Ei, Gente! :)
Eu amo traçar metas literárias (reais). Mas sei que nem sempre é possível cumprir, seja por preguiça, falta de tempo ou organização (entre outros motivos)! Então, sim, algumas do ano passado acabaram ficando para esse ano e seja o que Deus quiser hahaha.
Nesse post, vou falar também um pouco sobre alguns livros que acabei deixando de lado em 2024, só que pretendo finalizar ainda em 2025.
Vamos lá? Boa leitura! ♥
Yay! Consegui embarcar em um dos livros de poesia que tinha como meta. Só que ao mesmo tempo, ainda não consegui ler autoras nacionais que tanto queria, como Paola Aleksandra e Aione Simões. Uma hora vai, espero!
Sobre finalizar todas as leituras do Clubinho do PJ… Bom, a maioria dei check… Em compensação, algumas fiquei devendo, como “Amor e Tradução” (Kristal Moreira), “O despertar do lírio” (Babi A. Sette) e “Um amor 5 estrelas” (Beth O’Leary). As duas últimas quero terminar com certeza, mas a primeira por aqui não rolou muito e acho que vou abandonar mesmo (mas tem gente do Clubinho que amou, então, se está na sua lista, leia sem medo, viu?).
Comecei duas histórias por hobby: Recalculando a rota (Aimee Oliveira) e A penetra (Sophie Kinsella). As duas eu estava gostando, mas outros livros foram atropelando e acabei deixando de lado. Só que eu quero terminar o quanto antes, afinal, amo a escrita das duas autoras! ♥
Os livros de parceria? Só alguns eu consegui finalizar, outros ainda estão esperando e talvez, eu doe alguns que acho que vou acabar não lendo mesmo! Por fim, aumentei a pilha de próximas leituras, só que espero diminui-la até o meio desse ano.
Enfim, tá tudo sob controle. O importante é traçar metas, mas que as mesmas sejam vistas como um norte e não um caminho para ficar 100% ansiosa! Com leveza, na medida do possível, tudo tende a fluir melhor, né? Pensem nisso. Fora que tem muitas metas que a gente consegue riscar também! Relendo o post do ano passado, fiquei bem orgulhosa do que consegui realizar!
Agora me contem: qual meta de 2024 que ficou para 2025? No mais, podem opinar à vontade. :)
Beijos, Carol.
Post Antigo: Metas literárias para 2024
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Ei, Gente! :)
Mais um ano começando e é claro que eu não poderia deixar de mostrar os companheiros de 2025 que vão me ajudar na organização dos freelas, blog, clubinho e por aí vai.
Mudei um pouco a tática, mas basicamente segue a mesma linha dos outros anos. Vamos lá? Boa leitura. ♥
A primeira grande mudança foi o planner geral. Dessa vez, fui mais pela capa e a escolha foi um não datado. Confesso que nem sempre estou inspirada, porém, decorar essa agenda mais aprimorada – digamos assim – é uma terapia extra! E o escolhido foi o da “Somos Filhas“.
A marca tem uma pegada mais religiosa e acho que essa foi uma das coisas que mais levei de lição em 2024: alimentar a minha fé, sem extremismo e que me faça bem! Acho que muitas partes vou acabar não usando, só que gostei muito da proposta e esse laço me conquistou muito! Ainda pretendo fazer um tour por ele lá no Insta, só que se tiver muita curiosa enquanto isso, sugiro uma visita à loja. ;-)
E outra mudança é que decidi usar dois planners para o PJ. Um exclusivo do blog (e afins) e o outro do Clubinho. Acho que vou conseguir visualizar melhor o que tenho para fazer, organizar e tals. Para o blog e o Insta, foi esse que ganhei da minha amiga (and ilustradora do PJ) Juju Bittar.
Ele é datado e, apesar, do calendário oficial ser lá de fora, não me importei já que tenho dois daqui também. Amei muito o meu presente, Juju. Obrigada! Só vou ficar devendo o nome da loja, mas é da gringa. ♥
Por fim, o terceiro dedicado ao Clubinho do PJ é da Lubi (que também está à venda na Magnólia), que ganhei de amigo oculto da minha irmã. Também não é datado, só que parece que me inspira ainda mais a correr atrás dos objetivos desse projeto que eu tanto amo! :)
A capa é linda e igual ao meu mouse pad. Adorei a coincidência! Enquanto isso, podem dar uma olhadinha melhor por dentro nos dois sites.
É isso, pessoal. Até o momento, os três tem me atendido super e, em breve, confiram lá no Insta do blog mais detalhes deles três. E na próxima semana, vai rolar um post com outros itens que também vão me acompanhar em 2025.
Agora me contem: datado, não datado ou tanto faz? E qual foi o escolhido de vocês? No mais, podem opinar à vontade. ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: 5 critérios que uso para escolher planner
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ALERTA SPOILER: se você ainda não viu as outras temporadas de Virgin River, disponíveis na Netflix, sugiro pular esse post. Agora se você está acompanhando a história… Pode ler a postagem sobre o que achei dessa 6ª temporada (sem spoiler desses novos episódios).
Vamos lá? Pega a pipoca e aperta o play! ♥

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Nessa nova fase, a série aprofunda ainda mais o relacionamento da Mel e do Jack. Afinal, será que o casamento tão aguardado finalmente vai rolar? No mais, conhecemos melhor o pai biológico da protagonista e outras surpresas nos acompanham nessa cidade pequena, onde tudo acontece! ;’)
Para começar, quero dizer que essa é uma das minhas temporadas favoritas (até então). ♥ Claro, tem ressalvas, mas no geral eu amei. O cenário continua encantador e dá vontade de mudar para a cidade fictícia e ser amiga de (quase) todos os personagens!
Algumas coisas meio que batem com a realidade, mas fico pensando: para quê? Mesmo sendo leve, já tem muito drama, aí precisa colocar (mais) uma doença em uma personagem incrível? Enfim, ainda bem que vai ter uma 7ª temporada e espero do fundo do coração que seja apenas um susto passageiro hehehe.
O casal protagonista está ainda mais apaixonante e inspirador. A Mel como noiva é muito gente como a gente e ambos estão bem mais maduros. Brie me decepcionou um pouquinho e a Muriel a cada temporada se torna uma das personagens que gostaria de trazer para a vida real. Sério! E a relação dela com a Hope tá surpreendentemente fofa, mesmo com o passado meio conturbado.

