28.09.2021

Ei, Gente! :) Recebi recentemente da Editora Mol um livro bem especial: “Posso ajudar?“, que dá pequenos toques do que dizer às pessoas em algumas situações delicadas, como luto, doenças, entre outros cenários.

Como setembro é amarelo e o mês em que a gente lembra também o quanto é importante estar com a saúde mental em dia, achei bem propício falar sobre essa leitura. Então, vamos lá? Ah! O formato dessa resenha vai ser um pouco diferente. Vou contar 5 lições que tirei com livro! ♥

Livro: Posso Ajudar? | Editora MOL
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros
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A primeira: a nossa escuta é primordial. Afinal, cada um tem uma vivência. E por mais que a gente queira falar, opinar… Vale lembrar, que muitas vezes, o que o outro está precisando de fato é de um ouvinte!

A segunda é deixe o julgamento de lado, viu? Para você, até pode ser bobeira, mas se para o outro não é, respeite. Não use esse argumento de que é mimimi. Por mais que você interprete assim, lembre-se de quem precisa de ajuda e se coloque no lugar do outro.

Terceiro aprendizado: quem vive de passado é professor de história. Porém, em algumas situações, relembrar, faz bem e traz esperanças. Então, trazer a tona anos atrás em prol de um bem maior é super bem-vindo. Por exemplo? Um amigo que perdeu emprego, mas quantas coisas ele já conquistou?

Quarta lição é que muitas vezes, sim, a gente pode e deve agir com o coração. Mas não deixe a razão de lado. O intuito é ajudar, de fato, e da melhor maneira. Por exemplo, em questão financeira, se você não pode, não promete, emprestar um dinheiro que não tem. Porém, vale ajudar montar uma planilha financeira. ;-)

Por fim, a quinta: não imponha. Sempre leve em consideração o contexto e dê sugestões. A decisão final deve ser do outro. Faça o que estiver ao seu alcance, mas lembre-se: é a única coisa que pode fazer. Dê espaço!

Crédito da Imagem: Editora Mol
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É isso, pessoal. :) É uma leitura curtinha e as ilustrações levantam o astral. Não só ajuda o outro, como a gente também. Inclusive tem uma parte sobre isso. E sabem o que é legal também nessa publicação? A cada livro, uma doação é feira para uma ONG da área da saúde. Vocês encontram nas lojas da Drogasil e Droga Raia e custa R$ 4,90. Bora ajudar? Para saber mais, clique aqui.

Ah! Esse post não é um publipost, ok? Recebi da Editora Mol, que sempre tá pertinho do blog, achei legal e decidi postar. Inclusive, fiz votação lá no Insta e a maioria pediu resenha. ;-)

Agora me contem: quem já leu? No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

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carol
23.09.2021

Ei, Gente! :) Mais um texto feito na aula de escrita. Dessa vez, sobre imã. Aqueles de geladeira. Seja com o telefone da farmácia ou um souvenir de uma viagem especial. Espero que gostem! ♥

Crédito da Imagem: Pinterest
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Melhor que fotografia? (Por Carol Daixum)

“Nada é mais nostálgico que um imã. Olhar a geladeira e ver cada lugar que passou. Lembranças boas. Aquela viagem. Criança. Adolescente. Adulta!

É de lei. Pode ser de qualquer lugar. Se a gente voltar para casa sem um imã como souvenir, Mamy briga e é capaz de comprar uma passagem ou pagar a gasolina do carro para a gente voltar e comprar. Ela não faz questão de nada. Mas o imã tem que ter! 

Mas olha, acumula poeira. Independente do tamanho. Pequeno. Grande. Desenhado, com dizeres. E dependendo do material, ele quebra na sua mão. 

Amigas seguem a tradição da mamy. Afinal, uma geladeira fica tão mais bonita com imãs. Causa até um vazio quando a gente não vê nada. 

Imã, talvez, seja melhor que fotografia. :)”

Crédito da Imagem: Pinterest
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E aí: imã é melhor que fotografia? Brincadeirinha. No mais, podem opinar à vontade! ♥

Beijos, Carol.

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carol
22.09.2021

Ei, Gente! :) Setembro é o mês oficial de lançamentos (ou o começo) de planner. Ao menos, a maioria das papelarias online (que eu sigo) faz dessa maneira. Pensando nisso, separei algumas dicas do que levar em conta antes de comprar o seu. Vamos lá? Bom post. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Mas antes, vou responder uma pergunta bem comum: Carol, mas ainda faltam alguns meses para 2021 acabar e eu já tenho que pensar em 2022? Eu não sei ao certo o motivo, porém, acredito que seja por conta de toda a logística (fornecedores, correios e tal). Independente disso, seguem alguns conselhos:

– Se apaixonou muito por um? Não precisa correr, se achar melhor. Em contrapartida, se o escolhido for concorrido, corre o risco de na hora de bater o martelo, não ter mais em estoque.

