Ei, Gente! :)
Semana passada comentei sobre decor da lavanderia e como sou uma recém-casada e com uma nova casa, vai rolar decoração no post de hoje também hahaha!
Aliás, estamos em uma fase de ver os detalhes que estão faltando no dia a dia. Por exemplo, quando recebemos visitas, sentimos falta de ter um puff ou banquinho para ninguém ficar em pé no nosso lar doce lar, já que ele não é imenso e não dá para ter um sofá giga e várias cadeiras hahaha.
Então, o Atelier Clássico me convidou mais uma vez para falar sobre seus móveis e resolvi escolher o protagonista de hoje. A propósito, ele é bem-vindo em diversos ambientes e servem para dar conforto.
Vamos lá? Boa leitura. ♥

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A imagem anterior diz tudo: puff é perfeito para esticar as pernas e claro para sentar. Combina com um cantinho de leitura, no quarto e até na sala. O que a sua imaginação permitir.
Nada impede do mesmo servir com uma bancada para apoiar livros de decoração ou acrescentar no closet (se tiver). Ressaltando que é um item que tem um mundo de possibilidades, tamanhos, estilos e bolsos. Vai do clássico, ao retrô passando pelo rústico e moderno!
Cores não faltam e eu amo aqueles que são tipo baú, perfeito para quem mora em apartamento pequeno. Dois em um hahaha! Eu gosto mais das tonalidades clarinhas, mas vai do gosto de cada um. E que seja, claro, confortáveis.

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Agora me contem: vocês gostam de puff? Usam ou nem sentem falta? Quem estiver buscando, só conferir os modelos do Atelier Clássico, seja para colocar na sua wishlist, comprar ou usar de inspiração. No mais, podem opinar à vontade. :)
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: Espelho, espelho meu!
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Ei, Gente! :)
Falta menos de um mês para a Bienal do Livro (RJ), que a propósito está completando 40 anos. É um evento bem divertido, até mesmo com alguns perrengues hahaha. Mas no final sempre traz boas recordações.
Falando nelas, perguntei lá no Insta do PJ alguma que tenha marcado os seguidores. E recebi algumas respostas. Vamos conferir? ♥
1. Resposta Louise Daixum (vulgo minha irmã hahaha): Passeios da escola. :)
Observação da Pequena: Confesso que não lembro muito dessa parte, na minha época. Mas é muito legal ver tantas crianças na clássica excursão do colégio. Às vezes, fica lotado, porém é por um bom motivo, afinal, essa é uma forma de incentivar a leitura.
2. Resposta Juliana Bittar (vulgo uma das minhas melhores amigas hahaha): Lembro de ir pequenininha com os meus pais… Eles nem sabiam que eu seria uma viciada em livros! ♥
Observação da Pequena: E acho que foi uma forma deles incentivarem, né? Esse passeio em família literária torna tudo tão mais divertido. A gente não escuta “na volta a gente compra” hahaha. Ou escuta hahaha! Aliás, conheci a Juju pessoalmente quando fui para São Paulo para a Bienal de lá. Mais uma memória amiga!
3. Resposta Isabel (@ninguemmeperguntoumais): Errei a saída e tive que dar a volta por fora dos pavilhões hahahaha.
Observação da Pequena: A gente anda muito e quando se perde mais ainda hahaha! Perrengues literários.
4. Resposta Hanna (@mundinhodahanna): Foi a primeira vez que saí sozinha e aprendi a voltar para casa sem ligar para o meu pai.
Observação da Pequena: Bienal do Livro ajudando a nossa independência hahaha! Adorei e dá uma sensação boa, né? ♥
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Essas foram as respostas e é muito legal saber que vai bem além da leitura. Têm memória com a família, amigos e coisas que a gente tira de letra, mesmo na hora parecendo o fim do mundo!
Eu frequento a Bienal assiduamente desde que comecei a falar sobre livros no blog. Mas também já fui à trabalho e outras apenas como uma admiradora do mundo literário. Nem imaginava ter parceria com editoras e tal.
Tenho muitas lembranças, como a primeira vez que consegui credencial. O primeiro evento que participei da Arqueiro, quando encontrei “Menina de 20” em um estande e já me apaixonei pela capa. Aliás, foi nesse evento que conheci pessoalmente a minha autora gringa favorita: Sophie Kinsella. Enfrentei horas na fila, mas valeu muito a pena!
Também vi um menininho falando para os pais que aquele estande era da editora favorita dele. Encontrei amigos, conheci novos e revi autores que sempre admirei, como a Fernanda França e Thalita Rebouças. Entrevistas icônicas, como a da Camila Fremder, palestras sensacionais, brindes que guardo até hoje e é de lei: sempre sento em um cantinho para comer o cachorro quente do Geneal com mate leão. Bem carioca mesmo hahaha. ♥
Enfim, no final o saldo sempre é positivo e o baú de memórias fica repleto de histórias. Então, quem for do Rio de Janeiro ou estiver por aqui, entre os dias 1 e 10 de setembro, fica a dica e confira de pertinho a Bienal do Livro. E não esqueça de comentar uma lembrança que tenha do evento. No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Antigo: Bienal do Livro – Primeiras Impressões 2021!
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Finalmente a resenha de um dos melhores filmes que assisti esse ano. Sim, o fenômeno “Barbie” entrou na minha lista de favoritos de 2023.
Então, pega a pipoca (rosa) e o refri que a sessão já vai começar! ♥

