01.07.2024

Ei, Gente! :)

Semana passada, acabamos com a ansiedade e, finalmente, assistimos “Divertida Mente 2” nos cinemas. Uma animação perfeita e para toda a família!

Então, pega a pipoca e o refri, que a sessão PJ já vai começar. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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Para começar, um pouquinho do que se trata essa história, que é uma sequência do primeiro filme. Agora, com 13 anos, Riley está passando pela temida pré-adolescência.

Junto com o amadurecimento, a sala de controle mental da jovem também está enfrentando mudanças. Emoções conhecidas, como a alegria, tristeza e raiva, continuam por lá. Porém, novos inquilinos apareceram e todos terão de lidar com a tal da ansiedade, inveja, vergonha, entre outras. ;-)

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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O que eu achei? Acho que nunca ninguém foi capaz de definir tão bem a ansiedade. Sério, me senti muito acolhida por essa animação da Pixar.

De um jeito lúdico e para lá de divertido, o público se depara novamente com a garotinha Riley, sua família e seus amigos! Agora, com 13 anos, ela está conhecendo novas emoções e a sua sala de controle mental está mais agitada do que nunca!

É um filme bem-vindo para as crianças, por conta do colorido. Mas, sem dúvida, os mais velhos vão adorar também. Repleto de lições, é impossível não rir, se emocionar e se identificar em alguma cena.

O ritmo da história é bom e prende a atenção do início ao fim! Com sacadas incríveis, a gente mata a saudade das emoções já conhecidas e dá oi para as novas, que, talvez, sejam velhas conhecidas também hahaha.

Aliás, o foco é na ansiedade e a produção fez muito bem mostrando detalhes dessa presença tão marcante! Mas a inveja, o tédio e a vergonha não ficam de fora. E preciso destacar a nostalgia e o timing certinho! A pochete também é maravilhosa e a raiva sendo fofinha é sensacional! E continuo amando a tristeza, o medo, a alegria e a nojinho.

No mais, tudo é muito bem construído. Cada cena, fala, gesto e sentimento. E, sim, cada emoção é válida e nos ensina. Talvez eles tenham colocado a ansiedade como a vilã, o que não deixa de ser, mas a gente compreende que até ela precisa ser abraçada, digamos assim. E nada como respirar para que tudo fique mais claro na nossa cabecinha.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema
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Enfim, recomendo muito! Para toda a família. Sem dúvida, vai deixar o dia mais leve e, até mesmo, fazer com que o olhar para as mudanças seja menos apavorante! Geralmente, continuações não são tão legais, mas essa alcançou o mesmo patamar do 1º filme (na minha humilde opinião). ♥

Já assistiu? Conta o que achou (sem spoiler). Ainda não? Fica a dica! Ah! Por aqui assistimos a versão dublada e valeu muito a pena. E, sim, tem cena pós-crédito! No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Personagens Orlando
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carol
27.06.2024

Ei, Gente! :)

No comecinho do mês, tive o prazer de entrevistar a Aimee Oliveira. Ela é uma escritora carioca, que recentemente lançou o livro “Recalculando a rota“, publicado pela Plataforma21.

Acompanho há séculos o trabalho da autora e fiquei muito feliz com essa conversa! Aliás, a entrevista aconteceu no dia do lançamento, na cidade maravilhosa. Então, vamos conferir esse bate-papo?

Espero que gostem! ♥

PJ Entrevista: Aimee Oliveira
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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1. Conta um pouquinho sobre o que os leitores podem esperar do livro “Recalculando a Rota”?
R:
Piadas, motos, novas amizades, novos começos. É um romance bem leve, onde o foco é muito mais na evolução da protagonista, do que na construção da relação amorosa. É um romance de segunda chance.

