Ei, Gente! :) Para o top 5 literário da vez, selecionei histórias de uma autora gringa que sempre encontro nas livrarias: Taylor Jenkins Reid. Quer dizer, não ela, mas os livros dela hahaha. Enfim, vamos lá? Bom post. ♥
Para começar, queria dizer que o meu primeiro contato com ela, foi incrível. “Em outra vida, talvez?” entrou para a minha listinha de favoritos. É um romance bem com a cara de chick-lit e com uma pegada de realidade paralela, mas de forma leve e divertida. Já a segunda vez em que eu embarquei em uma história dela… Fuén! :( “Amor(es) Verdadeiro(s)” não me prendeu tanto o quanto imaginei e foi uma leitura bem arrastada! Mas acho que sou uma exceção, porque escuto todo mundo falando bem hehehe. Acontece, né?

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Confesso, que depois do segundo livro, tento não criar muitas expectativas com os outros. Mas acho que como uma história me conquistou 100%, vale a pena dar uma chance! Por isso, esses três estão na minha listinha. Vejam só:
1. Depois do sim (Editora Paralela)
Sinopse: Lauren e Ryan chegam à conclusão de que não estão felizes juntos. Mas o fim, pode ser o começo. Um ano diferente, mas com aprendizados importante para ambos se conhecerem de verdade (mais do que imaginam).
Observação da Pequena: Pela sinopse, acho que é o tipo de livro que eu vou curtir. Aliás, foi um dos últimos que vi na livraria e quase coloquei no carrinho. Fico meio assim, porque algo lembra “Amor(es) Verdadeiro(s)”, mas acho que esse ano rola a leitura dele.
2. Os sete maridos de Evelyn Hugo (Editora Paralela)
Sinopse: Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes. Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história (ou sua “verdadeira história”). Monique Grant, jornalista iniciante, ficou com essa missão e logo vai perceber que nada é por acaso.
Observação da Pequena: Acho que esse é um dos livros mais famosos da autora. Confesso, que a curiosidade bate mais pela fama dele, mas acredito que eu possa me surpreender. Olha eu criando expectativas hahaha!

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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3. Daisy Jones e The Six (Editora Paralela)
Sinopse: Todo mundo conhece Daisy Jones & The Six. Nos anos setenta, dominavam as paradas de sucesso, faziam shows para plateias lotadas e conquistavam milhões de fãs. Eram a voz de uma geração, e Daisy, a inspiração de toda garota descolada. Mas no dia 12 de julho de 1979, no último show da turnê Aurora, eles se separaram. E ninguém nunca soube por quê. Até agora.
Observação da Pequena: Esse também é bem famoso, mas nunca me atraiu muito. Em contrapartida, a informação de que a narrativa é escrita através de entrevistas fictícias, me chamou muita a atenção!
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É isso, pessoal. :) Lição do dia: tentar não apostar todas as fichas de leitora, mas sempre dar chances. Cada história pode mexer de um jeito com a gente! Agora me contem: vocês já leram algo Taylor?
Beijos, Carol.
Ei, Gente! :) Sabe um móvel que eu ando prestando muita atenção? Aparador. Aliás, compramos um aqui para casa para substituir o bar da sala. Ainda não tá 100% pronta a decoração, mas enquanto isso… Tenho olhado muito o Pinterest para me inspirar na hora da gente arrumar.
E para eu não morrer de amores sozinha e imaginar mil cantinhos, trouxe algumas inspirações. Inclusive, uma literária. Vamos lá? Bom post. ♥

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Para começar, esse item não serve apenas para colocar comes e bebes, por exemplo. Ele vai além! Plantas e peças de decoração são bem-vindas. Um mais moderno ou com um ar artesanal. Inclusive, esse primeiro fica lindo na sala e o outro perto da porta de entrada para colocar os sapatos nas cestas. :)

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Têm aqueles de madeira, para acrescentar uma decor simples. Um vaso de flores e pronto! E um cantinho do café fica lindo, concordam?

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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E um espaço literário? Já imaginei a minha futura casa dos sonhos e com esse lugar para colocar os não lidos ou os que posso emprestar para as visitas. Ou até mesmo doar! :) Aliás, não sei se esse se classifica como aparador realmente, mas acho que deu para entender a ideia.
E como por aqui, amo um clichê: não poderia ficar de fora o aparador usado para colocar as bebidas e afins. Amei esse modelo e é um pouco parecido com o que temos aqui em casa! A inspiração agradece.

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Enfim, a imaginação vai longe e o melhor é que podemos usá-la à vontade. Há várias opções para todos os gostos e bolsos! Aliás, me conta: qual é a imagem que você mais amou? ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Decor PJ – Peso de porta!
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Ei, Gente! :) Essa semana rolou a 1ª live de 2021 lá no Insta do blog. O tema? Chick lit, com a escritora brasileira Rê Lustosa. Foi um bate-papo tão legal e ela aproveitou para indicar alguns livros para quem quer escrever histórias do gênero.
Quem perdeu, fica tranquilo, que a live ficou salva aqui. Mas para facilitar a vida, trouxe as sugestões de lá para cá. Então, bom post. ♥

