Ei, Gente! :) Livros são para ler, mas está tudo bem se você quiser comprar algum apenas para usar na decoração do seu lar doce lar. Principalmente, aqueles de moda, gastronomia, viagens, arte e por aí vai. Pensando nisso, separei algumas inspirações que encontrei no Pinterest e uma que uso em um cantinho do meu quarto. Então, vamos lá? Bom post para vocês! ♥

Para começar, que tal decorar seu home office com aqueles livros? Pode ser de empreendedorismo ou da área em que atua, que podem ser usados depois de lidos ou esperando chegar a sua vez hahaha. Eu uso muito de blogueiras que me inspiro. E, por exemplo, como trabalho com blog literário, achei bem legal a pessoa ter colocado todos da série “A Seleção” (fique atenta na primeira imagem da montagem).
Cozinha também é um outro lugar que merece livros! Pode ser gastronômico, de vinho ou o que a sua imaginação mandar. E a ideia da cestinha com a colher de pau foi a melhor, na minha humilde opinião! Aliás, quando eu tiver a minha casa, vou usar, fato. ♥
E, claro, que o clássico não ficaria de fora: na sala, perto do sofá. De viagens e/ou moda são os que mais vejo! É objeto de decoração, porém, nada impede de dar aquela olhada com calma e deixar os seus convidados espiares, mas com cuidado, claro hahaha.

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Na mesinha de cabeceira é outro clichê, mas que não tem como negar: mega combina! Normalmente, coloco lá o livro atual, mas se você tiver espaço, coloque algum com capa fofinha e que tenha a ver com a decor do seu quarto. ;-) Aparador é outro espaço que merece livros também. Não precisa ter um monte. Uns dois com um quadro e um vaso de flores (suculenta, cacto e etc), acho que fica bem clean. Mas o da imagem com mais ficou lindo, da mesma forma.

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Agora um dos cantinhos que mais amo do meu quarto. Eu comprei há séculos esse livro da Vic, do Dia de Beauté, e ele é mega especial porque tem uma dedicatória da própria (tem uma entrevista com ela aqui). ♥ Fiquei bem satisfeita com esse porta-recado e a mini Torre. Acho que ornou hahaha! Então, aqui vai essa outra dica, mistura o livro com outros objetos de decoração e tal!

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Para finalizar com chave de ouro, separei alguns livros que acho que tem tudo a ver com o post do dia! Ah! Normalmente, não são os mais em conta. Então, a dica é garimpar (brechó, feiras e tal) e/ou investir (Amazon, Travessa e tal) em algum que tenha a ver, de alguma forma, com você e as outras pessoas que moram na casa! :)

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Ufa. Acho que é isso! Ah! Claro que isso não te impede de ter estantes de livros, mas caso não tenha espaço e queira expor algum, acho que é uma boa opção. No mais, tem alguma outra dica? Compartilha! Quero saber. E me conta: qual livro você mais gosta na decoração do seu lar doce lar? ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Decor – Prateleiras + Livros
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Ei, Gente! :) Quando eu era rata do Twitter (atualmente, perdi minha senha e não consigo recuperá-la hahaha), um dos arrobas que eu mais amava era do Page Not Found, que na verdade é um blog que conta as situações mais inusitadas da vida!
A propósito, Fernando Moreira, criador desse veículo, escreveu o livro “Baseado em fatos reais“, com 14 histórias inspiradas em acontecimentos para lá de diferentes.
E como sou jornalista, tenho um blog que fala de livros e acompanho o Page Not Found, nada mais justo do que entrevistá-lo, né? E rolou \o/! Obrigada, Fernando. Espero que gostem. Eu adorei! ♥

