Ei, Gente! :)
Eu tardo, mas não falho. O post sobre como foi conhecer a Lorraine Heath (autora internacional de romance de época) na Flir desse ano finalmente está pronto!
O momento mais esperado do evento foi, sem dúvida, a participação dessa escritora. Aliás, eu não conhecia, mas como disse na Parte 1 é uma das pessoas desse meio literário que dá vontade de guardar em um potinho.
Então, vamos lá? Boa leitura! ♥
Em primeiro lugar, quero dizer que um dos objetivos desse evento era também autografar o livro de uma amiga do Clubinho do PJ (a Andreia), que é super fã da Lorraine. Missão dada é missão cumprida, mas quero dizer que, no final, foi uma ótima surpresa conhecer essa autora! Então, obrigada Deia por isso! :)
Outra coisa, a autora protagonista do evento já escreveu vários livros, mas um dos mais falados aqui no Brasil é a série “Os Órfãos de St. James“, que em agosto chega o 5º livro! Só que ela tem outras histórias também, inclusive algumas ainda não foram publicadas por aqui.
Por fim, o bate-papo foi mediado pela Paola Aleksandra e Érica Imenes. Ambas arrasaram nas perguntas, mas destaque para a Érica que foi simplesmente MARAVILHOSA traduzindo tudo para a gente e para a autora.
Foi uma conversa que rendeu ótimas risadas e algumas lágrimas. A Lorraine é senhorinha muito fofa e se emocionou várias vezes. Tem como não virar fã? Não tem! E depois, calmamente, recebeu todo mundo para autografar os livros. :) Ela acabou não nomeando as dedicatórias, porém, não tinha nem como ficar chateada. ♥
Agora vamos ao resumo do que rolou nesse momento?
Em 1990, ela pegou um livro (Morning Glory – não sei se tem no Brasil, se alguém souber, avisa) em uma viagem a trabalho e, até então, pensava que sabia o que era romance. Só que nessa hora viu o quão rica era a construção da história e se apaixonou pelos personagens – nessa parte ela se emocionou e quem estava lá idem. :’)
Uma curiosidade: antes de escrever, ela não era uma leitora assídua. E recomenda achar algo que faça sentido para a gente. A Lorraine escrevia para si, porém, já faz um tempo que é apenas para, nós, leitores.
E sabiam que ela é psicóloga e isso a ajudou criar os personagens masculinos? Ah! A escritora contou também que gosta de fazer o seu leitor passar por uma régua de emoções, ou seja, que ele chore e sorria.
Para quem deseja entrar nesse mundo da escrita, ela diz que o rascunho não vai sair perfeito e isso pode desencorajar. Contudo, é só quando você termina que pode brincar com os personagens e na segunda “volta” dá para organizar o que foi idealizado. Lembrar que nenhuma escrita é em vão, mesmo que uma cena específica não entre no final das contas.
Outro ponto curioso é que ao escrever, ela gosta de escutar um CD com barulhos de tempestade e trovão e nas cenas quentes, um bom vinho faz parte do processo. Já chorou escrevendo vários livros por conta de expectativas e se o público vai achar que ela é “doida” hahaha.
Tem vontade de criar algo que se passe no Brasil sim e finalizou com a seguinte mensagem: saber que as pessoas encontram conforto nas minhas histórias é incrivelmente recompensador. Só espera não desapontar a gente! ♥
Como não admirá-la, gente? Eu adoro um romance de época e apesar de algumas amigas indicarem, acabei não lendo ainda. Mas esse bate-papo e conhecê-la ao vivo me fez incluir, ao menos, uma série dela na minha lista de quero ler. Quando isso rolar, conto para vocês.
Prontinho, gente! Demorou, mas veio aí hahaha. Agora me contem: já conheciam a autora? No mais, podem opinar à vontade! E meninas do Clubinho do PJ – que amam romance de época – dedico esse post a vocês. ;-)
Beijos, Carol. ♥
Post Recomendado: Indicações de romance de época
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Uau que demais, um privilégio!
Oi, Carol!
Amei o post! Ela parece a professora que me alfabetizou. <3
É tão legal conhecer o processo criativo das pessoas, né??
Que felicidade que esse encontro aconteceu!
Beijos,
Fê
Parece ser uma autora incrível e marcante. Gostei muito do seu post.
Boa semana!
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Até mais, Emerson Garcia