11.02.2020
* PJ Leu: História de um grande amor! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é: História de um grande amor, da Julia Quinn, diva dos romances de época. A capa é linda e o conteúdo é engraçado, cativante e de arrancar suspiros. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: História de um grande amor | Editora: Arqueiro | Autora: Julia Quinn
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Aos 10 anos, Miranda Cheever já dava claro sinais de que a beleza não fazia parte de suas características no futuro. Desde então, sempre imaginava o seu destino como a solteirona da sociedade! Porém, o atraente visconde de Turner (e irmão de sua melhor amiga Olivia), deu o recado e disse que quando a mesma crescesse, seria tão bonita quanto já era inteligente. Essas simples palavras a fizeram cair de amores por ele!

Os anos passaram e ele acertou em cheio: ela se tornou uma linda mulher, porém, por conta de acontecimentos implacáveis, Turner (ou Nigel, que era como sua mãe chamava), virou um cavalheiro solitário e amargo. Mas nem mesmo essas características marcantes fizeram com que a nossa protagonista mudasse o sentimento que nutria por ele, desde o dia em que o mesmo a viu e previu o seu futuro!

E, sim, Miranda irá fazer qualquer coisa para salvar a vida de Turner e que esse amor, impossível ou não, não escape dela! :)

Opinião da Pequena: Julia Quinn nunca nos decepciona, né? E esse primeiro livro da trilogia Bevelstoke, é aquele que arranca suspiros! A história nos envolve de um jeito, que é quase impossível não sentir o amor, a raiva e todos os sentimentos que os personagens sentem na pele durante cada página.

A escrita é divertida e sagaz! Os diálogos entre Miranda e Turner são maravilhosos e adoro a resposta de cada um. Destaque também para a Olivia, que é uma das melhores personagens da vida! É aquela amiga, que todo mundo deveria ter. Ah! Fiquei apaixonada pelos avós da Miranda e os queria para mim!

O livro segue aquele caminho bem clichê, mas com toques que só a Julia Quinn sabe dar. Tudo acontece na hora certa e não é um livro que a gente fica “putz, ainda nisso”. Segue um ritmo perfeito para quem ama romance de época e quem ainda não caiu de amores, vai se apaixonar por História de um grande amor!

Mas sem querer dar spoiler e não vou entrar em muitos detalhes, foi o casamento mais sem graça da vida, mesmo sabendo que a história pedia. Porém, nunca um nascimento foi tão angustiante e lindo! Os dois últimos capítulos me deixaram bem emotiva! Acho que algumas coisas passaram sem muita explicação e alguns capítulos são bem picantes, mas com aquele ar de inocência e malicioso ao mesmo tempo! Para quem curte hot leve, acho que vai aprovar!

Eu amei que a Miranda é uma leitora voraz e odiei o vendedor de livro! Muito triste como era o tratamento à mulher, mesmo naquela época, em alguns aspectos! E acho que é impossível não terminar o livro querendo escrever diários. Aliás, esse conselho do Turner, fez com que ele se tornasse meu crush literário atual, mesmo com algumas atitudes nada a ver no decorrer da história!

Por fim, mas não menos importante, a capa é uma das mais lindas!! Que a Arqueiro sempre valorize capas com ilustrações assim. Acho que super combinou!

***

Ah!! Esse livro eu li em parceria com a Editora Arqueiro, mas também li porque é a primeira história de um projeto lindo que estou participando: Livros Viajantes! Eu e algumas meninas do mundo literário escolhemos um livro para viajar pelo país! O próximo destino fica aqui no Rio de Janeiro, mas ele vai conhecer MG, RS, BA, SP e por aí vai! :) Assim que terminar essa grande viagem, conto com mais detalhes. E não sei vocês, mas estou me sentindo naquele filme/livro Jeans Viajante, sabem?

É isso, gente! Quem já leu, conta o que achou. Ainda não? Recomendo! E já participou de algum projeto parecido? Pode opinar à vontade!! ^^

Beijos, Carol.