Tenha o seu ingresso
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Para começar, aquele resuminho do que se trata a história. :) No live-action da famosa boneca, conhecemos o dia a dia em Barbieland, onde o mundo é cor de rosa, tudo vive em perfeita harmonia e as Barbies são completamente felizes.
Porém, tudo muda quando a Barbie estereotipada começa a perceber que a sua vida não é tão perfeita quanto ela imaginava. Aliás, a protagonista questiona-se sobre diversas coisas, como o sentido de sua existência. Isso a faz sair de Barbieland e ir para o mundo real, onde precisa lutar com as dificuldades de não ser apenas mais uma boneca.
Junto com o Ken, eles partem para essa aventura. Aliás, seu fiel companheiro parece estar fascinado por esta nova realidade. Enquanto, a Barbie têm dificuldades para se ajustar e enfrentar vários momentos que não são nada coloridos, mas fundamentais para mudar o seu olhar sobre a vida. ♥

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O que eu achei? Bom, a expectativa era alta e posso dizer que foi totalmente superada.
No comecinho, não sabia muito o que esperar ao certo. Parecia bem caricato, sabem? Mas ao mesmo tempo remeteu muito a infância e deu uma saudade boa! Aliás, o começo é a única parte que as crianças vão gostar. Porque sim, esse filme apesar de ser sobre essa icônica personagem, acredito que não seja para os pequenos. Mas, claro, fica à critério de cada um.
Ai nas cenas pós seus questionamentos, a história fica bem interessante e mega profunda, sem deixar a leveza de lado. A chegada deles no mundo real é hilária e, ao mesmo tempo, ela já nota o que as mulheres passam no dia a dia. É impossível não se identificar em algum momento. E o Ken, por sua vez, nota seus privilégios fora da Barbieland.
E até me lembrou um filme que vi há séculos na Netflix que os homens acordavam em uma realidade em que eles passam por mesmas situações que o público feminino passa. Só não lembro o nome! Quando eu descobrir, atualizo o post.
O encontro dela com suas “donas” foi emocionante e, em contrapartida, levantou vários temas. Aliás, eu amei a Gloria e ela representou todas, sem dúvidas. Seu discurso é o mais verdadeiro e mexe de uma forma que não tenho palavras. A Sasha no começo não gostei muito, mas depois ela entrou no ritmo da mãe e arrasou muito!

Jornal de Brasília
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E se eu pudesse resumir o filme em uma palavra, como disse a Thereza, do Fashionismo, seria “sagaz“. É uma crítica à sociedade e com sacadas que fazem todo sentido. Desde as mais bobinhas, como cair água na cara da Barbie (já que ela estava acostumada em não ter nada no seu copo), até o posicionamento da Mattel. Aliás, a parte da caixa foi uma das melhores! Forte e necessária.
A volta dela para a Barbieland é o ponto inicial para tudo mudar. E sim, o Ken é apenas o Ken e até imaginei que poderia ter um desfecho diferente. Mas no fim, a história mostrou o que, de fato, é a igualdade e eu amei. Adorei as Barbies, fora a que a atriz Margot deu vida, e a minha favorita é a Estranha. Aliás, nos deparamos com algumas que foram descontinuadas. E os Kens (principalmente o Oriental) são maravilhosos também, agora o Ryan arrasou muito no papel do principal. Ambos (ele e a Margot) merecem algum Oscar aí, sério!
O cenário, figurino, cada detalhe é lindo. Principalmente na “casa” da Barbie. A atriz que interpretou a Ruth também mandou bem e o diálogo final foi emocionante. No mais, eu adorei a trilha sonora. Enfim, a gente se diverte, se emociona e percebe que esse filme representou tanta gente! A relação entre mãe e filha é perfeita, dentro das suas imperfeições.

