29.05.2020

Ei, Gente! :) Já compartilhei alguns posts sobre a quarentena e tal. Mas dessa vez, resolvi escrever um pouco sobre como estou me sentindo, o que tenho feito, lições que estou tirando, essas coisas. Então, vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito da Imagem: Mari Ilustra
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Minha quarentena não está sendo diferente da sua. Claro, em alguns aspectos, com certeza. Mas assim como eu, você nunca passou por uma pandemia. E como toda novidade, essa assusta! É surreal o poder de um vírus, que a gente nem pode enxergar. Porém, a sensação que eu tenho tido ultimamente é que as coisas estão fluindo melhor, sabem? Daí vem a primeira lição: tudo é questão de adaptação! Não que eu não enlouqueça às vezes, mas deu para entender hahaha. ;-)

E esse isolamento social me fez (re)descobrir novos vícios. Tipo? Tô igual uma senhorinha jogando buraco online e confirmando aqui em rede nacional que o robô que joga comigo tem a petulância de burlar as regras. Ufa! Falei. Também tenho cumprido direitinho a minha função de leitora assídua e olhem só: o Kindle virou o meu melhor amigo. Quem diria, né? Perdi as contas da quarentena e volta e meia confundo terça-feira com quarta-feira. Estou a louca do Skin Care e no quesito alimentação, tô de boa. Sem me cobrar muito! Aliás, eu tô com fome e vocês?

Sobre a política brasileira, na minha humilde opinião, sempre foi uma palhaçada. E, por incrível que pareça, cada dia fica pior. Longe de tomar algum partido, acreditem: não acredito em nenhum. Mas o que era para ser uma questão de saúde virou ao avesso e é desanimador e triste! Só espero que as pessoas que têm empatia pelo próximo, sobressaiam no meio dessa pandemia. Aliás, fica o meu muito obrigada para quem tá dando o seu melhor todos os dias. Pessoas comuns, da saúde, profissionais da alimentação, motoboys e tal.

Crédito da Imagem: Bia Pof
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Falando nisso, tenho pensado muito na questão do julgamento. No comecinho do isolamento, eu tenho que confessar: ficava na varanda olhando para baixo e julgava cada pessoa, carro que passava na rua! Teve uma vez que vi um comercial (atual) do Luciano Huck e pensei “como ele gravou?”. Mas levei uma chamada da minha irmã e vi que cada um tem uma necessidade e não cabe a gente julgar e apontar o dedo. A gente nunca sabe o que o outro tá passando. Então, agora tô tentando olhar mais para o pôr do sol do que para a avenida. Fica a segunda lição então! ♥

No mais, a minha rotina tá sendo simples. Acordo, trabalho um pouco, fico de preguiça, leio, tiro foto, jogo buraco, faço posts, visito blogs. Arrumo a casa, lavo a louça (é uma terapia, mas que dói as costas hahaha), minha irmã faz a comida. Ainda não tive coragem para arrumar os armários, mas em compensação minha estante de livros tá linda e a minha escrivaninha idem. Tentei fazer meditação, mas no primeiro momento que a professora disse para largar os meus pensamentos, todos apareceram na mesma hora. Talvez eu dê uma segunda chance!

Crédito da Imagem: Ilustra Gabs
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Tenho visto jornal, mas dou preferência aos jornalistas que passam seriedade com leveza. São muitos profissionais bons, gente! ;-) E, sim, troco uma notícia por uma live com autor, incluindo, Sophie Kinsella, Lauren Graham e Jenny Colgan. Vejo filme, séries e mesmo à distância, meu namô, quando não está aqui, é a minha companhia. Tô morrendo de vontade de tomar frappuccino e nunca tive ideia de quanto uma máscara coça e deixa a gente com falta de ar. Mas é importante usar, ok? Limpar todas as compras? Está aí uma coisa que nunca imaginei, porém, até que estou me acostumando.