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2
06.02.2020
* PJ Leu: Mulheres não são chatas, Mulheres estão exaustas! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é “Mulheres não são chatas, mulheres estão exaustas“, da Ruth Manus. Um livro que aborda sobre direitos, trabalho, família e outras questões turbulentas da mulher em pleno século XXI. Boa resenha para vocês! ♥

Livro: Mulheres não são chatas, Mulheres estão exaustas | Editora: Sextante | Autora: Ruth Manus
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Diariamente a gente se depara com comentários que somos chatas. Mas na realidade, estamos exaustas. Afinal, carregamos pesos que não deveríamos carregar. E é nesse livro que a Ruth Manus aborda sobre inúmeros tormentos que carregamos em pleno século XXI.

A pressão vem de diversos lados: família, carreira, amor, lutar pelos direitos e muitos outros. Mas de forma simples e, ao mesmo tempo, profunda, a autora consegue fazer com que todos reflitam e questionem preconceitos e incertezas. :)

Opinião da Pequena: No comecinho do ano, terminei de ler o livro “Corajosa sim, Perfeita não” e, como disse na resenha, ele plantou uma sementinha de que eu não preciso de perfeição. E aí veio “Mulheres não são chatas, mulheres estão exaustas” e ajudou a regar essa plantinha que vem crescendo aos pouquinhos. Então, desde já, obrigada Ruth.

Agora vamos lá: é um livro que a gente devora. Com uma escrita leve, a autora consegue trazer assuntos profundos, que são mais do que necessários no nosso dia a dia. Ela pondera cada capítulo e jamais julga. Porém, sabe exatamente onde “meter a colher”.

Traz o feminismo e mais uma vez mostra que jamais essa palavra tem de ser o oposto do machismo. É a busca pela igualdade, que a propósito traz benefícios a todos. ;) Aponta questões que trazem exaustão, como trabalho, família, beleza, autoestima, entre outros.

Aliás, não somos chatas, temos total direito de expor a nossa opinião e é importante lutarmos nos simples detalhes para esse cansaço ir embora aos poucos! Por exemplo, parar de pedir de desculpa por tudo e saber que tá tudo bem ser a gente. Falando nisso, nem sempre precisamos ser a nossa melhor versão. Nem sempre é possível e ok! :)

Claro que as coisas não mudam da noite para o dia. Assim como no outro livro da Ruth, acho que é aquela leitura que volta e meia a gente tem que pegar na estante e reler inúmeras vezes.

Enfim, curti muito e indico a todos, inclusive ao público masculino! E quanto à capa: perfeita! ;-)

No mais, podem opinar à vontade. ^^

Beijos, Carol.

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2
28.01.2020
* PJ Leu: Os delírios de Natal de Becky Bloom! ♥

Sim. Finalmente embarquei nessa história! E por mais que o mês natalino já tenha dado adeus há séculos (exageros hahaha), eu não me aguento e vou fazer resenha do mesmo jeito. Em pleno janeiro mesmo! A propósito, estou falando de “Os delírios de Natal de Becky Bloom“, o último (até então) da série sobre a nossa consumista literária número um. Então, vamos lá? ♥

Livro: Os delírios de Natal de Becky Bloom | Editora: Record | Autora: Sophie Kinsella
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Becky Brandon (nascida Bloomwood) adora Natal. Todo ano é a mesma coisa: a família se reúne na casa dos pais dela, eles ouvem canções natalinas, sua mãe finge ter feito a sobremesa e os vizinhos usam aqueles clássicos suéteres natalinos. E agora as compras ficaram mais fáceis: sites em promoções e dependendo do valor, o frete é grátis. Bem mais prático!

Porém, esse ano (no livro), parece que as coisas mudaram um pouco… Como os pais de Becky se mudaram, acabam pedindo para ela organizar o Natal. Ela se assusta, mas, afinal… O que poderia dar de errado, não é mesmo? É só dar conta de algumas (muitas, na verdade) demandas. Por exemplo: peru vegano para a sua irmã Jess. O presente de sempre para o Luke (mas talvez seja melhor mudar) e um desejo bem curioso da sua filha Minnie.

Mas calma que tem mais, caro leitor! Um ex-namorado ressurge das cinzas (ou dos palcos), algumas brigas atrapalham seus planos perfeitos e ainda precisa ganhar uma rifa de um local bem peculiar. Se ela consegue tirar de letra? É a Becky, né?

