29.09.2020
* PJ Leu: Daqui a cinco anos! ♥

Ei, Gente! :) A dica literária da semana é Daqui a cinco anos, da autora Rebecca Serle. Um livro que responde, nas entrelinhas, aquela clássica pergunta: como você se imagina daqui a cinco anos? Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Daqui a cinco anos | Autora: Rebecca Serle | Editora: Paralela
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Dannie Kohan é aquela personagem que sabe responder exatamente como se vê daqui a cinco anos. O emprego no escritório de advocacia dos sonhos, o noivado com o namorado, entre outros planos.

Totalmente pé no chão, a protagonista tem esse jeito de ser até no dia em que acorda e percebe que está em uma realidade diferente, que acontece cinco anos depois de dormir. Ela encontra um outro apartamento, uma aliança que não é sua e um homem que não conhece. Mas quando desperta novamente, tudo volta ao normal e acredita (mais ou menos) que só foi um sonho de uma noite doida!

E como o destino adora pregar algumas peças: quatro anos e meio depois, ela vê o cara misterioso daquela página da sua vida e tem uma surpresa nada agradável. Um romance que fala sobre o amor, a amizade e, principalmente, a lealdade.

Opinião da Pequena: Eu nunca tinha lido nada da autora e, de antemão, posso falar que é uma escrita que prende do primeiro ao último capitulo. É impossível largar a história, que tem uma premissa bem instigante! Mas quando a gente vai embarcar é ainda mais surpreendente.

Confesso que não me simpatizei muito com a protagonista. Não que ela seja uma personagem ruim e é levar ver algumas mudanças e insights. Mas achei bem séria e muito pragmática, digamos assim. Não rolou aquela identificação, sabem? Em contrapartida, a Bella, sua melhor amiga, é aquela “pessoa” que a gente adoraria trazer para a realidade! Doidinha e com um coração de ouro.

Eu quis ter raiva do David a cada parágrafo em que ele aparecia! Mas não consegui e ainda bem! Às vezes, ou quase sempre, os planos não saem como imaginamos. Ai lembrei daquele livro “Malas, Memórias e Marshmallows“, que diz que “enquanto o homem planeja, Deus ri”. Se encaixa bem nesse livro também. Aaron (ou Greg) foi uma mistura de sentimentos! E os pais da Bella? O mesmo caso. Mas o Dr. Shaw é o meu favorito de todos!

Crédito da Imagem: Amazon
Pequena Jornalista

O mais legal de “Daqui a cinco anos” é que eu achava uma coisa, mas não era nada daquilo. Ou não no contexto que eu imaginava! Alguns desfechos deram um aperto no coração. Outros, eu esperava um pouquinho. E o final é bem bolado e me pegou totalmente desprevenida hahaha!

E como todas as histórias, essa rendeu algumas lições: pensar no futuro é bom, mas ter foco no presente é melhor! A principal contagem regressiva deve ser para a nossa felicidade e que não é necessário saber o que vem a seguir. Isso pode acabar com toda a magia e o crescimento diário que precisamos. Recomendo!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! Lembrando que você pode comprar o livro através desse link (isso ajuda muito o Pequena Jornalista).

Beijos, Carol.

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23.09.2020
* PJ Entrevista: Fernanda Rodrigues! ♥

Ei, Gente! :) E no meio dessa pandemia, eu acabei conhecendo blogs incríveis e um deles é da Fernanda, do Algumas Observações. Logo descobri que ela também é escritora e que, recentemente, lançou o livro “Sobre o que estava tentando dizer”, junto com a Elizza Barreto.