E sabem quando a minha ficha caiu? Quando eu tive que atender o moço da farmácia de máscara. Foi uma das piores sensações do mundo! Ontem aconteceu de novo e olha que não foi tão estranho!! E eu não sei vocês, mas como uma hipocondríaca de carteirinha, já achei um milhão de vezes que estava com corona. Porém, não existe só essa doença no mundo. A gente tem de ficar ligado, mas lembrar que outras podem aparecer no meio desse caos. Já fiquei com asma, sinusite, resfriado e, até infecção urinária tive. E tudo passou! Não é julgando, mas só mostrando que neurose pode piorar tudo!

Por fim, faça a sua parte. O que der para fazer! Têm dias que vão ser mais dramáticos, outros tristes e muitos, assim espero, calmos. E a terceira lição: infelizmente, não temos o controle das atitudes dos outros. Ah! Talvez você erre em alguma coisa. Mas é importante agir com consciência e saber que se um deslize ocorrer, tá tudo bem. Dê o seu melhor e seja o que papai do céu quiser. Cuide você. Da sua saúde mental! Cuide do próximo. Tenha empatia e respeito, por você e pelo outro!

Crédito da Imagem: Rê Lustosa
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Bateu um desespero? Normal. Tem uma frase que o Dr. Drauzio Varella disse em uma entrevista, que sempre me acalma: nenhuma pandemia dura para sempre. Vai passar! ♥

Ah! Se tiver que sair, saia com cuidado. Se puder, fique em casa. E mantenha a esperança e a fé! E aproveito para agradecer os blogs, que estão me fazendo companhia. Tá sendo incrível ver tanto cantinho incrível. Obrigada por cada comentário e ideia! Mais do que nunca, a blogosfera está sendo essencial na minha rotina!

Acho que deve rolar outro post contando lições e tal. Por isso que eu coloquei “parte 1”. Enfim, espero que gostem e podem opinar à vontade.

Crédito da Imagem: Naniape
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Beijos, Carol.

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carol
28.05.2020

Ei, Gente! :) Hoje decidi responder mais uma TAG que vi no canal da Ju Cirqueira. O nome é “Primeiro Livro” e achei um máximo! Aliás, aprendi alguns termos que, até então, não conhecia. Então, vamos lá? Bom post. ♥

1. O primeiro livro que te introduziu ao hábito da leitura?
R:
Não foi o primeiro livro da vida, mas foi um dos que marcou o início de uma pequena leitora assídua: Depois daquela viagem, da Valéria Piassa Polizzi.

2. O primeiro livro que te apresentou a um gênero novo?
R:
No comecinho da faculdade, eu lembro de ter lido “A hora da estrela“, da Clarice Lispector. Não curti muito na época, mas me apresentou a um novo gênero, digamos assim.

3. O primeiro livro favorito?
R:
Existem outros, mas acho que o “Menina de 20“, da Sophie Kinsella, foi um dos primeiros que entrou na minha lista de favoritos mesmo. Aliás, foi a primeira resenha que entrou aqui no blog.

4. O primeiro livro que te fez chorar?
R:
Essa resposta vai ficar igual ao da Ju, mas é o primeiro livro que vem na minha mente mesmo: Marley e Eu, do John Grogan. É lindo, mas chorei tanto, que nem sei como não secou o meu canal lacrimal hahaha.

5. O primeiro livro que você detestou?
R:
Não é que eu tenha detestado, mas não foi um livro que curti muito: A mais pura verdade, do Dan Gemeinhart. Porém, não sou daquelas que diz que você não deve ler. Se tem vontade, vale embarcar e tirar a própria conclusão. O que pode não ser bom para mim, pode ser incrível para você! ;-)

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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6. O primeiro calhamaço?
R:
Não chegam a ser de fato um senhor calhamaço, mas acho que os livros da Marian Keys são bem grandes, tipo “Um bestseller pra chamar de meu“.