Música e Cinema
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Adorei os créditos finais (Barbie, Barbie, Barbie, Ken, Ken, Ken hahahaha) e, sem dúvidas, quero um casaco igual do Ken hahaha. É um filme que quero ver novamente e assistir até enjoar. Recomendo a todos, inclusive para os homens. E assistir com as minhas amigas da adolescência tornou esse momento ainda mais especial. ♥
A cena do pé é aquela que vai virar clássica! No mais, o filme é pura reflexão, com leveza, diversão e sagacidade. Vale todo o hype e entrei na onda, até mais do que esperava. E super valeu a pena! Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!
Beijos, Carol.
P.S: o post que ficou faltando ontem, também vou compensar em setembro. ;-)
Post Antigo: The Oscars
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E a dica literária da vez é Sal e Açúcar, da Rebecca Carvalho. Publicado pela Galera Record, a história se passa no Brasil e têm um quê de festa junina e afins. Demorei muito para finalizar, mas até que o saldo foi positivo.
Então, vamos lá? Boa leitura. ♥

Número de Páginas: 373 (livro físico) | Nota: 3,8 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Sinopse: Para Lari Ramires a briga entre os Molina e sua família sempre foi um lema. Sal, a padaria de sua avó, vive em pé de guerra há gerações com a Açúcar, que trabalha no mesmo ramo. Seja espalhando fofocas, tretando nas competições culinárias ou trocando ofensas aos gritos pelas ruas de Olinda. A vida desses dois concorrentes não é fácil, mas é como eles convivem.
Até o dia que a voinha de Lari falece e o mundo dos Ramires fica de pernas para o ar. Para piorar a situação, uma grande rede de supermercados chegou à cidade, forçando muitos comerciantes locais a fecharem as portas.
Mas nossa protagonista se recusa a perder o seu lar e acaba cogitando o inimaginável: se unir com Pedro Molina para salvar as duas padarias. Além de ser arrogante e convencido, ele ainda é o presidente de um clube de culinária que atende caridades. Talvez, seu inimigo não seja tão ruim quanto parece e que a rivalidade tem de ter um fim… Será? ♥
Opinião da Pequena: Antes da pausa do Clubinho do PJ, embarcamos nesse livro. A gente tava bem empolgada, afinal, sempre bom ler histórias que se passam no Brasil e com uma carinha de festa junina nessa temporada, né? :)
Confesso que a minha expectativa era bem alta. Apesar da escrita da autora ser muito boa, demorei mais tempo para terminar do que imaginava. Por conta da correria do dia a dia, claro, mas também tiveram algumas coisas me incomodaram.
Quase todo mundo do livro “falava” com sotaque. A Lari? Uma vez ou outra e olhe lá. Tirando o voinha e mainha, ela narrava as situações com bastante formalidade. Isso eu achei um pouco estranho. E apesar de ter um quê de festa junina, o tema acabou não sendo tão abordado. Mas pode ser que eu tenha criado expectativa inexistente, ok?
Agora vamos as partes legais: adorei a premissa e como a história foi construída. É quase impossível não se apaixonar pelo Pedro e a Lari é uma protagonista bem carismática. Tem clichê, mas elementos surpresas não faltam. As mães são bem infantis, apesar de entender o lado de cada uma. Mas os adolescentes foram mais sensatos do que elas!
Voinha é uma fofa e seu Romário, no fundo, também tem um bom coração. Fiquei com raiva da rede de supermercado e os outros amigos do clube de culinária são bem queridos! Amandinha merece destaque e algumas cenas com ela são de dar frio na barriga e saber que a realidade funciona desse jeito, deu um aperto no coração.
Dá muita vontade de conhecer Olinda e comer o verdadeiro bolo de rolo. Eu achava que era mais ou menos o rocambole, mas as meninas do clubinho que moram pela região, falaram que não. E o que dizer da homenagem “Romário e Julieta“? Lari e Pedro arrasaram muito!
Enfim, não é a minha leitura favorita da vida, em contrapartida, o saldo final é positivo! Recomendo para quem busca um livro de autora brasileira e que seja ambientado no nosso país. ♥
Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica e para garantir o seu exemplar de “Sal e Açúcar“, não esqueça de comprar pelo meu link de associado. No mais, podem opinar à vontade!
Ah! Uma observação: falhei no Beda, não consegui postar no sábado e no domingo. Mas vou compensar esses dois dias em setembro, ok? ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: 5 livros de autores brasileiros
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