Ela têm outros títulos literários e que deixam a nossa vida mais poética. Enfim, não vou falar muito. Mas a protagonista do post do dia sim! Chamei a autora para conversar um pouco com a gente. Vamos lá? Espero que gostem da entrevista! ♥

Crédito da Imagem (Foto): Fernanda Rodrigues
Crédito Montagem: Pequena Jornalista

1. Se pudesse salvar três livros de poesias (sem ser os seus), quais salvaria?
R: Oi, Carol! Obrigada pelo convite e pela oportunidade de conversar com você e com os seus leitores. Eu acho muito difícil escolher apenas três! Um que vive na minha cabeceira e que sempre está comigo é o Toda Poesia, do Leminski (Companhia das Letras), que apresenta um compilado de toda a produção poética do autor curitibano. Esse livro é muito inspirador, já que nele há textos produzidos em diversos anos da vida do Paulo Leminksi. É legal demais ver como ele trabalhou a criatividade nos textos. O seguindo livro foi escrito por uma amiga e me comove profundamente. Chama-se Seu Retrato sem Você, da Tatiana Eskenazi (Editora Quelônio). Esse livro é um dos poucos que me deixa com um nó na garganta e com uma vontade profunda de investigar esse processo de presença na ausência e ausência na presença a que a Tati nos provoca em seus poemas. O terceiro, sem dúvida, seria qualquer um do meu muso, do meu divo, Carlos Drummond de Andrade.

2. Aliás, como foi o seu primeiro contato com esse mundo? Conta um pouco da sua trajetória de poetisa?
R: Eu poderia escolher vários marcos para estabelecer o início da minha vida como poeta, desde assistir ao Gato Pintado no Castelo Rá-Tim-Bum durante a infância, passando pelo meu ensino médio (em que tive professoras maravilhosas!), chegando à abertura do meu blog, o Algumas Observações, em 2006 — espaço em que eu passe a produzir meus próprios versos. Penso que todo mundo vive cercado de poesia o tempo todo, a questão é que nem sempre as pessoas se dão conta disso. Se a gente parar para pensar, viver é uma profunda e intensa poesia. Sobre a minha trajetória, acho que ela vem muito atrelada a ler muita poesia — de todos os tipos — e a escrever até encontrar uma satisfação no meu texto (não importando muito a finalidade: se será publicado no blog, em livro, em cartão ou se ficará guardado).

3. Para quem ainda não embarcou nesse universo, o que você diria e qual conselho daria?
R: Quebre o ciclo do senso comum de que “ler poesia é difícil”. Penso que uma das melhores coisas hoje é que há poesia de todos os tipos, para todos os gostos. Então, experimente! Vá dos autores clássicos, de formas mais rígidas, até os poetas de internet. Aliás, também é muito interessante pensar em formas de consumir poesia hoje, porque há muitas: livro, e-book, Story do Instagram, vídeo de Youtube, Podcast, batalha de slam… Enfim, tenho certeza de que há um(a) poeta para todo mundo poder se encantar. Tudo começa aceitando que ler poesia NÃO é difícil!

Crédito da Imagem (Foto): Fernanda Rodrigues
Crédito Montagem: Pequena Jornalista

4. Tem alguma mania peculiar na hora de escrever e ler?
R: Mania, não. No momento da escrita, preciso ser rápida, porque as ideias sempre surgem acompanhadas. Se não anoto na hora em que as tenho, ou me esqueço ou o texto não sai com o mesmo frescor, com a mesma espontaneidade. O trabalho fica muito mais árduo. No momento de leitura, não tenho nenhum ritual. Entretanto, gosto de manter um diário de leitura para anotar percepções e insights que tenham surgido em decorrência da leitura — tem eles relações com o texto lido ou não.

5. Para quem deseja viver de escrita: qual é a parte mais doce e amarga desse mundo?
R: A parte mais doce divide-se em duas: a primeira é a “garantia” (muitas aspas nessa “garantia”) de sobrevivência mental e afetiva. No meu caso, escrevo por profissão, mas também por muitas necessidades internas (de me organizar, de me entender, de tentar compreender o mundo ao meu redor). A segunda diz respeito às conexões (essas, bem reais). A escrita — tanto do blog, quanto do livro — me trouxe amigos de várias partes do mundo e me possibilitou ir além da minha própria realidade por meio do compartilhamento das experiências.
A parte amarga é que ninguém vive só de vender livros. Mesmos grandes autores hoje se dividem entre escrever e alguma outra profissão (lecionando escrita criativa ou traduzindo e editando outros livros, por exemplo). É muito duro viver em um país que tem tantos problemas relacionados à Educação, porque isso — além de todos os outros problemas — acarreta uma profunda desvalorização da Cultura e de tudo o que a envolve, incluindo os livros. É muito triste saber que o objeto livro não circula em todos os lugares, que ainda há pessoas que vejam como certo que ler seja uma atividade apenas da elite.

