24.06.2025

Ei, Gente! :)

Como disse um dia desses, a Bienal do Livro peca em muitas questões, mas acerta na mesma proporção. E todos que fazem o evento acontecer, em diversas partes, merecem destaque.

De uma forma geral, a edição desse ano me surpreendeu de forma positiva. Algumas ressalvas, mas o saldo acabou sendo mais positivo do que negativo. Não sei se é a minha favorita, porém, acredito que entre na listinha de Top 5 das Bienais hahaha.

Com a ajuda de algumas respostas que recebi no Insta e a minha humilde opinião, segue a lista dos 10 melhores da Bienal do Livro. Boa leitura! ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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1. Melhor estande: Para mim, o estande que tinha o pacote completo (cantinhos lindos para tirar foto, brindes perfeitos, promoções e estava tudo perfeito) era o da Mood. Fora que a equipe é muito fora da curva. Me senti, de fato, uma “best” da Mô.

Observação da Pequena: Nas enquetes que eu fiz no Insta, receberam destaque a Arqueiro (que eu também adorei), Panini (não consegui entrar hahaha) e Dark Side (que realmente para que ama esse gênero, o pouco que deu para ver, eles arrasaram. O único problema, é que tinha fila para entrar na fila kkkkring, ainda bem que eu sou medrosa hahaha).

Crédito das Imagens: Pequena Jornalista
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2. Melhor “cenário” para tirar foto: Tinha muito lugar incrível para registrar, mas o muro em homenagem ao Ziraldo foi o meu favorito! Eu fiquei emocionada e tenho certeza de que o autor lá de cima deve estar emocionado também. :’)

Observação da Pequena: Nas enquetes do PJ, apareceram também o “Dragão que soltava fumaça” da Editora Planeta (achei bem legal também, mas acabei não tirando foto) e a parede cheia de livros da ABL. Eu acrescentaria os livros gigantes da Intrínseca (que dá para ver na primeira imagem desse post) e o cenário da trilogia “Morrendo de amor“, da Brynne Weaver (Arqueiro). Olha difícil essa categoria, porque pensando bem colocaria muito mais hahaha.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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3. Editora com as melhores promoções: Corro o risco de ser repetitiva, mas a Mood arrasou nas promoções. Quase todos os livros estavam saindo por R$ 25,00 e outros (da Hello Kitty de colorir, por exemplo), custavam R$ 10,00.

Observação da Pequena: Porém, merecem destaque também… Harper Collins e Record. Uma amiga fez a festa no da Harper (hahaha e ainda me deu de presente a ecobag que ela ganhou hahaha) e comprei livro que nem foi lançado ainda na Record por R$ 30,00. E a Alt também arrasou nas promoções (qualquer um por R$ 30,00). Enfim, claro, que muitas coisas estão mais caras no geral, mas acho que deu para aproveitar em muitos estandes.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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4. Melhor brinde: Tinha muito brinde legal. Sério! Dava vontade de sair comprando tudo só para ter uma ecobag específica ou um marcador lindo ou botton e por aí vai. Era preciso parar e pensar para não fazer loucura hahaha! Mas apesar dos preços não serem os melhores, os marcadores e o blocos de anotação da Gutenberg ganharam o meu coração de leitora e jornalista.

Observação da Pequena: Eu queria muito as ecobags da Arqueiro (perfeitas) e eu amei os marcadores da Mood e os bottons que eles deram. Uma das meninas do estande “Rio de Janeiro, capital mundial do livro” me deu um broche perfeito em formato de livro. E o que dizer do brinde da Desaniversário/Hello Guys? Perfeito. A autora Malu Simões também arrasou nos mimos. A minha sobrinha amou o quebra-cabeça. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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5. O auge dessa edição: Alguém tem dúvida de que é o patinho literário? hahaha =p Muita gente estava na cabeça e nos ombros com um patinho. A minha teoria e a do meu marido, era um pato que estava encalhado e eles deram esse nome e arrasaram hahaha. Mas uma amiga disse que esses patinhos são uma febre na cultura oriental. Acabei não comprando, porém, muita gente no Insta disse que comprou ou que se tivesse ido compraria. (talvez eu esteja um pouquinho com peso na consciência hahaha)

Observação da Pequena: Como carioca, eu amei que tinha vendedor de matte leão e biscoito o globo nos corredores do evento, vendendo como se estivesse nas praias do Rio de Janeiro. Adorei a sacada!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Eu ia preparar um post apenas com os 10 melhores da Bienal. Mas ia ficar gigante, por isso vou separar em duas postagens, ok? Ainda essa semana, posto para vocês as outras 5 melhores categorias do evento.

