16.06.2020

Ei, Gente! :) A quarentena está servindo para mudar alguns itens de decoração. Por exemplo? Um memory board novinho em folha. Aliás, para a seção “Decor PJ” da vez, separei algumas opções que servem para inúmeros cantinhos da sua casa. Principalmente em dois ambientes que a gente tem explorado bastante: home office e quarto. Vamos lá? ♥

Para começar, esse objeto nada mais é do que um painel de parede para colocar fotos, entre outras coisas. O mais clássico é aquele aramado, sabem? Aliás, recentemente, ganhei de presente (irmãs e cunhado) um lindo em formato de coração e na cor rosé.

Meu memory board
Crédito da Imagem e Montagem: Pequena Jornalista
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Por enquanto, ele está servindo apenas para decorar o meu quarto e colocar algumas fotos. Mas como o meu cantinho de trabalho fica por lá, serve para dar um toque também. ;-)

Falando nisso… Não necessariamente a gente precisa colocar somente registros fotográficos, viu? Cartões postais, frases motivacionais e outras inspirações também são bem-vindas. Inclusive, é um ótimo lugar para organizar o dia a dia.

Crédito das Imagens: Pinterest
Crédito das Montagens: Pequena Jornalista
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Aqui em casa, ele fica em cima da minha cômoda com a TV. Porém, um dia quero colocar em cima da mesa de trabalho. Acho que dá um plus. E você pode usar mini prendedores para prender as fotos e tal, mas já vi algumas pessoas usando washi tapes.

No mais, esse item pode servir como suporte para outros objetos e, até mesmo, para colocar acessórios (em uso ou não). Vi gente colocando plantinhas, porta-lápis, chapéu e óculos. ;-)

Crédito das Imagens: Pinterest
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Enfim, use a sua criatividade. Têm vários tamanhos, formatos e feitos de outros materiais. O memory board é versátil e combina com vários ambientes, que vão além do home office e quarto, ok? Pode decorar a sala e a varanda, por exemplo. Ah! Tive uma ideia: deve ficar legal com algumas frases de livros favoritos e deixar o seu local de leitura ainda mais aconchegante e bonito! ♥

Para quem quiser mais inspirações, sugiro dar uma pesquisada no Pinterest. Tem muita opção linda! E o meu quadro é do Mercado Livre. Lá tem várias alternativas e dá vontade de comprar mais de um, que a propósito é mega permitido. No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

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carol
15.06.2020

Ei, Gente! :) Como leitora assídua, amo receber dicas literárias. Não só de livros, mas aquelas aleatórias que também dão um up nesse hábito tão prazeroso. Vou compartilhar algumas com vocês no post do dia. Então, vamos lá? Boa leitura! ♥

1. Caderno de trechos: Uma forma de ter as partes favoritas dos livros sempre que quiser é anotá-las em uma caderninho. Claro, na hora da leitura nem sempre estamos com ele em mãos, aí a dica é abrir o bloco de notas do celular e escrever a página e o parágrafo. Hoje em dia, para facilitar, tenho tirado uma foto hahaha. Mas atenção! Não demore para passar “a limpo”, se não pode acabar caindo no esquecimento. ;-)

2. Preconceito literário: Outro dia, falei por aqui que tinha uma leve timidez de mostrar que eu estava lendo algum livro teen em alguns lugares públicos hahaha. Mas olha, juro que não tenho preconceito literário! Acho que o importante é ler, independente do gênero. Leia o que gosta, se não esse hobby pode virar uma obrigação chata! E acho que essa dica é valiosa para quem quiser começar a ter esse hábito.

3. Leitura parada: Eu não curto abandonar livros no meio. Mas têm algumas histórias que simplesmente não fluem, né? Então, se esse é o caso e você não desistiu já de cara, tudo bem deixá-lo de lado. Eu acredito que algumas vezes não é a gente que escolhe o livro e, sim, o contrário. Talvez ele seja ideal para um outro momento ou simplesmente não rolou e tá tudo bem.

4. Dê livros de presente: Sempre que eu tenho a oportunidade, eu dou livros de presente. Realmente acho que essa atitude é um elogio e uma ótima forma de incentivar a leitura. Aliás, sempre quando rola um niver de alguma criança, procuro comprar essa 8ª maravilha. Nunca é tarde para começar esse hábito, mas incentivá-lo desde pequeno, é de grande ajuda.

5. Crie o seu ambiente ideal: Qualquer lugar é lugar para ler aquele livro. Seja na sala de espera ou na cafeteria. Mas como o mais indicado, no momento, é ficar em casa (se for possível), veja o cômodo que você mais se sente confortável em ler. Pode ser quarto, varanda, na parte da manhã ou antes de dormir. Ah! Uma xícara de mate sempre me acompanha e “esquecer” um pouco o celular me ajuda a não ter distrações. ;-)

***

É isso, pessoal. Claro, que nem sempre dá para praticar essas sugestões. Mas espero que esse post ajude de alguma forma! E quem tiver outras dicas, só acrescentar nos comentários. No mais, podem opinar à vontade.

