Ei, Gente! :)
Essa semana eu estou muito escritora e meio nostálgica hahaha. Enfim, lá vai mais um texto para vocês e dessa vez para lembrar a infância e o “gostinho” que ela tem.
Vamos lá? Boa leitura. ♥
“Voltando da escola… Dever de casa? Sim, mas um pouquinho de desenho na TV era de lei! Talvez o almoço ficasse de lado e Chaves ganhasse toda a minha atenção e outras histórias também. Meu pai e minha mãe alertavam: come logo e tira a comida da bochecha. Depois de alguns (longos) minutos, eu obedecia.
Adorava brincar de escolinha. Colocava os meus bichos de pelúcia para serem alunos. Brincava de ser adulta e até tirava dinheiro no banco na minha imaginação. Onde eu estava com a cabeça? Sei lá, criança tem cada coisa, né?
Tinha o Pense Bem e aquele era o meu “computador” favorito. E no fundo eu sabia que os meus pais queriam brincar um pouco e se pudessem trocariam de lugar comigo. Hoje eu entendo eles!
Naquela época, os brinquedos eram outros e eu fico muito feliz quando encontro em uma loja um que eu brinquei, mesmo que tenha ganhado um plus. Vocês sabem, eu amo uma livraria, mas essas “Ri Happy” da vida são tipo um paraíso particular bem nostálgico, né? Se eu puder dar uma dica, entre em uma e deixe as lembranças boas voltarem. Dá uma saudade, mas um quentinho no coração é garantido!
Voltando à parte tecnológica, confesso que videogame não chegava a ser a minha brincadeira favorita. Em contrapartida, era tão legal virar o controle achando que ia ajudar a ganhar o joguinho. Quem nunca deu uma viradinha de lado para ver se o carrinho do Mario (ou da Princesa Peach) andava igual, mais rápido ou algo parecido?
Falando nisso, aí está um jogo que eu nunca me nego a jogar! Parece que a Carol versão criança volta com tudo e a viradinha continua firme e forte hahaha (a diferença que a gente não assopra a fita para ver se volta a funcionar hahaha). Acho que já sei o que vou pedir de Natal. Brincadeirinha, mas quem dera, né?
Gosto da minha vida atual. Óbvio! Mas esse “gostinho de infância” é uma das melhores coisas. E poder reviver, às vezes, faz tudo ficar mais leve!” ♥ (Por Carol Daixum)

♥
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Gostaram? Espero que sim. E aqui vai uma 2ª dica, especialmente para o mês das crianças: visitem a loja Kabum e usem os cupons disponíveis do site Cupom.Org. Tem jogos e controle da Nintendo, entre outras coisas que ajudam a resgatar esse “gostinho de infância” (e com desconto \o/). No mais, podem opinar à vontade! ;-)
Beijos, Carol.
Post Antigo: Super Mario Bros – O Filme
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Ei, Gente! :)
Em homenagem ao Dia do Professor, fiz um texto para uma professora que me marcou muito!
Vamos lá? Boa leitura. ♥
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“Professor: aquele que ensina, ministra aulas, mestre.
Esse profissional, com todo respeito ao dicionário, vai além! Acrescentaria: aquele que marca. ♥
Na época, talvez eu não tivesse a dimensão da importância dele. E dá-lhe reclamações, né? Meu sonho era que todos fossem no estilo da profª Helena, de Carrossel. Mas na vida real, o esquema é outro. Pareço uma senhorinha falando, mas… Que saudade! Até dos mais exigentes, que estavam longe de ser fofinhos iguais aos personagens que as telas mostravam.
Uma merece destaque: Sonia Cury. Demorei para lembrar do nome dela, mas a cada texto que escrevo, a memória vai direto para as suas aulas de português. No dia a dia, lá em 2003, 2004… A gente tinha meio que um medo dela… Porém, 20 anos depois, preciso contar uma coisa!