Ah! Quem quiser saber mais detalhes e tal, fica de olho no Insta do PJ. Vou colocar mais imagens, vídeos por lá. No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: 5 coisas que aprendi com a Bienal do Livro
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carol
23.06.2025

Ei, Gente! :)

A Bienal do Livro de 2025 acabou ontem, dia 22 de junho (já estou com saudade ^^). Mas por aqui ainda tem alguns posts do evento literário. Preparados? Espero que sim hahaha. E o 1º dessa série pós-Bienal, vai misturar dica de leitura com um pouquinho da passagem da autora Lynn Painter pelo RJ.

Aliás, ela que escreveu o protagonista do post de hoje: Apostando no amor, livro publicado pela Intrínseca. Vamos lá? Boa resenha. ♥

Livro: Apostando no amor | Autora: Lynn Painter | Editora: Intrínseca | Número de Páginas: 363 páginas (livro físico) | Nota: 5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Sinopse: Ao se mudar para Nebraska após o divórcio dos pais, Bailey Mitchell conhece Charlie Sampson no aeroporto. Dois anos depois, eles se reencontram por acaso no cinema, e Charlie continua o mesmo implicante da viagem e completamente o oposto dela. Bailey, a propósito, é considerada uma garota certinha que gosta de planejar cada detalhe da vida.

Um anos depois desse reencontro, o destino mais uma vez brinca com eles: agora, os dois trabalham na mesma empresa e, apesar de, aparentemente, não se suportarem, algo mudou para ela… Ele parece menos cínico e… Mais bonito? ;)

Quando reparam que que está rolando um clima entre (outros) dois colegas do trabalho, ambos decidem fazer uma aposta. Charlie acredita que homens e mulheres não podem ser só amigos. Mas Bailey quer mostrar que ele está completamente errado.

Entre farpas e risadas, os dois se dão conta que algo a mais está rolando entre eles. E tudo fica mais confuso quando combinam de fingir que estão namorando só para irritar o novo namorado da mãe da Bailey. Apostas altas que nenhum dos dois está disposto a perder… Será? ♥

Opinião da Pequena: A Lynn já entrou para a minha lista de autoras favoritas. Ela escreve tão bem! E quando vem no formato que o leitor conhece a visão dos dois protagonistas, a leitura flui ainda melhor. Apostando no amor, sem dúvida, é um dos meus preferidos desse semestre.

Primeiro que a gente já sabe de cara o que vai acontecer. Mas como acontece é que faz a diferença! Amei os reencontros do nada e como tudo rola, sem forçar a barra. Do tipo: eles tem que ficar juntos a qualquer custo.

É uma história teen e me fez relembrar a Carol terminando o colégio e tendo de lidar com o namorado da minha mãe. Não cheguei a apostar com ninguém, mas nos momentos em que a Bailey relata o que anda sentindo, parecia que eu estava lendo o meu diário da época.

Como eu queria ter lido esse livro nessa fase. Juro, iria ajudar a entender melhor os meus sentimentos! Contudo, super valeu a pena ler agora, mesmo com quase 40 anos de idade. ♥ Obrigada por isso, Bailey e Lynn.

No bate-papo com a Lynn na Bienal do Livro 2025
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Adorei que os capítulos são curtinhos. Confesso só que queria ter mais visões do Charlie. A viagem é a melhor parte e eu amo que a Bay e o Charlie são gente boa, mesmo com tudo o que rola. Charlie entrou para o meu top 5 de personagens literários teens favoritos e pelo bate-papo com a autora na Bienal do Livro, tive a sensação de que ele também é o favorito da Lynn.

Fiquei feliz que a história não fica enrolando séculos para algo acontecer. Mas também não é rápido o rolê todo. Ah! O que o Charlie faz pela Bay é um das coisas mais fofas desse universo literário. A amiga dela me irritou um pouco e o pai também. Pais, muitas vezes, estão errados sim e não é só “chamar atenção” que o adolescente quer. A mãe da Bay é uma das minhas favoritas e o laço delas é lindo, mesmo com os contratempos.