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1. Até chegar ao blog Page Not Found: qual foi a parte mais inusitada (ou uma das) da sua carreira jornalística?
R: Não sei bem se posso chamar de inusitada, mas foi definitiva certamente. E remota ao dia 11 de setembro de 2001. Eu acompanhei ao vivo, pela TV, o choque do segundo avião com uma das Torres Gêmeas, em Nova York. Lembro-me que parei uns longos segundos sem entender exatamente o que estava acontecendo. Pensei que estávamos à beira do colapso mundial. E aquele foi o dia mais longo da minha carreira: eu tinha entrado às 7h e saí às 6h do dia seguinte. Esse evento forjou a minha carreira na editoria internacional. Minha sede de entender (ou tentar) o mundo só aumentava. O Page Not Found nasceu da necessidade de aprofundar essa viagem, até os subterrâneos das notícias mais ignoradas.
2. Falando em blog, o que você acha que o futuro reserva para esse tipo de veículo? Qual seria o seu conselho para inovar?
R: Já há alguns anos se fala que blogs estão com os dias contados. E eles seguem firmes. Até mesmo entre os mais jovens, que são um bom termômetro para testarmos a durabilidade de fenômenos de mídia. O meu conselho é descobrir um nicho. Não adianta sair disparando a esmo para todos os lados. Você tem que ser bom e cada vez melhor em um universo específico. E se abrir para as novas tecnologias e as novas formas de contar histórias e se mostrar ao mundo. E as possibilidades são enormes.
3. Conta um pouco sobre a rotina do Page Not Found (seleção dos posts e etc).
R: O Page nasceu do vácuo que a dita imprensa tradicional deixava para notícias consideradas inusitadas, bizarras, insólitas. Ainda são assuntos considerados menores por muitos. A minha rotina é fuçar em sites mundo afora quais as histórias mais esdrúxulas, mais curiosas, mais impactantes. Mas, apesar de a imprensa que se considera mais “séria” negar o seu DNA nessa cobertura, volta e meia encontro boas histórias em sites bem clássicos, como o do New York Times, do Guardian, do Independent, da CNN. Redes sociais são outro universo onde boas e insólitas histórias costumam desfilar. Antes de ser jornalista, preciso ser garimpeiro.

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4. Quanto ao livro “Baseado em fatos reais”: o que o leitor, que ainda não embarcou, pode esperar? E como foi o processo de escrita, do início ao fim?
R: O livro é uma espécie de acerto de contas. As postagens do Page são curtas, geralmente elas se prendem a um fato específico. Algumas lacunas ficam abertas: o que aconteceu antes desse fato, o que vem depois dele? No livro, eu respondo essas questões. Porém com ficção. São 14 contos, que flutuam entre realidade e fantasia. Eu parti de fatos noticiados no blog e me permiti imaginar um cenário mais rico e denso no entorno dessas histórias reais. O processo é uma provocação: o que há de real e imaginário nos contos? O que há de real e imaginário nas nossas vidas?
5. Pergunta clássica do Pequena Jornalista: teve um incêndio na parte de livros de jornalismo da sua biblioteca, quais são os 3 que você salvaria?
R: “1984“, de George Orwell, uma obra atemporal de ficção recheada de realidade, que deveria ser uma bíblia para os jornalistas, “Notícias de um Sequestro“, de Gabriel García Márquez, pela maestria da narrativa, e “A Sangue Frio“, de Truman Capote, que me inspirou muitíssimo, por ser uma mescla de jornalismo e literatura.
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E o quanto essa entrevista me inspirou? Principalmente, em relação ao blog! Mais uma vez: obrigada, Fernando. Quem quiser saber das notícias mais inusitadas da vida, só clicar aqui. Quer ler o livro? Corre aqui! Assim que eu embarcar, publico a resenha, combinado?
No mais, podem opinar à vontade!! :)
Beijos, Carol.
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Post Antigo: PJ Entrevista – Nathalia Fuzaro
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Ei, Gente! :) Todos os dias, são delas. Mas março é aquele mês escolhido e tudo bem. Então, no PJ News da vez tem coisa girl power e tal. Espero que gostem. Bom post! ♥
Para começar, um filme que marcou a infância de muitas: Mulan. Confesso, que nunca foi o meu favorito da Disney, eu nem sei se cheguei a vê-lo completinho. Mas, como a China está mais presente no meu dia a dia e é uma personagem bem Girl Power, é um dos live-actions que estou ansiosa para embarcar! Quer saber mais e ver o trailer? Corre aqui. ;-)
E, claro, não poderia faltar livro nesse PJ News, né? A Arqueiro (eterna parceira do blog) lança esse mês o 2º da trilogia Bevelstoke, escrito pela Julia Quinn (rainha dos romances de época): O que acontece em Londres, que pelo que eu entendi conta a história da Olivia, a amiga da Miranda, no 1º livro. Quer mais informações? Clica aqui.
Ah! E esse mês tem show do Backstreet Boys no Brasil. No RJ, é na sexta e, em São Paulo, no sábado. Eu vou? Não (acabaram os ingressos mais em “conta” rápido demais “/), porém, fiquei apaixonada por essas blusas da Ophelia. Como não amar? Sério? Para saber mais, só clicar aqui. ♥