7. O primeiro livro fora da sua zona de conforto?
R:
Por incrível que pareça, a minha resposta é “A menina que roubava livros“, do Markus Zusak. Nunca imaginei ler uma história com um cenário de Guerra. Li outros fora da zona de conforto, mas esse foi um dos que mais marcou.

8. A primeira série (sem ser Harry Potter)?
R:
Acho que Crepúsculo. Eu devorei essa série e fiquei apaixonada por cada livro e filme também! Assim, não sei se embarcaria novamente não, mas marcou uma época, sem dúvida! Também tem da Becky Bloom, da Sophie Kinsella. Que é uma eterna série, mas não estou reclamando. Pode vir quantos livros quiser, tia Sophie. A Pequena ama hahaha!

9. O primeiro livro que você pensou que jamais gostaria, por ser de um gênero que você não tinha costume, e amou?
R:
“Dom Casmurro“, do Machado de Assis. Fui obrigada a ler na escola e se eu não me engano não curti e nem li todo. Mas na faculdade foi um dos meus livros favoritos!

10. O primeiro “guilty pleasure”?
R:
Eu sei que muita gente tem um pé atrás com autoajuda, mas aqueles que são reais e que não prometem fórmulas impossíveis, ajudam muito!! Tipo quando terminei a primeira vez na vida, embarquei no livro “O que toda mulher inteligente deve saber“, do Steven Carter e Julia Sokol. Claro que outros gêneros ajudam tanto quanto, mas esses, dependendo, cumprem o papel direitinho. ♥

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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É isso, pessoal. :) Quem quiser, fica à vontade para responder a TAG. Depois me conta, ok?

Beijos, Carol. ♥

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carol
27.05.2020

Ei, Gente! :) Finalmente terminei de ler “Na hora da virada“, da autora Angie Thomas. Assim como “O ódio que você semeia”, valeu a pena. Então, vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Na hora da virada | Editora: Galera Record| Autor: Angie Thomas
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros
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Sinopse: Bri tem 16 anos e quer se tornar a maior rapper de todos os tempos ou pelo menos ganhar sua primeira batalha. Filha de uma lenda do hip-hop que morreu assim que estourou nas paradas de sucesso, ela tem grandes expectativas para superar.

Mas as coisas ficam um pouco difíceis quando ela é rotulada de marginal na escola e não tem o que comer em casa, já que sua mãe perdeu o emprego. As prateleiras vazias e os avisos de corte da luz estão se tornando parte da vida dela tanto quanto as batidas e as rimas.

Em sua primeira música, Bri joga toda a sua raiva e frustração. A canção viraliza, mas pelos motivos errados e rende polêmica na mídia. Taxada de ameaça social, ela precisará usar todo o seu talento para virar o jogo dentro e fora de casa!

Opinião da Pequena: Eu amei o livro “O ódio que você semeia” e quando comprei esse, achei que fosse continuação. Mas não é não! Conhecemos novos personagens, porém, estão no mesmo cenário que a Starr e o Khalil.

A escrita da autora continua incrível. Ela fala de coisas pesadas, mas de uma forma leve (na medida do possível) que envolve o leitor a cada parágrafo. A premissa prende do início ao fim e apesar de todas as tristes realidades, nos deparamos com histórias de superação. Se o primeiro foi um tapa na cara da sociedade, esse foi outro, mas dando um toque de esperança a mais. De que há jeito! E que, às vezes, não dá para resolver tudo. A gente não tem o controle e têm coisas que só mudam se a pessoa quiser mudar.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Bri tem rimas fortes para uma adolescente de 16 anos. Isso tem o lado negativo, mas o positivo não fica de fora mesmo! No decorrer das páginas, ela amadurece e suas características continuam intactas, porém, as críticas fazem sentido. Ela é muito pé no chão, desconfiada, mas não deixa de sonhar e seguir com seus ideais. Parece que não vai suportar as consequências, mas suporta mais do que imagina!

