28.02.2019

E a dica literária da semana é Celular, Doce Lar, da autora Rosana Hermann. Um livro fala sobre a nossa relação com esse aparelho que é muito benéfico, mas se não soubermos usar, pode trazer malefícios para o nosso dia a dia. Enfim, vamos lá? Boa resenha! ♥

PJ Leu - Celular Doce LarLivro: Celular, Doce Lar | Editora: Sextante | Autora: Rosana Hermann
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: cinco livros!
♥

Sinopse: Você imagina uma vida sem celular? É quase inconcebível uma ideia como essa, afinal, esse aparelho é tão útil, entretém tanto, é tão presente e cheio de possibilidades cada vez mais ricas. Aliás, como uma dia pudemos viver sem ele? De acordo com a autora, nós todos moramos no celular. Vivemos boa parte de nossos dias nessa outra dimensão, que, mesmo não atendendo a todos os nossos sentidos, costuma ser muito mais divertida e segura do que a realidade ao nosso redor.

Claro, não há nenhum problema em usar o celular diariamente, em não desligá-lo, em consultá-lo com frequência, em amá-lo ou em morar dentro dele. O celular é mesmo uma invenção genial! Mas, talvez, tenha chegado a hora de discutir essa relação tão intensa. Através da leitura, descobrimos como essa maravilha tecnológica passou a ser um aparelho onipresente. Essa explicação vem repleta de histórias, humor, dados recentes e dicas de como fazer um detox digital, mas sem radicalismo. ;-)

Minha opinião: Foi aquele livro que eu quis morar dentro! O que eu mais gosto nele, é que não há radicalismo, do tipo “desliguem o celular e ponto final”. Mostra que há muitos benefícios, mas que é preciso ficar de olho nos malefícios que essa invenção traz. Ou seja, não é preciso dizer adeus a esse aparelho, mas usar na medida certa, talvez seja uma boa saída para abandonarmos esse vício. Aliás, essa palavrinha pode, por exemplo, fazer você ficar com dor de cabeça, corcunda e, até mesmo, perder momentos incríveis ao lado de quem amamos. Aliás, a gente deveria agradecer mais quando esquecermos o celular em casa ou der uma pane nele, como conta o relato do Lucas Salles. Aliás, esses depoimentos que aparecem em algumas páginas são tão gente como a gente. E ensinam muito! Prestem atenção em cada um, principalmente, no último. ;-)

Fora isso, amei a escrita da Rosana e os quadrinhos que abrem cada capítulo. Tem humor e tapa na nossa cara, mas é do bem esse “tapa” hahaha.  Ah! Apesar das teorias, dados chocantes e tal, não é uma leitura chata, ok? Misturando humor e realidade nua e crua, ela mostra que um detox digital é mega bem-vindo. Mas, mais uma vez: nada de radicalismo! ♥ Pode discutir a sua relação com o seu celular, porém, não é preciso abandoná-lo, transformá-lo em inimigo número 1. Enfim, resumindo, me deu um “palívio” (adorei esse termo que a autora usou hahaha) o livro. Bateu um pânico, em contrapartida, rolou um certo alívio ao descobrir soluções que estão ao alcance de cada um. Enfim, recomendo MUITO A LEITURA para saber tudo tim tim por tim tim. Ah! E é para todos, sem exceção, ok? Depois me contem!

Beijos, Carol.

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carol
27.02.2019

Ei, Gente! :) Para quem é do bloquinho “gosto de ir ao cine durante o Carnaval”, separei uma sugestão de filme, que assisti no último domingo: Alita – Anjo de combate. Sim, eu sei, não tem muito a cara de histórias cinematográficas que posto no blog, mas esse eu curti bastante e acho que merece um post aqui no PJ. Enfim, vamos lá? ♥

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Para começar, aquele clássico resuminho do que se trata o filme. Alita é uma ciborgue descoberta pelo Dr. Ido. Ela não tem memórias de sua criação, mas por algum motivo, sabe praticar artes marciais como ninguém! Enquanto busca informações sobre o seu passado, ela resolve trabalhar como caçadoras de recompensas e participar de uma espécie de game, para que possa atingir o seu e o objetivo de Hugo, por quem está apaixonada. ♥

Confesso que quase cochilei em algumas partes do filme e fui mais para acompanhar o meu namorado. Mas me surpreendi de forma positiva, gente! Depois de algumas cenas, fiquei bem interessada e nem ousei piscar os olhos hahaha. É uma história bem construída, com personagens dignos de um filme de ação. Aliás, ação é o que não falta! E até eu que não curto muito filmes do gênero, passou no meu chatômetro cinematográfico!

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Dr. Ido não me conquistou de primeira, mas depois ficou tudo bem! Hugo é bem fofo, por mais que tenha seus deslizes. Alita? É uma verdadeira girl power! Vai atrás do que acredita e nada de subestimá-la. Virou uma das minhas personagens favoritas do cinema e pode acreditar: a gente tem muito o que aprender com ela! Nossa protagonista é corajosa e isso não significa que não tenha medo, mas ela vai com medo mesmo, sempre buscando alcançar o seu objetivo! Destaque para os efeitos, fotografia e tal. Algumas partes, deixam o nosso coração de sonhadora aos pedaços, mas a parte boa é que é bem provável que tenha continuação. Pelo menos, deu a entender isso. Espero que eu esteja certa. Aliás, já tenho alguns palpites para o filme 2 hahaha!

