Ei, Gente! :)
No final de semana resolvi maratonar a 5ª temporada de “Emily em Paris“, que já está disponível na Netflix. E olhem foi um misto com “amei” e “odiei” hahaha!
Mas antes, um recadinho: se você ainda não viu as outras temporadas e essa, acho melhor pular esse post, pois ele contém spoiler. Se já assistiu ou não ligar para esse tipo de informação, se joga!
Vamos lá? Pega a pipoca e aperta o play! ♥
Nesta temporada, acompanhamos a Emily em Paris e em Roma também! Aliás, nossa protagonista assume a liderança da sede italiana da Agência Grateau, enquanto vive uma deliciosa história de amor… Mas alguns desafios – profissionais e pessoais – a levam de volta para a cidade luz e muita coisa acontece! ♥
E o que eu achei? Bom, foi um misto de “amei” com “odiei”, como falei no início desse post! Mas vamos a alguns detalhes: continuamos com 10 episódios de meia hora mais ou menos. Antes eu até achava que tinha que ter mais tempo, porém, acho que do jeito que está indo, melhor ter esse quantidade mesmo hahaha.
No comecinho, não estava me prendendo. Apesar de ter amado o cenário “Roma“, acho que ela combina mais com Paris mesmo! Aliás, eu amei o episódio 6, onde claramente quem escreveu era muita fã de Friends. Foi o melhor e queria um bar com quiz dessa icônica série e eu até shippei ela com o cara da embaixada e amei o nome que eles deram!
Ai acho que depois dessa parte, tudo fluiu melhor. Rende muitos insights valiosos, como não romantizar o passado e deixar de lado pela busca da perfeição. E acredito que a Emily evoluiu bastante nessa temporada, sem deixar sua essência de lado.
Temos um casal super improvável, que até agora não sei se curto ou não. Aliás, o Alfie me conquistou de primeira, mas nessa ele parece meio chato, sei lá. E preciso dizer que eu amo o Marcello e acho que ele foi o melhor para a Emily até agora! A Mindy continua sendo uma das melhores personagens, mas quem me fez rir muito dessa vez foi a Sylvie. Acho que ela mostrou uma parte mais “humana”, digamos assim!
Todos os episódios são leves de alguma forma e pasmem voltei a gostar um pouco do Gabriel e quando achei que o ciclo deles (Gabriel + Emily) tinha encerrado com chave de ouro… Vem a série, com uma mensagem nada a ver e estraga tudo de novo! :( Eu não sei quem acredita que os dois tem que ficar juntos a qualquer custo…. Juro! Virem essa página de uma vez por todas. Tem tanta gente legal para ambos!
Dito isso… A Netflix ainda não disse se teremos uma nova temporada, mas apesar de amar essas séries levinhas e ter curtido mais do que odiado, espero que se tiver, que seja o final, sem enrolações! Na minha humilde opinião, rende mais um ciclo e pronto, porque tá ficando muito cansativo bater na mesma tecla hahaha!
É isso, pessoal. :) No mais, podem opinar à vontade! Ah! E espero que o Natal tenha sido mágico e feliz por aí. Que o espírito natalino ande mais com a gente nos outros dias do ano também. ♥
Beijos, Carol.
Post Recomendado: Emily em Paris – 4ª temporada!
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Ei, Gente! :)
Fugindo um pouco do tema “Natal”, vamos para uma indicação mais trevosinha (como diz a minha amiga Hanna) e que foge dos padrões daqui hahaha? Afinal, sair da zona de conforto também é super válido.
Na última terça-feira, fui convidada pela Editora Arqueiro (eterna parceira do blog, obrigada por tudo ♥) para assistir “A empregada“. Sim, amigos, eu li esse livro da Freida em 2023 e meu Deus… Passei a madrugada inteira acordada porque eu precisava de respostas!
Eu me impressiono fácil e fiquei com receio de ir sozinha no cine, mas chegando lá conheci algumas pessoas e deu tudo certo! \o/ Pipoca e refri na mão, foto em frente ao painel e uma sala VIP perfeita estava nos esperando. Aliás, achei bem chique essa pré-estreia!
E vamos à resenha desse filme? A propósito, o lançamento oficial – nos cinemas – é dia 1º de janeiro e vão ter algumas sessões antecipadas (confira na programação do cine que você costuma ir) a partir de hoje! ♥
Antes de mais nada vou fazer um resuminho do que se trata a história: a jovem Millie tem um passado turbulento e busca por um recomeço! Então, surge a oportunidade de trabalho de empregada doméstica na casa de Nina e Andrew Winchester, um casal milionário e perigoso.
Contratada, ela percebe que a chance de ouro vai ser mais difícil do que esperava. Nina se demonstra bem diferente do que parecia ser na entrevista, falando que não pediu coisas que pediu, deixando tudo sujo e torturando o marido com chantagens psicológicas e o pior a filha pequena no meio disso tudo!
Millie acredita que é melhor aceitar tudo de cabeça baixa, já que o seu histórico é bem problemático. Contudo, com o tempo as verdades sobre essa família aparecem e ela descobre que os segredos deles são mais sombrios do que os seus!