2. De casa nova, conta como foi todo o processo com a Plataforma21?
R:
Durante a escrita desse livro, a editora já tinha falado um pouquinho com a minha agente literária. Demonstrado interesse de ler, quando terminasse. Então, já escrevi na empolgação para ela ler. No processo, rolou uma preocupação dela de repente não gostar. Mas ela gostou, fez a proposta e eu fiquei muito feliz em aceitar! É uma nova casa muito confortável, estou adorando trabalhar com eles. ♥

3. O livro se passa no subúrbio do Rio de Janeiro. Para quem não conhece, essa é uma oportunidade de passear por lá através da leitura?
R:
Quando a gente fala do RJ, o que geralmente é retratado é a zona sul, no máximo o centro da cidade. No outro livro (Ladeira abaixo), eu falei sobre Santa Tereza, que é bem peculiar. E eu estava pensando em explorar essas peculiaridades do Rio. Têm inúmeros lugares que não são retratados e tem muita coisa legal e estranha também. Então, eu queria falar sobre coisas que não são tão faladas em livros, no máximo, em novelas. Queria falar sobre “aquela” padaria da esquina que todo mundo se conhece, sabe? Aliás, o bairro do livro é fictício, mas tem aquela essência dos bairros reais.

4. Tem algum (ou alguns) aspectos da sua vida que usou de inspiração?
R:
Essa é uma história baseada em fatos reais. Eu tenho pouca coisa a ver com o tema central do livro hahaha. Contudo, eu morro de medo de moto e a protagonista também. Mas de resto, a gente não tem muita coisa em comum. Ela, por exemplo, se tiver que falar alguma coisa e ser um pouco truculenta, vai ser. E alguns fatos são parecidos, como a ambientação. Eu moro em São Gonçalo, que é bem distante do RJ. Sempre tive que fazer esse caminho de cruzar a ponte. Passar perrengue de transporte público e isso acontece no livro da mesma forma. Ah! E a padaria de “Recalculando a Rota” é inspirada na padaria que o meu tio tem.

Momento Pequena Fã :)
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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5. O que a Aimee do passado (que passava perrengues na Bienal do Livro) diria para a Aimee do presente?
R:
Eu diria… Vai valer a pena, pode acreditar! Por mais que não seja fácil. :’)

6. Se pudesse resumir a sua vida de escritora em alguma palavra, qual seria?
R:
Eu diria… Persistência.

7. Alguma mania peculiar como escritora e leitora?
R: Ler vários livros ao mesmo tempo
, até um me pegar. E eu faço isso com escrita também, escrevo vários ao mesmo tempo, até um me pegar. Leio gêneros diferentes, em formatos diferentes e um em inglês, por exemplo.

8. Pergunta clássica do PJ: Se tivesse um incêndio em uma biblioteca, quais seriam os três livros que salvaria?
R:
“A estrela mais brilhante do céu“, da Marian Keyes. “Persuasão“, da Jane Austen. “As férias da minha vida“, da Clara Savelli.

Capa do livro
Crédito da Imagem: Amazon
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***

É isso, pessoal. :) É sempre bom entrevistar pessoas que a gente admira, acompanha e fica feliz com cada conquista.

Aliás, a Clara Savelli que aparece na listinha de histórias que a Aimee salvaria, é uma autora brasileira. E aqui vai uma curiosidade sobre esse livro: na reunião que a protagonista do post de hoje teve, pediram para ela tentar pensar em um título diferente de “125 cilindradas” (é a moto que um dos personagens pilota e sofre acidente). E quem ajudou nessa missão até chegar a “Recalculando a Rota” foi a Clara. Sério, essa é uma das amizades mais legais do mundo literário.

No dia do lançamento
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Agora me contem: já conheciam a Aimee? Se ainda não, tem resenha de alguns livros dela aqui no blog. Juro, vale muito a pena! E, em breve, terá resenha do novo livro, que parece ser incrível. Quem quiser garantir um exemplar, corre aqui.

Por fim, quero agradecer a autora por ser sempre tão querida comigo! Todo sucesso do mundo, viu? Obrigada também Plataforma21 e LC Comunicação pelo apoio. ♥

No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Romance Concreto
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carol
25.06.2024

Ei, Gente! :)

A semana começou com um evento literário aqui na cidade carioca, que a propósito vai até 6ª feira, dia 28 de junho. Conferi de pertinho o primeiro dia da 5ª edição do Ler. Foi o meu primeiro contato com esse Festival do Leitor e valeu a pena ter ido.