4751048.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxxCrédito das Imagens: Adoro Cinema

Enfim: recomendo! ♥ Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

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carol
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26.02.2019

Ei, Gente! :) É tempo de folia, de curtir a época mais animada do ano. Se você, não dispensa aquele bloquinho de rua e tal, trouxe algumas sugestões para aproveitar em grande estilo o Carnaval. E não sei se vocês repararam, mas um acessório quase indispensável, ao menos, esse ano, é o arco (tiara) cheio de frufru e afins. Então, na minha listinha separei algumas opções para lá de divertidas. Enfim, espero ajudar de alguma forma. Vamos lá? Bom post! ♥

Carnaval - 2019 - PJ - 1Crédito das Imagens: Divulgação / Assessoria de Imprensa
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Para começar, tem essa fantasia completa de olho grego. Mas acho que eu escolheria apenas a tiara. Bem bonita e diferentona, né? Ideal para afastar o mau olhado! ;-) O conjunto todo é da marca Litt. E eu amei esse de peixinho, da marca Josefina Rosacor. Bem fofinho, não acham? E a parceria entre a marca Loungerie e Walério Araújo rendeu em uma coleção bem linda para o Carnaval. A minha peça preferida: o arco de dados, que leva o nome “Cassino”. Mas se você só quer saber de outros acessórios, nada que incomode a cabeça e tal (acho que esse é o lado ruim de alguns arcos), tem essa pochete linda de boca, da Melissa. E como a comemoração em questão pede itens coloridos, tem esse tênis mara da Via Uno. ♥

Carnaval - 2019 - PJ - 2Crédito das Imagens: Divulgação / Assessoria de Imprensa 
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Hot Pants pelo que eu notei também está bem em alta para comemorar essa data. E achei lindo esse biquíni (hot pant) de estrela, da Cantão! E esses looks “sereismo” com um toque pink, da Zinzane? Simplesmente maravilhosos! Quero os dois, por favor. ;-) E as crianças não ficaram de fora desse post. Têm sugestões para elas: uma linda mini melissa que lembra confete, cheia de brilhinho. E essa t-shirt da Reserva Mini também é muito amor. Posso querer uma também? hahaha ♥

***

É isso, gente! Esse ano deu vontade de curtir um bloquinho de rua, mas que não seja muito cheio (será que é possível? hahaha ;p). Porém, acho que não vai rolar. Quem for, aproveite por mim. E se usar alguma dessas sugestões ou se inspirar, me conta, ok? ;-)

Beijos, Carol.

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carol
22.02.2019

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é Lendo de cabeça para baixo, da autora Jo Platt. O chick lit, publicado pela editora Fábrica 231, consegue distrair o leitor com uma história leve e divertida, fazendo com que os problemas do mundo real fiquem de lado um pouco. Enfim, vamos lá? Boa resenha! ♥

PJ Leu - Lendo de cabeça para baixo - 1Livro: Lendo de cabeça para baixo | Editora: Fábrica 231 (Selo da Editora Rocco) | Autora: Jo Platt
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: quatro livros!
♥

Sinopse: Rosalind Shaw tem 30 anos e foi abandonada no altar sem nenhuma explicação. Ela mergulha em uma forte depressão que a impele a praticamente não sair de casa, largar o emprego e passar quase todos os dias em frente à TV. Preocupados, sua família e seus amigos se revezam para cuidar dela. Passados alguns meses, sem sequer manter regulares os seus banhos, Ros, por sugestão do amigo Tom, resolve deixar o centro da cidade e começar uma vida nova na pequena St. Albans, onde se torna coproprietária de uma loja de livros usados e antigos. Nesse cenário, trabalhando na companhia de três novos amigos (Andrew, Georgina e Joan), ela tenta voltar a ser a pessoa que sempre foi: feliz, confiante e divertida. Porém, quando tudo parece estar se encaixando, chega o seu novo vizinho Daniel com a seguinte notícia de que matou sem querer o seu porquinho da índia!

Minha opinião: Confesso, que comprei essa história mais pelo título, porém, o conteúdo que a gente encontra nos capítulos são tão deliciosos de embarcar, que valeu a pena julgar o livro pela capa. Rosalind (Ros) é a típica protagonista de chick lit, mega carismática, divertida, gente como a gente e tem uma mente fértil, que meu Deus (mega me identifiquei hahaha). Por mais clichê que seja, esses são ingredientes essenciais junto a uma boa temática, que conquistam o leitor logo de cara.

Não há enrolação e os diálogos deixam a gente querendo saber mais e mais. Aliás, no começo é meio rebuscado, mas depois me acostumei e amei. E deu muita vontade de ler tudo de uma vez só, mas o sono impedia e aí bateu também aquele medo clássico “como vou viver sem história depois?” hahaha. Fiquei muito na dúvida entre dois personagens que poderiam fazer par romântico com a Rosalind. A autora soube prender por esse ponto também e eu adorei como a gente aprende que sim, existe amizade entre homens e mulheres, de verdade. Ah! E os três funcionários da loja são incríveis e dão um toque a mais nessa história, que é leve e para lá de divertida. Daniel é o meu mais novo crush literário e Andrew não fica atrás. E o que falar da família da nossa protagonista? Maravilhosos também! Celia e a mãe são as melhores! Palmas para a George (Georgina) e Joan.

Fiquei muito feliz como todos os que mais aparecem no livro cresceram e aprenderam. Realmente, nada acontece por acaso e tudo acaba se encaixando. Ah! E quem a gente menos espera, surpreende de uma forma bem positiva. Aliás, adorei o casal Tom e Amy! E como nem tudo são flores, apesar de ter amado muito essa leitura, confesso que o fim veio com uma pequena dose de decepção. Curti tudo, porém, queria mais detalhes de alguns casais secundários, sabem? Mas fica a dica para a escritora: que tal uma história só para um casal mega fofo, que não posso citar nomes, para não dar spoiler.

Enfim, pessoal. É isso. Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Mega indico! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Adulta sim, madura nem sempre!

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