O livro, apesar de fugir do meu gosto literário, me prendeu do início ao fim. E com o filme foi a mesma coisa! Falando nisso, uma das coisas que mais gostei foi que a adaptação, no geral, é bem fiel às páginas escritas! Como eu disse li há um tempinho e a cada cena eu ia lembrando de pequenos detalhes. Claro que uma coisinha ali e tal, muda, mas para mim não foi nada grotesco, sabem? Pontinhos extras: sim ou com certeza?
Gostei da escolha dos atores que interpretam o trio de protagonistas, mas o destaque vai, sem dúvidas, para a Amanda Seyfried. Ela arrasou muito no papel da Nina e não vejo outra pessoa interpretando a personagem! ;)
Algumas cenas são bem pesadas e mostram com bastante detalhes, o que rendeu eu tapando os olhos várias vezes hahaha. O sótão parece mais assustador no livro, mas não se engane com o “quarto” do filme… No decorrer, a gente percebe que ele é tão sinistro quanto!
Acho que o jardineiro deveria ter mais relevância assim como na história literária. Isso foi uma das poucas coisas que não me agradou muito. E o desfecho deu uma sensação de que, às vezes, a justiça precisa ser feita com as próprias mãos (ao menos, na ficção hehehe). E pessoas doidas sempre podem encontrar outras pessoas pior do que elas.
Enfim, é uma história que dá frio na espinha e você não desgruda da tela um segundo sequer (fiquei com raiva que perdi algumas cenas, porque eu precisava fazer xixi urgente, mas faz parte hahaha). Não sei se vai ter continuação, mas se não tiver, super ok, pois ficou tudo amarradinho!
Vou assistir novamente? Acredito que não, mas é mais por conta do meu lado que se impressiona fácil fácil hahaha. Contudo, se tiver outras adaptações dessa trilogia da Freida (autora do livro), eu quero assistir e espero que sejam boas também!
Aliás, eu só li o primeiro e ainda não tive estômago para ler as continuações. E aqui uma observação importante: não dá susto, não é filme de espírito, essas coisas, porém, eu fico super impressionada com esses suspenses, ainda mais sabendo que deve ter gente espalhada no mundo por aí tão psicopata quanto.
No mais, recomendo para quem gosta de um bom suspense ou quer sair da zona de conforto. Para mim, “A empregada” é uma das melhores adaptações literárias. ;)
Beijos, Carol. ♥
Post Recomendado: PJ Leu – A empregada
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Ei, Gente! :)
Por aqui, ainda não rolou finalizar leitura de Natal… Enquanto isso, tá rolando muitas dicas de filme com essa temática! E o Para Assistir da vez é “O segredo do Papai Noel“, disponível na Netflix.
Vamos lá? Pega a pipoca, o refri e boa sessão! ♥
Antes de mais nada, um resuminho do que é essa história! ;) Enquanto Taylor busca por um trabalho para que possa arcar com as despesas de casa e as aulas de ski da sua filha, o hotel onde a menina treina precisa de alguém para ser o Papai Noel dessa temporada. Em uma atitude desesperada, nossa protagonista se veste a caráter para tentar convencer as pessoas que ela é a pessoa perfeita para esse trabalho. O que ela não esperava era encontrar muito mais do que dinheiro! ♥
Esse era o filme de Natal que estava mais ansiosa para assistir. Primeiro, que eu amo esse tipo de comédia romântica e segundo que a Taylor é a Mel da série Virgin River hahaha. E eu adoro a atriz!
Ok, não superou as minhas expectativas, mas é uma história que entrega o que o público, geralmente, espera nessa época do ano: coração quentinho, lições valiosas e muitas risadas! E com um toque diferente… Ao menos, eu não lembro de ter visto um filme onde a mulher se veste de homem e não o contrário. Eu achei esse detalhe bem divertido!
Adorei o Papai Noel da Taylor e a sinceridade dele com as crianças é o ponto alto! O ritmo é bom e mesmo com algumas pontas soltas (na minha humilde opinião), faz jus a essas produções natalinas. A filha dela é bem fofa e a relação delas me lembrou um pouco de Gilmore Girls! O irmão e o cunhado são engraçados e mereciam mais destaque, mas a que cobra o aluguel dela é a melhor e amei o desfecho que ela teve!
Não me prendeu 100%, mas na hora que fala sobre medo e não ter problema de sentir isso parece que foi um sinal e super to tentando colocar em prática a parte de “não deixá-lo comandar a minha vida”! Os vilões acabam não sendo vilões, mas também cumprem o papel deles. E o mocinho do filme é perfeito, sem defeito (com todo respeito, marido hahaha).
Enfim, adorei o cenário, a premissa é bem fofa e deixou essa época mais mágica por aqui. Não espere O FILME, mas vale a pena dar o play. ♥
Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Indico “O segredo do Papai Noel”. No mais, podem opinar à vontade!
Beijos, Carol.
