Ei, Gente! :)
E no Dia Mundial do Livro, resolvi falar sobre um projeto despretensioso do PJ: Esquecidos da Pequena, onde eu esqueço uma história literária em algum lugar desse mundo, com um bilhetinho para quem encontrar. Acho que é uma das formas de fazer com que as pessoas se encantem também por livros, assim como eu.
Quer saber mais sobre essa ideia? Trouxe cinco curiosidades! Boa leitura. ♥
1. Eu não lembro exatamente quando começou a ser mais rotineira essa prática, mas lembro que o 1º livro que esqueci foi no aeroporto e o título foi “Eleanor & Park”. Daí, quando entrei no avião, um passageiro falou “quase te chamei, mas aí percebi a ideia”. Deu uma sensação muito boa! ♥ Deixando claro, que essa ideia não é autoral, viu? Mas alguma amiga falou e fiquei com isso na cabeça e comecei a por em prática.
2. Nem sempre recebo um retorno e a intenção nem é essa. Mas quando vem alguém falar “encontrei o livro e tals”, a sensação de que essa pequena atitude mudou o dia de alguém, me deixa sem palavras! Aliás, um dia eu estava na Bienal de SP e uma menina me parou para falar que ela encontrou e que foi uma das melhores histórias que ela já leu! :’)
3. O ritual sempre foi o mesmo: disfarçava, deixava em algum cantinho e vida que segue hahahaha! Porém, um dia, um menino veio correndo atrás de mim falar “senhora, você esqueceu o seu livro“. Ai eu disse “então, essa era a intenção” e ele falou “ahhh” hahaha. Desde então, o bilhete que deixo é gigante para deixar claro que a ideia é essa hahaha!
4. Por conta da curiosidade anterior, hoje em dia fico com vergonha de deixar na cara dura. Juro! Sei que é bobeira e nem tem motivo, mas por ser tímida, fico com receio de alguém ter a mesma atitude hahaha. Não me importo que a pessoa saiba que sou eu, porém, acho mais legal ter um mistério a princípio de “quem deixou esse livro aqui”, sabem?
5. Nem todos livros que deixo, eu já li. Alguns estão encalhados na minha estante e acho que vão ser mais úteis em outras casas! Ah! Esse ano, eu decidi que, ao menos, uma vez por mês, vou esquecer o livro em algum lugar, que variam muito: em algum ponto turístico que eu visitar, mercado, shopping, cafeteria, entre outros lugares.
É isso, pessoal. Ah!! Uma curiosidade bônus: já encontrei um esquecido também e a sensação foi maravilhosa! Acabei não levando pois sabia que não iria ler, mas fiquei muito muito feliz que outras pessoas seguem espalhando a leitura por aí. ♥
Agora me contem: já encontraram esquecidos literários por aí? Qual livro adoraria encontrar e esquecer? No mais, podem opinar à vontade. E feliz Dia Mundial do Livro!!! O que dizer dele que tem apenas 5 letras, mas palavras infinitas que nos levam para viajar por histórias que trazem boas memórias. Lembrando que: a ideia é ler sempre o que desejar, o que te faz feliz.
Beijo, Carol.
Post Antigo: Três destinos para livros que já leu
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Ei, Gente! :)
Feriado também é dia de post. Dessa vez, trouxe a 2ª parte da leitura do livro duplo da autora Neusa Azevedo: Segredos nossos. Lembrando que essa obra é tipo dois em um, quando acaba um, virando você já pode embarcar no outro.
Vamos lá? Boa resenha! ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Sinopse: Segredos Nossos é um livro que trata em alguns poemas sobre segredos. Retrata também sobre os esconderijos. O que é guardar segredo? É um modo de esconder aquilo que teme. Quem não tem seus segredos? Quem não alimenta motivos que nem mesmo o melhor amigo sabe? É assim que se vai lendo este livro. E o que é paixão? O que é amor? Uma forma de guardar em seu íntimo ao que talvez esteja escondendo até de si mesmo.
Opinião da Pequena: Para começar, confesso que não entendi muito bem o título que levou. Tirando um poema de mesmo nome… Mas talvez eu que não tenha captado a mensagem mesmo hahaha.
Fora esse detalhe, gostei de muitas páginas desse livro. Essa segunda parte acabei marcando mais do que a primeira e a leitura fluiu melhor. ♥
“Vou ali ver se fechei a janela” é perfeito. “Incerta” também mexeu comigo e “Vazio das horas” fez total sentido por aqui. Contudo, o trecho que marcou foi o “Para sempre amar“, que tem dedicatória para alguma Gabi e não sei se foi escrito por outra pessoa.
Aliás, essas “homenagens“, deu a sensação de segredo. Não sabia ao certo se era a Neusa escrevendo para as pessoas ou contando algo que alguém falou para ela. Então, olhando através desse ponto de vista, talvez o título não seja tão diferente do conteúdo. Mas acho que se tivesse alguma nota de rodapé ou algo do tipo, mataria a minha curiosidade.
No mais, as ilustrações florais são bem fofas e é uma leitura perfeita para quem deseja ler mais poema ou conhecer o gênero de autoras nacionais. ;-)
Lembrando que a primeira parte está aqui. Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo.
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Leu – A intermitência das coisas
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Sexta-feira Santa e uma leitura que fala sobre maternidade. Afinal, Jesus crucificado também tem a ver com a perda de um filho para uma mãe.