Opinião da Pequena: Ganhei esse livro no dia 25 de dezembro de 2019. Mesmo sabendo o que tinha no pacote que meu namorado pediu para eu guardar, fui boazinha e não abri hahaha. Que leitora controlada, né gente? Por esse motivo, a resenha entrou com um pequeno delay. Mas tudo bem. Quem liga? ;-)

A maioria já deve saber que a Sophie Kinsella é a minha escritora gringa favorita. Eu amo a escrita dela e queria muito que a Becky Bloom fosse uma pessoa de verdade e MINHA AMIGA. E com esse 9º livro essas vontades só aumentaram.

Todos os livros, eu me identifiquei com a protagonista de alguma forma. Mas esse passou dos limites hahaha. Natal é mágico, lindo e Nem Grinch (quem ler, vai entender o motivo da menção) pode roubar. Mas essa data têm muitos perrengues sim. E essa premissa é total gente como a gente, justamente nessa época do ano.

Têm aqueles exageros clássicos da personagem mais consumista do mundo literário. A Minnie ganha mais destaque e a história do ex-namorado com a namorada controladora é uma das que rende mais gargalhadas! Becky tem uma mente muito fértil, mas juro que dessa vez, fez total sentido o que ela estava pensando!

Suze é muito fofa e uma nova personagem conquistou o meu coração! Aliás, mostra ainda mais um lado da Becky que foge completamente do consumismo: alegre, atrapalhada, a protagonista é uma das personagens que mais ajuda, sem olhar a quem. Zero egoísta mesmo! Me ensinou muito, de verdade.

As brigas de família: qualquer semelhança, não é mera coincidência. Bom, pelo menos no meu caso hahaha. Jess, melhor amiga da mãe da Becky e os pais estão com a mesma essência. E a história do jogo de bilhar é maravilhosa e mostra uma Becky bem empoderada, mesmo que ela tenha algumas outras intenções. Eu amei! Ah! Graças a esses novos delírios, digamos assim, agora sei o que significa “Portmanteau” (não sabia hahaha) e vou adotar a palavra “Sprygge” na minha vidinha hahaha.

Enfim, amei muito esse novo livro e JURO que não caiu na mesmice. Por incrível que pareça. E apesar das confusões, dos estresses e de muitas atrapalhadas, a história mostra o verdadeiro espírito de Natal, com todas as imperfeições que essa comemoração carrega na vida real. Como falei, é bem gente como a gente, de uma forma leve, engraçada e verdadeira!

Ah! Se vai ter continuação? ESPERO QUE SIM DONA SOPHIE KINSELLA E BECKY BLOOM. Porque a palavra que ela deu de presente para o Luke (meu eterno crush ) tem muito pano para manga. Por favor, Santinha dos Leitores! Nunca te pedi nada.

***

É isso, gente. Já embarcou nesse livro? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

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5
08.01.2020
* PJ Leu: Corajosa sim, Perfeita não! ♥

Ei, Gente! :) Ontem não consegui postar. O dia foi bem corrido e ainda teve niver das minhas irmãs. Mas para comemorar o Dia do Leitor (ainda dá tempo, né? haha), separei uma resenha literária: Corajosa sim, perfeita não, da autora Reshma Saujani. Publicado pela Editora Sextante, o livro ajuda a gente dar os primeiros passos em busca de uma jornada repleta de coragem e menos perfeccionismo. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Corajosa sim, perfeita não | Editora: Sextante | Autora: Reshma Saujani
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: A busca pela perfeição acaba nos limitando. É preciso na verdade exercitar o músculo da coragem. O que não é fácil também! Mas quando deixamos a necessidade de perfeição para trás, encontramos liberdade, alegria e todas as coisas boas que queremos na vida. É preciso tentar, antes de pensar em desistir. E, com base na sua vida e na de outras histórias, a fundadora da ONG Girls Who Code, a Reshma Saujani, escreveu esse livro inspirador sobre coragem. ;-)

Opinião da Pequena: Eu ando numa fase bem tensa, principalmente, no quesito profissional. Depois de um dia ruim, decidi largar o livro que estava lendo e embarcar nessa jornada em busca da coragem. E acho que foi a primeira decisão certeira do ano!