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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E agora tem Banca do Bem com o lançamento da coleção Humanas: mulheres que são a história. ♥ São dois produtos, um box de cartões comemorativos e livro-pôster. E assim como todos os produtos dessa loja linda, uma venda vira uma transformação social. Esse pôster, por exemplo, vira 2 horas de aula e mentorias para as mulheres via Instituto RME. Para mais informações, clica aqui.
Por fim, mas não menos importante: achocolatado de Prestígio, um dos meus chocolates favoritos da vida! Obrigada, Nestlé. A linha é limitada e só quero experimentar AGORA! E vocês? :)

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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É isso, pessoal. Agora me contem: qual foi o lançamento que mais vocês amaram? Podem opinar à vontade! :)
Beijos, Carol.
Post Antigo: Diário de Viagem – Cho-co-la-te!
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Ei, Gente! :) E o PJ Leu da semana é “Solidão acompanhada“, um livro que me conquistou pela capa, mas tenho algumas ressalvas. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 2 livros
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Sinopse: Eleonora é uma jovem mulher que está em busca do amor e da felicidade em um mundo que, apesar de todas as conexões, nunca houve tanta solidão. Há questões existenciais, loucuras e as mais variadas confusões! Tudo repleto de reflexões sobre a necessidade de encontrar o nosso lugar.
Opinião da Pequena: Quando me deparei com esse livro, achei a capa linda e tinha certeza de que ele me ajudaria nesse momento atual da minha vidinha! Mas confesso que a expectativa gerou uma frustração literária!
Não acho que seja culpa do livro. Acho que ele tem um monte de coisas nas entrelinhas, mas que, infelizmente, não captei. Não sou muito de reler livros, mas esse eu tenho vontade porque eu realmente acho que li errado, sabe? Ou em um momento não muito propício, talvez!
Enfim, a história é sobre Eleonora, uma personagem divertida, cheia de si, solitária, mas não de uma forma ruim. 99% do livro é tipo um monólogo da protagonista, refletindo sobre diversas questões, que vão desde família, “amigos”, vizinhança, vida profissional, amorosa e por aí vai. É uma leitura rápida, com uma escrita bem leve, mas que eu acredito que a gente tenha de prestar atenção nos mínimos detalhes.
Alguns capítulos me fizeram bem e ri bastante. Outros, até anotei, porém, a maioria achei meio sem pé nem cabeça! É aquilo: realmente não ficou claro para mim. Se alguém já leu e mega entendeu, me chama! :)
No mais, não é um livro que me conquistou, porém, sou a favor de cada leitor tirar a sua própria conclusão. Ah! E por mais que eu tenha colocado essas ressalvas, queria mostrar um trecho que mais me chamou atenção e que me ensinou bastante: “Às vezes a nossa primeira impressão sobre algo não corresponde exatamente à realidade”. ♥
É isso! Podem opinar à vontade. :)
Beijos, Carol.
Post Antigo: 5 livros de autores brasileiros!
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