Eu tenho uma mania: tentar, ao máximo, não repetir palavra nos textos, seja para o blog, para clientes e tal. Sempre tem uma aba aberta com sinônimos por aqui. Têm horas, que eu me irrito comigo hahaha. Porém, a Sonia Cury disse uma vez isso e ficou na minha cabeça. E se não saiu até hoje, dificilmente vai sair algum dia.
Claro, que as repetições, muitas vezes, não podem ficar de fora. Contudo, é mais forte do que eu! Um hábito que estressa, mas que traz memórias de uma fase conturbada e cheia de memórias boas. E por mais que cause nervosinho, é uma mania que me traz um certo orgulho e resgata, nas entrelinhas, uma das melhores professoras que eu tive! Mesmo que na época, eu não tivesse ideia do que iria acontecer no futuro.
Não sei o que aconteceu com ela… Independente, espero que saiba que todos os dias eu me lembro com carinho, mesmo querendo catar uma palavra para substituir a outra a qualquer custo! Obrigada, Sonia. E desculpa qualquer errinho, nos textos e nas aulas, que eu tenha cometido (ou que vivo cometendo). ♥” (Por Carol Daixum)
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É isso, pessoal. :) Deixo o meu carinho a todos os professores e o meu agradecimento.
Seja a minha profª que me deu nota máxima na minha primeira prova de português (essa, eu realmente não lembro o nome “/ hahaha). Ao Cézar, que era o mais engraçado. A Andrea Estevão que me fez odiar teoria da comunicação, mas que no final, estava na bancada da apresentação da minha monografia (ainda bem ^^).
Fui e sou muito sortuda por ter vários “mestres”, em várias áreas. Aliás, na blogosfera, conheci uma das melhores de escrita, a Fê, do blog Algumas Observações. Também escrevi esse texto pensando: ela vai ficar orgulhosa, espero hahaha. ♥
Agora me contem: um professor que te marcou! No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Antigo: Minha história com jornalismo
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Ei, Gente! :)
Terminei de ler um dos livros que comprei na Bienal desse ano: Neko Café, da Anna Sólyom. Publicado pela VR Editora é um romance cheio de insights fofos para lidar com a vida como uma verdadeira felina.
Então, vamos lá? Boa resenha. ♥

Número de Páginas: 140 (livro físico) | Nota: 2,8 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
♥
Sinopse: Prestes a completar 40 anos, o mundo de Nagore vira de cabeça para baixo. Depois de viver dez anos em Londres trabalhando com o companheiro em uma galeria de arte, Nagore de repente fica sem emprego e seu relacionamento chega ao fim, o que faz com que ela tenha que voltar para Barcelona.
Sozinha e sem dinheiro, Nagore acaba aceitando um emprego em um café onde há sete gatos. Só há um porém: desde criança, ela tem pavor dos felinos. O que Nagore não poderia imaginar é que, em meio a miados, cappuccinos e clientes apressados, ela aprenderia as mais valiosas lições e uma nova e surpreendente fase de sua vida teria início.
Opinião da Pequena: Apesar de ser mais “team doguinhos” (com todo respeito hehehe ♥), a capa com esse gatinho fofo me prendeu a atenção no meio de tantos livros. E a frase presente “você não precisa de sete vidas (…)” me fez comprar e querer ler logo.
Achei a premissa bem interessante: uma mulher aos 40 anos tendo que começar tudo do zero e, de quebra, lidar com a sua fobia por gatos por livre espontânea pressão. Aliás, vocês sabiam que existe um nome para isso? Ailurofobia! Eu nem tinha ideia hahaha.
E no decorrer das páginas, a gente aprende muito sobre felinos e sobre a vida! A escrita da autora é bem leve, mas confesso que o começo me chamou muito mais a atenção e depois a leitura ficou um pouco arrastada. Mesmo com os insights incríveis e super adaptáveis à rotina real.
Gosto quando as coisas vão direto ao ponto. Porém, nesse achei que tudo aconteceu rápido demais. Queria saber mais do Sr. Elías, ter mais histórias sobre o novo romance e, até mesmo, o que aconteceu com as amigas da protagonista e a vida da Yumi.
