02.01.2026

Ei, Gente! :)

Em primeiro lugar: feliz ano novo!! Que 2026 seja repleto de boas histórias (reais e literárias). Falando nisso, o 1º post vai ser a tradicional retrospectiva das leituras de 2025, com direito ao meu Top 5 e os livros que deixei de lado.

Vamos lá? ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
  1. Luzes brilhantes, Natal mágico
  2. Chocolate-quente às quintas-feiras
  3. Super-heróis estão em todo lugar
  4. Book Love – Para apaixonados por livros
  5. O burnout *clubinho do pj
  6. O amor nos tempos dos serial killers
  7. Clube de leitura dos corações solitários *clubinho do pj
  8. Uma tempestade de verão *clubinho do pj
  9. Ave Mãe / Segredos Nossos
  10. As pessoas na plataforma 5 *clubinho do pj
  11. Namorando com um vampiro
  12. Apostando no amor
  13. Procura-se um marido *clubinho do pj
  14. Everything is ok – Um lembrete de que você importa
  15. O clube do crime das quintas-feiras
  16. Uma vida e tanto *clubinho do pj
  17. O trinca-ferro e o prisioneiro
  18. O que resta de nós
  19. Amor e outras conspirações
  20. A pequena confeitaria de Paris
  21. A sociedade supersecreta de Bruxas Rebeldes *clubinho do pj
  22. Balela
  23. Beijos e croissants
  24. Com o coração nas nuvens *clubinho do pj

Ao todo, foram 24 livros lidos em 2025 \o/! Queria ter lido mais? Com certeza. Afinal, esse é o meu trabalho. Mas estou feliz com o que consegui e esse ano espero conseguir abraçar mais histórias, principalmente, nacionais e que estão na minha pilha de não lidos!

E como eu sempre digo: o importante é a qualidade e não quantidade! Sei que a gente acaba se comparando muito, só que essa comparação acaba mais atrapalhando do que ajudando. E vale lembrar que se a leitura foi por hobby, leia o que tiver vontade e o que te faça feliz. A leitura não está fluindo de jeito nenhum? Abandona, sem medo de ser feliz. Quer sair da zona de conforto? Experimenta, sem medo de ser feliz também! ♥

Aliás, deixa eu contar uma coisa para vocês: esse ano, me permiti mais uma vez abandonar algumas leituras e bem provável que eu não volte a ler, como “Café, amor e especiarias (Laurie Gilmore)”, “Apaixonada por você (Paula Pimenta)” e “O último Van Gogh (Edney Silvestre)”. Tem gente que pode amar e eu recomendo tirar a sua própria conclusão, mas por aqui essas três não rolaram não. Tirando o da Paula Pimenta (que faltava pouco para finalizar), abandonei as outras no meio mesmo. ;-)

Por fim, vamos aos favoritos? Quem me acompanha no Insta, já sabe quais são… Quem não, segue os meus 5 que receberam 5 estrelas.

  1. Book Love – Para apaixonados por livros
  2. O burnout
  3. Uma vida e tanto
  4. O que resta de nós
  5. Amor e outras conspirações
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Sério! Como eu amei essas histórias. Destaque para “O burnout“, da Sophie Kinsella, a minha autora gringa favorita que nos deixou ano passado! Acho que é um livro que todo mundo deveria ler. Juro, é mais uma prova de que é possível abordar temas importantes com leveza.

É isso, pessoal. :) Espero trazer mais resenhas para vocês esse ano! Inclusive, quem quiser fazer parte do Clubinho do PJ (clube de leitura coletiva online), só me mandar mensagem (pelo Insta ou e-mail). Voltamos em fevereiro! Ah! E todos os livros mencionados nesse post, tem resenha aqui no blog (clica no nome de cada livro para conferir).

Agora me contem: qual leitura de 2025 que te marcou? No mais, pode opinar à vontade! ♥

Beijos, Carol.

carol
29.12.2025

Ei, Gente! :)

E a última resenha do ano é um romance natalino bem fofinho: “Com o coração nas nuvens“, da Catherine Walsh, que li com as meninas do Clubinho do PJ.

