04.07.2016

Oi, Gente. Mais um post roubartilhado do Blog Sem Clichê. :) Para quem não sabe, volta e meia dou dica de filme por lá. Um dos últimos filmes que assisti: Alice através do espelho. Amei num grau que vocês nem imaginam. Vamos lá?

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Nessa aventura, a Alice retorna para a sua cidade após uma longa viagem pelo mundo no barco de seu falecido pai. Ela reencontra a sua mãe e a partir de uma revelação em uma grande festa, Alice corre para um dos cômodos da casa e acaba descobrindo um espelho mágico. Curiosa, ela atravessa o objeto e dá de cara com o “velho” País das Maravilhas, onde descobre que o Chapeleiro Maluco corre o risco de morrer, pois o mesmo fez uma descoberta sobre seu passado. Para salvar a vida do melhor amigo, nossa protagonista deve conversar com o Tempo (sim, o Tempo é uma pessoa) e pedir uma ajuda para voltar às vésperas de um evento traumático e mudar o destino do Chapeleiro.

Às vezes a gente não dá nada por um filme, né? Confesso que fui só para fazer jus ao meu posto de fã da Alice, do Chapeleiro e por aí vai. Só que a história não é só mais uma história. Me surpreendi a cada cena e tirei lições bem valiosas. Sei que já está virando clichê eu falar isso, mas realmente aprendi muito! Começando pelo Tempo. Ele realmente é gente boa, haha. Aliás, tudo poderia mudar a nossa volta se olhássemos de um outro jeito para “ele”. Às vezes realmente o nosso desejo é ter o poder de voltar no Tempo, porém sinto informar que não adianta muito. Entretanto, podemos usar a nosso favor e aprender com os acontecimentos do passado.

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Através dessa história a gente acaba admirando mais ainda a Alice. Ela estava muito mais à frente na sua época, sabem? A sociedade exigia dela uma coisa, mas ela não queria nem saber. Ia de acordo com as suas convicções e pronto, mas nunca desrespeitando os outros. E acho que para o momento que a gente vive, esse filme pode servir muito como exemplo. Apesar da independência, ela não é egoísta. Não que uma coisa necessariamente tenha a ver com a outra. Mas às vezes ficamos tão focados na nossa independência que nem damos atenção as outras coisas tão importantes quanto. Por exemplo? A família. E o amor dela pelo pai e pela mãe prova isso. E uma outra coisa que ficou bem na minha cabeça: muitas vezes a gente se prende a objetos que remetem à lembranças, mas o que realmente importa vai além.

Ah! Muito importante!! Tem um personagem novo muito gato: um cara que fica ajudando a Alice nas reuniões, no trabalho dela. Aliás, eu acho que eles dariam um lindo casal. Será? ❤

Mega recomendo, gente!
Ah! Quer ler o post completo? É só clicar aqui. ;-)

Beijos, Carol.

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