Ei, Gente! :)
Do dia 1 até 10 de setembro vamos receber mais uma edição da Bienal do Livro no Rio de Janeiro. Muito ansiosa para esse momento! Porém, apesar de amar esse evento, sei que se a gente não colocar algumas coisas na prática, pode significar perrengue literário na certa.
Então, para ajudar a evitar ou amenizar situações chatas, separei cinco coisas que aprendi durante esses anos que venho acompanhando de pertinho a Bienal. Vamos lá? Boa leitura! ♥
1. Anotar os livros que deseja levar para casa e comparar os preços antes é fundamental para não sair gastando inconscientemente. Em contrapartida, às vezes, por mais que em outro lugar esteja mais em conta, nem sempre é possível garantir outras coisinhas valiosas, como dedicatória da autora no seu exemplar e, de quebra, foto com ela. Então, coloque na balança e veja se não vale a pena abrir exceções.
2. Tudo organizado? Ok, porém, imprevistos acontecem. Uma fila maior do que você achou vai tá lá, alguém não muito legal pode tentar estragar esse momento… Mas lembre-se de ir com o espírito: tá na chuva é para se molhar. Aproveite cada segundinho e tenta não se estressar por tão pouco, mesmo que a vontade seja de falar umas poucas e boas hahaha!
3. Vá com um look confortável, principalmente, no quesito sapato. A gente anda muito! Não esqueça da garrafinha d’água e de levar um lanche na mochila. Até porque Bienal e fila são sinônimos hahaha! Então, nem é apenas por ser mais cara a comida por lá e, sim, que as filas são quilométricas para comprar um simples pão de queijo hahaha.
4. Sim, o tema “fila” vai aparecer muito por aqui hahaha. Porém, por mais chato que seja ficar em pé e esperando, tente aproveitar o momento para conversar com quem está na frente ou depois de você. Trocar marcadores nessa hora é bem legal, principalmente, se você é influencer literário. A gente sai com lembranças bem divertidas e o tempo de espera até passa mais rápido.
5. Não deixe para depois o que você pode fazer agora. Já falei muito “depois tiro foto”, “depois não sei o que”… Claro que há casos e casos, mas deixar tudo para um outro momento, pode bagunçar e acabar não rolando. Então, viu um autor andando por aí e quer falar com ele? Vai lá! Viu um espaço e quer registrar? Registra e se tiver vazio ou não tão cheio, melhor ainda.
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Enfim, são muitos aprendizados! Resumindo: divirta-se, mesmo que algo não ocorra como o previsto. Não seja tão tímido, os autores estão lá para te receber e nunca vi algum sendo antipático. Faça um roteiro e veja o que não pode perder de jeito nenhum. Se não conseguir ir, pois mora em outro Estado, entre no Insta da Editora ou do autor e veja se ele não vai estar na sua cidade em algum outro dia.
Se for viável, compre seu ingresso pela internet. Se conseguiu credencial, fique feliz e se sinta importante porque isso é fruto do seu trabalho. Se não, saiba que isso não significa que o seu insta é ruim ou algo parecido, nem sempre dá para entender os critérios. Já fui aprovada algumas vezes, mas já recebi inúmeros nãos também. Então, não desanime, por mais difícil que seja.
Ah! Veja os transportes que te atendem melhor. Vai de Uber ou outro app? Geralmente, há um ponto que eles estão permitidos entrar e os guardas podem te ajudar. Veja se não tem ônibus que te leve até o evento e seja mais próximo da sua casa ou de outro ponto mais viável.
É isso, pessoal. Provavelmente esqueci de falar algo, mas aí vou falando em outros posts ou no Insta do PJ. Tem alguma dica? Não esqueça de compartilhar! No mais, pode opinar à vontade.
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: Primeiras Impressões – Bienal do Livro!
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Ei, Gente! :)
Em primeiro lugar, desculpa pela falta de posts nos últimos dias. Sei que a gente está no meio do Beda, mas fiquei sem luz, o cansaço bateu, muita coisa para fazer… Porém, vou repor esses dias que fiquei devendo, ok?
E agora vamos ao tema da vez? No fim de semana retrasado, fui assistir “Besouro azul“, onde temos Bruna Marquezine como uma da protagonistas. Então, pega a pipoca, o uniforme azul e boa sessão! ♥
Para começar, aquele resuminho de sempre: baseado nos quadrinhos da DC (mesmo do Batman e tal), o filme Besouro Azul conta a história do jovem mexicano Jaime Reyes. Recém-formado, ele volta para casa cheio de aspirações para o futuro.
Em meio a uma busca por seu propósito e, claro, um emprego, o destino o surpreende ao colocar em suas mãos uma relíquia de biotecnologia alienígena, conhecido por “escaravelho“. Por algum motivo, o besouro escolhe Jaime para ser o seu hospedeiro.
