Ei, Gente! :)
Hoje vai rolar uma dica de comédia brasileira que assisti recentemente: Minha irmã e eu, com as maravilhosas Ingrid Guimarães e Tatá Werneck.
Pega a pipoca e o refri e boa sessão! ♥
Antes de mais nada, vamos ao resuminho do que se trata o filme? ;-) As irmãs Mirian e Mirelly nasceram no interior de Goiás. Filhas de Dona Márcia, as duas seguiram caminhos opostos e vivem em pé de guerra.
Enquanto a personagem da Ingrid Guimarães casou e nunca saiu de sua cidade, a de Tatá Werneck se mudou para o Rio de Janeiro e todo mundo acha que ela se deu bem na vida. Mas a real é que ela passa muito perrengue por lá!
Quando a mãe delas some do nada, elas são obrigadas a deixar de lado as diferenças e se unir para procurá-la. E aí que essa viagem muda a vida das três. ♥
Eu sou suspeita para falar. Amo comédia brasileira e sou fã da Ingrid Guimarães desde adolescente! Tava louca para assistir esse filme, porém, ninguém queria ir comigo, inclusive marido hahaha. Ia sozinha, mas consegui convencê-lo e de quebra arrastar um casal de amigos. :)
Acho que eu e minha amiga curtimos mais. Os meninos gostaram, mas não foi aquele CARACA MEGA VALEU A PENA. A gente perdeu um pouco o comecinho da história. Mas acho que nada que tenha atrapalhado muito. A premissa é bem divertida e eu adoro essa dupla! Cada uma com um tipo de humor e deu muito bom!
O filme tem ritmo e as piadas são hilárias, sério! É cada tirada que MEU DEUS! Eu achava que iria me emocionar no final e apesar de ter rolado um quentinho no coração no desfecho, confesso que eu sai do cinema mais chorando de tanto rir do que rindo de tanto chorar.
É uma história que fala sobre a relação de irmãs e família no geral. Mundo artístico de um jeito bem cômico, aliás amei a participação do Lázaro Ramos e da Tais Araujo. A cena do boi é a melhor e gostei da reviravolta da Mirian. De um jeito leve e divertido, é uma mensagem bem legal. ♥
O final é fofo e dá vontade de sair cantando! E impossível não lembrar da nossa mãe ou de quem faz esse papel tão lindo na nossa vida. Enfim, se você está precisando lavar a alma com uma boa comédia, que deixe sua mandíbula doendo de tanto rir, eu recomendo de olhos fechados.
E como nem tudo são flores, apesar de ter curtido o final, confesso que deu a sensação de que acabou do nada, sabem? Acho que poderia ter mais detalhe e tal. Não sei se soube explicar, mas é isso hahaha.
E as cenas que aparecem junto com os créditos são bem divertidas e imagino como deve ser filmar com elas! Enfim, já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. No mais, podem opinar à vontade. Minha nota é 4.5/5.
Beijos, Carol. ^^
Post Antigo: Para assistir – Ricos de Amor
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Finalmente vou postar a primeira resenha do ano. Ainda no clima natalino, mas está valendo, né? Espero que sim hahaha.
Com vocês: o que eu achei do livro “Um namorado de Natal“, da B.K. Borison, o primeiro da série “Lovelight“. Boa leitura! ♥

Número de Páginas: 306 (livro físico) | Nota: 3,5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
♥
Sinopse: Um campo de árvores mortas. Uma invasão no celeiro por uma família de guaxinins. E encomendas que desapareceram misteriosamente. A Fazenda Lovelight não é a terra encantada com que Stella Bloom sempre sonhou.
Mas para salvar a fazenda produtora de árvores de Natal que ama desde criança, Stella decide participar do concurso de uma famosa influenciadora digital. Afinal, com a publicidade e o dinheiro do prêmio, deve dá para resolver a crise financeira do negócio, certo?
Porém, ela tem um probleminha: para fazer a fazenda parecer um destino romântico, a protagonista mentiu na inscrição e disse que ela e o namorado são donos do lugar. Só que… Não existe namorado nenhum… Então, é aí que entra em cena seu melhor amigo, o Luka Peters, e futuro par de mentirinha! ♥
Opinião da Pequena: Essa foi a última leitura do Clubinho do PJ de 2023. Mas eu só consegui finalizar essa semana! Por vários motivos, vida corrida no final do ano, textos para escrever e a verdade é que eu acho que não me prendeu tanto.
Em contrapartida, não significa que seja um livro ruim, ok? Para começar, a capa me conquistou de primeira e torci muito para “Um namorado de Natal” ganhar e ser a leitura natalina do Clubinho. Aliás, o livro faz a gente entrar totalmente no clima mágico dessa época.
A escrita da autora é boa e por mais que seja aquele clichê que sabemos logo de cara o que vai acontecer, têm suas surpresas para lá de positivas. E para quem gosta de sapequice literária, vai curtir ainda mais. Não é 100% picante, mas têm uns capítulos bem sapequinhas hahaha.
Adorei a premissa. A Stella é mega fofa e me lembrou muito a Becky Bloom, até mesmo o seu sobrenome hahaha. Os receios dela são super compreensíveis, mas uma conversa sempre pode resolver. No comecinho, a gente tende a criar algumas teorias e tem que tomar cuidado para não se frustrar. Isso não significa que a gente não tenha desfechos surpreendentes.