Ah! Um recadinho: agora o PJ tem uma Newsletter \o/! Quem quiser recebê-la, pode deixar o e-mail nos comentários ou se achar melhor manda uma mensagem para pequenajornalista@pequenajornalista.com. ♥

Beijos, Carol.

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carol
12.06.2020

Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, separei uma resenha para lá de romântica e bem a cara da quarentena. O conto da vez é “Um filme de nós dois“, das autoras brasileiras Fernanda França e Leila Rego. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Conto: Um filme de nós dois | Disponível na Amazon | Autoras: Fernanda França e Leila Rego
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros
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Sinopse: Sozinhos e em plena quarentena, Kátia e Jonas se conhecem no Tinder, migram para um aplicativo de xadrez e logo se conhecem pessoalmente, protegidos pelo distanciamento social e por máscaras e roupas especiais – e surpreendentes. A rotina é mudada com a inscrição em um concurso de curtas-metragens. É nesse cenário de comédia e romance que os dois amigos começam a se conhecer melhor, partilham segredos e descobrem que os sentimentos não medem distância. E quando a quarentena acabar será que haverá lugar para cada um deles na vida do outro?

Opinião da Pequena: Em primeiro lugar, gostaria de dizer que essa leitura teve um gostinho para lá de especial para a Pequena que vos bloga. Fui convidada pelas autoras para ser meio que uma leitora beta e ler algumas partes do conto! Me senti tão honrada, que nem sei. Mas juro que apesar da parceria, a minha opinião é de todo o coração! ♥

Tenho lido bastante nessa quarentena e todos os livros acrescentam de alguma forma. Em contrapartida, nenhuma traduz o que a gente está passando no momento. Daí, vem esse conto e acolhe o leitor com tanto carinho, repleto de álcool em gel, máscaras de proteção e uma história incrível de amor com muitas risadas e lições valiosas.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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A premissa prende do início ao fim e é quase impossível não se identificar em algum momento com a Kátia. Seus dilemas durante o isolamento social (depilar ou não a perna, dar adeus aos sutiãs) e as conversas inusitadas com os motoboys arrancam choros de tanto rir e trazem um humor necessário para essa pandemia. Aliás, essa palavra – humor – tem um novo significado e faz a gente olhar para ela com outros olhos.

O Jonas é muito fofo e apaixonante. Adorei a originalidade do jogo de xadrez e apesar de ter amado as roupas diferentonas em breves encontros, não sei se isso aconteceria, de fato, na vida real. Mas entrando na onda do conto… Já sei as próximas fantasias do Carnaval e decidi que quero um pijama de unicórnio. Me julguem hahaha!

Há outras partes incríveis e a gente nota que ficar em casa pode trazer tédio, mas ideias que dão certo, como o curta-metragem. Preciso destacar a Dani e a avó dela. São pessoas como elas que trazem leveza no dia a dia, principalmente, em tempos de distanciamento social. Adorei os conselhos e tirei algumas lições, como a importância de tirar as sujeiras que escondemos embaixo do tapete. Ah! Desfechos não, necessariamente, precisam ser tristes. Aliás, sinceridade com carinho é tudo!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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No mais, as coisas acontecem aos poucos e tudo vai se encaixando no seu tempo. Nada corriqueiro, mas nada que deixe a leitura arrastada. Alguns assuntos sérios, como antirracismo, são abordados e mesmo por alto, fizeram a diferença. É um conto que traz esperanças de um futuro melhor, mostra como o presente que pode ser especial e a importância de visitar novamente algumas partes do passado.

Por fim, preciso falar que fiquei muito feliz quando um simples pitaco (meu) fez parte da rotina de ambos. Talvez tenha rolado algumas lágrimas e uma inspiração a mais para finalmente sentar o meu bumbum na cadeira e escrever livros e tal. Muito obrigada, Fer e Leila! Inclusive, pela dedicatória na parte de agradecimentos!! ^^

Se eu recomendo? Sim! Pode ler nesse Dia dos Namorados e em outras ocasiões. Falando nisso…. Aos casais apaixonados: um feliz dia! Ao meu namô: te amo! Aos que estão na fase do “só tô lendo”: esse status vale tanto a pena quanto qualquer outro! ♥

Quem quiser ler, é só clicar na imagem abaixo. Aliás, ler por aqui, ajuda muito o Pequena Jornalista, viu? ;-)

Beijos, Carol.