E como nem tudo são flores, confesso que queria mais detalhes sobre a relação do Charlie com a mãe, os remédios que ele toma. Acho que a Lynn só deu uma pincelada, apesar de entender que a história se tratava mais da Bailey. Entretanto, nada que tenha atrapalhado e tirado a vontade de favoritar essa leitura.

Anotei inúmeras páginas, amei que ela tem um perfil literário na história (queria ter conhecido mais esse lado) e o desfecho dá um quentinho no coração que MEU DEUS! Eu amo “Mil vezes amor“, porém, esse sei lá… Teve algo a mais! Mas acho que ambos estão no mesmo patamar, talvez essa esteja um degrau acima. Ainda estou decidindo hahaha!

A um passo de conhecer a Lynn e com alguns mimos do blog para ela!
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No mais, aprendi mais uma vez que só porque a gente não gostou de um livro, não significa que o livro não seja bom. Muitas mudanças não temos o poder de evitar e sentir um aperto não faz a gente ser imatura. Aliás, perceber esse fato é maturidade. Às vezes, é difícil desapegar do passado, mas é muito necessário para seguir. E quando a gente percebe que o passado não faz mais sentido, por mais saudoso que seja, é uma sensação que merece ser comemorada.

Enfim, é um livro com muitas camadas importantes. Independente da idade! Fala sobre amor, família, laços e riscos que valem a pena correr. Eu amei e mega recomendo! ♥

Eu e a Lynn :’)

Bom, já contei por aqui como foi essa sessão de autógrafos da Lynn. Que autora mais fofa e querida. Falaram que ela estava cansada, por isso tinha que correr, mas ela não deixou de ser simpática e conversar com cada leitor. E isso me fez admirar mais ainda a escritora! A foto não ficou maravilhosa, porém, traz lembranças perfeitas!

E vale ressaltar que ela é TEAM JESS mesmo e eu amei isso num grau, que vocês não tem noção hahaha. Outra coisa, quase não fui no bate-papo que rolou dia 14 de junho. Ainda bem que mudei de ideia! Achei as perguntas super interessantes e amo que ela ama Gilmore Girls e deixou mega claro! E a Taylor Swift também.

Assim, o tradutor parecia não muito inteirado das histórias dela, do linguajar, digamos assim. Então, às vezes ela falava coisas importantes, que ele resumia muito o que ela respondia. Então, para quem não entende nada de inglês, pode ter perdido algumas respostas importantes. Confesso que não lembro muito o que ela falou, mas só de saber que ela adora GG é o que importa hahaha!

No mais, super valeu. A sessão de dedicatórias e o bate-papo. Foi um dos melhores momentos, sem dúvida, dessa edição. Obrigada, Intrínseca, Bienal, Lynn Painter. E volte mais vezes ao Brasil, você já pode garantir o seu CPF, mãe Lynn hahaha! ♥

É isso, pessoal. Espero que gostem e podem opinar à vontade.

O melhor autógrafo
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Beijos, Carol.

Post Antigo: 5 coisas aleatórias da Bienal de 2023
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carol
18.06.2025

Ei, Gente! :)

Eu amo ler. Muito! Minha mãe nunca foi leitora assídua, mas sempre me incentivou (e incentiva até hoje) e sabe bem o quanto a leitura é tipo uma terapia extra para mim. E isso é uma das coisas que mais me deixa com o coração quentinho. Por mais que eu saiba que o exemplo faz a diferença, incentivar também é peça fundamental.

Não digo incentivar a leitura a qualquer custo, como fazer o outro ler apenas o que você acha que vale. Quando dou um livro de presente, procuro presentear com alguma história que sei que talvez faça mais sentido para o outro. Não adianta eu dar um livro clássico da literatura nacional se eu sei que a minha amiga gosta de romance de época e vice-versa!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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E as crianças entram nessa também. Claro, é preciso ter um cuidado para saber se o conteúdo é para aquela idade e tal. Mas apesar de amar as histórias do Ziraldo, nunca vou negar “A princesa desastrada“, da Maidy Lacerda para a minha prima que ama ler. Acho que deixar a pessoa escolher em qual história gosta de embarcar é essencial. Com as ressalvas, óbvio!

