Ei, Gente! :)
E se eu disser que tem um livro que se passa no mesmo universo de “A biblioteca da meia-noite” (um dos meus favoritos)? Recém-lançado no Brasil, Matt Haig escreveu “O trem da meia-noite“, que conta a história de Wilbur.
Vamos lá? Boa leitura! ♥

Número de Páginas: 331 (e-book) | Nota: 4,5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
♥
Sinopse: Wilbur Budd viveu uma vida marcada pela ambição e pelo trabalho, deixando de lado o que realmente importava. Quando seu coração para de bater, ele se vê na plataforma do Trem da Meia-Noite, com uma passagem só de ida na mão, prestes a embarcar em uma jornada única pelo próprio passado, rumo à eternidade.
A bordo, o protagonista testemunha os momentos que moldaram sua vida, as escolhas que fez e os caminhos que trilhou. Mas a viagem também reserva surpresas e o que ele verá poderá mudar sua forma de enxergar tudo o que viveu, revelando o peso das suas escolhas.
O problema é que ele não pode alterar o passado… Ou será que pode? Antes que o tempo acabe, Wilbur terá de responder a pergunta mais importante: o que realmente vale a pena na vida? ♥
Opinião da Pequena: Eu sou do time que simplesmente AMOU o 1º livro (“A biblioteca da meia-noite“). A história da Nora até hoje mexe comigo! E quando o pessoal da Bertrand Brasil contou sobre o lançamento que se passa no mesmo universo, eu não pensei duas vezes em participar da ação (obrigada mesmo ♥) ! Aliás, foi uma honra começar a ler “O trem da meia-noite” antes da “estreia” oficial. Me senti muito importante e não sei fingir costume hahaha!
Mas vamos ao que interessa? Eu amei a história do Wilbur e da Maggie. Aliás, preciso dizer que a Maggie aguentou muito e ainda foi simpática hahaha. Apesar de entender o lado dele, muitas vezes fiquei com raivinha. Principalmente em uma cena que era óbvio que ele tinha de abandonar tudo para ficar com ela. “/
No geral, tudo foi se encaixando a cada capítulo e “O trem da meia-noite” segue quase o mesmo esquema do 1º. Viagem no tempo, passado, presente, futuro e uma realidade paralela. Falando nisso, esse é um livro que dá para anotar várias sugestões de um certo livreiro. E se você assistiu a temporada final (até o último episódio) de This is us, achei a pegada bem semelhante em relação ao trem. ;-)
Voltando… É uma história que faz jus ao seu objetivo. Mostrar o que realmente importa na vida e quando ela chega ao destino “eternidade” mostra todos os momentos em um piscar de olhos! Tudo passa muito rápido mesmo. A Agnes é bem mandona e não sei se gostei tanto dela. Wil não é uma pessoa ruim, porém, deixar o trabalho acima de tudo e todos tem o seu preço. Torci pela sua amizade com o Charlie e que seu irmão tivesse outro desfecho.
A gente aprende muito nas entrelinhas e marca inúmeros trechos! Na vida real, nem sempre conseguimos ter mais uma chance e meio que burlar o “sistema” (digamos assim)… Mas, às vezes, era o que tinha de acontecer mesmo. Em contrapartida, acredito tanto em sonhos e acho que realmente são sinais que precisamos prestar mais atenção.
Gostei que o Sonhador praticou o que aprendeu com o Fantasma e a cena do cemitério, por incrível que pareça, é uma das minhas favoritas. Agora o auge foi uma certa personagem aparecer na vida do Wilbur. Nessa hora, o Matt ganhou vários pontos comigo! ♥♥♥
Mas Pequena, se você gostou tanto: por que a nota não foi a máxima?
Entre os dois livros, eu confesso que gostei mais do 1º. Na minha humilde opinião, a Nora era mais legal que o Wil e a Senhora Em melhor que a Agnes hehehe. Ah! E um detalhe que atrapalhou um pouquinho o andar da leitura por aqui é que a versão do e-book que recebi tinham algumas palavras que foram editadas juntas (não tinha um espaço entre elas, sabem?). :( Mas pelo pouco que eu vi no livro físico, já está tudo certo e acredito que a versão final do e-book também esteja correta.
Dito isso, refleti muito sobre ambições, vida profissional, amorosa, passado e presente! Vi que o futuro nem sempre é tão relevante e que o amor é de extrema importância… Só que sozinho, não sustenta. Acho que dá para tentar achar algo parecido com o equilíbrio e olhar os sinais com calma, mesmo na correria diária. Contudo, nem sempre a teoria funciona e tudo bem!