Porém, nem todos estão satisfeitos com essa escolha, afinal, esse item é de grande interesse da empresária Victoria Kord e de seu capacho, o vilão Carapax. Ambos, obviamente, querem recuperá-lo. Então, nessa confusão toda, o protagonista só pode contar com a ajuda da sua família e da Jenny Kord.
Confesso que fui mais para prestigiar a Bruna Marquezine e não tinha muita ideia do que esperar. Mas não é que me diverti com a história?
Apesar de não ter um diferencial gigantesco em relação a super-herói e tals, acho que vale muito a pena a ida ao cine. Principalmente porque temos uma atriz brasileira e mandando muito bem no seu papel de destaque. A premissa, a princípio parece meio confusa (mas não entendo muito sobre esse universo hahaha), mas aos poucos tudo vai se encaixando e as histórias paralelas e sacadas deixam tudo mais interessante.
Aliás, acho que a maioria do público brasileiro (mais velho, pelo menos) vai adorar ver referências como Maria do Bairro e Chapolin. Falando nisso, preciso destacar o tio do Jaime. A propósito, a família toda é hilária! A avó então, nem se fala. Me lembrou um pouco do filme “A família Buscapé” e é impossível não chorar de rir! Deixou o que poderia ser pesado, mais leve. Fora que é uma baita lição, do tipo: tem hora para tudo, até para enfrentar o luto, dependendo do contexto.
Não sei se vai ter continuação, mas tem tudo para ter, na minha humilde opinião. E, sim, tem duas cenas pós-crédito. Uma importante e outra só para dar aquela nostalgia, digamos assim. O filme é longo, em contrapartida, tem um ritmo bom e zero cansativo! Não dá nem para sentir.
Enfim… Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Para assistir – Batman
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Ei, Gente! :)
Uma vez, eu comentei aqui no blog o que acho sobre clube de assinatura de livro. Desde então, assinei alguns esporadicamente. Inclusive, comprei esse mês a caixinha 3 do Clube de Romance da Carina Rissi. Motivo? Tinha o mais recente livro da Sophie Kinsella, que só chega em outubro (pelo que eu vi na Amazon) nas livrarias.
Chegou bem rapidinho e juro foi a compra do mês que mais amei. Talvez seja considerado caro por algumas pessoas, porém, como eu sou fã da Sophie valeu muito a pena, principalmente, pelo brindes exclusivos, sabem? Então, tem de ver se compensa ou não para você!
Dito isso, para o post do dia vou mostrar o unboxing da vez. Vamos lá? Boa leitura! ♥
Para começar, os dois livros presentes na caixinha são: O amor de Penelope (Georgette Heyer) e A penetra (Sophie Kinsella). O primeiro já estava no catálogo da Record e o segundo é novidade da editora, que ainda está na pré-venda.
Confesso que esse da Georgette nem sei se vou embarcar (porém, parece interessante), mas o da Sophie eu já li algumas páginas. Aliás, a ansiedade falou mais alto. Assim que eu terminar, vai rolar resenha aqui no blog, ok? Enquanto isso, seguem as sinopses de ambos! :)
Sinopse – O amor de Penelope: Aos 29 anos, Sir Richard Wyndham já conquistou tudo o que queria. Elegante, conhecido como o Belo Wyndham, inventor do famoso laço Wyndham, cortejado por mães casamenteiras, bajulado pelos aduladores e beneficiado por todos… sua vida é um tédio completo. A família o pressiona para que se case com Melissa Brandon, a quem foi “prometido” pelo pai em nome da longa amizade que liga os Brandon aos Wyndham. Para não ter de se casar com o primo, Penelope Creed precisa fugir de casa. Seu plano é procurar abrigo com uma pessoa de sua confiança, em Somerset, mas para isso precisa sair de casa sem que ninguém a veja. Disfarçada, ela desce pela janela do quarto usando uma corda improvisada com lençóis amarrados, mas tudo vira de cabeça para baixo quando ela cai nos braços do solteiro mais cobiçado de Londres.
Sinopse – A penetra: Effie Talbot não consegue superar o divórcio dos pais. E seu pai também não ajuda. Nem ele nem a namoradinha nova e irritante dele. E os dois ainda venderam Greenoaks, a casa onde ela e seus irmãos cresceram. Mas a gota d’água foi a festa de arromba que resolveram dar para se despedir do lugar. E para a qual Effie não foi convidada. Bem, na verdade, ela foi desconvidada. Mas então se lembra de que suas bonecas russas ainda estão naquela casa. E ela não pode correr o risco de ficar sem elas de jeito nenhum. O problema é que só há uma forma de recuperá-las: entrar na casa às escondidas durante a festa. Então, a protagonista espia seus parentes pelo sótão e por baixo de mesas e acaba descobrindo que Greenoaks guarda muito mais segredos do que aqueles que ela entreouviu. E, como se as revelações comprometedoras sobre sua família já não fossem o bastante, Joe ― o amor da vida de Effie, que partiu seu coração um tempo atrás e continua lindo e engraçado como sempre ― também está lá, e as verdades não param de aparecer.