Isso não significa que a leitura seja ruim, ok? Só tenho essas ressalvas mesmo. :) No mais, adorei os nomes dos gatos, a ideia do café (inclusive tem um com a mesma pegada aqui no Rio de Janeiro, o Gato Café) e como a autora planta uma sementinha para quem tem medo de gatinhos e tem uma ideia errada deles.
Não vou chegar a adotar um gato, mas com certeza vou olhar para eles com outros olhos. Também sempre vou lembrar dos seus ensinamentos e defender que a curiosidade não matou o gato. É a falta de curiosidade que mata (aos poucos) alguém. Achei perfeito isso! As “leis” do final: sem palavras. Estamparia uma blusa com elas!
Enfim, não é o meu livro favorito do ano, mas sem dúvida é um romance que me ensinou bastante. Ao menos na teoria! Indico para gateiros e (não) gateiros. Outro detalhe: Neko significa gato em japonês! ♥
Ah! Esse post foi aprovado pela minha doguinha, a Jeannie hahaha. No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Antigo: Livros sobre cachorros
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Ei, Gente! :)
Livros funcionam como uma terapia (extra) para mim. Nas entrelinhas, eles dão toques que são capazes de mostrar outras percepções e acabam ajudando além. E um gênero que descobri esse ano foi a ficção de cura (ou Healing Fiction), que pelo nome já dá para ter uma ideia do que se trata, né?
Então, se você quer conhecer histórias acolhedoras e que aquecem o coração, fiz um top 5 com algumas sugestões. Então, vamos lá? Boa leitura. ♥
1. Bem-vindos à Livraria Hyunam-Dong (Hwang Bo-Reum – Editora Intrínseca)
Sinopse: Yeongju tem se sentido desmotivada. Sua vida se tornou uma sucessão de frustrações e ela sente um vazio eterno no peito. Cansada de viver assim, ela decide deixar tudo para trás e colocar em prática um antigo sonho de abrir uma livraria. Mas começar um negócio nunca é fácil, e ela vai descobrir que amar livros não é o suficiente para tornar o seu sonho realidade. Conforme entende como administrar uma livraria, Yeongju também aprende mais sobre si mesma e quem ela quer ser. À medida que a Livraria Hyunam-dong se transforma em um espaço convidativo para que almas feridas descansem, se curem e descubram o que realmente importa, a protagonista encontra um novo significado para a vida.
Observação da Pequena: Tudo começou por esse livro! Tem livraria, tem história inspiradora e cheia de aprendizados para o leitor. E esse é asiático que, pelo que eu notei, é uma característica bem típica dessa leitura! Tem resenha aqui.
2. A biblioteca dos sonhos secretos (Michiko Aoyama – Editora Sextante)
Sinopse: Sayuri Komachi trabalha na biblioteca do Centro Comunitário de Tóquio e sempre que alguém está em busca de algum livro, ela faz a clássica pergunta “O que você procura?”. Fugindo do comum, a personagem acaba colocando um título inusitado nas suas indicações aos cinco visitantes. Aliás, os leitores conhecem cinco histórias que se entrelaçam de uma maneira sutil. Com personagens em diferentes circunstâncias, nos deparamos com situações de medo, frustração, falta de oportunidades e a imensa vontade de começar de novo. A Sra. Komachi, claro, aparece em todas e sabe exatamente qual livro indicar para cada situação. Agindo assim, ela acaba mudando a perspectiva das pessoas e ajuda a voltar a alimentar os sonhos delas.
Observação da Pequena: É uma das minhas leituras favoritas do ano. E esse tem uma outra característica que também acho que bem comum nesse gênero: gatinhos. Eu tenho medo de felinos, mas os literários tem me conquistado cada vez mais. Também tem resenha aqui.
