28.08.2020

Ei, Gente! :) Na última quarta-feira, fiz um post sobre alguns termos literários. Daí, resolvi fazer uma seleção com 3 livros bem volumosos que já li. Ou seja, aqueles calhamaços que indico! Aliás, perceberam como eu to um nojo usando essas gírias literárias? hahaha. Brincadeira à parte, vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

1. Calhamaço: Samantha Sweet, executiva do lar (Sophie Kinsella)
Sinopse:
Samantha Sweet é uma advogada workaholic, que não tem tempo para família, amigos e relacionamentos amorosos. Até o dia que dá a maior mancada corporativa da sua vida! Desesperada, vai dar uma volta e para em frente a uma mansão deslumbrante. Após ser confundida com uma candidata a empregada doméstica, a advogada se depara com seus novos “amigos”: máquina de lavar, ferro de passar e panelas. 
Quantidade de páginas: 510
Observações da Pequena: Assim como os outros livros da Sophie, esse é bem grandinho. Mas como é uma leitura para lá de divertida, vale cada capítulo. Juro! Ah! Tem uma resenha aqui. Na época, chamei uma amiga da facul para escrever.

2. Calhamaço: Minha história (Michelle Obama)
Sinopse:
Através desse livro de memórias, Michelle Obama nos convida para conhecer a sua vida antes e depois de ser a primeira-dama dos EUA. De forma envolvente, o leitor embarca na sua infância em Chicago, invade o jantar romântico entre ela e o Barack e sabe detalhes do endereço mais famoso do mundo: a casa branca. Uma história sincera, reconfortante e para lá de sábia de uma das mulheres que realmente fez e faz a diferença. 
Quantidade de páginas: 433
Observações da Pequena: Uma calhamaço que transformou um presidente dos EUA em meu crush literário, merece sempre destaque aqui no PJ hahaha. Mas falando sério: é um livro grande, às vezes cansativo, mas que traz tantas lições incríveis, que vale a leitura longa. Tem resenha aqui.

3. Calhamaço: A menina que roubava livros (Markus Zusak)
Sinopse:
Horas depois de ver seu irmão morrer nos braços de sua mãe, que era comunista, Liesel Meminger é adotada por Hans e Rosa Hubermann. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala “O Manual do Coveiro”, livro que o rapaz que enterrou o seu irmão deixou cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria. Através dos livros, Liesel descobre um mundo diferente do cenário triste de uma guerra, que transformava a Alemanha diariamente. Ela descobre o real significado do amor, da amizade e da lealdade. E as palavras que Liesel encontrou nessas páginas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, pai adotivo mais amável do mundo, e Max Vandenburg (o judeu do porão), Rudy Steiner e a Morte, que a propósito é a narradora.
Quantidade de páginas: 478
Observações da Pequena: É uma das minhas histórias literárias favoritas da vida. Demorei para terminar, não por conta do livro ser grande. Mas sabe quando a gente pega um apego pelo livro? Ficava naquela dúvida: termino ou não? O que será de mim quando acabar? Mais ou menos assim. Enfim, foi um dos melhores calhamaços da vida e que recomendo a todos! A gente só sente a quantidade de páginas por causa do apego que criamos, na minha humilde opinião. A resenha tá aqui. ♥

***

É isso, pessoal. Eu li por aí que não tem um número exato de páginas para ser considerado um calhamaço. Nesse post, peguei alguns dos livros com mais de 400 páginas. Mas fica a critério de cada leitor, ok?

Ah! E tente não se ligar em quantidade de páginas. Têm histórias com um milhão de capítulos, que a gente pode devorar em cinco dias e outras com poucas páginas e demoramos mais de um mês para finalizar.

Agora me indiquem um calhamaço de respeito. No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

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