Falando nisso, no último domingo, dia 15 de junho, fui com a minha prima e a minha tia na Bienal do Livro. E ela teve o primeiro contato como leitora assídua que vai atrás dos seus autores favoritos e fica com o olhinho brilhando! Ela conheceu a Maidy Lacerda de longe. Abraçou a Thalita Rebouças e conversou com a Flávia Lins e Silva! Ainda teve o prazer de conhecer autoras independentes que escrevem histórias que, provavelmente, vão conquistá-la. Foi lindo de ver! ♥

Ontem, fui com os meus sobrinhos e recebo a mensagem da minha cunhada falando que um deles queria muito voltar porque ficou empolgado com o livro do Homem-Cão! Em cada fila, em cada cantinho desse evento foi empolgante notar que apesar das telas constantes na vida das pessoas, a leitura está em alta sim e incentivar os outros a lerem é uma das melhores coisas. Porque sim, parece piegas, mas ler salva vidas, ensina muito e nos diverte, emociona a cada página!

No 1º dia também conheci uma família, que a filha deles estava já no 3º livro de Harry Potter. E dava para notar a paixão dela por livros. Deu um quentinho no coração, inexplicável. Enfim…

Se você está pretendendo ir ao evento, que acontece até o dia 22 de junho, próximo domingo, por mais cheio que esteja… Vale muito a pena! Estantes infantis, lugares para registrar memórias literárias, principalmente no Pavilhão 2. Aliás, vale foto no mural do Ziraldo. Tá lindo!! E confira a programação, marque o que mais gostar e aproveite! Incentive, compre se for viável e veja o que o outro gosta e você também!

E aqui vai uma ajudinha extra: alguns dos livros que a minha prima e meus sobrinhos garantiram! Obrigada, de nada hahaha. ;)

  1. Diário de Pilar no México (Zahar – Companhia das Letras – Flávia Lins e Silva – criança de 10 anos)
  2. Diário de uma garota esquisita (Harper Kids – Thalita Rebouças – criança de 10 anos)
  3. Diário de uma princesa desastrada (Planeta – Maidy Lacerda – criança de 10 anos)
  4. O Homem- Cão – volume 1 e 10 (são 12, se eu não me engano, e não precisa ler na ordem – Companhia das Letrinhas – Dav Pilkey – criança de 8 anos)
  5. A Menina Que Não Sabia Sonhar (Cristina Barretto – autora independente – criança de 10 anos)
Minha priminha com a autora Flávia Lins e Silva, autora da série “Diário de Pilar” / Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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É isso, pessoal. Espero que esse post ajude de alguma forma. E, claro, essa é a minha opinião e não uma verdade absoluta. Aproveitem a Bienal e leiam livros! No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: 5 formas de incentivar a leitura
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carol
16.06.2025

Ei, Gente! :)

Hoje é dia de entrevistar mais uma autora brasileira: a Camila Sodré, que escreveu “A um clichê de você“, história que já foi finalista do prêmio Amazon.

Além disso, ela coleciona fanfics, que viraram livros. Nessa conversa, contou também sobre as dores e delícias de ser escritora no Brasil. Falou da importância das comédias românticas e revelou quais livros salvaria de um incêndio fictício.

Quer saber mais? Confira a entrevista completa agora mesmo com a fanfiqueira, jornalista, escritora e roteirista Camila Sodré. Boa leitura! ♥

Crédito da Imagem (foto): Acervo Camila Sodré
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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1. Conta um pouco sobre a sua trajetória como escritora? Desde a primeira fanfic até por exemplo, sendo finalista do prêmio Amazon com “A um clichê de você”.
R:
Eu mergulhei no universo das fanfics como leitora, ainda na adolescência. Eu era fascinada pelas fanfics interativas do McFly, e chegava correndo do colégio todo dia para ler as atualizações das minhas preferidas. Depois de ler o site quase todo, fiquei com vontade de ler algo muito específico e, como não achei, escrevi e enviei minha primeira história. Fui conhecendo tudo aos poucos, formando um grupo de leitoras, e minha segunda fanfic, que chamava “Summertime“, estourou na época (e anos depois se tornou um livro, “À Milésima Vista“). A paixão pela escrita me levou para o jornalismo, mas eu não falava muito sobre minha versão escritora por aí, brinco que foi minha fase Hannah Montana (hahaha). Em 2018 fui convidada pela minha editora, a PS Edições, para lançar um livro com elas, depois de ter lançado um só para o meu grupo de leitoras. Topei, me mostrei para o mundo, e desde então foram cinco livros publicados, a final do prêmio da Amazon e muita história boa pra contar.