Ah! Eu sei que o Natal já passou, mas decidi que vou embarcar até o final de janeiro em histórias com essa temática. Passou tudo muito rápido, então… Está valendo! Combinado? hahaha ;p

Boa resenha! ♥

Livro: Com o coração nas nuvens | Autora: Catherine Walsh | Editora: Arqueiro | Número de Páginas: 305 páginas (livro físico) | Nota: 4 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Molly e Andrew são amigos há uma década e seguem uma tradição particular: todo ano, pegam o mesmo voo de Chicago para Dublin, na Irlanda, para estar com as respectivas família no Natal, e passam as sete horas de viagem colocando o papo em dia.

Só que neste ano, uma tempestade impede que eles embarquem. Molly não liga muito, já que ela não liga para o Natal… Já Andrew é obcecado pela data e fica arrasado!

Para que o amigo não fique triste, ela traça um plano e promete que ele vai chegar a tempo da famosa ceia da mãe. Em meio a extravios de bagagem, conexões doidas e lembranças de viagens anteriores, os dois descobrem que o universo tem inúmeros planos e que a magia do Natal pode ser muito romântica!

Opinião da Pequena: A cada capítulo, me sentia lendo um livro de romance de Natal raiz. A Molly segue o estilo de protagonista engraçada e o Andrew é aquele mocinho que a gente dá muitos suspiros com o seu jeito fofo! E eu amei o fato dele gostar mais da data do que ela. Um detalhe que fez “A” diferença.

Aliás, a premissa, apesar de deixar algumas pontas sem entender um pouco a lógica (ao menos por aqui), prende a atenção do leitor. E não é aquela história que o autor só jogou o Natal como pano de fundo e disse que é livro natalino, sabem? A data tem uma super importância e faz total sentido com o que a escritora propôs e ajuda a gente entrar no clima!

Algumas vezes, achei confusa a ordem cronológica das viagens, mas no final deu tudo certo! Os capítulos são grandes, contudo, a escrita da Catherine é tão leve, que muitas vezes nem sentimos. Só no meio que me desanimou um pouco, mas no geral fluiu super bem!

Um dos sprints de leitura do Clubinho do PJ.
Obrigada pela companhia, meninas!
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Ela dá pinceladas em temas importantes, mas sem pesar o clima, sabem? Falando nisso, achei bem fofa a reação do pai do Andrew em relação à questão dele com a bebida. A Zoe, irmã da Molly, é a minha personagem favorita. Muito divertida mesmo!

É aquele livro que a gente imagina o desfecho, só que o caminho até lá aquece o coração e rende boas risadas! Algumas partes eu achei um pouco jogado, como as cenas na casa do primo dele… Nessa hora, confesso que eu empaquei legal hahaha.

E como todos as histórias com essa temática, essa deixou lições bem valiosas! Por exemplo, eu sou a louca do Natal e quase ninguém do meu convívio dá tanta atenção… Só que “Com o coração nas nuvens“, entendi que quando as pessoas ao seu redor não dão tanta importância, isso não significa que elas não queiram as pessoas que amam por perto nessa época. Não tem um significado giga, porém, estar junto é muito importante para as demais também, como a família da Molly. E no final, esse é o objetivo da comemoração mesmo. Fora que mesmo não amando essa época, sem querer, eles acabam seguindo tradições do jeitinho de cada um (como o presente ruim das irmãs hahaha).

No mais, gostei dos pensamentos sobre a vida profissional da nossa protagonista. E o fato dela estar tentando melhorar o lado pessimista, deu uma sacudida em mim! E o epílogo me surpreendeu muito positivamente! Achei muitoooo divertido! :)

Enfim… Foi uma ótima leitura e companhia de dezembro e estou ansiosa para ler “Até que o Natal nos separe“, que se passa no mesmo universo. Ganhei do marido e estou querendo ler até final de janeiro. Seguir minha meta do começo desse post hahaha!

