23.07.2026

Ei, Gente! :)

Eu tardo, mas não falho. O post sobre como foi conhecer a Lorraine Heath (autora internacional de romance de época) na Flir desse ano finalmente está pronto!

O momento mais esperado do evento foi, sem dúvida, a participação dessa escritora. Aliás, eu não conhecia, mas como disse na Parte 1 é uma das pessoas desse meio literário que dá vontade de guardar em um potinho.

Então, vamos lá? Boa leitura! ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Em primeiro lugar, quero dizer que um dos objetivos desse evento era também autografar o livro de uma amiga do Clubinho do PJ (a Andreia), que é super fã da Lorraine. Missão dada é missão cumprida, mas quero dizer que, no final, foi uma ótima surpresa conhecer essa autora! Então, obrigada Deia por isso! :)

Outra coisa, a autora protagonista do evento já escreveu vários livros, mas um dos mais falados aqui no Brasil é a série “Os Órfãos de St. James“, que em agosto chega o 5º livro! Só que ela tem outras histórias também, inclusive algumas ainda não foram publicadas por aqui.

Por fim, o bate-papo foi mediado pela Paola Aleksandra e Érica Imenes. Ambas arrasaram nas perguntas, mas destaque para a Érica que foi simplesmente MARAVILHOSA traduzindo tudo para a gente e para a autora.

Foi uma conversa que rendeu ótimas risadas e algumas lágrimas. A Lorraine é senhorinha muito fofa e se emocionou várias vezes. Tem como não virar fã? Não tem! E depois, calmamente, recebeu todo mundo para autografar os livros. :) Ela acabou não nomeando as dedicatórias, porém, não tinha nem como ficar chateada. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Agora vamos ao resumo do que rolou nesse momento?

Em 1990, ela pegou um livro (Morning Glory – não sei se tem no Brasil, se alguém souber, avisa) em uma viagem a trabalho e, até então, pensava que sabia o que era romance. Só que nessa hora viu o quão rica era a construção da história e se apaixonou pelos personagens – nessa parte ela se emocionou e quem estava lá idem. :’)

Uma curiosidade: antes de escrever, ela não era uma leitora assídua. E recomenda achar algo que faça sentido para a gente. A Lorraine escrevia para si, porém, já faz um tempo que é apenas para, nós, leitores.

E sabiam que ela é psicóloga e isso a ajudou criar os personagens masculinos? Ah! A escritora contou também que gosta de fazer o seu leitor passar por uma régua de emoções, ou seja, que ele chore e sorria.

Para quem deseja entrar nesse mundo da escrita, ela diz que o rascunho não vai sair perfeito e isso pode desencorajar. Contudo, é só quando você termina que pode brincar com os personagens e na segunda “volta” dá para organizar o que foi idealizado. Lembrar que nenhuma escrita é em vão, mesmo que uma cena específica não entre no final das contas.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Outro ponto curioso é que ao escrever, ela gosta de escutar um CD com barulhos de tempestade e trovão e nas cenas quentes, um bom vinho faz parte do processo. Já chorou escrevendo vários livros por conta de expectativas e se o público vai achar que ela é “doida” hahaha.

Tem vontade de criar algo que se passe no Brasil sim e finalizou com a seguinte mensagem: saber que as pessoas encontram conforto nas minhas histórias é incrivelmente recompensador. Só espera não desapontar a gente! ♥

Como não admirá-la, gente? Eu adoro um romance de época e apesar de algumas amigas indicarem, acabei não lendo ainda. Mas esse bate-papo e conhecê-la ao vivo me fez incluir, ao menos, uma série dela na minha lista de quero ler. Quando isso rolar, conto para vocês.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Prontinho, gente! Demorou, mas veio aí hahaha. Agora me contem: já conheciam a autora? No mais, podem opinar à vontade! E meninas do Clubinho do PJ – que amam romance de época – dedico esse post a vocês. ;-)

Beijos, Carol. ♥

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carol

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