Nesse livro, aprendi como a base familiar é importante. Mesmo que a vida mande várias provações e tal, todos os integrantes estão lá de pé e não desistem. Aliás, amei num grau a Jay (mãe da Bri) e vi um outro lado através das palavras do Sr. Cook, superintende da escola. Cada caso é um caso, porém, acho que se a pessoa quer, a mudança está a um palmo da mão dela.

O Sonny é o melhor amigo que uma pessoa pode ter e Curtis me conquistou. Amei o vovô e tenho algumas ressalvas sobre a Tia Pooh, mas quem sou eu para julgar, né? O Tray é o melhor irmão fictício. Queria guardá-lo num potinho e todos os seus conselhos (principalmente o de não gastar energia com todos que não tem a mesma opinião que a gente) foram úteis.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Quanto à história: é bem construída, volta e meia a autora menciona o primeiro livro dela. Tive mais uma vez contato com uma realidade que não é a minha, mas que me mostrou o quanto a empatia tem de entrar no lugar do julgamento negativo, que aponta o dedo!

Ah! Algumas coisas não ficaram claras e isso me incomodou um pouquinho. Em contrapartida, o livro é repleto de valores que dão esperança, mesmo mostrando que o mundo não é o lugar mais fácil de se viver. Porém, sempre chega a hora da virada. Aliás, não há só uma virada, há várias! E que bom.

Adorei a letra final e o desfecho! Acho que não pesquei algumas coisas, mas tudo bem. Acredito que o importante, captei hahaha. O primeiro foi o meu favorito, entretanto, esse não deixa a desejar nadinha. ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo!

Beijos, Carol.

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carol
26.05.2020

Ei, Gente! :) Se tem uma coisa que tenho feito durante a quarentena é sair da zona de conforto. Apesar de dar preferência a leituras mais leves, li alguns livros que nunca imaginei embarcar. Pensando nisso, trouxe cinco histórias literárias (a maioria não é recente) que se encaixam nesse perfil. Vamos lá? ♥

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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1. A menina que roubava livros (Markus Zusak – Editora Intrínseca)
Sinopse:
Horas depois de ver seu irmão morrer nos braços de sua mãe, que era comunista, Liesel Meminger é adotada por Hans e Rosa Hubermann. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala “O Manual do Coveiro”, livro que o rapaz que enterrou o seu irmão deixou cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria. O começo de uma carreira brilhante! Através dos livros, Liesel descobre um mundo diferente do cenário triste de uma guerra, que transformava a Alemanha diariamente. Ela descobre o real significado do amor, da amizade e da lealdade. E as palavras que Liesel encontrou nessas páginas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, pai adotivo mais amável do mundo, e Max Vandenburg (o judeu do porão), Rudy Steiner e a Morte, que a propósito é a narradora do livro, que testemunhou a dor e a poesia da época em que Liesel teve sua vida salva diariamente pelas palavras.
Observação da Pequena: Quem acompanha o blog há séculos sabe que esse livre foge totalmente do gênero literário que eu amo. Mas por conta de uma desilusão amorosa, decidi na época que embarcaria em outros livros e esse foi o escolhido! Nunca foi tão bom sair da minha zona de conforto, gente! Quem quiser saber mais, tem um post completinho aqui.

2. Divergente (Veronica Roth – Editora Rocco)
Sinopse:
Uma versão futurista da cidade de Chicago, a sociedade se divide em cinco facções dedicadas ao cultivo de uma virtude – a Abnegação, a Amizade, a Audácia, a Franqueza e a Erudição. Aos dezesseis anos, numa grande cerimônia de iniciação, os jovens são submetidos a um teste de aptidão e devem escolher a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas. Para Beatrice, a difícil decisão é entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é – não pode ter os dois. Então, faz uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma.
Observação da Pequena: Como eu soube que os atores do filme eram os protagonistas da história “A culpa é das estrelas”, decidi assistir no cinema. E me apaixonei tanto, que assim que sai do cine, fui correndo na livraria. Jamais imaginei gostar dessa distopia, mas amei e devorei em poucos dias o livro. Só não animei em ler os outros!