Claro que as coisas não mudam da noite para o dia. A busca pela perfeição não vai simplesmente embora. E o músculo da coragem não aparece do nada! Mas o mais legal desse livro é que ele deixa isso bem claro. Que é aos poucos mesmo e, ao mesmo, tempo, nos impulsiona dar os primeiros passos!

Não é simplesmente uma história de uma pessoa que “deu certo”. É uma história de uma mulher que fracassou e que usa a seu favor esses fracassos! Que faz do limão, uma limonada, sabem? Não é aquele livro auto-ajuda impossível de colocar na prática. E eu fico tão feliz de ler livros assim. Me dão uma luz no fim do túnel. Realmente me ajudam!

Fora que a escrita da Reshma acolhe o leitor. Dá a sensação de que o livro foi escrito para a gente. É quase impossível não se identificar com os casos e as descrições. Pelo menos, com a pequena jornalista que vos bloga foi assim.

Enfim, é um livro que vale muito a pena! A gente vê o quanto precisa excluir a palavra perfeição do dia a dia. Ninguém é perfeito e nem precisa ser. Isso acaba só te puxando para baixo. Outra coisa: vi com outros olhos o significado de fracassar. E isso tem me ajudado. E a coragem? Ela virou uma das minhas palavras preferidas e espero que ela esteja mais presente no meu dia a dia.

Desde que terminei “Corajosa sim, Perfeita não”, a sementinha de uma “Carol mais corajosa e menos perfeccionista” foi plantada. E espero, do fundo meu coração, colher bons frutos! Lembrando, que coragem não tem nada a ver com a ausência do medo. ;-)

RECOMENDO muito a leitura, viu gente? ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Garota pare de mentir pra você mesma!
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7
03.01.2020
* PJ Leu: Onde mora o amor! ♥

Ei, Gente! :) Prontos para a primeira resenha literária do ano? Com vocês, o que eu achei do livro “Onde mora o amor“, da autora Jill Mansell. Um romance com a capa linda e o conteúdo repleto de histórias de amor. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Onde mora o amor | Editora: Arqueiro | Autora: Jill Mansell
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Dexter Yates adora a sua vida despreocupada. Além de lindo e rico, mora em um apartamento chique de Londres e está sempre acompanhado de belas mulheres. Mas tudo se transforma da noite para o dia quando a irmã morre, deixando a pequena Delphi, de apenas 8 meses.

Sem a menor ideia de como cuidar sozinho de um bebê, ele resolve se afastar da correria da cidade grande e se muda para o chalé em Briarwood. Ele não está acostumado ao ambiente de um vilarejo. Mas ainda bem que os moradores o recebem de braços abertos, principalmente, Molly, com quem logo tem uma conexão inegável. ;-)

Opinião da Pequena: Esse é o 6º livro da série “Romances de hoje”, da editora Arqueiro. É um daqueles romances que tem a história central, porém, as paralelas são as que mais chamam a atenção. Pelo menos, no meu caso foi assim. ♥

Dexter e todo o contexto que o envolve mexeu bastante e bateu aquela curiosidade, do que seria dele e da pequena Delphi. A gente já imagina no que vai dar, mas o final não deixa de ser surpreendente e de arrancar suspiros.

Porém, a parte da Frankie e sua família foi a que fez me devorar cada capítulo em que apareciam. É nesse momento que a gente se toca que o “perfeito” é muito relativo! Aliás, ela é uma das personagens mais fortes que já vi nessa série.

No mais, a escrita da Jill continua envolvente. Os personagens nos conquistam, alguns dão raiva e a maioria nos ensina e faz valer cada página desse romance. O 1º livro dela eu gostei mais, mas esse também é perfeito para quem ama romance e todos os clichês que esse gênero carrega (e eu, particularmente, amo).

E, por fim: destaque para a capa que é uma das mais lindas. Enfim, RECOMENDO a leitura. ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: Desencontros à beira-mar
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