23.07.2020
* Para assistir: Eu nunca! ♥

Ei, Gente! :) Terminei de assistir essa semana uma das séries mais leves da vida: Eu nunca. Foi perfeito para esquecer dos pesadelos que Dark causou em mim hahaha. Vamos lá? Boa temporada! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, aquele resuminho clássico do que se trata a história. Devi é uma adolescente indiana que vive nos EUA. Durante 10 episódios conhecemos um pouco da sua vida moderna e complicada, tendo de lidar com garotos, amigos e o luto da perda do pai.

Falando assim, parece que é uma série bem dramática. Não deixa de ser, mas a forma como é contada, faz a diferença. Com sacadas leves e divertidas, a gente se depara com episódios que passam em um estalar de dedos. É impossível não se identificar com a Devi, não se apaixonar pelo Paxton, adorar o Ben (e se irritar com ele também) e querer ser a melhor amiga da Fabiola e Eleanor (a minha personagem favorita, a propósito).

Crédito da imagem: Adoro Cinema

A mãe dela é bem durona, mas tem um coração de ouro e queria muito ter uma consulta com a terapeuta dela hahaha. Também adorei o narrador da história e, juro, que ele não é aleatório como a princípio parece ser. A gente ri muito e nos dois últimos episódios, dá um quentinho no coração! Vida de adolescente tem as suas dores, porém, as delícias são retratadas de forma encantadora, que dá até saudade dessa época.

Cada episódio tem um título tudo a ver com o nome da série. Por exemplo: Eu nunca…. Me comportei tanto. E eu adorei esse detalhe! Fiquei bem feliz em saber que vai ter uma segunda temporada. Algumas coisas ficam um pouco soltas e a gente acaba se apegando e querendo saber o que vai acontecer daqui para frente!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Ah! Uma coisa que eu não tinha ideia e descobri hoje: essa história é inspirada em momentos reais da infância da atriz Mindy Caling. Já dei de cara algumas vezes com o livro dela nas livrarias e agora quero ler. E é tão legal que eles mostram um pouco da cultura indiana e deu vontade de usar roupas tipo Aladdin. Aliás, a cena no café da menininha falando da Jasmine é maravilhosa, entre outras, que eu não posso falar aqui se não é spoiler na certa hahaha.

Apesar de ter uma pegada teen, serve para todas as idades. Os assuntos abordados são bem importantes, como o luto e a sexualidade. É uma série colorida, com atores maravilhosos e que arranca risos e, claro, algumas lágrimas. Eu amei cada parte, mas acho que poderiam ter aproveitado mais. A virada total ficou muito presa nos dois últimos momentos. Mas enfim, é um mero detalhe, que não apaga o quanto “Eu Nunca” deixou a minha semana mais leve. Enfim, mega recomendo! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

É isso, gente! Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica para o fim de semana! E a propósito, me conta: eu nunca….? (Responda com algo da sua adolescência. Tipo: Eu nunca colei em uma prova ou me apaixonei pelo garoto mais popular do colégio).

Beijos, Carol.

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14
15.07.2020
* Para assistir: Festival Eurovision da Canção – A saga de Sigrit e Lars! ♥

Ei, Gente! :) Uma das minhas atrizes favoritas para comédia romântica e tal é a Rachel McAdams. Daí, quando vi que ela que interpretava a Sigrit, de Eurovision, tive que assistir, né? Então, para o post do dia trouxe a resenha dessa história que está disponível na Netflix. Boa sessão! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Lars e Sigrit são aspirantes a músicos, que se conhecem desde criancinhas. Finalmente, eles têm a oportunidade de representar a Irlanda na maior competição de músicas do mundo! Bom, não pelo motivo que imaginaram, mas no meio de uma comédia repleta de elfos, canções e etc, conseguem alcançar objetivos que vão além. ;-)

O que eu achei? Não é o meu filme favorito da vida, mas rendeu boas risadas! Aliás, quando eu vi o cartaz achei que era uma comédia romântica, porém, é mais pastelão mesmo. E apesar de muitas vezes revirar os olhos para esse gênero, até que eu curti. Os dois atores, principalmente, a Rachel, couberam direitinho no papel. Ela com leveza, ele com um tom mais apelativo, mas acho que deu um bom match.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

A história não é cansativa e tem um ritmo bem legal, mesmo sendo um filme, relativamente, longo. Os personagens secundários fazem a diferença! Até o carinha do bar que pede sempre a mesma música inúmeras vezes. Me identifiquei hahaha. Algumas cenas são bem aleatórias e o humor meio ácido, mas como o gênero pede, não me incomodou tanto. Adorei a parte da apresentação final e a da casa do popstar russo (o Alexander), que a propósito me lembrou musicais clássicos.