Escrever não é apenas escrever e pronto. A Rê contou na conversa, que além de ler muito sobre esse gênero, algumas técnicas podem facilitar a vida do escritor. Oficinas de escrita são bem-vindas e livros sobre o tema também. Aqui no Brasil, ela recomendou três, incluindo um de roteiro e diálogos, que são fundamentais para uma história ser bem recebida pelo leitor.
Então, temos: “Como escrever diálogos“, da Silvia Adela Kohan. Esse foi o que mais me interessou e quero muito comprar. Acho que vai me ajudar nos projetos futuros. Também tem “Story“, de Robert McKee. Esse é mais para o lado do roteiro, mas indispensável para autores também. E “A Jornada do Escritor“, de Christopher Vogler, eu já tinha escutado falar. De acordo com a Rê, ele fala sobre uma estrutura que funciona muito com os leitores daqui. ;-)

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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No Brasil, o que a gente repara muito é que esse gênero ainda precisa ser mais reconhecido e explorado. Lá fora, a nossa convidada encontra até mais livros que colaboram com autores de chick lit. Quando meu inglês estiver melhor, vou querer todos os quatro! ;p
Anotem aí: “Will Write for Shoes“, de Cathy Yardley. Dá para perceber que é bem específico e como eu espero que um dia tenha em português. É bem mais fácil aprender na língua de casa, né? Também tem “How to write dazzling dialogue“, de James Scott Bell. Mais um que aborda sobre diálogos! Temos “See Jane Write“, de Sarah Mlynowski e Farrin Jacobs. Outro que dá para perceber que é bem específico! Editoras, vamos trazer para cá? ;-) Por fim, mas não menos importante: “Romancing the Beat“, de Gwen Hayes. A Rê contou que é tipo um livro que ajuda na escrita de romances de beijinhos, digamos assim.

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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É isso, pessoal. :) Essa é mais uma forma de falar: leiam esse tipo de romance, caso o único motivo seja ter um certo receio com esse gênero. Sei que muitos acreditam que são histórias irrelevantes, mas é totalmente o oposto. Arranca risadas e muitos aprendizados (com muita leveza)! ;-)
Ah! Mais uma coisinha que a Rê falou e acho que pode ajudar muito o pessoal que deseja escrever chick lit: leiam outros estilos de livros também. Principalmente, se você tiver no processo de escrita. Quando a gente lê muito, sem querer, pode acabar pegando alguns vícios de autores. É ótimo ter referências, mas que não passe disso.
Gostaram? Podem opinar à vontade. Tem algum livro que pode ajudar? Não deixe de indicar. E obrigada pela ajuda, Rê!! Lembrando que todas as resenhas das histórias da Rê, vocês encontram por aqui no PJ. ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Por que eu leio chick lit?
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Ei, Gente! :) E o primeiro TBT Pipoca do ano está no ar. Para começar, escolhi falar de um filme que eu amo há mais de 10 anos: ABC do Amor. Então, pega a pipoca, que a sessão já vai começar. ♥

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Antes de mais nada, um resuminho do que se trata a história: Gabe é um garoto de 10 anos e que vive em Manhattan. Os pais dele estão separados há um ano e pouquinho, mas ainda moram juntos. A vida dele é feliz e ter interesse por garotas? Nem pensar! Mas com as aulas de karatê, tudo muda! Rosemary, uma amiga de infância, desperta sentimentos desconhecidos até então. Seu primeiro amor, envolve confusões, importantes decisões e lições.

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Sabe aquele filme que dá vontade de guardar no potinho e que você para tudo o que estiver fazendo se estiver passando na TV? Então! ♥ E eu já contei que amo o filme “O meu primeiro amor”, né? Esse de hoje, está no nível dele. ;-)
Lançado em 2006, é uma das minhas histórias favoritas do cinema. Mostra o amor na sua forma mais inocente e encantadora, mesmo com o lado não tão bom e que deixa o coração partido! Gabe é o tipo de filho que eu adoraria ter ou um irmão. Rosemary é bem adulta para a idade dela e, às vezes, até irrita. Mas não deixa de ser inspiradora.
Tudo acontece de forma bem fofa e a gente aprende e relembra as dores e as delícias do primeiro amor, mesmo que seja uma dor, como diz a mãe do Gabe. Aliás, essa parte da conversa é trágica, mas engraçadinha hahaha. :) Quando assisti, meu sonho era andar de patinete por Manhattan e, até fazer, aula de karatê hahaha.

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Outros personagens, como os pais do Gabe, merecem destaque, mesmo com algumas ressalvas. Aliás, alguns desfechos são clichês e aquecem o coração. Outros não são como imaginamos, mas a gente entende direitinho o motivo. Afinal, amar é incrível e a reciprocidade também. Em contrapartida, tudo tem o seu tempo. E por mais que alguns amores machuquem lá no fundinho da alma, podem acreditar, doces memórias ficam. E ABC do Amor retrata isso direitinho!
Eu e minha irmã somos apaixonadas pelo Gabe e pela história. A música final é linda e, confesso, que amo a versão em português, que se eu não me engano é da Rita Lee. ;-) E para quem é fã de Jogos Vorazes, sabiam que o ator que faz o Gabe é o Peeta? Cresceu e ficou ainda mais lindo, né? Hahaha.

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Enfim, recomendo e muito. É filme de sessão da tarde e que toda família vai gostar. Vale até ver com o boy ou na sua incrível companhia. Traz memórias e sorrisos de orelha a orelha! Pelo que eu vi, está disponível na Amazon Prime. ♥
Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! No mais, podem opinar à vontade!
Beijos, Carol.
Post Antigo: Para assistir – O amor não tira férias!
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