Ei, Gente! :)
Para começar o ano: escrevi esse texto para desabafar e, quem sabe, inspirar de alguma forma vocês que estão lendo esse post!
Esperto que gostem, viu? Boa leitura e feliz 2025! ♥
“2024 foi bom. Fui feliz! Fui triste. Tudo junto e misturado! Briguei, fiz as pazes. Senti saudade, matei saudade. Ganhei pessoas queridas, outras se foram. Tive o melhor arraiá em forma de comemoração de aniversário. E a Jeanninha mais uma vez fez jus ao título de melhor amiga canina (minha família, nonô e amigos também)!
Não passamos necessidade financeira, mas confesso que esse ano deu frio na espinha. Tive noção, de verdade, do que é ter que segurar as pontas, financeiramente falando. Profissionalizei o Clubinho do PJ, porém, a essência continua intacta (pelo menos eu acho hehehe). Li livros perfeitos, abandonei outros. Fiz publis, não renovei parceria, mas em compensação o PJ foi notado por editoras que jamais imaginei! Escrevi e muito. Sobre temas que eu amo e alguns que tinha certeza de que não iria durar muito tempo. Ainda bem que não desisti!
Refiz laços importantes, coloquei pontos nos “is”. Casei amigos, soube de separações. Pedi desculpas, desculpei. Escutei e falei! Errei. Acertei! Viajei por aqui, mas para fora não deu. Aliás, fiquei 1 mês longe do nonô e achei que não ia aguentar. Aguentei!
Até que deu tudo certo no ano passado. Só que rolou imprevistos! Quase entrei na trend do “como ser triste em 2024, se…“, só que assisti um vídeo e vi que a sensação ruim que eu estava sentindo, até que fazia sentido. Como disse, fui feliz sim. Mas caraca tive dias bem desafiadores. Ai eu abracei o termo que escutei “feliste“, que é a mistura de feliz com triste.
Falando nisso, os dois sentimentos são importantes e um não deve excluir o outro. Claro que não é legal quando você só foca na parte ruim e sei que preciso melhorar esse meu jeito e ressaltar os momentos mais legais. Até mesmo para que a leveza, que sempre peço, caminhar comigo!
Bommmm…. Só que o 1º dia do ano já rendeu aprendizados, frustrações… Estávamos animados para passar com uma parte da família e tivemos algumas surpresas e nos frustramos. Só que aprendemos que depender dos outros, definitivamente, não é bom. A gente pode combinar, se animar, mas sempre bom ter um plano B, fazer planos por conta própria. Essa dependência, digamos “emocional”, faz a gente (eu e meu marido) perder muito.
Aí fica a sensação: será que esse ano vai ser bom? Será que é um sinal? Marcia sensitiva, corre aqui hahaha =p (pelo menos o bom humor tá em dia hahaha). Só que pensando bem, é só uma mostra que mesmo que o calendário mude, viver é estar sujeito a passar por momentos mega legais, divertidos, emocionantes, sem sal, frustrantes e por aí vai.
Quero começar a olhar mais para o copo meio cheio. Ok que, às vezes, é impossível… Só que é possível também ter essa visão. Essa virada está longe de ser a melhor das melhores, só que tiveram detalhes legais. Por exemplo? Comemoramos mais um ano novo juntos e nonô voltou a seguir uma tradição pra lá de especial (aliás, feliz 7 anos).
Enfim, ainda estou digerindo algumas coisas, até porque tô de TPM. Em contrapartida, ainda têm 364 dias para ter histórias incríveis e reais. E o real é isso aí: ser feliste! ♥” (Por Carol Daixum)
***
É isso, pessoal. :)
Que 2025 seja leve – na medida do possível -, e que a gente tenha planos com o alfabeto inteiro hahaha.
No mais, podem opinar à vontade!
Beijos, Carol.
Post Antigo: Pequena Escritora – Sonia Cury
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Não conhecia o termo mas o entendi muito bem. A vida é feita de momentos bons e ruins e temos que lidar com tudo isso.
Boa semana!
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Até mais, Emerson Garcia
Emerson: É isso! :)