Obrigada pela companhia, meninas!
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Adorei a participação da influencer e seu envolvimento com um personagem para lá de fofo. Aliás, os coadjuvantes são bem legais. Quanto ao Luka, não é o meu crush favorito, algumas falas e atitudes não sei se são bacanas, mas no geral é um cara do bem. O mistério é finalizado, mas meio que me decepcionei um pouco.
A surpresa felina é a mais fofa. E as lições aquecem o coração e fazem a gente refletir! Aliás, a família que a gente escolhe com o empurrãozinho do destino pode nos acolher sim. Mesmo que a gente fique com um pé atrás de perder quem amamos novamente.
No mais, queria que essa fazenda fosse real e curti muito o epílogo. Enfim, estou animada para os próximos livros da série! Indico, mas quem embarcar tenta não criar muita expectativa.
Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Leu – Meu dorama da vida real
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Tem uma penteadeira em casa ou já pensou em ter? No meu caso, ainda não tenho, mas sonho com uma. Acho um móvel lindo e bem útil, seja para colocar no quarto ou no escritório.
Se você pensa em mudar a sua ou tem esse item na sua wishlist, separei algumas dicas que encontrei pelo Google de como escolher a ideal. Vamos lá? Espero que ajude de alguma forma. ♥

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Conselho número um: confira direitinho o tamanho disponível que tem no cômodo. Às vezes, a gente vai no “olhometro” e acaba comprando uma maior e que não é bem o que a gente imaginava. Tire medidas, viu? Juro que não é um tempo perdido.
Esse móvel têm diversas serventias e a mais clássica é aquela para quem deseja um cantinho para se arrumar. Não é à toa, que, normalmente, vem com espelho e tal. Também é bom aproveitar o espaço que ela disponibiliza para guardar coisas e dar um toque a mais na decor. E, claro, pode colaborar em todos esses quesitos.
Por fim, têm uma para cada pessoa. Tem as mais românticas, as mais luxuosas, modernas ou com uma carinha vintage. Veja o que se adequa mais com o seu gosto e funcionalidade. E aqui vai uma dica valiosa: no Atelier Clássico, opções de penteadeira não faltam. ;-)

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É isso, pessoal. No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Antigo: Sobre penteadeiras
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Um post que eu tinha programado para o ano passado, mas acabou não rolando: contar um pouco sobre três shows que fui em 2023, o do Coldplay, da Colbie Caillat e do Paul McCartney.
Aliás, um show nunca é apenas um show! Mas calma que eu explico. Boa leitura! ♥
Muitas vezes, só conseguimos assistir pelo telão montado no local do evento. O valor de um ingresso custa quase as contas do mês. Alguns perrengues acontecem, como gente que fura fila ou empresa que não faz o mínimo para receber bem o fã daquele artista.
Mas mesmo com essas ressalvas, o show vai além de ser uma simples apresentação. Tem a vibe que contagia. Você pode cantar, tendo uma boa visão do palco ou não. E quase sempre sai de lá com a energia renovada. É uma emoção indescritível! Se você é admirador da banda então, nem se fala!
O primeiro que marcou: Coldplay, em março. Minha irmã liga uma semana antes, perguntando se eu queria ir com ela! A gente comprou de última hora. Confesso que não sei todas as músicas, porém, topei. E sério! Superou as minhas expectativas, que não eram elevadas, mas cada segundinho me surpreendeu. Muito além da pulseira que brilha, viu? O momento que o Chris Martin pede para a gente guardar o celular, fez todo sentido e tento levar essa regrinha em todos os shows.
Ah! Esse foi no Engenhão e, no nosso caso, tivemos zero perrengue. Se eu não me engano, foi o último que eles fizeram aqui no Rio, dia de semana e tava bem tranquilo. Nesse dia, eu tive infecção urinária, mas nem esse incômodo me fez desanimar. ;-)
O segundo foi em dezembro: Colbie Caillat, uma cantora que representa muito o tipo de música que eu gosto e que fez parte da trilha sonora de algumas fossas hahaha. São canções que aquecem o coração, calminhas e que dão esperança. E eu fui com uma das minhas melhores amigas e a gente relembrou dos perrengues amorosos e saber que agora tá tudo bem foi tão divertido!
O dela foi um dos melhores. Bem intimista (no Vivo Rio) e não tinha uma super produção. Mas a simplicidade que fez a diferença! Cada música que ela cantava, ela explicava o motivo de ter escrito aqueles trechos e tal. E, sério, ela olhava para cada grupo de pessoa. Deu para sentir que ela não foi lá só para cumprir a agenda de shows, ela estava de corpo e alma mesmo. Eu já era fã e agora a admiração triplicou! ♥
Por fim, mas não menos importante: o show do Paul McCartney, no Maracanã, em dezembro também. Esse é um evento que já virou lei na família. Minha irmã é a maior fã do Paul e, claro, dos Beatles. Minha mãe, idem! Meu padrasto também. Eu conheço mais as músicas dos Beatles e esse não foi tão focado nas antigas canções.
Em contrapartida, FOI PERFEITO. Curti muito e as companhias foram as melhores! Até a minha avó foi. A gente ficou em um lugar bem legal e com certeza o mais perto que vamos conseguir ficar do Paul hahaha. Super valeu a pena! Zero perrengue também. Alguns tumultos, mas me senti segura de alguma forma.
Enfim, claro que cada experiência é única. E, às vezes, o que pode ter sido incrível para você, pode não ter rolado para o outro. Infelizmente, tragédias aconteceram ano passado e espero que Papai do Céu conforte toda a família e os amigos. E que a justiça seja feita para que o dano seja um pouco menor, já que vidas não voltam.
Mas esse é um post para lembrar que vale a pena comprar ingressos sim. Mesmo com o corre no dia! Tomem cuidado e curtam cada segundinho! Aproveitar um show de quem a gente admira como profissional, ao menos, é um dos melhores investimentos. ♥
Agora me contem: um show que desejam ir esse ano? Eu estou querendo ir do Ed Sheeran, no Rock in Rio. Oremos hahaha! No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Leu – A Travessia de Greta James
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