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Aliás, cidade pequena tem os perrengues, mas o grupo de amigas e fadas madrinhas é incrível e acho que todo mundo merece ter um daquele jeito. Quando uma pessoa conta o que está passando e cada uma compartilha o seu problema é a coisa que mais aquece o coração. ♥
Doc continua um verdadeiro pai para a Mel, mas nem tudo são flores e ciúmes rolam. Adorei o destaque que deram para a mãe dela e o Everett Reid. Foi bem interessante e uma cena em questão de uma comemoração é de arrancar suspiros e (muitas) lágrimas de emoção.
Outra ressalva é que achei alguns episódios meio para encher linguiça, sabem? Tipo, na minha cabeça, acho que metade dos problemas já poderia ser resolvido em alguns minutos hahaha. O que poderia ser um simples toque virou… Sei nem explicar… Enfim, mas faz parte!
Fiquei feliz com o desfecho e já contando os dias para saber o que vai acontecer na 7ª temporada. Da 5ª para a 6ª muita coisa se resolveu. Mas ainda tem pano para manga e respostas que a gente precisa hahaha!
E uma observação importante (não chega a ser spoiler): o VESTIDO da Mel é a coisa mais linda e mais uma vez preciso ressaltar os seus looks!!! Amo muito e o novo corte de cabelo também.

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No mais, recomendo muito essa série e essa temporada. Acho que agora realmente voltou a essência da 1ª temporada. É um seriado com temas difíceis, mas tudo é tratado com muita leveza e, de alguma forma, aquecem o coração. ♥
Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! E pode opinar à vontade!
Beijos, Carol.
Post Antigo: 5ª temporada Virgin River – Especial de Natal
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Ei, Gente! :)
E nessa semana do Dia do Leitor é óbvio que vai ter a 1ª resenha do ano no blog. Ainda no clima natalino, vou falar um pouco sobre “Luzes brilhantes, Natal mágico“.
Vamos lá? Boa leitura! ♥

Número de Páginas: 278 páginas (livro físico) | Nota: 1,5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Sinopse: Rodeada por afetuosas lembranças de infância, possibilidades fascinantes… Será que Kerry Tolliver, garota do interior, vai se render às luzes brilhantes da cidade grande?
Sua mãe, pede para que ela deixe sua cidade na Carolina do Norte e se aventure na selva de pedra de Nova York para ajudar seu irmão mais velho a vender árvores de Natal no estante da família.
Kerry topa, mesmo tendo que dividir um trailer vintage minúsculo com seu irmão. Então, nas semanas que antecedem a data, ela rapidamente cria laços com os moradores do bairro. E quando um vizinho idoso e misterioso desaparece, ela arruma um jeito de encontrá-lo.
Dentre vários acontecimentos atuais, inclusive um vizinho idoso que desapareceu, a protagonista conhece Patrick, um charmoso pai separado… Será que o romance natalino vai vingar, mesmo morando tão longe um do outro? ♥
Opinião da Pequena: O 1º livro da autora – que eu li – me conquistou muito e tinha certeza de que esse iria seguir na mesma direção… Só que por mais que seja uma leitura fofinha e com um final bonitinho, confesso que eu esperava MUITO MAIS!
A premissa por se passar no Natal, é quase impossível não se apaixonar. E apesar de ter adorado esse cenário mágico por trás, a história não me conquistou por completo e em muitos momentos ficou arrastada. :(
Acho que a autora poderia ter aproveitado mais, sabem? Premissas da mãe e do pai do Murph e da Kerry, por exemplo. Explorar os concorrentes da família Tolliver, dar até um toque de mistério. Claro, têm coisas que valeram: como o Sr. Heinz e seu passado e as lições que trouxe para os leitores!
E, claro, trouxe um dos trechos para cá: “(…) George se foi, sim, mas ele me deixou com toda essa… Beleza e memórias. Nada pode me tirar isso (…)”. Meio que diz sobre segundas chances, resgatar memórias e nem tudo precisa ser dolorido. Ter o seu tempo, claro, mas se dar chance de ser feliz!
Austin e Queenie (doguinha perfeita) são os favoritos desse livro e destaque para a cena da influencer, que mostrou o poder de uma simples foto! E como não se imaginar em um trailer vintage e amar o seu desfecho? Talvez meu sonho de leitora no quesito fictício seja comprar uma árvore deles, guirlanda também e ler o livro da criança hehehe.
Algumas coisas achei meio forçado, tipo um dos romances… Outras, o caminho parecia melhor, só que em muitos capítulos tudo parecia jogado e acontecendo rápido demais. Talvez se fosse um conto, tudo fizesse mais sentido e poderia ter fluido melhor por aqui!
Essa foi a minha impressão e acho que vale ler para tirar a sua própria conclusão. Afinal, cada um pode ter uma experiência com a leitura, né? Fora que a capa é bem fofa e mesmo com as inúmeras ressalvas, a escrita da autora continua leve.
É isso. Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica para quem gosta de romances que se passam no Natal, mesmo fora de época hahaha. ;-)
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: PJ Leu – Destruidores de lares
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