04.12.2023

Ei, Gente! :)

Finalmente vou publicar a resenha do livro “O rascunho do amor“, de Emily Wibberley e Austin Siegemund-Broka. Publicado pela Editora Arqueiro (Parceira do Blog), é uma história “real” de dois escritores.

Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: O rascunho do amor | Autores: Emily Wibberley e Austin Siegemund-Broka | Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 301 (livro físico) | Nota: 3 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Há três anos, Katrina Freeling e Nathan Van Huysen eram estrelas literárias e o romance que escreveram juntos estava no topo da lista de mais vendidos. Porém, a parceria deles terminou mal, sem nenhuma explicação para o público.

Os dois planejavam não se falar mais, só que há um grande problema: eles têm um contrato exigindo que elaborem mais um livro em conjunto. Enfrentando questões pessoais e profissionais delicadas, Katrina e Nathan são obrigados a se reencontrar e precisam voltar à casa onde escreveram o último livro para tentar criar um novo manuscrito.

Não será nada fácil ter que reviver as razões que os levaram a se odiar, especialmente enquanto constroem uma história romântica. No calor da Flórida, à medida que a paixão e a prosa os aproximam, os dois aprendem que os relacionamentos – assim como os livros – às vezes exigem alguns rascunhos antes de chegarem à sua melhor versão.

Opinião da Pequena: Eu não sei se a história foi inspirada na vida dos autores que deram vida a Katrina e ao Nathan. Talvez, não tudo, mas acho que deve ter uma coisinha aqui e outra lá hahaha. :)

Outro ponto é que o título faz muito mais sentido quando o leitor chega ao final do livro. Abre brecha para várias interpretações e a que eu tive me deu um estalo de “caraca, é isso”. E eu adoro quando essas coisas acontecem!

Quando eu recebi o meu exemplar, jurava que iria devorar as páginas em menos de uma semana. Mas não foi isso que aconteceu. Não é culpa da história, afinal, com tanta coisa para fazer, acabei me enrolando. Porém, finalmente, no fim de semana conseguir chegar à última página. Sério, apesar de muita coisa ter me conquistado, eu estava um pouco cansada da leitura, com todo respeito, claro! :)

No geral, eu achei a escrita do casal bem boa. A história é instigante, apesar de ter virado um tema bastante abordado nos livros atuais. Porém, mesmo sendo clichê, eles conseguiram escrever de um jeitinho diferente. Os capítulos são curtinhos, o leitor tem a visão dos dois protagonistas e dá uma vontade imensa de sair escrevendo vários manuscritos.

Em contrapartida, a gente vê um outro lado da moeda. Escrever não é fácil, ainda mais quando envolvem questões pessoais e profissionais. Não queria estar na pele nem da Katrina e nem do Nathan. Em vários momentos imaginei um desfecho diferente, porque apesar de ser clichê, às vezes, a gente tem a impressão que o livro só será rascunho mesmo e vida que segue.

Aliás, como disse: o título fez todo sentido, principalmente, no último capítulo. Histórias reais não têm fim. Cada dia é uma página, um parágrafo, uma linha, uma continuação. Por mais que a gente escreva coisas que acontecem com a gente, é preciso separar o real da ficção. Quem não gosta de palavras emocionantes de um bom romance? Mas as ações falam muito mais!

O protagonista do post na Bienal desse ano

Eu sou igual ao Nathan, me expresso melhor com uma caneta. Mas sei da importância de verbalizar o que sinto! Falando nisso, ambos amadurecem no decorrer das páginas e isso merece mais pontinho extra. O livro desperta várias sensações, ao menos, por aqui foi assim.

Tiveram momentos que queria colocar os dois em um potinho. Outros, queria dar um sacode de tanto drama, mesmo eu sendo a drama queen em pessoa hahaha. Fiquei com raiva de um certo agente literário e a amiga dos escritores merece uma história só dela! O desfecho: aqueceu o meu coração!

Muita coisa não amei, mas muita coisa anotei e fez sentido para mim. E me fez valorizar ainda mais esse mundinho literário! Escritor é bem gente como a gente. Não é o meu livro favorito, mas recomendo a leitura.

Aliás, já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – A empregada
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carol

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