***

Crédito da Imagem: Blog Algumas Observações

Amei a entrevista e fiquei com vontade de me jogar nesse universo. Muito obrigada, Fê! Todo sucesso do mundo para você, viu? Para quem quiser conhecer mais sobre os livros dela e tal, só clicar aqui. Em breve, espero conseguir ler e podem deixar que publico uma resenha no PJ.

E vocês? Gostam de poesias? Me indiquem! Já conheciam a autora? No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol. ♥

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21.09.2020
* PJ Leu: Quase rivais! ♥

Ei, Gente! :) Sei que ando meio sumidinha, mas depois explico melhor o que aconteceu. O importante é que hoje tem mais uma dica literária \o/! Dessa vez: Quase rivais, de J. Sterling. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Quase Rivais | Autora: J. Sterling | Editora: Faro Editorial
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4,5 livros

Sinopse: James é louco pela Julia. Julia é louca pelo James! Mas eles são uma espécie de Romeu e Julieta, dos tempos atuais. Por quê? A família de cada se odeia há gerações! E agora? Será que o destino é o mesmo do casal de William Shakespeare ou uma nova história será contada?

Opinião da Pequena: Eu vi uma resenha desse livro lá no blog Estante da Alê e, se eu não me engano, no Prefácio também. Daí, me apaixonei pela história e quando tive a oportunidade, comprei para ler.

Começando pela capa: como não se apaixonar por ela? Tem cara de romance no ar e, normalmente, não curto pessoas reais nas capas. Mas adorei os dois protagonistas e já me apaixonei por eles antes mesmo de “conhecê-los” hahaha. E acho que o título tem tudo a ver com os capítulos no geral. E achei bem interessante que cada parte tem um trecho de Romeu e Julieta e mostra tanto a visão do James quanto a da Julia.

A premissa é bem clássica e a escrita da autora é leve e divertida. Algumas partes são para lá de picantes (aí eu fico meio tímida hahaha), porém, há muitos momentos mais inocentes que nos arrancam suspiros! O casal principal é bem carismático e, sem dúvidas, essa história é mais fofa do que a do Shakespeare.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Também tiramos lições, como: tudo tem os dois lados da moeda e, muitas vezes, só sabemos uma parte. Estar disposto a escutar o outro, pode render bons momentos. Falando nisso, o pai da Julia me irritou um pouco e amei os dois amigos dos principais. E têm apostas que rendem ótimas histórias e risos nos personagens e, claro, no leitor.

No mais, foi uma leitura que fluiu muito, com alguns errinhos de digitação, mas nada muito gritante e que tenha deixado o livro ruim. Se você ama vinho, vale ler com uma taça na mão. Enfim, amei embarcar em Quase Rivais. Deixou a vida mais colorida e só o finalzinho, que bateu uma dúvida, mas a minha imaginação foi longe hahaha.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Só clicar aqui para comprar. Isso ajuda muito o PJ! ;-) Ah! E sabe a capa que está embaixo do livro na foto? É uma edição linda de Romeu e Julieta, que a minha vizinha fofa me deu! ♥

Beijos, Carol.

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11.09.2020
* PJ Entrevista: Gabriela Rodrigues! ♥

Ei, Gente! :) Há séculos não rola uma entrevista aqui, né? Para matar a saudade, entrevistei a autora Gabi (que conheci na blogosfera), que lançou recentemente um livro em homenagem ao nosso bem mais precioso: a família. ♥

O pai dela foi diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) e para ajudar outras pessoas também, a protagonista do post resolveu colocar tudo no papel e transformou tudo em uma história real: Ele tem ELA, elas têm ele.