3. Neko Café (Anna Sólyom – VR Editora)
Sinopse: Prestes a completar 40 anos, o mundo de Nagore vira de cabeça para baixo. Depois de viver dez anos em Londres trabalhando com o companheiro em uma galeria de arte, Nagore de repente fica sem emprego e seu relacionamento chega ao fim, o que faz com que ela tenha que voltar para Barcelona. Sozinha e sem dinheiro, Nagore acaba aceitando um emprego em um café onde há sete gatos. Só há um porém: desde criança, ela tem pavor dos felinos. O que Nagore não poderia imaginar é que, em meio a miados, cappuccinos e clientes apressados, ela aprenderia as mais valiosas lições e uma nova e surpreendente fase de sua vida teria início.
Observação da Pequena: É uma das minhas leituras atuais e estou gostando bastante. Também tem gato e outra coisa bem comum nesse universo, que é cafeteria ou alguma loja do tipo, digamos assim. Se tudo der certo, essa semana sai a resenha dele.
4. Chocolate quente às quintas-feiras (Michiko Aoyama – Editora Arqueiro)
Sinopse: Escondido à sombra das cerejeiras que margeiam um pequeno rio, o Café Marble tem apenas três pequenas mesas de madeira e um balcão. Mesmo assim, os clientes encontram ali um refúgio de paz. Uma mulher misteriosa vem todas as quintas-feiras e escreve longas cartas enquanto toma uma xícara de chocolate quente. Uma executiva bem-sucedida se sente insegura em seu papel de mãe. Uma jovem professora espera encontrar significado em seu trabalho. Envoltas na atmosfera acolhedora do café, essas e outras pessoas refletem sobre palavras não ditas, sobre amor e amizade, sobre medos e escolhas, encontrando nesse lugar reconfortante a inspiração para seguir em frente.
Observação da Pequena: Da mesma autora de “A biblioteca dos sonhos secretos“, esse é mais um livro que junta várias histórias em uma e tem cafeteria com chocolate quente! Vai ser o meu próximo.
5. A inconveniente loja de conveniência (Kim Ho-yeon – Editora Bertrand Brasil)
Sinopse: Dok-go mora na Estação Seul e passa seus dias olhando para a mesma loja de conveniência. Ele não tem lembranças do seu passado, mas sabe que daria tudo para beber uma dose de soju. Quando acha uma bolsinha com documentos e uma carteira, ele não faz a menor ideia de que sua vida está prestes a mudar. A senhora Yeom, uma professora de história aposentada, perdeu sua bolsinha na estação. Mas graças ao bom Deus que sempre a protege, assim que deu falta dos seus pertences, recebeu uma ligação de um telefone público informando que tinham sido encontrados. Ela fica tão grata que resolve levar Dok-go até sua loja de conveniência para lhe dar de comer. Ao ver a felicidade estampada em seu rosto, ela diz que ele pode passar lá todo dia e pegar uma marmita. Por uma reviravolta do destino, Dok-go acaba salvando a loja de um assalto. E, mesmo que os funcionários não confiem tanto assim nele, a senhora Yeom oferece ao homem com aparência de urso a vaga do turno da noite. Aos poucos, Dok-go surpreende a todos e cativa as pessoas ao seu redor. O problema é que o filho imprestável da senhora Yeom tem outros planos para o lugar. Ele quer vender a loja e, nesse ínterim, contrata um detetive para descobrir o que Dok-go vem tentando a todo custo esquecer.
Observação da Pequena: Esse tem uma pegada mais de mistério, mas acho que deve ser cheio de quotes maravilhosos. E achei legal ser uma loja de conveniência e para os apaixonados pela cultura coreana, acredito que seja um prato cheio também. Tá na minha listinha! ♥
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É isso, pessoal. Claro que no mercado atual a gente tem uma lista giga com histórias que seguem esse estilo de ficção de cura. E como estou apaixonada por esse gênero, aguardem muitas resenhas desse mundinho.
Tem alguma sugestão? Compartilha. No mais, pode opinar à vontade. :)
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: PJ Leu – A incrível lavanderia dos corações
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