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carol
11.06.2020

Ei, Gente! :) Para o feriado, trouxe uma entrevista com o escritor (brasileiro) Sandro Muniz, autor do livro “Solo Raso“, que participou do Prêmio Kindle. \o/ Enfim, conversamos sobre as suas inspirações para escrever essa história, por qual motivo você deve embarcar nela, entre outros temas do mundinho literário. Vamos lá? ♥

PJ Entrevista: Sandro Muniz
Crédito da Imagem: Sandro Muniz
:)

1. Hora de vender o seu peixe: por que as pessoas devem ler “Solo Raso”?
R: As pessoas devem ler “Solo Raso” porque ele mostra uma realidade de
opressão e superação que homens e mulheres passaram e passam. E, infelizmente, é tão atual. Quando escrevo quero que as pessoas se esqueçam que estão lendo um texto e vivenciem aquilo na imaginação e nas emoções. Acredito que é um livro fluído e que deixa o leitor preso para saber onde tudo aquilo vai dar.

2. Curiosidades sobre o livro que quase ninguém saiba.
R: A primeira batalha naval da 2ª Guerra Mundial houve de fato ao lado do Brasil, na rota do Rio da Prata para Europa. Já o personagem Ceolfrido é uma alusão ao Ceolfrid, que foi um abade inglês. Inclusive, ele encomendou três bíblias lá pelos idos do século VII e VIII. Aliás, hoje a Bíblia de Ceolfrid é uma das mais antigas do mundo! Outra curiosidade: existiram locais na Europa, durante a Segunda Guerra Mundial, em que a mulher era forçada a participar do projeto “Lebensborn”, com o objetivo de fazê-la gerar crianças arianas puras, mas muitas das vezes era usada apenas para diversão dos oficiais alemães. Por fim, a ideia que eu tive foi tão forte a ponto de anos depois decidir morar em uma ilha no meio do Atlântico… O que acabou enriquecendo o texto.

3. O que te levou a escrever sobre o tema? E como foi o processo de escrita?
R: Tive essa ideia há mais de uma década e ela não me abandonou durante anos e só me “livrei” quando publiquei o livro. Aliás, temas como florestas, ilhas, histórias e casos do povo brasileiro sempre me atraíram. Adorava ficar ouvindo a minha avó Encarnacion contando tantas histórias antigas.

Quanto ao processo, funciona assim: após a ideia central, a minha mente foca naquilo. No caso de “Solo Raso”, acumulei dados durantes anos. Então, chega uma hora que esse material todo se transforma em minha mente em algo que faz sentido. Costumo acreditar que a escrita é 99% trabalho e 1% inspiração, ou menos. Então chega-se a hora de escrever. E geralmente é quando todos já foram dormir, lá pelas 21hs (agora na quarentena tem sido mais tarde). Não tem jeito, para escrever tem que escrever. Como disse Stephen King “uma palavra de cada vez”.

Me condiciono a escrever pelo menos uma hora e meia por dia no projeto
livro, se eu não escrever em um dia eu acumulo e no próximo dia tenho
que fazer o dobro do programado. Apenas isso, não há escapatória.
Disciplina é liberdade para mim. E geralmente não paro nem nos fins de semana. Após o término, deixo-o adormecendo (MENTIRAAAA) por um
tempo antes da revisão. Preciso de prazos, mesmo que autoimpostos. O “Solo Raso” era a data do prêmio Kindle…

4. Se pudesse dar três dicas de ouro para futuros escritores, quais seriam?
R: Não tenham pressa, se tiver tente escrever contos. Geralmente o jovem
não tem muito estofo para criar um romance, mas a literatura está
cheia de exceções. Contrate um bom revisor de texto. Anote todas as ideias possíveis e não deixe passar. Depois brinque com elas, inverta, acrescente o passado, o futuro, junte outros personagens que você já tenha anotado, deixe eles numa sala sozinhos. E após, esqueça tudo. Deixe o seu cérebro usar o subconsciente com tudo isso. Muitas das vezes, como diz Ray Bradbury, “é um escritor sábio que conhece o seu próprio subconsciente”. Escrever é viver, e ambos devem ser feitos com entusiasmo. Leia muito e de tudo. Escreva muito. Corte o cabo da televisão e desligue o wifi.

5. Ocorreu um incêndio na sua biblioteca: três livros que salvaria (não pode ser o seu rsrs)?
R: É difícil, pois acho que até alguns livros que não atraem muita gente,
têm seus valores… Eu acho que levaria um monte de água para apagar
parte do fogo e pegar o máximo de livros rsrsrs… Mas aqui estão três de supetão: “Contos de amor rasgados” (Marina Colassanti), “Quincas Borba” (Machado de Assis) e “Famílias Terrivelmente Felizes” (Marçal Aquino).

***

É isso, pessoal. Muito obrigada, Sandro! Adorei a entrevista, que a propósito sempre me inspiram no sonho de tirar as ideias da mente e colocá-las no papel e, finalmente, escrever livros. Fora isso, achei os detalhes históricos bem ricos! Quem quiser embarcar na leitura, é só clicar na imagem abaixo. Quer falar com o autor protagonista do post de hoje? Entra aqui e aqui. No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Fernando Abreu
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