Falando nisso, vi que não é a Rachel que canta de verdade no filme. Só no começo de algumas músicas, mas depois é uma cantora sueca que entra em ação. A propósito, fica bem na cara que ela está dublando, ai achei meio superficial. Mas é um mero detalhe, continuo achando ela incrível! No mais, passei a acreditar em elfos e a gente tem que tomar cuidado com os pedidos, que digamos que eles levam bem a sério. Demi Lovato que o diga (sim, ela participa).

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Gostei do desfecho, mesmo não entendendo alguns pontos. E a música “Ja Ja Ding Dong” vai entrar na minha playlist do Spotify hahaha. Acho que a parte do Lars com o pai no barco é bem fofinha e a cena final é divertida, mesmo com algumas piadas além da conta com os turistas americanos. Também fiquei apaixonada pelos cenários e coloquei na minha listinha para conhecer a Irlanda e Escócia.

No mais, vi que a gente deve ignorar as risadas maldosas e ir atrás dos sonhos e se adaptar a eles. Enfim, não é um filme para a família inteira, mas é uma história que pode render boas risadas no finalzinho do dia na sua própria companhia ou com o namorado (via Facetime). Recomendo. ;-)

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol. ♥

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13
01.06.2020
* Para assistir: Você nem imagina! ♥

Ei, Gente! :) No finde, rolou mais um filme à distância com o meu namorado. Dessa vez, embarcamos na história: Você nem imagina, que está disponível na Netflix. Então, vamos lá? Boa sessão! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, aquele resuminho clássico: Ellie Chu é uma aluna deslocada que tem o hábito de fazer a lição de casa de seus colegas. Isso ajuda a contribuir com as contas de casa. Além disso, ela possui uma paixão secreta pela Aster Flores, uma garota popular que desmistifica a imagem que temos desse tipo de aluno. Até que Paul, um jogador de futebol, se aproxima de Ellie para pedir ajuda para escrever uma carta de amor para a sua amada. Essa revelação rende uma história que você nem imagina! ♥

Eu já tinha lido algumas resenhas sobre o filme e depois que o meu namorado me contou que a minha sogra tinha visto e adorado, a gente resolveu assistir também! O começo é bem bonitinho e Ellie Chu é uma das personagens mais originais que já vi! Algumas partes eu achei bem confusas, mas outras são fofas e todas possuem uma pega teen que eu adoro!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Paul me conquistou aos poucos e acho que nessa diferente história de amor, que não estamos muito acostumados a ver nos filmes, todo mundo saiu ganhando. A Aster acho que deveria ter aparecido mais e aos pouquinhos vamos entendendo a sua essência. Quanto a Ellie, além da originalidade, ela tem as melhores frases de efeito, que são ousadas e que fazem total sentido!

No mais, a forma como cada cena é construída rende risadas, reflexões e algumas pequenas confusões. Aliás, não é que eu não tenha gostado do final. Cada hora torcia para um casal e apesar de eu adorar finais que instigam a nossa imaginação, achei que ficou muito em aberto! Porém, é uma história fofa e que merece a sua atenção.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Por fim, algumas observações: fiquei muito curiosa para experimentar a receita do Paul e a cena da lanchonete é hilária e da igreja idem! E eu amei o pai da Ellie e a professora é uma das melhores! E destaque para os looks da Aster. Quero copiar a maioria hahaha. Enfim, recomendo o filme. ;-)

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

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9
25.05.2020
* Para assistir: La casa de papel – 4ª temporada! ♥

Ei, Gente! :) Eu sempre fui de assistir séries fofinhas e românticas. Deixa a vida mais leve, sabem? Mas de tanto que falaram, ano passado embarquei na famosa “La casa de papel“. E não é que me prendeu? Não comentei aqui no blog as três primeiras temporadas, mas vou falar um pouco sobre a quarta. Pega a pipoca e o guaraná, que lá vem resenha. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, aquele resuminho bem básico sobre a série: nove ladrões se trancam na Casa da Moeda da Espanha com o ambicioso plano de realizar o maior roubo da história. Isso significa lidar com reféns, agentes da força de elite da polícia e, claro, cada assaltante com a sua história e entre eles.

Vou tentar não dar spoiler, mas pode ser que role um deslize, então, se quiser pular esse post, sem problemas. Resolveu continuar lendo? Então, vamos lá! ;-) Por incrível que pareça, a série me conquistou. É bem inteligente, atores incríveis e a cada episódio fica mais instigante, digamos assim.