Crédito da Imagem: Amazon

É isso, pessoal. Se você já leu, conta o que achou! Ainda não? Recomendo “Com o coração nas nuvens“, que a propósito o título tem tudo a ver com o conteúdo e a capa idem! E podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Recomendado: Os delírios de Natal de Becky Bloom
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carol
26.12.2025

Ei, Gente! :)

No final de semana resolvi maratonar a 5ª temporada de “Emily em Paris“, que já está disponível na Netflix. E olhem foi um misto com “amei” e “odiei” hahaha!

Mas antes, um recadinho: se você ainda não viu as outras temporadas e essa, acho melhor pular esse post, pois ele contém spoiler. Se já assistiu ou não ligar para esse tipo de informação, se joga!

Vamos lá? Pega a pipoca e aperta o play! ♥

Crédito da Imagem: Site Metrópoles

Nesta temporada, acompanhamos a Emily em Paris e em Roma também! Aliás, nossa protagonista assume a liderança da sede italiana da Agência Grateau, enquanto vive uma deliciosa história de amor… Mas alguns desafios – profissionais e pessoais – a levam de volta para a cidade luz e muita coisa acontece! ♥

E o que eu achei? Bom, foi um misto de “amei” com “odiei”, como falei no início desse post! Mas vamos a alguns detalhes: continuamos com 10 episódios de meia hora mais ou menos. Antes eu até achava que tinha que ter mais tempo, porém, acho que do jeito que está indo, melhor ter esse quantidade mesmo hahaha.

No comecinho, não estava me prendendo. Apesar de ter amado o cenário “Roma“, acho que ela combina mais com Paris mesmo! Aliás, eu amei o episódio 6, onde claramente quem escreveu era muita fã de Friends. Foi o melhor e queria um bar com quiz dessa icônica série e eu até shippei ela com o cara da embaixada e amei o nome que eles deram!

Ai acho que depois dessa parte, tudo fluiu melhor. Rende muitos insights valiosos, como não romantizar o passado e deixar de lado pela busca da perfeição. E acredito que a Emily evoluiu bastante nessa temporada, sem deixar sua essência de lado.

Temos um casal super improvável, que até agora não sei se curto ou não. Aliás, o Alfie me conquistou de primeira, mas nessa ele parece meio chato, sei lá. E preciso dizer que eu amo o Marcello e acho que ele foi o melhor para a Emily até agora! A Mindy continua sendo uma das melhores personagens, mas quem me fez rir muito dessa vez foi a Sylvie. Acho que ela mostrou uma parte mais “humana”, digamos assim!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Todos os episódios são leves de alguma forma e pasmem voltei a gostar um pouco do Gabriel e quando achei que o ciclo deles (Gabriel + Emily) tinha encerrado com chave de ouro… Vem a série, com uma mensagem nada a ver e estraga tudo de novo! :( Eu não sei quem acredita que os dois tem que ficar juntos a qualquer custo…. Juro! Virem essa página de uma vez por todas. Tem tanta gente legal para ambos!

Dito isso… A Netflix ainda não disse se teremos uma nova temporada, mas apesar de amar essas séries levinhas e ter curtido mais do que odiado, espero que se tiver, que seja o final, sem enrolações! Na minha humilde opinião, rende mais um ciclo e pronto, porque tá ficando muito cansativo bater na mesma tecla hahaha!

É isso, pessoal. :) No mais, podem opinar à vontade! Ah! E espero que o Natal tenha sido mágico e feliz por aí. Que o espírito natalino ande mais com a gente nos outros dias do ano também. ♥

Beijos, Carol.

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carol
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18.12.2025

Ei, Gente! :)

Fugindo um pouco do tema “Natal”, vamos para uma indicação mais trevosinha (como diz a minha amiga Hanna) e que foge dos padrões daqui hahaha? Afinal, sair da zona de conforto também é super válido.

