelas estivessem mandando um recado. E conforme o passado secreto e mágico da família de Willow vai se revelando, os dois terão que unir forças e talvez até lançar um feitiço para desvendar uma possível maldição que se perpetua há gerações.

Em meio a coisas perdidas, lojas de bruxaria, estrelas, um passeio fantasmagórico e muita magia, Willow e Mason vão descobrir que é preciso coragem para abrir o coração e encontrar o verdadeiro significado de lar. ♥

Crédito da Imagem: Amazon
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Opinião da Pequena: O Clubinho voltou em outubro e como o mês era do Halloween, combinamos de ler algo em homenagem à data comemorativa, mas sem perder a essência “romance levinho e tal”. Ano passado, a gente caiu em uma cilada, mas dessa vez acertamos em cheio. Ufa hahaha!

Primeiro que a autora sempre nos surpreende de forma positiva! Todos que lemos, até então, o saldo é zero negativo. E dessa vez, não foi diferente. É uma história que tem um toque de fantasia teen, mas que fala com todos os tipos de público, na minha humilde opinião!

Primeiro o cenário escolhido: Salem, que sempre me remeteu a medo e afins. Mas a gente acaba se apaixonando pela cidade das bruxas e até coloca na listinha de possíveis destinos para visitar. Pontinho extra para a autora.

Sobre os protagonistas: eles são apaixonantes, sério! A princípio, gostei mais da Willow. Porém, o Mason, depois de alguns capítulos nos conquista, mesmo tendo um jeito mais triste, que a propósito é totalmente compreensível. A união dos dois é incrível, seja como amigos ou algo mais, porém, sem spoiler hahaha.

As tias são as minhas favoritas e as cenas em que elas aparecem arrancam muitas risadas. E as filhas da família temporária do Mason são muito fofas. As primeiras lembraram as bruxas do filme Abracadabra, mas de uma forma fofinha. E as irmãs, as meninas do filme Meu Malvado Favorito hahaha! As mães são únicas, cada uma de um jeitinho e a cada página compreendemos ambas.

Como disse, é um livro teen, mas que aborda temas que são bem-vindos a todos os públicos. Afinal, família e suas nuances sempre proporcionam reflexões importantes! E apesar de ter ficado triste com a parte da mãe biológica do Mason, até que ela foi bem madura na sua decisão. No mais, tem fantasia na medida certa e dá vontade até de praticar alguns feitiços, que na minha opinião mega funcionaram na história e ajudaram muito no desfecho.

Enfim, a premissa chama atenção. Mas é a escrita que nos envolve e faz o leitor querer devorar cada capítulo. Cuidado que pode arrancar algumas lágrimas e o coração fica quentinho com tudo que acontece. Ah! Adorei o fato de cada capítulo ter a visão de cada protagonista e ser narrado na primeira pessoa. Me faz sentir próxima dos personagens, sabem?

Um dos sprints dessa leitura
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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E como nem tudo são flores, senti muita falta de mais detalhes do encontro da mãe da Willow com uma peça muito importante da história e mais detalhes sobre a Emma. Senti falta de mais diálogos com a amiga da nossa protagonista, que sumiu do nada! E até mesmo do pai dela. E fiquei perdida algumas vezes nas cartas da Sage.

Em contrapartida, o livro me agradou mais do que desagradou. ;-) E o que falar dessa capa perfeita e que mega combina com os detalhes de “Feitiço para coisas perdidas“? E por favor, mundo, abra uma pizzaria no estilo de Star Wars, que mesmo não sendo fã, fiquei com vontade de conhecer hahaha.

Ah! Preparem que tem um monte de trecho fofinho para anotar e sempre que for possível, praticar no dia a dia. Resumindo: RECOMENDO MUITO ESSA LEITURA. E podem opinar à vontade, ok? Em breve, conto quais serão as leituras de Natal do Clubinho. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Para assistir – Abracadabra
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carol
15.11.2023

Ei, Gente! :)

E o tema decor do mês é móveis de carvalho que, até então, não sabia nada sobre hahaha. Vamos lá? Bom post.

Crédito da Imagem: Pinterest
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Na minha pesquisa, descobri que uma madeira de carvalho é sinônimo de qualidade e duração bem boa. Mas nada que o tempo deixe o móvel com uma aparência de muito antigo, viu? Pelo contrário, parece estar sempre novinho em folha. Ao menos, se cuidar direitinho!

Falando nisso, alguns cuidados essenciais: não deixar as peças expostas ao sol, para que não perca a cor e o brilho. Também é importante não colocar muito peso em cima e para tirar a poeira é recomendado usar um pano úmido, mas sem excesso de água.

Crédito da Imagem: Pinterest
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No mais, saiba que é um estilo para lá de democrático e que combina com vários ambientes da casa, como quarto, sala e cozinha.

Procurando por opções lindas? Algumas, encontramos no Atelier Clássico, que podem ornar com o seu lar doce lar e servir de inspiração. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Aparador para que te quero?
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carol