– Vale o investimento? Tudo vai depender do seu objetivo. Veja o seu orçamento e se realmente vai usar! Se você sabe que, normalmente, se anima no primeiro mês, mas depois deixa de lado… Ai o melhor é pensar mais um pouquinho sobre essa decisão.

– Nunca usou e quer testar? Sem problemas. Alguns são mais custosos, outros nem tanto. Alguns tem parte financeira, outros controle de hábitos, cartela de adesivos e tal. Veja de acordo com o que é viável para você e se joga!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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– Não tem constância? Talvez o melhor planner para você seja o não datado. Que aí pode usar na hora que bem entender. Está certa de que vai usar certinho naquele ano? O datado é uma boa opção. ;-)

– Antigamente, a gente não tinha muita opção. Hoje o planner é bem mais fácil de achar. Tem desde os mais simples até os mais elaborados, personalizados e coisas do tipo!

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E por que eu uso planner? Se usando, eu já tenho que melhorar muito a minha organização… Imagina sem usar? hahaha ;-) Além de ajudar na minha rotina, a parte de decoração é meio que uma terapia para mim. Mas caso não funcione para você, saiba que há outras maneiras de ter uma vida mais organizada, como bullet journal e tal.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Espero que esse post ajude de alguma forma, pessoal. Alguma dúvida? Me conta aí, que tento auxiliar. Em breve, posto alguns dos novos modelos que chamaram a minha atenção! No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Planner – como usá-lo e outras dúvidas!
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carol
21.09.2021

Ei, Gente! :) Mais uma história da coleção “Romances de hoje“, da Editora Arqueiro (parceira do blog). Dessa vez, eu li junto com as meninas, do Clube de Leitura Coletiva do PJ: Um novo capítulo para o amor, da Jenny Colgan. Vamos lá? Boa resenha. ♥

Livro: Um novo capítulo para o amor | Autora: Jenny Colgan| Editora Arqueiro
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros
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Sinopse: Zoe é uma mãe solo que batalha diariamente para sustentar a si mesma e o seu filho de 4 anos, Hari, em Londres. Porém, as coisas precisam mudar quando ela se depara com algumas questões, incluindo as financeiras.

Até que a tia do garotinho, sugere que os dois se mudem para a Escócia, com o objetivo de gerenciar uma pequena livraria e tomar contar de algumas crianças. Isso pode ser o início de uma grande mudança, mas…

Ela não imagina os obstáculos que irá encontrar e se questiona: será que essa mudança veio a calhar mesmo? ;-)

Opinião da Pequena: Quando eu sugeri essa história na 1ª Leitura Coletiva do PJ, sabia que não era continuação de “A pequena livraria dos sonhos“, da mesma autora, mas não imaginava que fosse um livro mais tenso. Talvez, seja o mais pesado até agora da coleção “Romances de hoje”.

Isso não significa que seja uma leitura ruim, ok? Pelo contrário. Temos personagens fortes, intensos e inspiradores. Outros dão muita raiva, mas a medida que vamos conhecendo, tentamos entender o que tem por trás, por exemplo, de uma criança que só se alimenta de torradas e o que tem em uma biblioteca particular.

Encontramos temas bem necessários, como transtornos mentais e o desafio de ser mãe solo, entre outras questões da maternidade. Um mix de sentimentos nos acompanha do início ao fim. Cada capítulo, flui. Porém, em alguns momentos, a história pede que o leitor descanse um pouco. A escrita da Jenny continua incrível e como as meninas do clube falaram, algumas partes parecem que foram criadas para cutucar de leve o leitor.

Hari é o meu personagem favorito e o Patrick idem. Zoe também! Mesmo aos trancos e barrancos, ela vai e faz. E o amor dela pelos livros, é impressionante e nos faz amar ainda mais esse mundinho literário. Em breve, um post sobre histórias que a gente encontra nessas páginas. Ah! A gente mata a saudade da Nina, mas em contrapartida, a gente vê um outro lado da moeda. Talvez, se você não tiver lido essa outra história em que ela é a protagonista, valha a pena embarcar e conhecer uma outra Nina.

Um pouquinho do nosso encontrinho online (faltando algumas meninas)!
Foi incrível, meninas! ♥♥

O Ramsay dá medo, porém, vale dar uma chance. Mary? A mesma coisa, que a propósito nos deixa com o coração na mão. E confesso que torci para um outro casal, porém, vale sair da zona de conforto. Sobre as lições que eu tirei: a gente aprende o quão desastroso pode ser um mundo de achismos e julgamentos, sem saber do que realmente se trata. As mudanças podem acontecer, com quem a gente menos espera. E quando alguém lê, portas se abrem.

Amei a parte que a Jenny “invade a história”. Achei bem diferente. E destaque para a capa linda, mas preciso dizer ela e o título dão uma leveza, que talvez dê uma outra impressão ao futuro leitor dessa história. No mais, recomendo a leitura. ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. ;-) Ah! Quer fazer parte do próximo grupo? Em breve, mais informações. ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: Capas Gringas x Capas Brasileiras
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carol