3. Todo mundo tem um anjo da guarda (Pedro Siqueira – Editora Sextante)
Sinopse:
Neste livro, o autor conta sobre esse universo dos anjos! Ele mostra uma visão geral das criaturas celestes, explica que é possível ver nossos anjos da guarda e,  até mesmo, saber seus nomes. E não para por aí: Pedro explica como podemos nos comunicar com eles para estreitar os laços com Deus.
Observação da Pequena: Eu não tenho intimidade com livros religiosos. No comecinho, não sabia se tinha feito a melhor escolha para sair da minha zona de conforto. Mas depois a leitura fluiu e, independente, da sua religião as mensagens são incríveis e dão paz! Falei mais sobre aqui.

Crédito das Imagens: Amazon e Arqueiro
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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4. Coragem (Rose McGowan – Editora Harper Collins)
Sinopse:
Rose McGowan se tornou uma das atrizes mais desejadas de Hollywood da noite para o dia. Mas o que seria um sonho, virou logo um inferno pessoal e, com o tempo, ela se reemergiu como um ícone feminista ao expor verdades sobre a indústria hollywoodiana. Mas sua história começou muito antes: aos 13 fugiu de casa e viveu de forma instável, morando e saindo das ruas. Até que foi descoberta por Hollywood, viu seu estrelato se tornar um verdadeiro pesadelo de exposição e sexualização constantes. Um mercado machista a tornou, sem consentimento, em apenas um produto, excluindo sua identidade e imagem, tudo em nome do lucro. Mas o que essa seita não esperava, aconteceu: ela não ficou calada e voltou expondo as verdades, incluindo os crimes cometidos por Harvey Weinstein, um produtor cinematográfico, que tem coleções de denúncias de assédios sexuais. Um livro de memórias, em forma de manifesto honesto e sem censura alguma!
Observação da Pequena: É uma leitura extremamente necessária e que ensina muito. Mas é um livro pesado e que marca. Não é que não valha a pena sair da zona de conforto com ele, porém, é sempre uma história que vou lembrar de um jeito bem triste. Quem quiser saber um pouco mais, é só clicar aqui.

5. A Gaiola de Ouro (Camilla Läckberg – Editora Arqueiro)
Sinopse:
Jack e Faye começaram a namorar na faculdade. Ele é um garoto criado em berço de ouro. Ela é uma jovem que se esforçou para enterrar um passado sombrio. Quando ele decide criar uma empresa, ela deixa os estudos e passa a trabalhar de dia, dedicando as noites a traçar a estratégia do novo negócio. A companhia se torna um sucesso bilionário, mas Faye fica apenas cuidando da filha em casa e sendo exibida pelo marido, que toma todas as decisões da empresa. Um dia, Faye descobre que ele tem um caso e a bela fachada de sua vida desmorona. De uma hora para outra, ela está sozinha, emocionalmente abalada e sem nenhum centavo. Mas Jack está prestes a receber o que merece, e muito mais.
Observação da Pequena: Esse foi o que me tirou da zona de conforto nessa quarentena. Logo eu que sempre indico leituras leves! Mas mesmo sendo uma história mega pesada, a escrita te prende do início ao fim. Não quero ler um thriller psicológico tão cedo, mas gostei de ter riscado esse desafio de leituras. Para mais informações, corre nesse post. ♥

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Moral da história: acho importante lermos o que amamos. Mas se arriscar e sair da zona de conforto pode render aprendizados, experiências diferentes e, até mesmo, livros que entram para a sua lista de favoritos da vida (no meu caso: A menina que roubava livros).

Então, leia o que te agrada. Em contrapartida, não há problema algum aceitar desafios literários. ;-) Agora me conta: qual livro te fez sair do mesmo? No mais, podem opinar à vontade! ^^

Beijos, Carol.

Post Antigo: Top 5 – Distopias
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carol