Agora vamos saber as minhas impressões sobre? Boa leitura! ♥

Crédito da Imagem: Site Oficial do Evento
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A primeira coisa que eu quero dizer é sobre os valores. Infelizmente, não estão com preços atrativos. Mas a parte boa é que patrocinadores, parceiros e tal estão se movimentando para que seja mais acessível, pelo que eu vi. Então, vale ficar de olho no Instagram oficial do festival. ;-)

Dito isso, O evento Ler tem acontecido no Pier Mauá, mas especificamente no Centro do Rio de Janeiro (próximo ao Museu do Amanhã). Eu fui de ônibus do condomínio que me deixou no Ibmec e de lá peguei um Uber e fiz a mesma coisa na volta. Em ambos casos desci no Armazém 1 e andei até o 3 para entrar. A minha experiência foi bem tranquila e achei os funcionários bem solícitos e ajudaram realmente, até quando não sabiam de fato responder as dúvidas.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Cheguei umas 13h e pouca e sai umas 16h para tentar não pegar trânsito na volta, já que moro longe do local. E acho que deu para aproveitar e matar a curiosidade, sabem? Já tinha escutado falar e fiquei feliz de ver o evento de pertinho. Aliás, acho que o que resume é que é uma mini Bienal do Livro, de um jeito bom.

Tinha muita escola e o calor tava intenso, mesmo sendo inverno hahaha! Coisas do Rio de Janeiro. Mas quando a gente entrava no espaços fechados, dava para se refrescar de boa. Outra coisa que achei legal é que estavam distribuindo água e nem tinha fila gigantesca não!

Aliás, peguei zero fila! Mas não sei informar se mais cedo ou mais tarde o cenário era diferente hahaha. Em relação às mesas, a que eu assisti foi do Tiago Valente (na foto) e Suu, que falava sobre “Criação Literária também é estudo” e foi mega valiosa a conversa! Fora que conheci ao vivo o Tiago e virei fã, bem fofo e acessível. ♥

Crédito das Imagens: Pequena Jornalista
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Queria ter assistido outras palestras, mas não consegui. Porém, já fiquei feliz com essa! Ah! E descobri três livros que o influenciador salvaria de uma biblioteca:

  1. Foi assim que tudo explodiu (Arvin Ahmadi)
  2. As irmãs Blue (Coco Mellors)
  3. O gênio do crime (João Carlos Marinho)

Sério, é tão bom conhecer pessoas que gostam desse mundo e é nítido o brilho nos olhos a falar de cada detalhe, leitura! Não sei se vai dar para ir outro dia, mas só esse primeiro dia valeu muito! E aqui fica dica: cada processo criativo é pessoal. Não se cobre, seja você e encontre sua comunidade, dentro do seu nicho.

De resto, achei os espaços lindos! Destaque para os locais especiais do Ziraldo. Queria ter tirado foto com a panela na cabeça, mas tinha muita gente nessa hora. Também tinham nomes de avenidas bem literários e é óbvio que tirei na Avenida do Romance. Tinham bancos em formatos de livros abertos. Tinha representatividade, mundos que as histórias nos levam e muita cultura! Se desse, tinha tirado foto em cada cantinho, mas consegui registrar alguns deles.

Em relação à alimentação: mais barata que na Bienal, ao menos o cachorro quente do Geneal e o mate leão hahaha! Meu lanche clássico desses eventos! ♥ Em contrapartida, não sei dizer as outras opções! Sobre os livros, tinham uns “estandes” das editoras, mas confesso que não achei muito em conta não. Na parte da Livraria, acho que se fizesse uma busca minuciosa, talvez encontrasse. Porém, não era muito o meu foco.

Crédito das Imagens: Pequena Jornalista
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Também gostei das apresentações do lado de fora, como bandas de circo, palhaços, cosplays, gente fazendo malabarismo, andando de perna de pau e por aí vai. Era quase impossível não sorrir ao encontrá-los! Tinha de tudo um pouco e para muitos gostos, seja para quem ama jogar, gosta do universo Geek e tal.