Na minha visão, é um livro independente. Não precisa ter lido o outro para ler esse! E no geral, é tipo uma aula sobre como tentar viver de uma forma leve e feliz, mesmo com os contratempos. Recomendo MUITO! ♥
Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica e não esqueça de garantir o seu exemplar de “O trem da meia-noite” através do meu link de associado. Isso ajuda muito o PJ! No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
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E a 1ª temporada desse ano já chegou ao fim. Sei que o comentário é sempre o mesmo, mas meu Deus cada vez passa mais rápido, né? hahaha
Então, para o post do dia trouxe um panorama literário do primeiro semestre. Tem os que eu li, alguns que abandonei e os que estão em andamento. Vamos lá? Boa leitura! ♥
Para começar: os lidos até o final de junho!
- Um sonho de férias (Christina Lauren – Faro Editorial) – 3 livros ^^^
- Mulher em queda (Colleen Hoover – Galera Record) – 3 livros ^^^
- Uma noite de inverno com você (Ali Hazelwood – Arqueiro) – 3 livros ^^^
- Vocação Verão (Sarah Morgan – Harlequin) – 3 livros ^^^
- A livraria dos sonhos (Gracie Page – Mood) – 4,5 livros ^^^^
- Nem todo outono é igual (Misty Wilson – Alt) – 4,5 livros ^^^^
- Os esquecidos de domingo (Valérie Perrin – Intrínseca) – 1 livro ^
- Uma receita para o amor (B. Oneirova – Publicação Independente) – 3,5 livros ^^^
- A fuga (Jennifer Weiner – Harlequin) – 5 livros ^^^^^
Por enquanto, coloquei na listinha dos abandonados:
1. Parceira (Ali Hazelwood – Arqueiro)
Observação da Pequena: Eu amei muito “Noiva” e acreditei que devoraria “Parceira”, que se passa no mesmo universo. Eu até estava curtindo, mas surgiram outras leituras e deixei pra lá por enquanto. “/

2. A misteriosa confeitaria da meia-noite (Lee Onhwa – Paralela)
Observação da Pequena: Eu comprei esse livro porque acabei confundindo ele com outra capa. Até avancei bastante na leitura, mas achei uma ficção de cura mais pesadinha e acabei abandonando.

Estão em andamento:
- O trem da meia-noite (Matt Haig – Bertrand Brasil)
- Qualquer clichê, menos você (Victoria Lavine – Arqueiro)
- Eliza, começando do zero (Sophia Lee – Mood)
***
É isso, pessoal. Uma visão geral das minhas leituras do ano até o momento! Apesar de ter rolado muita coisa (um dia eu conto ♥), até que estou bem satisfeita com os livros que estão fazendo parte do meu 2026. Que a 2ª temporada seja ainda melhor no quesito história literária!
Agora me contem: um livro que abandonaram e outro favorito? No mais, podem opinar à vontade! Lembrando que todas as resenhas dos que finalizei, vocês encontram aqui no PJ. ;-)
Beijos, Carol.
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Essa semana teve sessão pré-estreia de uma comédia nacional: Os emergentes, que vai ser lançada oficialmente no dia 9 de julho (amanhã!).
Com Nelson Freitas e Alexandra Richter (e grande elenco), o filme é uma ótima pedida para quem deseja refletir sobre algumas questões sociais, mas de forma leve e divertida.
Então pega a pipoca, que a resenha já vai começar! ♥
Para começar, um pouquinho do que se trata: Os emergentes acompanha um casal da elite que vê a vida mudar drasticamente após perder sua fortuna. Acostumados aos privilégios de uma posição social consolidada, Henrique e Beatriz precisam enfrentar uma realidade completamente diferente.
Agora, eles passam a trabalhar para antigos funcionários que, graças ao sucesso financeiro, ascenderam socialmente e agora desfrutam da vida de luxo que antes pertencia aos seus ex-patrões. ;-)
E o que eu achei? Não é a minha comédia preferida da vida, mas eu adorei a premissa e a forma como o filme tratou o tema de inversão de papeis dentro da sociedade. Foi de um jeito natural e não forçaram a barra, sabem? Me diverti e terminei a minha segunda de uma maneira bem leve. ♥
Tiveram sacadas boas e cenas hilárias, como a do Henrique lavando o carro hahaha. Os personagens dão leves cutucadas em algumas situações que o Brasil passa, só que sem ser apelativo. Particularmente, adoro quando isso acontece. Ou seja, ganharam pontos extras.
Algumas partes acho que ficaram corridas e não tiveram muitas explicações, como coincidências entre personagens que se conheciam e quadrilha do jogo lá. Para mim, ficou meio solto. Só que nada que tenha atrapalhado o objetivo final. A maioria foi bem fiel ao conceito de que “o mundo não voa, ele capota“! Aliás, sempre bom lembrar disso! ;-)
Uma vida bem vivida vai além do status financeiro. Meio clichê, porque dinheiro ajuda muito, claro! Porém, outros detalhes são mais essenciais ainda. Falando nisso, foi bonitinho a virada de chave dos novos funcionários e a questão do “eu te amo”!