Vamos lá? Boa leitura! Conta aí, Gabi.

Crédito da Imagem: Gabriela Rodrigues

1. De toda história com o seu pai até o momento, qual é a lição mais valiosa que aprendeu?
R: Aproveitar os momentos mais simples da vida. Depois que descobrimos a doença passamos a dar muito mais valor aos dias que estamos juntos, às tardes de sábado que assistimos um filme ou tomamos solzinho na varanda e quando vemos o Miguel (meu sobrinho e neto do meus pais) brincar e dançar no tapete da sala! E ainda estou aprendendo a não ser ansiosa com o futuro pois isso nos limita a aproveitar o presente!

2. Aliás, conta um pouco sobre a iniciativa de escrever o livro e a trajetória da escrita?
R:
Certo dia me veio essa vontade de contar sobre o processo da descoberta da doença do meu pai, pois a ELAEsclerose Lateral Amiotrófica – é uma doença muito difícil de ser diagnosticada e isso poderia ajudar outras famílias e pacientes. Mas a história da união e do amor da minha família acabou sendo retratada de uma maneira tão intensa que eu arranco lágrimas e muita emoção dos leitores (acho que é um bom sinal! Rs..).
Iniciei o processo da escrita após o curso de “Escrita Afetuosa” com a Ana Holanda, o curso me deu a coragem e a energia necessárias para seguir esse caminho mais sentimental. Em 6 meses finalizei o livro e fui atrás da publicação independente.

3. E o que a sua família achou da ideia de escrever o livro? Conta um pouco a reação deles e tal. :)
R:
Antes de começar a escrever eu contei sobre a ideia do livro primeiro para o meu marido e depois para uma amiga que ama escrever e ambos acharam uma homenagem linda e me incentivaram muito. Amadureci a ideia e contei para todos os que seriam protagonistas da história (meu pai, minha mãe, minha irmã e meu cunhado) e, claro, choramos muito!!! Durante o processo da escrita eles me ajudavam a lembrar de alguns detalhes e foi uma delícia porque revivemos muitas histórias que estavam guardadas em nossas memórias e é sempre bom revisitar algumas, né? =) E agora elas estão disponíveis para que todos possam viver um pouquinho delas com a gente!

Crédito da Imagem: Gabriela Rodrigues

4. A parte mais doce e amarga desse mundo da escrita? 
R:
Sou nova nesse mundo e vi que é muito difícil ser autora independente por aqui! Mas eu escrevi esse livro para homenagear os meus pais e agradecer por tudo o que eles são pra mim, além de, é claro, poder ajudar outras famílias que convivem com a ELA. Já recebi mensagens de familiares de pacientes que estão passando pela mesma angústia que passei e sei como é importante ter algumas dessas informações quando descobrimos uma doença rara e degenerativa na nossa família, então acredito que fiz certo e isso é o que importa!!!

5. Pergunta clássica do PJ: se pudesse salvar três livros da sua biblioteca, quais salvaria? 
R:
É difícil porque eu amo ler! Então separei os 3 que eu sinto que estão ligados ao meu livro: Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach) – O primeiro livro que meu pai nos deu, junto com O Pequeno Príncipe, então foi o primeiro que li e tive na vida (e que eu lembro! rsrs). A Morte é um Dia que vale a pena viver (Ana Claudia Quintana Arantes) – Fala sobre cuidados paliativos e a importância de viver todos o momentos da vida. Como se encontrar na escrita (Ana Holanda) – Fiz a leitura do livro após o curso e foi ótimo para o processo de escrita fluir

***

Sabe aquela entrevista que dá um quentinho no coração? Então, foi essa! Já coloquei na minha listinha para embarcar nessa história e deu ainda mais vontade de escrever. Aliás, obrigada por ter topado, Gabi. Parabéns pela linda iniciativa e que esse livro mude a vida de muita gente! ♥

Ah! Ficou interessado em devorar essa leitura? Corre aqui para saber mais informações para comprar. Quer conversar com a autora de “Ele tem ELA, elas têm ele” (amei muito esse título)? Ela é mega acessível no Insta: @gabrielaer.