Enfim, o saldo foi bem positivo e provavelmente irei em outras edições! Aliás, essa vai acontecer até o dia 28 de junho, sexta-feira, e fica aberto das 9h até às 21h. Para mais informações e saber a programação, só entrar no site oficial da Ler.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Ainda essa semana, vou fazer um Reels mostrando também. Agora quero saber: já conheciam o evento? No mais, podem opinar à vontade! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: 5 coisas que aprendi com a Bienal do Livro
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carol
24.06.2024

Ei, Gente! :)

E a dica literária da semana é “Noiva“, da Ali Hazelwood. Publicado pela Arqueiro, esse romance tem lobo, vampiro e é o meu favorito da autora, por enquanto.

Então, vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Noiva | Autora: Ali Hazelwood | Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 364 (livro físico) | Nota: 5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Sinopse: Misery Lark, filha do vampiro mais poderoso do sudoeste, nunca foi bem-vista pelos seres de sua espécie. Ela passa seus dias incógnita em meio aos humanos, isolada, até que é chamada para firmar um acordo de paz entre vampiros e licanos (lobisomens). Para isso, será obrigada a se casar com Lowe Moreland.

Ele governa o grupo com autoridade e senso de justiça. Ela têm suas razões para concordar com esse matrimônio, que não estão ligadas com política ou alianças. Misery está disposta a recuperar o que sente falta. Lowe está pronto para firmar a aliança e defender o seu bando.

O que os dois não esperavam era a atração que um sente pelo outro! =D

Opinião da Pequena: Na época de Crepúsculo, eu amava histórias de vampiros e lobisomens e nem ligava para as críticas. Hoje, já não sei se curtiria tanto os livros! Mas depois de embarcar em “Noiva”, acho que a minha paixão por esse universo voltou. Ao menos, um pouco!

Por incrível que pareça, esse é o meu livro favorita da autora, até então! Se alguém me falasse que isso iria acontecer, eu iria rir da cara da pessoa. Mas juro: amei cada capítulo. A construção de tudo, os personagens! Os protagonistas nem se falam e a Ana é incrível. Sério!!!! ♥♥♥♥

O que eu mais gostei é que a autora quebrou um pouco do que esse mundo, geralmente, apresenta! E foi isso que me conquistou de cara. Tipo uma VAMPIRA APAIXONADA POR PASTA DE AMENDOIM hahaha! Porém, se você não curte essas mudanças, a minha sugestão é tentar ler de mente aberta para receber o novo ou escolher outro livro.

Falando nisso, os comentários da Misery são sensacionais e é uma das melhores protagonistas da Ali. Lowe tem um jeitinho impecável e a relação dele com a Ana é bem fofa! Os diálogos também merecem destaque. Alguns personagens surpreendem de forma positiva, outros de um jeito negativo e muitos a gente não pode esperar muita coisa!

A história prende! Algumas reviravoltas surgem do nada, muitos trechos a gente anota para a vida! Tem cena picante, com um vocabulário mais intenso, digamos assim. Porém, a história não se resume a apenas sapequice, muito pelo contrário! Alias, algumas dúvidas rolaram sobre a relação mais íntima. A gente tentou desvendar, mas não dá para saber se de fato é o que a gente acha que é!

Nosso Date Literário
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
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Fiquei triste com um amigo do Lowe, mesmo tentando entender o lado dele. O pai da Misery é cruz credo! Juro! Em compensação o irmão dela, apesar do susto, me conquistou. Queria que a Ana tivesse aparecido mais no final. E, gente! Rolaram algumas críticas negativas em relação à intimidade do casal, mas por ser um romance fantasia, eu não vi maldade, nem nada! Porém, vai de cada pessoa. ;-)

Enfim, eu mega recomendo. Têm ressalvas, mas o saldo foi tão positivo, que “Noiva” vai para a estante dos favoritos, sem dúvida! Eu e a maioria das meninas do Clubinho do PJ amamos. No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: PJ Leu – A hipótese do amor
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carol