Na última terça-feira, fui convidada pela Editora Arqueiro (eterna parceira do blog, obrigada por tudo ) para assistir “A empregada“. Sim, amigos, eu li esse livro da Freida em 2023 e meu Deus… Passei a madrugada inteira acordada porque eu precisava de respostas!

Eu me impressiono fácil e fiquei com receio de ir sozinha no cine, mas chegando lá conheci algumas pessoas e deu tudo certo! \o/ Pipoca e refri na mão, foto em frente ao painel e uma sala VIP perfeita estava nos esperando. Aliás, achei bem chique essa pré-estreia!

E vamos à resenha desse filme? A propósito, o lançamento oficial – nos cinemas – é dia 1º de janeiro e vão ter algumas sessões antecipadas (confira na programação do cine que você costuma ir) a partir de hoje!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Antes de mais nada vou fazer um resuminho do que se trata a história: a jovem Millie tem um passado turbulento e busca por um recomeço! Então, surge a oportunidade de trabalho de empregada doméstica na casa de Nina e Andrew Winchester, um casal milionário e perigoso.

Contratada, ela percebe que a chance de ouro vai ser mais difícil do que esperava. Nina se demonstra bem diferente do que parecia ser na entrevista, falando que não pediu coisas que pediu, deixando tudo sujo e torturando o marido com chantagens psicológicas e o pior a filha pequena no meio disso tudo!

Millie acredita que é melhor aceitar tudo de cabeça baixa, já que o seu histórico é bem problemático. Contudo, com o tempo as verdades sobre essa família aparecem e ela descobre que os segredos deles são mais sombrios do que os seus!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

O livro, apesar de fugir do meu gosto literário, me prendeu do início ao fim. E com o filme foi a mesma coisa! Falando nisso, uma das coisas que mais gostei foi que a adaptação, no geral, é bem fiel às páginas escritas! Como eu disse li há um tempinho e a cada cena eu ia lembrando de pequenos detalhes. Claro que uma coisinha ali e tal, muda, mas para mim não foi nada grotesco, sabem? Pontinhos extras: sim ou com certeza?

Gostei da escolha dos atores que interpretam o trio de protagonistas, mas o destaque vai, sem dúvidas, para a Amanda Seyfried. Ela arrasou muito no papel da Nina e não vejo outra pessoa interpretando a personagem! ;)

Algumas cenas são bem pesadas e mostram com bastante detalhes, o que rendeu eu tapando os olhos várias vezes hahaha. O sótão parece mais assustador no livro, mas não se engane com o “quarto” do filme… No decorrer, a gente percebe que ele é tão sinistro quanto!

Acho que o jardineiro deveria ter mais relevância assim como na história literária. Isso foi uma das poucas coisas que não me agradou muito. E o desfecho deu uma sensação de que, às vezes, a justiça precisa ser feita com as próprias mãos (ao menos, na ficção hehehe). E pessoas doidas sempre podem encontrar outras pessoas pior do que elas.

Enfim, é uma história que dá frio na espinha e você não desgruda da tela um segundo sequer (fiquei com raiva que perdi algumas cenas, porque eu precisava fazer xixi urgente, mas faz parte hahaha). Não sei se vai ter continuação, mas se não tiver, super ok, pois ficou tudo amarradinho!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Vou assistir novamente? Acredito que não, mas é mais por conta do meu lado que se impressiona fácil fácil hahaha. Contudo, se tiver outras adaptações dessa trilogia da Freida (autora do livro), eu quero assistir e espero que sejam boas também!

Aliás, eu só li o primeiro e ainda não tive estômago para ler as continuações. E aqui uma observação importante: não dá susto, não é filme de espírito, essas coisas, porém, eu fico super impressionada com esses suspenses, ainda mais sabendo que deve ter gente espalhada no mundo por aí tão psicopata quanto.

No mais, recomendo para quem gosta de um bom suspense ou quer sair da zona de conforto. Para mim, “A empregada” é uma das melhores adaptações literárias. ;)

Beijos, Carol.

Post Recomendado: PJ Leu – A empregada
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carol