01.10.2026

Ei, Gente! :)

Para começar o mês, vou trazer a resenha de um dos melhores livros do ano: As horas frágeis, da Virginie Grimaldi. Quero ler tudo que ela escreve!

Enfim, vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: As horas frágeis | Autora: Virginie Grimaldi | Editora: Gutenberg
Número de Páginas: 249 (livro físico) | Nota: 5 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
♥

Sinopse: Diane é casada, tem dois filhos e um trabalho. Mas, no dia em que Seb a deixa, seu mundo vira de cabeça para baixo. Entorpecida pela dor, ela não percebe um outro silêncio que vem crescendo bem na sua casa: o riso de Lou, sua filha, está deixando de existir.

Aos 16 anos, a primogênita tem enfrentado o tumulto da adolescência e o impacto do primeiro amor perdido. Quando ela percebe, está decidida resgatar a Lou, mesmo que isso signifique revisitar um passado do qual tentou escapar.

Mãe e filha, então, caminham sobre um fio tênue, entre o que foi e o que pode ser. Juntas vão enfrentar as horas mais frágeis da vida de ambas e tirar lições valiosas! ♥

Observação da Pequena: Esse é o 2º livro da autora que embarco e meu Deus, acho que ela tem se tornado uma das minhas autoras favoritas do momento. Sua escrita é de uma sensibilidade, que não sei explicar.

Crédito da Imagem: Amazon
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“As horas frágeis” é uma leitura mais pesada que “O que resta de nós“, sem dúvidas. Muitas vezes tive que pausar para respirar e pegar o fôlego! Só que assim como o 1º que li, ela soube abordar temas relevantes de uma maneira leve, na medida do possível.

Depressão, pessoas que tiram a própria vida, passado, presente e futuro! Família, amigos. Um casamento passando por uma fase bem ruim e o amor pelos filhos, pais e irmãos. Tudo é tratado com maestria! ♥

Não é uma leitura densa, mas difícil por saber que aquela história poderia, facilmente, ser real. Não é uma terapia, mas para mim foi terapêutico e repleto de trechos que me fizeram refletir de uma maneira positiva!

Não sei se as coisas funcionam do mesmo jeito no Brasil (vou pesquisar e atualizo esse post) e achei meio doida a situação toda, mesmo sendo bem eficaz na situação da Lou e de outros pacientes!

Adorei como cada capítulo foi construído e o plot eu não esperava mesmo! Deu um aperto no coração, mas a carta final foi acolhedora! A interação entre mães e filhos é bem real e sem forçar a barra. Não é uma bagunça só e tão pouco linear. Diane e Lou evoluem muito e a cena da filha no retiro se despedindo dos amigos é a coisa mais emocionante. Realmente, a questão central não é sentir tudo o que ela sentiu, mas sim não se sentir um peixe fora d’água. :’)

A relação da Diane com a mãe também merece destaque. No começo me deu um pouco de raiva da vó da Lou, só que depois a gente entende o seu jeito e achei tudo bem gente como a gente! O desfecho foi bem bom e não diria que temos um final feliz, mas um final realista, sabem? Com as dores e delícias da vida. Independente de qualquer coisa!

O título tem tudo a ver com o conteúdo. A capa é a coisa mais linda e é um livro que merece ganhar mais leitores. Anotei tantos trechos, mas quero destacar um que mais mexeu comigo (e foi – e continua sendo – tema na terapia)…

Crédito da Montagem: Pequena Jornalista
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Não era exatamente esse, mas acabei não achando a parte que eu gostaria de colocar (só o que eu anotei foi “por que eu sempre penso no pior?“) e acho que a frase da imagem acaba complementando. Dito isso, é uma história que fala também sobre sabotagem, sabe? Enfim, várias camadas que só lendo para entender o quão boa é essa leitura!

Ah! Eu amei o irmão da Lou (a história do desenho ♥). A relação dela com o padrasto (fiquei irritada com ele, mas feliz com o que rolou depois) e pai é muito fofa. E a Karima é a personagem mais querida! Enfim, como deu para perceber: RECOMENDO DE OLHOS FECHADOS! Se eu pudesse conversar com duas personagens de livros, elas seriam fortes candidatas. Vale cada página.

É isso, pessoal. No mais, podem opinar à vontade.

Um beijo, Carol. ♥

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carol
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