Ei, Gente! :) Por aqui, vivemos de indiretas (do bem) hahaha. Não é a toa, que toda comemoração, eu faço uma wishlist do que eu quero ganhar e tal.
Mas dessa vez, o jogo virou: fiz uma listinha com algumas sugestões de presentes de Dia dos Namorados inspirado no meu namô. Peguei algumas dicas que ele já deu e o que geralmente imagino que ele vá gostar ou que eu gostaria que ele gostasse hahaha.
Enfim, é um post meio ajuda e meio lembrete para essa e outras datas comemorativas. E acho que pode ajudar vocês de alguma forma. Vamos lá? ♥

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Desde o começo do namoro, vejo o meu em busca de uma carteira (porta-cartão). Mas digamos que ele é uma pessoa meio exigente hahaha! Só que olhando a Zara esses dias, parece que encontramos. Yay! Mega ansiosa para ver a carinha dele.
Meu namô (ainda) não é um leitor assíduo, mas acho que esse é um livro que ele embarcaria. Aliás, o namorado (ou namorada) de vocês também pedem resumos dos livros? hahaha ;p! O nome é Mentes Brilhantes, do Alberto Dell’isola.
E uma característica marcante dele: adora descontos, frete grátis e tal. Quem nunca, né? E como o aparador de pelos que ele usa tá meio antiguinho, acho que um novo ia ser bem útil. Vi esse da Philips e o melhor: tem cupom de desconto. Vale dar uma olhadinha! ;-)
Por fim, esse hino de blusa da loja Ophelia: cool boy (tem cool girl também)! Sonho em sair de combinandinho com ele. Será que consigo convencer? ♥

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Agora me contem: o que amor da vida de vocês gostaria de ganhar? Vale lembrar que presentes são legais, mas o mais importante é o carinho e amor diário! E o amor que nunca pode morrer: é o próprio, viu? Ter alguém é incrível por inúmeros motivos, mas ter uma relação feliz com você é fundamental. ;-)
No mais, podem opinar à vontade.
Beijos, Carol.
Post Antigo: Dia dos Namorados – Expectativa x Realidade
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Ei, Gente! :) Há vários mitos que atrapalham uma pessoa a ler, principalmente quem está criando esse hábito. Um motivo bem comum é o tal do ritmo literário. Se eu devoro livros, sou uma leitora exemplar. Se não sou frenética, talvez eu deixe a desejar.

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Mas eu tenho uma teoria…. Ser um bom leitor não tem nada a ver com a quantidade de livros que você lê em 48 horas, digamos assim. Eu sou uma leitora assídua. Porém, normalmente, o meu tempo para concluir um livro é de 1 semana a 15 dias. Às vezes, só consigo ler uma história por mês.
Claro que notar que a sua lista de lidos está aumentando é incrível. Quando a gente é um recém leitor, a sensação de vitória é sem palavras. Mas não se cobre e nem se compare. Vai no seu ritmo, criando pequenas metas literárias. Juro que vale a pena também!
Sim têm histórias que prendem e a gente não consegue largar por nada nesse mundo. Mesmo sabendo que tem que acordar cedinho no dia seguinte! Mas se isso não acontece com tanta frequência, não há problema algum, viu? Por aqui, acredite: dificilmente eu devoro o livro em 24 horas.

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Ah! O oposto de um devorador de livros, não é aquele que arrasta a leitura, viu? Se você está passando por isso, talvez tenha que dar atenção a outros detalhes. O caso de hoje, é quem lê em um ritmo tranquilo e que está aproveitando a leitura. Só não lê mais rápido, porque o tempo tá curto ou quer aproveitar cada capítulo como se fosse o último (ou algo do tipo)! Aí se sente mal porque o amigo do lado lê uma quantidade bem maior.
Enfim, a intenção desse post é mostrar que cada um tem seu jeito literário de ser. Quer terminar a leitura em tempo recorde? Sem problemas! Quer ler mais devagar? Sem problemas também. Vale lembrar, que talvez algumas pessoas precisam ler mais rápido por trabalhar com isso e tal. Cada um tem uma realidade e, no final, o que vale é absorver o melhor da história, independente do gênero e do tempo de conclusão. ♥

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É isso, gente! Agora eu quero saber a opinião de vocês. Podem opinar à vontade. E me contem o tipo de leitor que se identificam! :)
Beijos, Carol.
Post Antigo: Quero começar a ler – E agora?
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Ei, Gente! :) Sabe um acessório que eu sou completamente apaixonada? Pins e Bottons. Tudo bem que eu sou mais de colecionar do que usar. Acumuladores? A gente vê por aqui hahaha.
Quando eu era criança, um souvenir que também adorava eram os broches (que é bem parecido e tal com os protagonistas do post, na minha humilde opinião). Ou seja, é um item que significa memória afetiva! Ainda bem que são coisinhas minis, que não ocupam muito espaço.