Então, para o dia de hoje resolvi falar um pouco sobre o que eu achei de “Ave mãe“, da autora Neusa Azevedo. Vamos lá? Boa leitura. ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Sinopse: Ave Mãe é um livro que retrata a luta em busca de se aceitar a morte da mãe. Para isso a autora escreve e em cada palavra escrita a perda vai sendo elaborada. É claro que há muita saudade, mas há também a aceitação de que todos um dia irão morrer. É assim que se fala em flores, em confidências, em costumes e em amor (muito amor).
Opinião da Pequena: Livros de poesias sempre me fazem refletir. Cada estrofe, palavra escrita! Com “Ave mãe“, da autora brasileira, não foi diferente. ♥
Cada letrinha me fez pensar na saudade que sinto do meu pai. Não sei o que faria sem a minha mãe! E senti, na medida do possível, como a Dona Ronan marcou a vida da Neusa. Não tenho dúvidas, que onde quer que ela esteja, está muito orgulhosa da sua criação.
Alguns poemas fizeram mais sentido para mim. Outros, também, mas talvez em uma intensidade menor, ao menos de acordo com a minha vivência! Porém, todos, sem exceção, são repletos de carinho, saudade, lembranças, amor e um luto que está sendo sentido em cada página.
Destaque para “Sonho com mamãe“, que remeteu aos sonhos diversos que tenho com o meu pai, avô, dentre outras pessoas que sinto tanta falta e acabo matando a saudade através do “fechar os olhos”. “Estrelinhas” também foi um dos meus favoritos! A capa é bem linda e as ilustrações florais idem. ♥
Normalmente, livros do gênero me fazem devorar a leitura. Esse, eu demorei um pouco mais. Por mais que se trate de um tema difícil com delicadeza, algumas horas, precisei parar e respirar um pouco. Mas talvez sejam fases, não sei. Por isso, a nota não máxima.
Independente disso, é uma leitura que recomendo. Para quem gosta do estilo de livro ou quer ler mais poemas, de autores nacionais. A escrita da Neusa é fluida, rebuscada e que faz a gente entender a importância da literatura nacional.
Em breve, vou trazer a resenha de “Segredos nossos“, da mesma autora. Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. No mais, pode opinar à vontade! ;-)
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Entrevista – Neusa Azevedo
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Quer aproveitar o fim de semana e assistir um filme em casa mesmo? A dica do dia é “A lista da minha vida“, disponível na Netflix. Baseado no livro “A lista de Brett“, da autora Lori Nelson Spielman, é uma história que fala sobre sonhos, luto, vida de adulto e amores.
Vamos lá? Pega a pipoca e boa sessão! ♥
Para começar, um resuminho do que se trata: Alex Rose é uma jovem que acaba de perder a sua mãe, com quem tinha um laço bem forte. No meio disso tudo, ela recebe a notícia do advogado da família, o Brad, que para receber a sua herança, terá de completar a lista de desejos que escreveu quando era mais novo. A cada check, ele irá dar um novo DVD com uma mensagem de sua saudosa mãe. Então, ela embarca nessa aventura que não estava nos seus planos, mas traz uma jornada de autodescoberta e amadurecimento. ♥
Eu li esse livro em 2014 e apesar de saber que foi um dos meus favoritos na época, não lembrava de detalhes da história. Deu até vontade de embarcar novamente na jornada de Brett, mas vi que está esgotado na Amazon hahaha.
Enfim, estava bem ansiosa para assistir essa adaptação. E no geral, eu gostei. Das escolhas dos atores, de relembrar de alguns capítulos… Só que eu não sei se ando em uma fase mais exigente, mas eu sei que o filme não superou as minhas expectativas. :'(
Acho que se eu não tivesse lido, provavelmente, o filme teria mexido mais comigo. E apesar de saber que mudanças fazem parte, fiquei triste que eles mexeram em detalhes que, na minha humilde opinião, não eram necessários. Começando pelo nome da protagonista. No livro é Brett e no filme Alex e com quem ela fica também não segue o script hahaha.
Sim, eu torci para que isso acontecesse no livro, mas quando eu vi que não iria rolar, fez tanto sentido para mim. E aí quando a história na Netflix mostra essa mudança, fiquei meio chateada hahaha. Até faz lógica, mas tinha tão certo na minha cabeça, sabem? Que apesar de ter achado fofo, ainda pensei muito no desfecho que acontece nas páginas.
No mais, ele é meio paradinho, mas nada que dê sono. Os vídeos da mãe da Alex são perfeitos (isso também é diferente) e a essência da leitura continua incrível, mesmo com as ressalvas. A gente tira um monte de lições valiosas, que claro… Em histórias de ficção são mais “fáceis” de lidar, porém, não é impossível na vida real. Destaque para a relação com o pai dela, os irmãos e as 4 perguntas. E, sim, o Brad é sem comentários e algo nele me lembrou o ator que fez “500 dias com ela”. *mil suspiros* ;p
É isso, pessoal. Mesmo com os pontos que não curti, vale assistir. Acompanhada ou na sua melhor companhia, “A lista da minha vida” é uma ótima pedida. Sugiro ter lencinhos, porque pode rolar algumas lágrimas. ♥
Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. No mais, pode opinar à vontade!
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Leu – Doce Perdão
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