Porém, confesso que achava melhor ter finalizado com a 2ª temporada. Calma. Acontecem coisas interessantes na terceira, mas é tanta enrolação, que dá um pouco de preguiça. E, infelizmente, a quarta segue a mesma linha. Não é que seja 100% ruim, em contrapartida, o que mais me chamou a atenção (a forma como tudo é amarradinho) meio que se perdeu. E achei bem mais violenta do que as outras! Fechei os olhos várias vezes!! Fora algumas cenas desnecessárias.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Quanto aos personagens: a gente continua se apegando e fica triste quando algum morre (nessa temporada, perdemos mais uma pessoa, que traz algumas reflexões). Aliás, por mais que seja (teoricamente) errado, essa série faz com que você torça por personagens que parecem não fazer jus a essa torcida. Mas aí entra uma questão bem complexa, que é melhor deixar para lá hehehe.

Voltando… A Tóquio continua sendo a minha personagem favorita e o Rio, mesmo com algumas ressalvas, me reconquistou. Quanto ao Professor, acho que ele ficou bastante perdido nessa temporada. O que o amor não faz, né gente? hahaha ;p! Sobre o Palermo: não funcionou a tentativa de mostrar o lado “humano” dele, pelo menos para mim. Me deu tanta angústia e um segurança lá também!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

E sabem a Alicia Sierra? Ela seria uma ótima integrante de La Casa de Papel, mas lá dentro do assalto. Vamos ver o que os próximos episódios nos reservam. Eu tenho as minhas teorias! ;-) Ah! Declaro Arturo o pior refém da história!! E dessa vez acontecem coisas ainda mais revoltantes! Preparem o estômago. :(

Enfim, não é a minha temporada favorita… Mas como eu sou uma curiosa de carteirinha, vou assistir a quinta. O final pede! Só espero, do fundo do coração, que a Netflix volte com a pegada que tanto me prendeu no comecinho da série! É isso. Não vou deixar de recomendar, mas sugiro não criar muita expectativa. ;-)

No mais, podem opinar à vontade!!!

Beijos, Carol.

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7
18.05.2020
* Para assistir: Ricos de amor! ♥

Ei, Gente! :) Para matar a saudade de ir ao cine e do namô, no último domingo decidimos assistir um filme da Netflix juntinhos pelo FaceTime. Diferente, mas bem divertido. E a história da vez foi: Ricos de amor. Então, pega a pipoca e o refri que a sessão já vai começar! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, aquele clássico resuminho: Teto é conhecido como o Rei do Tomate e, em breve, se tornará membro da fábrica de tomates do pai. Ele não quer muito essa vida, mas ao conhecer a futura médica, Paula, seu mundo vira uma grande confusão. Ela é diferente das outras e como tem medo da reação dela, acaba escondendo suas origens e finge ser humilde. Porém, essa mentira vira de cabeça para baixo e rende desentendimentos e muitos suspiros! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

E o que eu achei dessa comédia romântica brasileira? Eu simplesmente amei, de verdade. É bem clichê, sem dúvida. Mas a forma como é contada que faz a grande diferença. Falando nisso, adorei a história e achei bem amarradinho, com algumas ressalvas.

Os protagonistas nos conquistam de cara e amei os dois atores juntos. Ela eu já conhecia e ele ainda não! E os outros personagens são hilários e essenciais para o filme. A Fernanda Paes Leme como Alana é maravilhosa. Sério! Também amei o Igor e a Monique, que são os meus favoritos. No começo, a Monique me irritou, mas ela é a amiga que todo mundo precisa ter.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Destaque para a cena do restaurante com os funcionários do prédio fingindo papeis importantes em uma reunião para a fábrica de tomate. Também amei o Teto cuidando da criança e a confusão que ele se mete na festa de formatura rende muitas risadas! O Dr. Vitor é um idiota e ele sim acha que tem o Rei na barriga. As amigas da Paula queria que aparecessem mais. Imaginava uma outra coisa, mas não deixou totalmente a desejar.

O final é fofinho, mas a sensação que tive foi que teve de ser encerrado às pressas e ficou tudo resolvido muito rápido. Mas é filme e a gente perdoa! E a ideia foi bem boa e seria legal se funcionasse na vida real (eu acho que não tem projeto parecido, porém, não tenho certeza). E aqui fica todo o meu amor pela trilha sonora. Deu um toque a mais, porém, poderia ter música brasileira. Mas como todas (ou quase todas) são produzidas pelo Alok, aí ok!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Tem uma mensagem fofinha, que não importa quem você é, simplesmente, seja. E a sua melhor versão pode ser descoberta no meio do caminho e tudo bem! Enfim, mega recomendo. Principalmente, nesse momento de quarentena, que a gente precisa de uma boa comédia. Um toque de romance, que rende muitos suspiros e deixa a vida mais leve e feliz! ♥

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! ^^
E obrigada namô pela companhia, mesmo que virtual. Aliás, é uma ótima forma de matar a saudade de assistir filme com o seu amor. Às vezes a bateria acaba e tal, mas nada que um pause não resolva a vida hahaha!

Beijos, Carol.

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