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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E a pergunta que não quer calar: você sabe a diferença de cada um? Descobri na hora de fazer esse post… Pin vem da palavra pingente e é de metal, pelo que eu pesquisei. Já o botton é o redondinho e lembra um botão.
As serventias? Inúmeras. Dar um toque a mais nos looks. Em uma jaqueta jeans, bolsa do dia a dia ou apenas colecionar fofurices. O que a sua criatividade permitir. ;-)

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Normalmente, os modelos são bem fofos. Mas acredito que tenha para todos os gostos. Como as opções que mostrei nessa postagem. Tem um trio perfeito da Bee Mine, bem estilo cult. Para os amantes de uma boa pizza, da Balloon Papelaria. E nos tempos atuais, esse doguinho vai fazer você nunca esquecer de usar a máscara corretamente. Aliás, amei Yellow.
Tem maníacos por séries? O que falar desse lindo botton de Gilmore Girls, da Art Gaby Fernandes? Por fim, o pin que me inspirou fazer esse post: The Clever Clove, entrega aqui no Brasil, por favorzinho! Desconheço um item mais a cara de leitora assídua que ama ler de madrugada “só mais uma página“. ♥
Agora me contem: vocês gostam desse tipo de fofurice? No mais, podem opinar à vontade. :)
Beijos, Carol.
Post Antigo: Lista Secreta de Papelaria
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Ei, Gente! :) Posso começar a semana, separei cinco curiosidades sobre chick lit. Espero que gostem! Mas se não for do seu interesse, dê uma chance ou passe para alguém que ama esse tipo de livro. Vamos lá? Boa leitura! ♥

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1. Eu não sabia, mas tudo indica que um dos livros pioneiros do gênero foi “O diário de Bridget Jones“, da Helen Fielding (que não li…. Absurdo, eu sei hahaha). Alguns sites falam que foi em 1998, outros em 1999. 1997, 1996… Digamos, então, que foi na década de 90. :)
2. Hoje em dia, eu vejo muitas editoras publicando histórias de chick lit. Uoba! \o/ Mas uma que lança livros desse estilo com frequência e há séculos, é a Editora Record, incluindo títulos da diva Sophie Kinsella.
3. Mas afinal o que é esse gênero? Eu vejo como histórias sobre mulheres no mundo moderno, com uma escrita leve e tem um toque (sutil ou não) de comédia. Aborda sobre romance, mas vai além: dá para tirar lições valiosas sobre vida profissional, relacionamento abusivo, luto, entre outros. A única diferença é a forma como elas são entregues ao leitor.

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4. Eu sei que a gente já tem referência de autoras gringas, como Lauren Weisberger e Marian Keys. Mas no Brasil, temos outras tão incríveis quanto, como Renata Lustosa, Teca Machado, Laura Conrado, Fernanda França, Leila Rego, Carina Rissi (que ainda não li #posteiesaicorrendo hahaha), entre outras.
5. O termo urgiu na década de 80, nos EUA, e era o nome de uma matéria sobre literatura feminina da Universidade de Princeton. Esse nome tem uma carga bem negativa, meio que falando que não é uma leitura de verdade e tals. Mas eu me sinto muito bem falando que eu adoro ler “chick lit”. Acho que o tem de mudar mesmo é o preconceito. Não gostar, ok, mas julgar como uma leitura rasa: aí não! ;)

Crédito da Imagem: @lou.click
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É isso, pessoal. :) Minhas fontes foram de alguns sites e blogs, como Livros & Fuxicos, Wikipédia e Oficina de Escrita.
Ah! A intenção do post é mostrar um pouco mais sobre chick lit, viu? E tentar diminuir o preconceito que, infelizmente, existe. Mas não há problema nenhum em não gostar desse tipo de livro. O ruim é quando a gente escuta que não está lendo de verdade. :) Porém, acho que aos poucos isso está mudando!
E você: ama chick lit ou passa? Dicas sempre são bem-vindas e para ler mais posts sobre o assunto, corre lá na caixinha de busca, que tem muito post sobre esse gênero que eu amo (Jura, Pequena? hahaha)! No mais, podem opinar à vontade!
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: Por que eu leio chick lit?
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