Além desse próximo lançamento e da história que já está no catálogo, destaque para os brindes perfeitos para quem é fã. Esses dois marcadores eu amei e ainda vieram outros! Também recebi essa cartela de adesivos (que eu amei muito) e cards com frases dos livros!
Ai do Clube veio um bloquinho de post-it bem fofo. Uma capa/pôster de “A perdida“, que inspirou o filme brasileiro. Também têm cupons e uma cartinha da autora Carina Rissi. Enfim, muito amor por tudo!
Enfim, por aqui super compensou! Quem tiver interesse em comprar essa caixinha, só clicar aqui. E dá para assinar a próxima também. No mais, podem opinar à vontade! ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Leu – Amar é relativo
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Ei, Gente! :)
Vocês sabem que suspense não é o meu gênero favorito. Mas sempre que eu decido embarcar em algum thriller, normalmente, termino a leitura rapidinho. Isso porque eu sou mega curiosa e quero saber logo o desfecho.
Então, dessa vez li “A empregada“, da Freida McFadden. Publicado pela Arqueiro (parceira do blog), é um livro repleto de surpresas e que estou em choque até agora hahaha. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Número de Páginas: 297 (livro físico) | Nota: 4 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
♥
Sinopse: Todos os dias, Millie limpa a casa de Nina e Andrew Winchester de cima a baixo. Pega a filha deles na escola. Prepara refeições deliciosas para a família toda antes de poder se recolher e enfim comer o próprio jantar, sozinha em seu quarto minúsculo e claustrofóbico no sótão.
Quando Nina passa a sujar todos os cômodos de propósito só para vê-la limpar e conta mentiras atrás de mentiras, ela tenta não perder a cabeça. Também faz de tudo para ignorar quando a sua “patroa” tortura psicologicamente o marido, que parece cada dia mais fragilizado.
Fingir não perceber é o mínimo, afinal, com seu passado problemático, acredita que ela tem de agradecer por esse emprego. Porém, ao olhar dentro dos lindos e doces olhos de Andrew e ver o seu nítido sofrimento, Millie não consegue deixar de imaginar como seria a vida sem a Nina e sua filha estranha.
Opinião da Pequena: Quando a Arqueiro lançou esse livro, confesso que nem passou pela minha cabeça pedir. Mas a cada comentário que eu via, a curiosidade aumentava. Então, decidi acrescentar nos pedidos do mês.
Eu sei que é suspense, não é de terror e nem tem nada sobrenatural. Mas eu me impressiono fácil e fico tendo pesadelos ao ler uma história desse estilo. Então, uma amiga topou ler junto comigo. Duas medrosas, comentando cada capítulo seria mais tranquilo. Fora que a companhia dos nossos maridos foi essencial. Deus me livre ler sozinha em casa a noite hahaha!
Obrigada mesmo por ler junto, Juju. Só assim mesmo para eu sair da minha zona de conforto literária hahaha. Mas agora vamos ao livro: merece todos os comentários que vi. Começando pela premissa que é bem intrigante. A escrita da autora flui muito e o fato dos capítulos serem curtinhos, a gente nem sente. A cada parte, fica mais sinistra e a curiosidade aumenta na mesma proporção.
Eu criei várias teorias e fiquei chocada com cada reviravolta. Uma pegada “Garota Exemplar” e mostra como pessoas podem ser cruéis por tão pouco! E sério NUNCA NUNQUINHA pretendo morar em uma casa com sótão. DEUS ME LIVRE MESMO!
E gente mais uma vez: eu fico perplexa com a cabeça dos autores que escrevem histórias do gênero. Sério, dá um pouco de medo mesmo. Não sei se vai ter continuação, acho que tem até pontos que poderiam ser explorados, mas se não tiver, tudo ficou amarradinho. A mãe de Andrew MEU DEUS. E destaque para o jardineiro e o policial.
Enfim, é um livro que me assustou, mas a escrita é boa e os mínimos detalhes são muito bem bolados. Plot Twist é apelido! Quem curte suspense, saiba que essa é uma leitura obrigatória. Aliás, tão instigante quanto “A gaiola de ouro” e com um desfecho de ficar de queixo caído.
Recomendo para quem gosta do gênero ou quer se aventurar em outros estilos literários. Aliás, garanta o seu exemplar através do meu link de associado. E para quem já leu, conta o que achou. No mais, podem opinar à vontade!
Beijos, Carol.
Post Antigo: Thriller Psicológico
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