No mais, eu adorei o casal protagonista, mas os donos da quentinha arrasaram muito também na interpretação. E destaque para o Inácio (pai) e a Jessica (filha). Ri com respeito na cena do date e foi muito fofa a conversa dela com a mãe! Outra coisa, amei os efeitos sonoros.
Ah! Lá na sessão, o pessoal comentou que a produção foi independente e vou ressaltar aqui algo bem importante: não esperem para assistir em casa. Apoiem na prática o cinema nacional. Tem muita história que vale a pena. Então, se for viável, façam esse passeio sim! ♥
Por fim, preciso contar para vocês: a Carol que assistia Chiquititas ficou muito feliz de ter a oportunidade de conhecer ao vivo o ator Nelson Freitas (ele fez essa novela na época da 1ª versão). ;’)
É isso, pessoal. Amanhã estreia o filme e é uma ótima pedida para assistir com a família ou na sua melhor companhia. No mais, podem opinar à vontade!
Beijos, Carol.
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Ei, Gente! :)
E a leitura de junho do Clubinho do PJ foi “A fuga“, da Jennifer Weiner. Um livro que era para a gente apenas entrar no clima de algum esporte, mas foi muito além!
Vamos lá? Boa resenha. ♥

Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Sinopse: Abby Stern considera que a felicidade reside em duas rodas. Em uma bicicleta ela se sente livre: longe das críticas de sua mãe, da pressão para se casar com Mark e da constante indecisão de qual caminho seguir em relação à vida profissional.
Quando ela recebe um convite para liderar um grupo de ciclistas em uma viagem de Nova York até as Cataratas do Niágara, Abby decide aceitar e aproveitar para refletir sua vida e desviar um pouco daquela rota tão incerta.
O grupo é bem diversificado: mãe e filha, amigos e Sebastian, um caso sem muita importância que ela teve há um tempinho. Então, o que era para ser um momento para respirar, surpreendentemente ajuda a protagonista repensar em tudo ainda mais. Incluindo todos que estão participando da trilha, que a propósito vai ser impossível sair dela sem uma sequer transformação. ♥
Opinião da Pequena: Esse livro está no meu radar há um bom tempo, mas só depois de ganhar a votação do Clubinho que finalmente li. No comecinho, não me prendeu tanto e pensei que poderia me decepcionar um pouco. Ledo engano! ;)
A escrita da autora é ótima e a forma como ela soube dar relevância a quase todos os personagens da história me conquistou muito. Principalmente a parte da Lily e da Morgan, que foi a que mais me prendeu (e a maioria das meninas). Aliás, o tema envolvendo a mãe e a filha é polêmico, mas muito necessário! É impossível o leitor não sair refletindo sobre o assunto.
Falando nisso, o que eu mais gostei é que a gente percebe em cada capítulo que não dá para julgar as pessoas. A grama do vizinho, de fato, sempre parece mais verde, só que se olhar mesmo, vai perceber que não. Tá todo mundo enfrentando algo e as aparências enganam muito! Inclusive, muitas vezes as aparências são criadas por quem está do lado de fora.
Quanto a Abby, eu gostei dela no geral e da forma como ela lida com a maioria das coisas. Principalmente com o julgamento referente ao seu corpo, só que isso não significa que seja fácil. Ah! E a coincidência com o Sebastian traz leveza ao livro e uma pitada de romance. Não é meu mocinho favorito, só que ele tem seu valor sim!
E, claro, tem romance, mas não é o foco. Dito isso, a relação da protagonista com a mãe surpreende e notar a evolução de ambas é inspirador! E preparem que tem muito plot twist nessa parte. Destaque para os coroas do pedal (e o desfecho que não esperava hahaha ^^), o motorista, o melhor amigo do Sebastian e, claro, a melhor amiga da Abby… Aliás, essa é a minha única reclamação: ela deveria ter aparecido mais!
Enfim, eu recomendo muito a leitura. A princípio, parece apenas mais um clichê romântico, mas vai muito além. É um convite para o leitor trilhar por diversos caminhos, recalcular rotas e refletir sobre família, amigos, vida profissional, julgamento sobre corpos e a gente mesmo. E tudo isso sem ser o de sempre, a maneira como a autora encontrou para falar sobre foi muito natural. ♥
Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Repito: RECOMENDO MUITO. “A fuga” está disponível no Kindle Unlimited e se quiser pode garantir o seu exemplar através do meu link de associado (você não paga nada a mais por isso, mas ajuda bastante o PJ). No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Recomendado: PJ Leu – As pessoas na plataforma 5
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