Ei, Gente! :)
Hoje é o Dia do Abraço e em homenagem a essa data tão linda (ainda mais depois da pandemia), trouxe 5 autores que eu adoraria abraçar e agradecer pessoalmente por tantas histórias incríveis e que de alguma forma me abraçaram também.
Aliás, fico tão feliz quando penso nisso e lembro que já consegui abraços de duas autoras favoritas: a Fernanda França (brasileira) e Sophie Kinsella (gringa). E quem sabe, um dia, eu consiga abraçar esses cinco também. Vamos lá? ♥
1. Martha Medeiros (brasileira)
Observação da Pequena: Apesar de ainda não ter lido nenhum livro dela, eu sempre fui fã da sua coluna semanal do Jornal O Globo. Foi em um dos textos que aprendi que o melhor lugar do mundo é dentro de um abraço.
2. Lynn Painter (americana)
Observação da Pequena: Caso eu consiga a senha para o dia dela na Bienal do Livro, esse sonho vire realidade. Ainda não li todos os livros, mas os que eu embarquei eu amei. E amei o fato de parecer que ela é #TeamJess (Gilmore Girls) e quero dar o abraço nela e perguntar sobre isso!
3. Markus Zusak (australiano)
Observação da Pequena: Eu só li um livro dele, mas foi O LIVRO e que mudou a minha relação com a leitura, o poder das palavras e tudo mais. A menina que roubava livros foi escrita por ele e espero que um dia ele venha no Brasil, mesmo depois de anos ter publicado essa história. Quem sabe um dia, né?
4. Jenna Levine (americana)
Observação da Pequena: É uma das minhas autoras favoritas da atualidade. Ela conseguiu resgatar o meu amor por livros de vampiro (bonitinhos hahaha) e já quero ler tudo o que ela escreve. Aliás, já estou finalizando “Morando com um vampiro” e sério ela nasceu para escrever sobre esse tema e de uma maneira original.
5. Julie Caplin (britânica)
Observação da Pequena: É a minha escritora favorita do selo “romances de hoje”, da Editora Arqueiro. Toda Bienal, desde que o 1º livro da série “Destinos românticos” saiu aqui no Brasil, fico torcendo para ter o nome dela na lista de autores de fora. Tomara que no próximo ano, ela não fique de fora. ♥

(1ª foto com a Sophie Kinsella e 2ª foto com a Fernanda França) ♥
***
É isso, pessoal. Claro que a lista de autores é maior e quando eu estava pensando no tema, fiquei feliz de ter noção que a maioria dos escritores brasileiros que já li e amei, já consegui esse abraço. Autores nacionais, de fato, são super acessíveis (os que conheci pelo menos). E estou muito feliz que a Fernanda França vem para a Bienal esse ano e vou matar a saudade dela e das suas histórias também. ^^
Agora me conta: quem você adoraria abraçar desse universo literário? No mais, pode opinar à vontade.
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: 5 livros que abracei
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Ei, Gente! :)
É oficial: estou mais perto dos 40 anos e me distanciando dos 35+ kkkkring. Confesso que é bem doido pensar nisso, rola um mix de sentimentos, que nem sempre é fácil explicar. Mas esse é um tema que vou deixar para a Carol do futuro escrever. =D
Hoje, faltando menos de 1 mês para o meu aniversário, vou compartilhar uma lista de 10 coisas para fazer antes dos 39 anos. Nada mirabolante, viu? Até me surpreendi com o que coloquei hahaha. São pequenas ações que acredito que vão deixar a sensação de que eu consigo cumprir o que prometo a mim mesma.
Vamos lá? Boa leitura! ♥
- Atualizar o celular.
- Arrumar a estante de livros.
- Finalizar, ao menos, 3 leituras pendentes.
- Voltar a comentar nos blogs amigos.
- Malhar, ao menos, 3x na semana.
- Fazer algum passeio turístico no RJ ou em alguma cidade perto.
- Escrever a 1ª Newsletter do PJ.
- Adiantar textos dos freelas e me programar direitinho para a Bienal do Livro.
- Tomar a vacina da gripe.
- Preparar o mural dos sonhos.