No mais, podem opinar à vontade. :)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Autora Clarice Pessato
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23.08.2020
* Beda 23 – Li uma vez e quero mais! ♥

Ei, Gente! :) Têm autoras de comédia romântica que a gente leu uma vez, mas adoraria ler mais histórias criadas por elas, né? Daí, um clique no Google e a gente se depara com outros títulos e coloca na listinha de próximas leituras. Fiz isso hoje com três escritoras gringas (vai rolar versão nacional por aqui) e resolvi compartilhar com vocês. Vamos lá? Bom post. ♥

1. Sarah Manson
Qual livro eu li:
Um amor de detetive
Qual eu quero ler: Alta Sociedade
Observações da pequena: Eu lembro que eu li na época do colégio e fiquei apaixonada pela escrita e pela história da Sarah. Daí, dei uma olhadinha na Amazon e vi que Alta Sociedade conta a história da família Colshannon, especificamente voltado para a Clemmie. A propósito, ela tropeça numa pista que revela o paradeiro de um amigo da Holly (sua irmã) que está desaparecido. O que parece um drama sem importância, vira uma crise e a família é obrigada a fugir para o sul do França com um convidado intrigante. Enfim, acho que vou amar esse chick-lit misturado com policial (talvez hahaha) e pelo que eu lembro, acho que tem um quê de Um amor de detetive.

Crédito das Imagens: Amazon

2. Janice Kaplan e Lynn Schnurnberger
Qual livro eu li:
Os homens com quem não me casei
Qual eu quero ler: Sara sem silicone
Observações da Pequena: Eu lembro também que achei essa leitura bem divertida e com aquelas lições que aquecem o coração. Esse que eu quero embarcar, tenho a mesma sensação: Sara e suas amigas estão prestes a começar tudo de novo, por volta dos 41 anos. Encarar as novas opções na meia-idade é sinônimo de enfrentar situações inesperadas, como um chá-de-bebê com stripper, tratamentos estéticos e tal. A protagonista decide mudar com o bebê (que é do ex-marido) para a casa do noivo, mas eis que a ex-mulher dele aparece com a filha adolescente que deseja juntar os dois novamente e muitas outras coisas acontecem! Enfim, acho que tem cara de ser um livro que a gente ri e se imagina na pele dos personagens.

Crédito das Imagens: Amazon

3. Melissa Hill
Qual livro eu li:
Um presente da Tiffany
Qual eu quero ler: Doce Ilusão
Observações da Pequena: Eu fiquei tão apaixonada por essa história da Melissa, que eu tenho até medo de me decepcionar com essa outra. A propósito, Doce Ilusão conta a história de três mulheres (Rosie, Dara e Louise) que passaram por poucas e boas, mas que tudo indica que podem aprender a olhar o lado bom e deixar para trás as doces ilusões. E o que será que uma viagem para Dublin pode reservar para elas? Enfim, resumi a sinopse, mas acredito que o livro também me dará uma nova visão de algumas ilusões que tenho.

Crédito das Imagens: Amazon

É isso, pessoal. Me contem se já leram algum desses. Aliás, os dois primeiros eu li há séculos, então, não tem resenha aqui no PJ. Se alguém quiser um TBT literário contando um pouco da minha opinião, me fala.

E sabe o que eu percebi? Que leio pouca comédia romântica brasileira. Se alguém conhecer algum autor nacional que escreva livros chick-lit, me indica? No mais, podem opinar à vontade! Ah! A resenha de “Um presente da Tiffany“, vocês encontram aqui. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Chick-lit que estão na fila
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