Post Recomendado: 2 últimos episódios de Natal – Virgin River
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Ei, Gente! ♥
Uma carta aberta escrita por mim para uma pessoa que teve influência na leitora que vocês conhecem hoje e na escritora do futuro. Obrigada por tudo, Sophie! E já deixo meu pedido de desculpas caso alguma parte desse texto não faça sentido, tenha algum erro… Mas tentei me expressar da maneira que me sinto melhor. Espero que ajude de alguma forma quem está do outro lado da tela. :'(
***
O dia começou diferente por aqui. A gente foi fazer exame de sangue e pluft: faltou luz. Pensei em deixar para outro dia, mas o meu marido falou para esperar mais um pouco. E deu certo, a luz voltou e não precisei procrastinar essa tarefa hahaha. Fomos tomar café da manhã em um restaurante que a gente adora e o grupo do condomínio estava pipocando de mensagens…
“Movimentação estranha aqui no condomínio: alguém sabe o que está acontecendo?”. Um assaltante para fugir de um roubo de celular que cometeu correu para dentro do prédio! E agora? Como vamos voltar para casa? Entre mensagens de que acharam, não acharam, tinha mais de um, apenas um… Deu tudo certo, conseguiram pegá-lo!
E olha que nem eram 10h da manhã ainda. Credo! Vou descansar um pouco já que acordei mega cedo! Acordo, pego o celular e a notícia mais triste apareceu na minha timeline: minha autora favorita da gringa descansou. :'( A primeira lágrima desceu na hora que compreendi o que estava lendo. Como assim a Sophie Kinsella morreu? Como vamos viver em um mundo sem novas histórias dela? Como?
Nesse momento, confesso que me senti tão egoísta. Ela era escritora, mas acima de tudo era uma pessoa. Que descobriu um câncer no cérebro. Deixou marido, família, amigos! Como ficar triste por alguém que eu não tenho parentesco e não sou amiga? O luto mais estranho, do qual parece que não tenho direito de sentir, sei lá…
Mas aí o meu marido e uma amiga falaram (não necessariamente com essas palavras, mas entendi mais ou menos assim): ela fez parte do seu lado leitora e como escritora. Ela teve e sempre terá importância para você. De alguma forma, você não está triste por acaso. Por mais diferente que seja, as histórias que ela escreveu mudaram e ajudaram a se tornar quem você é hoje.
Enfim…. Ouvir isso deles dois e ler as homenagens que tantos leitores fizeram no Insta me deram uma sensação de que não estou sozinha! Porque era isso que a Sophie fazia: ela não deixava a gente se sentir sozinha. Com leveza e uma escrita surpreendentemente “gente como a gente”, ela me fez rir em momentos que nunca imaginei. Trouxe temas relevantes através de histórias que mostraram que esse gênero não tem nada de raso. Pelo contrário: acolhem, ensinam e mostram que a vida de adulta é uma doideira, mas bora rir, que vai dar tudo certo no final!
Delírios de consumo de Becky Bloom. Menina de 20. Fiquei com o seu número. O Burnout. Minha vida não tão perfeita! São tantos títulos, tantas memórias, mas que eu poderia comprar uma estante de livros só para ela, que não iria ligar! Até mesmo os títulos que ela escrevia como Madeleine Wickham, que era o nome verdadeiro dela. Particularmente, esses eu não curtia, mas da Sophie leria até lista de mercado.
Com o tempo, sei que os novos livros não tinham uma recepção tão ativa e como fã de carteirinha, achava que ela merecia mais destaque. Porém, ficava muito feliz quando encontrava ela nas estantes com um novo romance! E saber que não vou ter mais essa sensação me deixa com o coração apertadinho! Torcer para ela vir em mais uma Bienal não vai fazer tanto sentido.
Mas sou muito grata! Por cada palavra escrita, capítulo inesquecível e livros que me fizeram ser uma leitora fiel de comédias românticas, chick lit e tal. Histórias que me conectaram com outros leitores, que viraram amigos. Nunca vou esquecer o quanto valeu a pena ficar o dia todo na edição da Bienal de 2015 para receber o seu abraço, dedicatória em um de seus livros. Aquele momento sempre vai me emocionar e agora mais ainda! ♥
A primeira resenha literária oficial do PJ foi com “Menina de 20” e se depender de mim você sempre será lembrada nesse cantinho da blogosfera e na minha estante! Juro juradinho, que sempre vou indicar suas histórias e vou contar para todo mundo que a Becky Bloom dos livros é tão incrível quanto a do filme.
Aqui fica o meu carinho para a família, amigos, escritores e leitores. Aliás, é difícil falar dela no passado, mas o legado que ela deixou é imenso e sempre estará presente por aqui. Obrigada, Sophie!
O dia ainda não terminou, mas já deixou uma mensagem importante: a vida é um sopro, a gente nunca sabe o que esperar e cada dia pode ser um 7×1. Em contrapartida, a forma como a gente leva esses momentos faz diferença. Que a leveza dos livros da Sophie se façam presente na nossa vida real também. :’)
***
É isso, pessoal. Quem ainda não conhece essa eterna diva do chick lit, convido a conhecer. E quem já conhece, me conta o livro dela que mais te marcou?
Um beijo, Carol.
Post Recomendado: Bingo Chick Lit – Versão Sophie Kinsella
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