♥
Tcharan… Viram? Nada mirabolante e que, no momento, faz mais sentido do que promessas que provavelmente vão demandar mais tempo hehehe ou apenas serão esquecidas nesse post.
É isso, pessoal. No mais, podem opinar à vontade. Vou atualizando vocês, ok? Espero que tudo dê certo. Mas acredito que sim! Oremos hahaha! ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: 38 primaveras e uma nova lista
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Ei, Gente! :)
Um dos melhores livros que já li no Clubinho do PJ foi “O amor (depois) da minha vida“. Aliás, se tivesse uma história que definisse o tipo de livro que gostamos de embarcar por lá, seria esse.
Agora se você ainda não leu essa obra da Kirsty Greenwood, separei 5 motivos para ler o quanto antes. Boa leitura. ♥
1. Temos uma protagonista divertida, icônica e zero mocinha vítima, sabem? Falando nisso, a Delphie é aquela personagem que adoraríamos ser amiga na vida real e super inspira.
2. Encontramos referências maravilhosas, como a diva do chick lit: Sophie Kinsella. E, sim, esse fato me fez amar ainda mais a história. ♥
3. É um livro que mostra que esse gênero pode trazer lições tão valiosas quanto outros estilos de leitura. Como: às vezes, é preciso deixar partir e seguir com a vida mesmo. E quantas vezes julgamos atitudes e fazemos exatamente o mesmo?
4. Tudo se entrelaça, nada está lá por acaso. E o PLOT TWIST é um dos mais surpreendentes da minha vida de leitora. Chego até ficar arrepiada só de lembrar. :’)
5. Não tem cenas picantes e é meio que um chick lit raiz, digamos assim. No mais, a capa é maravilhosa e o título tem tudo a ver com o conteúdo perfeito.
É isso, pessoal. Poderia listar mais um milhão de motivos, mas por esses e pela resenha do blog, já dá para entender que não rola deixar de ler “O amor (depois) da minha vida” hahaha. Bom, por aqui funcionou como uma terapia, rendeu boas risadas e deixou o coração quentinho no final.
Então fica a dica! Para quem ama comédia romântica ou quer conhecer o gênero. No mais, podem opinar à vontade. ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: 5 autoras para quem gosta da Sophie Kinsella
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Ei, Gente! :)
Mês passado acabou que não rolou nenhum “PJ Entrevista“, mas para compensar esse mês teremos mais de um bate-papo com autoras nacionais, ok? Digamos que será um esquenta para Bienal do Livro que, a propósito, vai acontecer entre os dias 13 e 22 de junho, no Rio de Janeiro.
Para começar: conheçam a Ana Carol Veloso, escritora e professora (do Ensino Fundamental I na Rede Municipal do RJ). Autora de “Inícios, e-mails e fim“, entre outras histórias, ela adora escrever sobre o cotidiano das pessoas e é formada em Pedagogia, especialista em Literatura Infantil e Juvenil e Mestre em Educação (com ênfase em História do Livro e do Material Impresso).
Sagitariana com ascendente em “viciada em música“, tem duas filhas e é gateira de carteirinha. Vai participar do evento (que citei anteriormente) na capital do Livro, mas enquanto a gente espera… Bora conferir o que ela contou para a gente? De antemão, já digo que ela foi super acessível e é mais uma prova de que nossos autores merecem toda a nossa admiração.
Vamos lá? Boa leitura. ♥
1. O que veio primeiro: a vontade de dar aula ou escrever livros? Aliás, de alguma forma as duas profissões se conectam?
R: A vontade de dar aulas! Escolhi ser professora quando ainda era criança… Ser escritora era tão distante, a figura do escritor era tão sacralizada, que eu nem sonhava com essa carreira. Acho que as duas se conectam e muito: é preciso criatividade e estudo! Além disso, requerem empatia e curiosidade pelo ser humano: seus sentimentos, medos, relações…
2. Alguma dica de ouro para quem deseja começar a tirar a história da cabeça e dar o primeiro passo para escrever?
R: Comece! Aprendemos escrevendo… Ah, também faça amigos escritores! Procure uma comunidade, um curso de escrita criativa e tenha escritores por perto. Ter companhia muda tudo!
3. Conte um pouquinho da história e o processo de escrita de “Inícios, e-mails e fim“? E o que o leitor pode esperar dessa história?
R: “Inícios, e-mails e fim” é uma história que me acompanha desde 2014. Eu escrevi o primeiro e-mail/capítulo voltando do trabalho. Desde o primeiro momento eu sabia que seria uma história ao contrário, que começa pelo FIM. Os leitores podem esperar e-mails que fazem rir e outros que fazem chorar. E muita nostalgia! Como a história se passa no princípio dos anos 2000, as referências brasileiras são Jô Soares, Cassia Eller, A Grande família…
4. Tem alguma mania peculiar (ou algo que queira contar) na hora de escrever, ler e lecionar?
R: Muitas vezes, faço todas essas coisas ouvindo música! Estou sempre com o Spotify ligado e tocando música brasileira de diferentes estilos.
5. Se pudesse salvar três livros, sem ser os seus, quais seriam os sortudos e por qual motivo? :)
R: Eu tenho muuuuita dificuldade com esse tipo de pergunta! Quero salvar uns 10! Kkk ;p Bom, vou pegar “A moreninha“, de Joaquim Manoel de Macedo, primeiro romance que li na escola e o único paradidático que reli na minha vida. Salvaria “Ligações“, da Rainbone Rowell, um romance com pessoas casadas e filhos! Me surpreendi com a história de um casal que já está junto! Diferente, né? E, por mim, meu mais novo queridinho: “Se a casa 8 falasse“, do Victor Martins. A narradora é uma casa fofa demais!
6. Quem quiser garantir uma dedicatória e te conhecer na Bienal desse ano, compartilha sua agenda do evento?
R: Vou estar na Bienal, nos dois finais de semana, no stand Toque Mágico. É só procurar os livros lá (inclusive o “Inícios, e-m@ils e fim“), que eu estarei por perto e cheia de vontade de conversar com os leitores. Além disso, há eventos marcados no stand Escreva, Garota: no dia 13, às 16h, vou participar do bate-papo “O amor nunca sai de moda”, e no dia 21, às 18h , será a celebração do lançamento da edição física de “Inícios, E-m@ils e Fim”.

Crédito das Imagens: Amazon / Crédito da Montagem: Pequena Jornalista ♥
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É isso, pessoal. :) Espero que tenham gostado também dessa conversa. Curtinha, mas inspiradora. Aliás, muito obrigada, Ana! Todo sucesso do mundo e nos vemos na Bienal. ♥ (e fica o meu agradecimento também para a Ju, do Desaniversários, que indicou a Ana para ser entrevistada) Quem quiser saber mais sobre a protagonista do dia, segue ela lá no Insta.
Em breve, espero ler alguma das histórias dela e conto para vocês. No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Antigo: PJ Entrevista – Laura Conrado
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