A um clichê de você, finalista do Prêmio Amazon de Literatura Jovem
Crédito da Imagem: Amazon
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2. Aliás, como é ser escritor no Brasil? As dificuldades e delícias que encontra no meio do caminho. :)
R:
Eu adoro escrever, mas é muito difícil viver somente disso no Brasil. Quem eu conheço que vive de escrita, costuma escrever ficção, roteiro audiovisual, trabalhar com tradução e outras nuances que o ambiente literário traz. Ainda é bem complicado se destacar, mas vejo que nos últimos anos, com o avanço das redes sociais, o público tem dado mais chance aos livros e autores nacionais e também à literatura jovem. É uma delícia ter essa proximidade com seu público, poder trocar, poder trazer um pouquinho da gente para as nossas histórias, apesar dos percalços.

3. Na sua opinião, qual é a importância da comédia romântica literária? E o que as pessoas que ainda não embarcaram nas suas histórias vão encontrar?
R:
Eu amo uma boa comédia romântica que não se leva tão a sério, que o propósito é fazer rir, fazer suspirar, e também (por que não?) fazer pensar na vida. Sempre houve um estigma em relação ao gênero justamente por ter sido nomeado, lá atrás, como “literatura de garota”, mas felizmente vejo muita evolução nesse sentido. Não é demérito algum querer ler por entretenimento e diversão, muito pelo contrário. Eu gosto de ler para me desconectar do mundo, e não há nada melhor do que um romance para isso. Quanto aos meus livros, quem ainda não leu pode contar com protagonistas que te fazem suspirar (e querer socá-los, às vezes, na mesma proporção), referências à cultura pop, memes, tropos bem fanfiqueiros e umas horinhas gostosas com uma história que vai te fazer feliz.

Crédito da Imagem: Amazon
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4. Pergunta clássica do PJ: se tivesse um incêndio fictício na sua biblioteca, quais seriam os três primeiros livros que salvaria? (não vale os seus hahaha)
R:
Ai, que difícil hahaha. Eu tenho muitas fases com autores que eu amo, mas acho que o primeiro que eu salvaria seria “Mulherzinhas“, da Louisa May Alcott. Esse é meu livro favorito desde que li aos 12 anos para um trabalho de escola, e eu não poderia deixar Jo March queimar, hahaha. Minhas paixões recentes são livros das autoras Emily Henry e Taylor Jenkins Reid, então algum delas, e também salvaria alguma obra das minhas amigas (talentosíssimas!), provavelmente “Estive em Dublin e Lembrei de Você“, da
Heloísa Bernadelli.

Crédito da Imagem: Amazon
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5. Uma mania peculiar como leitora e outra como escritora?
R:
Como leitora, eu gosto de desvendar qualquer mistério da história muito antes do desfecho, me sinto uma grande detetive. Não precisa nem ser uma história de suspense, mesmo em um romance, se alguém tem um segredo, saiba que eu estarei confabulando página a página (hahaha). Como autora, eu amo pesquisar tudo aos mínimos detalhes. A pesquisa é necessária ao trabalho do autor, sim, mas me divirto muito fazendo e talvez eu exagere um pouquinho. O algoritmo do meu notebook nunca mais foi o mesmo desde que comecei a escrever, e sem dúvidas ele deve pensar que sou maluca.

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Gostaram? Eu adorei e sou louca para ler as histórias da Camila que, a propósito, é prima de uma amiga de SP. Esse mundo é muito pequeno hahaha.

Todo sucesso do mundo para você, viu? Obrigada por ter topado conversar com o PJ. E que venham mais fanfics e ótimas comédias românticas, que de rasas não tem nada! Obrigada por contribuir para esse gênero literário tão incrível.

Ah! Esse ano, a autora não vai estar na Bienal. Ela até liberou “A um clichê de você” na Amazon, quando começou o evento (que rola até dia 22 de junho), mas o post acabou saindo depois da promoção (que já encerrou). Mas quem tiver Kindle Unlimited, a história está disponível por lá também. E, claro, vale garantir o e-book também, quem puder.

Crédito da Imagem: Acervo Camila Sodré
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Quer acompanhar a escritora nas redes sociais, conhecer os livros e tal? Ela está no Instagram, Twitter (ambos @cahsodre) e no Tik Tok (@cahhsodre). No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Livros de autores nacionais – Bienal do Livro
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carol
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